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NOTICIAS DO MUNDO GAY

35% dos cidadãos americanos reprovam como governo Trump lida com LGBTs, revela pesquisa.




Cerca de 35% da população dos Estados Unidos desaprovam de maneira veemente a maneira que o governo do presidente Donald Trump lida com as questões da comunidade LGBT. De acordo com uma pesquisa realizada pela revista The Economist com o instituto YouGov.

O estudo mostra ainda que outros 9% dos entrevistados reprovam a atual gestão de alguma forma, enquanto 27% apontam não ter opinião sobre o tema. Em contrapartida, 17% disseram aprovar a atual conduta da Casa Branca, sendo que 12% dão total apoio ao governo.

Sobre a importância dos direitos gays, 23% consideraram a favor, já 25% acreditam não ser tão importante, 24% não ligam muito para o tema e 28% elegeram o caso sem a menor importância. Ao elencar o grau de prioridades, apenas 2% marcaram o direito gay, que ficou atrás de temas como economia e seguro social, ambos com 16%, cuidados com a saúde (13%), imigração, controle de armas e meio ambiente (8% cada) e terrorismo (7%).

O levantamento apontou ainda que 71% dos entrevistados afirmaram conhecer homossexuais e 23% ao menos uma pessoa transgênero. Sobre a polêmica decisão a respeito da proibição de transexuais nas Forças Armadas, 31% se mostraram contrários à medida contra 28% que são favoráveis. Enquanto 17% não opinaram sobre o assunto.

Pastor é preso após acusações de abuso sexual de menores nos EUA.


Pastor Matthew Dennis Patterson é preso após acusações de abuso sexual de menores


Um pastor norte-americano conhecido por pregar de forma contrária aos direitos LGBTs, foi preso nos Estados Unidos sob acusações de abusar sexualmente de vários garotos menores de idade.

Matthew Dennis Patterson é suspeito de tocar várias crianças, em sua maioria meninos, e de pedir para os pequenos sentarem em seu rosto e também na sua barriga. As vítimas costumavam fazer o pedido do homem quando estavam apenas de cueca.

De acordo com informações da polícia e mídia local, Denny como também é conhecido, atuava como pastor por mais de 20 anos na igreja Nolensville Road Baptist, localizada em Nashville. Em setembro passado, ele renunciou o cargo no templo e se mudou para a Pensilvânia. A prisão ocorreu no início de março, mas só agora teve os detalhes revelados.

Pai pede para namorada transar com filho autista por achar que ele é gay.


Sean Cole e Khadeijah Moore detidos sob acusação de fazer sexo com criança autista


Um casal do Alabama, nos  Estados Unidos, foi acusado por crimes de abuso sexual, sodomia e violação após Sean Cole, de 29 anos, pedir a sua namorada, Khadeijah Moore, de 21, para que mantivesse relações sexuais com o filho de 11 anos – que sofre de autismo – por temer que ele fosse homossexual.

Ambos os suspeitos estão em prisão preventiva e aguardam o julgamento no tribunal local. O menino vive com a mãe no estado da Geórgia, e foi fazer uma visita ao pai durante o feriado do dia de Ação de graças, comemorado no país norte-americano tradicionalmente na última semana de novembro, quando aconteceu o episódio.

De acordo com o relato do processo, Sean teria flagrado o filho em uma posição “comprometedora” com outro rapaz, e teria ficado muito furioso. Com isso, pediu a Khadeijah que fizesse sexo com a criança.

O crime foi denunciado pela mãe do garoto que soube do caso após o menino fazer vários questionamentos sobre sexo, assim que retornou da casa do pai e acabou contando o que aconteceu. O casal foi detido em janeiro deste ano, após o registro da queixa.

Em sua declaração, o promotor de justiça Tim Douthit entendeu que o pai não agiu por impulso sexual uma vez que “não existem provas de que este nutre algum tipo de atração sexual pelo filho ou outras crianças”, mas sim porque “estava convencido de que o poderia ‘converter à heterossexualidade'”.

