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CONTOS DO LEITOR


Rumo de casa
Autor: LDS

 
Certo dia, voltando lentamente para casa, olhando os movimentos bruscos da cidade que tomavam a tarde exausta de sexta-feira, naqueles truculentos barulhos de carro que me atormentava. Meu desejo era ir para um lugar calmo, onde só se poderia ouvir os barulhos impecáveis produzidos por pássaros, e que certamente acalmariam meus hormônios aflorados.
Mas tudo isso estava fora de cogitação... andando arduamente rumo à minha casa, já exausto do percurso desanimador, parei ao pé da árvore que encontrei a minha frente, sentei para descansar, nisso, a noite chegava. Em um certo repouso voltei a andar, cansado, tirei a camisa que me cobria, pois parecia pesar toneladas em cima de mim.
Na metade do caminho, um homem de porte elevado, quando digo elevado, me refiro ao físico, ombros largos, lábios carnudos, a perna dele dava duas das minhas, meus hormônios que já se encontravam aflorados mais agitados ficaram. Logo, naquele infindável percurso, parecia que já estava próximo a minha casa, neste momento, torci para longe novamente ficar, e ter mais oportunidade de vislumbrar aquela perfeita paisagem.
Nisso, senti que estava chegando próximo a mim, estava ele de short do tecido mole, camisa branca, então passou por mim, um perfume de fragrância erótica me tomou o olfato e se espalhou por todo o ar que eu respirava, cheguei ao orgasmo antes da hora. O cara ficava mais distante de mim, pois estava com fone nos ouvidos, certamente se dissesse algo não me escutaria, mas não disse uma palavra sequer.
Avistei que ele havia parado, estava se alongando, todo suado, acelerei os passos para ver toda a cena de mais perto. Já próximo, sentei no banco ao lado, e ele começou a fazer abdominal com os pés grudados no banco em que eu havia me sentado. O short estava estufado, um volume totalmente excitante, e naquele vai e vem do seu abdominal, meu pensamento começou a imaginar cenas picantes em cima daquele banco. Na décima abdominal ele cansou, então deitou-se no chão, meus olhos percorreram em poucos segundos milhares de vezes aquele elevado corpo/volume.

Olhando para mim ele perguntou o que fazia por ali, gaguejando, tremendo, respondi-lhe olhando, ele arregalou os olhos, pedi desculpa, e disse que estava a passeio. Sorrindo e me olhando nos olhos disse para eu relaxar, meu coração estava saindo pela boca. Então voltou a fazer abdominal. Aos poucos fui me acalmando, mas meus olhos continuavam a pecar, logo ele percebeu, deu aquele sorrisinho de lado que amo, enlouqueci.
Novamente ele parou, deitou, como havia percebido que meus olhos a todo momento transpassava a sua direção, mais exatamente na direção daquele short alto, ele começou a acariciar o pau, na hora virei o rosto e fingi não ver. Meu deus, não sabia o que fazer, ele pediu para eu olhar para ele, quando olhei o cara estava sem camisa, meus olhos não piscaram, apenas automaticamente foi na direção daquela montanha no seu short, então pediu para eu sentar do seu lado, fiz o que havia pedido, pois não sabia do que um estranho seria capaz, me sentei então do seu lado.... olhando para mim, pegou minhas mãos e levou até o seu short e perguntou mordendo aqueles lábios carnudos se eu queria dar uma chupadinha, eu disse gaguejando que era hétero, que não curtia essas coisas, então ele começou a rir e disse que havia visto para onde eu olhava a todo momento.
Quase morri quando ele falou isso, mas então o obedeci, tirei aquele short que desde o início me atrapalhava, ainda pela cueca toquei delicadamente os lábios naquele pau que encheu a minha boca. Sem saber o que fazer ele tirou sua própria cueca, e pegou minha cabeça e a levou na direção daquele deslumbrante órgão que já se encontrava todo dentro de minha boca.
 
Como já me encontrava lá, e já estava chupando, deixei a vergonha de lado, e gulosamente engoli todo aquele cacete, ele começou a gemer, a morder os lábios, e eu no calor do momento comecei a engolir suas bolas, quando as chupei ele gritou, perguntei se havia machucado, ironicamente mandou continuar chupando, continuei. Minutos após longas chupadas, ele levantou e se deitou no banco, mandou eu tirar a roupa e pediu para eu sentar gostoso naquela pau, fiz o que ele pediu, como eu disse, não sei o que um estranho é capaz, então é melhor obedecê-lo. Logo que sentei em cima dele, ele me jogou de pernas para cima, só escutava aquele barulho louco de vai e vem, mas não mais dos carros, e sim de nosso corpo batendo. Meus olhos piravam.
 
Quando de repente, do nada, um carro em alto barulho começa a buzinar, e quando olho pros lados, eu me encontrava embaixo do pé de árvore que parei para descansar e que tudo não se passava de um sonho, pois havia dormido embaixo do pé de árvore, triste, porém excitado, levantei e fui para casa, um caminho que parecia nunca chegar.

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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