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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Costa Rica elege primeiro deputado assumidamente gay na história do país.




O jornalista Enrique Sánchez será o primeiro deputado assumidamente gay da Costa Rica. Depois de um período de eleições em que seus aliados competiram com partidos conservadores e ligados a organizações religiosas, Sánchez poderá promover os direitos LGBT com o apoio do presidente eleito, o progressista Carlos Alvarado, do Partido Ação Cidadã (PAC).

Assumido há mais de 20 anos, Sánchez se comprometeu a trabalhar uma agenda de questões para proteger os direitos humanos e LGBTI e terá que enfrentar os conservadores no Congresso. Liderada pelo Partido Nacional Restauração (PNR), a oposição conta com 14 dos 57 deputados que compõem o legislativo, configurando a segunda força no Congresso depois do Partido da Libertação Nacional Democrata (PLND). Os demais deputados estão divididos em representações com raízes conservadoras. Dos 14 deputados evangélicos, sete são pastores de igrejas e ligados a interesses ruralistas.

O novo Congresso da Costa Rica começará o mandato de quatro anos em 1º de maio. Felizmente, o presidente Carlos Alvarado, o mais jovem presidente do país, eleito com 60,34% dos votos, conquistou seu mandato através de ideias progressistas e de Direitos Humanos. Sua atuação será somada com as frentes populares no Congresso e ajudará na garantia dos direitos humanos LGBTI, quando tomar posse duas semanas depois de Sánchez.

Comemorando o avanço político das representações LGBT e de Direitos Humanos no Congresso, a Associação LGBTI da Costa Rica emitiu uma nota em que expressa seu apoio ao presidente Alvarado e ao deputado Enrique Sánchez. “O ano de 2018 segue com excelentes e esperançosas notícias! Parabenizamos a chapa eleita e desejamos um mandato de grandes avanços para os direitos humanos. Que sirva de exemplo para muitos outros países”, escreveu.

Italianos homenageiam Marielle Franco com história em quadrinhos.


A HQ tem início com frases que, de acordo com os autores, Assia Petricelli e Sergio Riccardi, definem Marielle: 'Eu sou cria da Maré. Sou mulher negra. Sou anticapitalista. Sou militante política. Sou mãe'.


Assia Petricelli e Sergio Riccardi afirmaram que encontraram na vereadora 'o exemplo que procuravam'; HQ foi publicada em jornal.

A vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada a tiros no Rio de Janeiro em março, foi homenageada por artistas italianos com uma história em quadrinhos. A HQ tem início com frases que, de acordo com os autores, Assia Petricelli e Sergio Riccardi, definem Marielle: "Eu sou cria da Maré. Sou mulher negra. Sou anticapitalista. Sou militante política. Sou mãe".

"Nos apaixonamos por sua história e nos comovemos com sua morte, sentimos uma grande energia e uma profunda esperança com a multidão que foi para as ruas do Brasil para pedir verdade e justiça. Com nossos meios, palavras e desenhos, queríamos nos colocar a serviço dessa história", diz o editorial publicado pelos autores.

Os artistas também encontraram na parlamentar "o exemplo que procuravam", pois Marielle colocou em pauta assuntos como estereótipos de feminilidade, tema que Petricelli queria ilustrar em um romance gráfico.


"O poder a castigou, mas sua figura não se reduz à de uma vítima. A voz de Marielle, seu corpo e seu sorriso não se extinguem, continuam a viver através de todos nós que ocupamos um espaço público em seu nome e continuamos suas batalhas", declararam. "Marielle vive porque nós vivemos."

A tirinha foi publicada no jornal Il Manifesto. O gibi foi vendido junto com o diário nas bancas da Itália. Há também uma versão digital disponível por €2 (aproximadamente R$ 8).

Presidente do congresso quer descriminalizar homossexualidade na Índia.


Presidente congressista Rahul Gandhi 


Um dos países do mundo onde a homossexualidade ainda é considerada crime, a Índia pode mudar esta realidade dentre em breve, se depender do atual presidente do congresso Rahul Gandhi, que prometeu remover a lei durante um discurso em Bengaluru.

A declaração foi feita durante um evento ao lado da ativista transexual Akkai Padmashali que confirmou o desejo do congressista, segundo ela, já havia manifestado em outras ocasiões a vontade de excluir a resolução do código penal local.

Vale lembrar que em 2012, a Suprema Corte tentou fazer o mesmo sob o argumento de que esta era uma questão que não cabia o governo julgar. Porém não foi para frente. Outro congressista Sashi Tarroor também tento mudar a legislação indiana, em 2016, mas foi impedido pelo oposicionista Lok Sabha que se mostrou contra a medida.

Casal gay sofre ataque homofóbico durante saída de Parada LGBT de Miami.


Casal gay foi agredido enquanto retornava de Parada LGBT de Miami 


Um casal gay foi surpreendido por um ataque homofóbico enquanto retornavam de mãos dadas da Parada do Orgulho LGBT de Miami, que aconteceu no último domingo (08). Quatro homens abordaram os rapazes com xingamentos e agressões de maneira gratuita.

À reportagem do canal NBC 6, uma das vítimas lamentou o episódio. “Talvez a maneira como nos vestimos ou nos comportamos andando de mãos dadas tenha incomodado eles? Não sei, mas não há dúvidas que seja um crime de ódio”, disse.

Um homem que viu toda a confusão contou sobre o ocorrido. “Foi muito rápido! Se eu não chegasse, eles poderiam ter matado o casal, literalmente”, disse Helmut Muller à imprensa. “Não posso concordar com isso. Não importa se você é gay ou hétero, todos devemos nos respeitar!”, completou.

