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CONTOS DO LEITOR


Colégio Interno
Autor: Felipe
 
Meu nome é Felipe, tinha 16 anos quando essa história aconteceu. Estava entrando no ensino médio, e meu pai quis me mandar para um colégio interno no exterior para que tivesse um educação de qualidade, já que meu sonho era fazer faculdade fora e isso ajudaria bastante na seleção.
Nessa idade ainda era virgem, e apesar de já saber que gostava de garotos, nunca tinha nem beijado um, era muito tímido, e pretendia levar esse segredo para o túmulo, porque minha família era muito conservadora.
Embarquei muito ansioso, e fui recepcionado na chegada por um funcionário do colégio, que foi muito bacana e me levou até o campus, dando-me boas vindas ao país e a nova escola. Assim que cheguei, outro funcionário me mostrou o campus e me levou até o dormitório, para que descansasse. A semana de recepção com todos já tinha acontecido, tive que chegar mais tarde por problemas na família. Enquanto andava pelos terrenos, não pude deixar de me encantar com tantos meninos atléticos e bonitos, loiros e de olhos azuis. O colégio só aceitava homens, e todos levavam os esportes muito a sério, com diversas competições ao longo do ano, o que era um incentivo para treinarem e ficarem em forma.
Enquanto conhecia o campus, passei pelo campo de futebol, onde um jogo acontecia. Foi quando o vi pela primeira vez. Alto, com seus 1,85, forte, bronzeado, loiro e com seu jeito de menino macho, o suor escorrendo por seu corpo enquanto corria atrás da bola. Me distraí tano que nem percebi que já chegava no alojamento.
Fui mostrado ao meu quarto, com suas duas camas, mas a outra estava vazia. Me disseram que meu colega de quarto já devia estar chegando. Na verdade, ele demorou ainda uma hora, mas quando a porta se abriu, para meu encanto, entrou justamente o menino que vi jogando futebol. Ele estava muito suado, com a camisa jogada ao ombro. Pude ver seu corpo atlético, musculoso...muito forte, porém não trincado.
-Oi! Você deve ser o Felipe – se apresentou num inglês carregado de sotaque alemão, apertando minha mão – Sou Jonas. Deve ser muito bom de futebol né? Vem do Brasil. Sou do time aqui há 2 anos, espero te ver nos testes.
Mal sabia que eu era um fracasso para jogar futebol. Conversamos por alguns minutos e ele entrou no banheiro da suíte para se banhar. Quando saiu, de cueca, não pude deixar de notar seu volume enorme, e meu pau ficou duro na hora. Achei que não, mas ele tinha percebido.

Ao longo das semanas que se seguiram, nossa convivência foi muito superficial. Ele, que já estava no último ano do ensino médio, tinha permissão para visitar a cidade nos fins de semana e sempre ia para as baladas com seus amigos do futebol. Rapidamente ficou claro que éramos muito diferente. Ele todo esportista, eu um nerd que só estudava. Não conversávamos muito, mas eu sempre aproveitava suas saídas do banho pra ver aquele macho gostoso de cueca, ele nunca se vestia no banheiro.
Por causa de uma briga que ocorreu numa saída de fim de semana, os meninos mais velhos foram proibidos de ir à cidade por um mês, e ficaram retidos ao campus, como nós calouros. Acho que isso teve um impacto na vida sexual de Jonas, porque ele começou a se masturbar toda noite, enquanto pensava que eu dormia. Eu ficava louco ouvindo, mas não tinha coragem de fazer nada, nem de espiar.
Uma noite, para minha surpresa, o ouvi se aproximando da minha cama, e bem lentamente, bem delicadamente, tocando minha bunda. Eu estava deitado de bruços e de cueca, e ele pensou que eu estava dormindo. Pude ouvir ele se masturbando do meu lado, e meu pau ficou muito duro, mas como estava de bruços ele não viu.
Desse dia em diante, fiquei com isso na cabeça, e passei a olhá-lo muito, cada vez que chegava suado dos treinos de futebol, ou se trocava no quarto.
O desespero de Jonas para voltar a transar veio quando devido a uma resposta mal educada para um professor, os meninos perderam mais um mês de visitas a cidade nos fins de semana. Acho que isso foi o gatilho para Jonas tomar coragem, ele não aguentaria mais um mês. Nessa noite, novamente veio a minha cama, só de cueca, e apertou minha bunda.
 