Diante das autoridades, o menor se sentiu culpado pelo ocorrido, afirmando que se sentiu responsável por desiludir o pai. A sentença final do processo está marcada para acontecer no dia 24 de maio.

Tribunal nega recurso do Ministério Público que dificulta adoção por casal gay em Santa Catarina.




O processo de adoção por uma casal gay de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, recebeu um recurso do Ministério Público que dificultaria o andamento do pedido. Segundo o MP, o tratamento psicossocial que um dos parceiros faz configura indício de que é necessária uma análise mais aprofundada do caso antes de continuar com o processo.

De acordo com o MP, o casal deve ser estudado no sentido de compreender a homossexualidade e o papel que cada um desempenha na relação. Diante do recurso, a 3ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina se posicionou de forma contrária por considerar a iniciativa discriminatória.

Para o colegiado de desembargadores, o tratamento psicossocial de um dos adotantes é um sinal de que o casal está se preparando da melhor forma para receber o adotado e exercer a paternidade. O desembargador Marcus Tulio Sartorato, que acompanha o caso, considera que em qualquer processo de adoção é fundamental a manutenção dos direitos e dignidade de todos os envolvidos, principalmente da criança e do adotante. “Ambos merecem absoluta e inarredável proteção”, disse.

Mais uma vez, Sartorato defendeu o tratamento psicossocial de um dos adotantes como uma demonstração de preparo e cuidado com a mente e com o comportamento que será posteriormente relacionado com a criança. “É louvável, nesse ponto, a atitude de buscar ajuda profissional para tratar de desafios psicológicos relacionados à ansiedade, aos relacionamentos e à ideia de paternidade.”, relatou Sartorato.

Uma outra reivindicação da Câmara é com relação ao pedido do Ministério Público no que diz respeito à análise da relação do casal. Segundo o desembargador Marcus Sartorato, a atitude é invasiva e irrelevante no processo que considera, primordialmente, o interesse e as condições sociais e psicológicas dos adotantes, sendo que este último requisito já está recebendo tratamento psicossocial em um dos parceiros. Para Sartorato, os argumentos do MP são “discriminatórios, infundados e desarrazoados”. “Na visão moderna, não há mais espaço para argumentos impeditivos de adoção de crianças e adolescentes por casais homoafetivos.”, completou.

Estudante trans é agredida por dois homens dentro do campus da faculdade.




Uma estudante do curso preparatório para o vestibular da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Vestibular Solidário, sofreu agressões na noite da última sexta-feira (23/03). Segundo o Diário de Pernambuco, Dália Celeste, de 24 anos, estava voltando de uma festa que ocorria no campus quando foi agredida por dois homens.

Antes da agressão, durante a festa que aconteceu em frente ao Centro de Educação (CE), a estudante relata que um homem a abordou de forma transfóbica e relatou o ocorrido à organização do evento. A Diretoria LGBT da UFPE, responsável pela festa, imediatamente parou o som e fez um pronunciamento contra a atitude sofrida por Dália.

Ao final do evento, às 21h30, a estudante se encaminhava até a parada de ônibus quando dois homens jogaram uma pedra e logo depois começaram a agredi-la no rosto. Dália afirma que durante a agressão ela perdeu a visão e em seguida foi atingida por diversos murros, quando conseguiu correr. A última frase ouvida pela estudante antes de fugir foi “quebra a cara dela”.

Dália prestou depoimento na Central de Flagrantes, onde realizou um Boletim de Ocorrência da agressão e seguiu para o IML para fazer o exame de corpo de delito. A Diretoria LGBT da UFPE, responsável pelo caso no âmbito da universidade, se colocou a disposição para ajudar nas investigações e afirmou que utilizará de todas as ferramentas disponibilizadas pela universidade para identificar os agressores.

A estudante relatou o ocorrido em uma publicação em seu perfil do Facebook




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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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