Toda a ação dos agressores foi gravada por câmeras de segurança e o caso está sendo investigado pela polícia local, que apesar de não ter identificado os responsáveis pelo fato, sabe-se que tinham em torno de 19 e 24 anos.

Quatro suspeitos envolvidos em um ataque gay em Miami Beach ocorrido pouco depois da parada gay deste fim de semana se entregaram à polícia.




Quatro suspeitos envolvidos em um ataque gay em Miami Beach ocorrido pouco depois da parada gay deste fim de semana se entregaram à polícia.

Eles foram identificados pelas imagens da câmera de vigilância amplamente compartilhadas nas redes sociais na terça-feira.

NBC Miami :

A polícia de Miami Beach confirmou que os quatro homens que foram procurados no ataque se renderam por volta de 17:30 da tarde. Eles foram identificados pela polícia como Luis M. Alonso, 20, e 21 anos, Juan C. Lopez, Adonis Diaz e Pablo Reinaldo Romo.

A polícia disse que prevê acusações criminais para cada um deles.

Rene Chalarca e Dmitry Logunov, um casal gay e um homem que tentou ajudá-los, foram violentamente atacados por quatro homens no domingo em South Beach, pouco depois da Parada do Orgulho Gay de Miami Beach.

NBC Miami relatou :

Os homens informaram a polícia que estavam sendo chamados de insultos gays em espanhol durante o ataque. Eles começaram a correr e foram perseguidos pelos suspeitos. Foi quando um bom samaritano, identificado como Helmut Muller Estrada, tentou acabar com o ataque.

“O que você vê no vídeo continua. E continua assim que eles estão no chão e continuam atacando e dando socos violentamente ”, disse Ernesto Rodriguez, da Polícia de Miami Beach.



Médico gay sofre fratura craniana após ataque homofóbico ao sair de bar LGBT na Austrália.


Médico gay sofre fratura craniana após ataque homofóbico ao sair de bar LGBT na Austrália


O médico gay Brendan, de 36 anos, foi gravemente agredido enquanto deixava o bar gay Sircuit, em Melbourne, na Austrália. De acordo com a vítima, o ataque foi motivado por homofobia. O caso aconteceu em janeiro, mas só foi noticiado agora, após ele recobrar a consciência.

Ele relatou que assim que deixou o estabelecimento foi abordado por três homens que o chamaram de “fucking faggot” (“bicha do c*ralho”, em tradução livre) e o assaltaram e também espancaram, deixando-o inconsciente.

Por causa do episódio, Brendan sofreu uma fratura no crânio, além de ter uma das costelas quebradas, que fez ele ficar sem abrir os olhos durante três semanas. Os agressores acabaram fugindo após o ataque, deixando a vítima abandonada, só conseguindo ajuda de outras pessoas que chamaram uma ambulância que realizou o socorro.

A polícia investiga o caso como um episódio homofóbico, o médico decidiu divulgar as fotos da época em que se recuperava dos ferimentos e contar tudo à imprensa para combater a homofobia que ainda acontece de maneira muito forte nos dias de hoje.

Assassino de gays Bruce McArthur guardava restos das vítimas dentro de casa.


Ben McArthur matava homens gays e guardava restos mortais em vasos 


O paisagista Bruce McArthur, de 66 anos, foi preso pela polícia de Toronto, no Canadá, acusado de assassinar vários homens homossexuais em sua casa e espalhar restos mortais por vasos da casa. O crime foi descoberto em janeiro, mas só agora os corpos das vítimas foram identificados.

À imprensa, o investigador do caso Sargento Hank Idsinga afirmou que foram encontrados na casa do suspeito cerca de restos de sete vítimas dentro de vasos na casa de MCArthur. As autoridades fizeram um chamado público para identificar um dos mortos através de uma fotografia que aparentemente foi tirada após vir a óbito.

Mc Arthur foi detido em janeiro, após uma investigação sobre o desaparecimento, no ano passado após dois homens terem desaparecido em um bairro LGBT no centro da capital canadense, que fizeram a polícia chegar até os vasos situados em uma propriedade utilizada para guardar os corpos.

Testemunhas que preferiram não se identificar afirmaram que MC Arthur é gay, porém, nunca lidou bem com isso. As vítimas teriam sido parceiros sexuais dele que eram executadas após o ato como forma de renegar ou destruir a própria sexualidade.

“Nosso governo será da diversidade”, afirma Guilherme Boulos, pré-candidato do PSOL.


Pré-candidato a presidência do PSOL, Guilherme Boulos


Pré-candidato à Presidência da República nas eleições deste ano pelo Partido Socialismo e Liberdade (Psol), Guilherme Boulos afirmou que o seu governo será da Diversidade com espaços para a luta da comunidade LGBT. A declaração foi feita durante um vídeo no qual respondia perguntas de internautas na manhã, desta terça-feira (10).

“Todos esses setores terão participação e voz ativa nas políticas”, disse Boulos ao responder sobre o papel de Mulheres trans, negras e indígenas caso seja eleito nas urnas. “O Estado brasileiro tem uma dívida histórica e importante com uma parte do seu povo”, completou.

Apesar de usar termos pouco adequados para se tratar de LGBTs como “opção sexual”, o parlamentar garante que irá reverter a realidade das minorias do país. “Aliás, é tratada erroneamente como minorias, mas são maiorias […] a população LGBT que sofre o preconceito e a violência pela opção sexual que escolhem. Não dá para ser assim, nós temos que enfrentar essa dívida histórica”, disse.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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