 
 
 
 
 Fingi que estava dormindo, mas ele não se contentou em só me palpar. Para minha surpresa, se deitou em cima de mim, de leve, procurando não apertar, apenas roçava sua cueca na minha bunda, e eu sentia aquele pau duro pulsando, querendo comer um cu. Fiquei congelado e sem reação, enquanto as roçadas de Jonas ficavam mais e mais intensas, até que ele soltou o peso em cima do meu corpo e então não pude mais fingir.
-O que você está fazendo?
-Calma Felipe, eu sei que você gosta – cochichou no meu ouvido com seu lindo sotaque enquanto me encoxava – Ninguém vai ficar sabendo, deixa eu te comer, to com muito tesão e não como ninguém desde que nos proibiram de ir a cidade.
Apesar de todo meu tesão, fiquei com muito medo. Se nos descobrissem poderia ser expulso, e contariam tudo para meus pais, que com certeza não ficariam nada satisfeitos. Por esse motivo, recusei.
-Não Jonas, que loucura é essa, sai de cima de mim.
Mas ele era muito mais forte que eu, e não cedeu, me pressionado contra a cama com seu pau na cueca, colado na minha bunda.
 
-Eu to com muito tesão, você é viado que eu sei, e fica dormindo com essa bunda pra cima. Você vai gostar, vou te dar um trato que vc nunca vai esquecer. Deixa vai. To cheio de leite – disse enquanto fazia movimentos de vai e vem ainda de cueca, roçando aquele rola na minha bunda. Eu já não aguentava mais de tesão.
-Eu nunca fiz isso, Jonas. Vai doer.
-Eu vou devagarzinho, você vai gostar. Você quer que eu sei.
Não respondi nada.
Jonas saiu de cima de mim e abaixou a cueca. Seu pau era enorme, devia ter uns 20 cm, grosso.
-Chupa gostoso seu macho.
 
Muito desajeitadamente comecei a chupar aquele pau delicioso, pulsando. Jonas ia guiando minha cabeça com a mão...
- Ahhhh, isso......Coloca ele todo na boca, seu puto. Vai ser minha putinha hoje né?
Eu já chupava com vontade, colocando o máximo que conseguia na boca.
Jonas me parou.
-Deita de bruços igual você faz toda noite, mas hoje você vai levar vara – Obedeci a ordem.
Ele deu um cuspe no meu cu, e enfiou um dedo. Senti dor, ainda era virgem e nunca tinha tentado nada.
-Coloca camisinha Jonas.
-Não tenho aqui.
-Sem eu não quero.
-Você acha que pode me deixar de pau duro aqui? Vai levar rola e leite do seu macho – Disse Jonas se deitando sobre mim.
-Não, sem camisinha não.
-Cala a boca e relaxa que vai ser melhor.
 
Ele deitou por cima de mim, me imobilizando, e começou a colocar o pau no meu cu. Assim que entrou um pouco deitei um grito e tentei me soltar, não queria sem camisinha, mas ele tampou minha mãe e me segurou com o peso do seu corpo.
-Relaxa que vai doer menos. Eu vou arrebentar esse cuzinho virgem, e você vai gostar. E foi colocando toda aquele rola, até entrar tudo. Eu morria de dor, mas ele tapava minha boca, e eu não conseguia fazer nenhum barulho.
Começou a bombar bem devagar, mas logo estava acelerando, e eu parei de tentar gritar, estava ficando gostoso.
-Tá gostando né, sua cadela? – Cochichou no meu ouvido. – Vou tirar a mão, mas se gritar apanha – E destampou minha boca, mas não gritei, tudo o que saiu foi um gemido baixinho.

Jonas me colocou de quatro e começou a socar com força, eu estava com muito tesão, aquele macho gostoso me comendo, ofegante. Ele meteu por algum tempo e, num urro baixo, soltou todo seu leite dentro de mim, eu sentia muito prazer, e gozei me masturbando, junto com ele.
Jonas se levantou, limpou o pau com um lenço de papel, e foi ao banheiro. Fomos dormir sem dizer mais nem uma palavra um ao outro. Mas no dia seguinte antes de sairmos para as aulas, me certifiquei:
-Jonas, ninguém pode saber de ontem a noite. Nunca mais pode acontecer.
-Você tá louco? Sou seu macho agora, vou te comer todo dia. E melhor você se comportar, se não conto pro Karl e ele vem te comer também, e ele vai arrebentar com você. – E, com isso, saiu do quarto com um sorriso no rosto...

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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