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NOTICIAS DO MUNDO GAY

País da América Central descriminaliza homossexualidade.




A justiça de Trinidad e Tobago, país da América Central decidiu nesta quinta-feira (12) descriminalizar a homossexualidade, afirmando que as seções nº 13 e 16, que julga os Crimes Sexuais, são “nulas” e “ilegais”. Os artigos tornavam crime a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo.

A sentença, dada pela juíza Devindra Rampersad, quebra a penalização a gays e lésbicas, que está em vigor desde o início século 19, quando o território deixou de ser propriedade espanhola para fazer parte da colônia britânica. Mesmo com a independência nos anos de 1960, a pena não foi derrubada, que muito pelo contrário, registrou um aumento vertiginoso.

A condenação atual de gays que fossem pegos praticando sexo penetrativo poderia chegar até 25 anos de prisão. Já as mulheres lésbicas ou qualquer outro tipo de sexo gay, a pena era de cinco anos.

A decisão é considerada uma conquista da comunidade LGBT local, que há anos vem lutando para reverter a lei. Alegando que a mesma violava princípios como a liberdade de expressão e o direito à privacidade, como argumentou o processo movido por Jason Jones, ativista LGBT, que ingressou com uma ação no ano passado.

Papa Francisco recebe jovem que sofreu traumatismo craniano após defender casal gay.


Papa Francisco recebe Marin


Após ficar conhecido por ter ficado gravemente ferido no final de 2016 ao tentar defender um casal gay que sofria um ato homofóbico por se beijar em público na rua, em Lyon, na França, o estudante Marin participou de uma audiência privada com o papa Francisco, nesta quarta-feira (11).

“Um encontro incrível com um homem excepcional. Guardo um pensamento para todos vocês neste dia tão especial para mim. Estou partindo cheio de força, coragem e esperança”, escreveu o jovem na página do Facebook da associação “Eu apoio Marin” que foi criada por seus pais após sofrer o ataque e conta com mais de 200 mil curtidas.

Marin sofreu a agressão no dia 11 de novembro de 2016, aos 20 anos, quando cursava o 3º ano do curso de direito e ciência política. Ao tentar socorrer um casal gay que sofria um ataque por se beijar em um ponto de ônibus, ele foi surpreendido por um adolescente que o atingiu em uma praça em frente a principal estação de trem da cidade.

O jovem passou por longas semanas em coma e um neurocirurgião foi obrigado a remover um quarto da sua caixa craniana, por se formar um enorme hematoma. Por causa do episódio, ele ficou com graves sequelas neurológicas e motoras. Após passar por várias operações, ele vive em um centro especializado em reabilitação na Suíça.

Polícia Militar expulsa Soldado que denunciou tortura após assumir ser Gay em SP.




Expulsão foi publicada no Diário Oficial do Estado. Ele atuava no 39° Batalhão da Polícia Militar em São Vicente, no litoral paulista.

A Polícia Militar do Estado de São Paulo decidiu expulsar o soldado Adriell Rodrigues Alves da Costa, de 35 anos, da corporação. A decisão, publicada no Diário Oficial, acontece pouco mais de seis meses após o soldado acusar os oficiais do 39° Batalhão da Polícia Militar de ‘perseguição, tortura e homofobia’. Ao G1, Costa disse, na manhã deste domingo (15), que está com medo de ser morto.

O agora ex-militar tornou-se conhecido a partir de um vídeo gravado por ele e compartilhado em uma rede social. “Se algo acontecer com a minha vida, com a minha integridade física, a responsabilidade é do comandante do batalhão, da Polícia Militar e do Estado, que nada fizeram para apurar as minhas denúncias”, dizia.

Seis meses depois da publicação do vídeo, o comando da PM decidiu expulsá-lo por ter cometido “transgressão disciplinar de natureza grave”. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Costa agrediu uma equipe de saúde e outros policiais durante uma avaliação clínica marcada a ele pela corporação durante apuração dos fatos.

O ex-militar, que é formado em odontologia, ficou indignado com a decisão. “Fiquei dentro da minha casa esperando atendimento médico durante oito dias. Eu ia entrar em deserção. Me convenceram a ir dizendo que eu ia para São Paulo. Era mentira”. Ele, que acabou preso por 34 dias, diz ser vítima de um crime “forjado” pelo comando.

Adriell também alega que a corporação nunca aceitou os atestados que apresentava. “Eles me faziam trabalhar engessado e medicado, pois meus laudos não valiam”. O salário dele foi suspenso em novembro de 2017. “A cúpula da instituição nomeou um sargento [para defendê-lo] que é subordinado aos tiranos que me perseguiram e torturaram”.

“A PM destruiu a minha vida. Temo pela minha integridade física. Temo que me matem para calar todo o mal que me fizeram. Eles provaram que não têm escrúpulos algum. Se alguma coisa acontecer comigo, foi o Estado de São Paulo e a Polícia Militar que fizeram mal”, fala, ao complementar que está com medo.

O caso.

Soldado há 9 anos, Costa iniciou a carreira na polícia lotado no 24º Batalhão, em Diadema, sendo transferido depois para Mauá, cidades da Região Metropolitana de São Paulo. Em 2011, teve as mãos lesionadas após um atropelamento durante o trabalho, e desde então, passou a atuar em funções administrativas na corporação.

Em 2016, após decidir morar no litoral paulista, Costa passou a atuar no 39º Batalhão, em São Vicente. Segundo ele, desde o início, havia sido considerado “peso morto” por ter ido para a unidade com restrições médicas, retiradas posteriormente pelo médico do 6º Comando do Policiamento do Interior, responsável por todo litoral.



A situação física se agravou ao lado da psicológica, já que ele acusava o batalhão de persegui-lo em razão da orientação sexual. “Eu escutei de um cabo que eu tinha que ‘virar homem’. Ele me disse: ‘Você não é homem. Você não está agindo como um homem’. Decididamente, um inferno começou na minha vida quando vim para a Baixada [Santista]”, relatou, na época.

Ainda na ocasião da divulgação do vídeo, a Secretaria de Segurança afirmou que estava prestando todo o apoio necessário ao policial. O comunicado enviado ao G1 afirmava que as medidas para solucionar o caso ‘estavam sendo tomadas’ e que a Corregedoria da Polícia Militar estava acompanhando o caso.

FOnte: G1

Servidor do IBGE posta arma inspirada em ‘Walking Dead’ e incita homofobia: “Cura gay existe”.




Uma foto incentivando o preconceito sexual e a homofobia, postada por um servidor temporário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no Acre fez o órgão se manifestasse, na tarde desta segunda-feira (09/04). Em nota, o IBGE repudiou a conduta do servidor e disse que iria verificar a situação para tomar as medidas cabíveis.

Na postagem, o servidor usou a foto de um bastão de beisebol com arame farpado, parecido com a “Lucille”, arma utilizada por Negan, vilão da série The Walking Dead. Na descrição, ele escreveu: “a cura gay existe”. A foto foi publicada em um grupo fechado do Facebook. Mas, acabou repercutindo na internet.




Após publicar a nota de esclarecimento, o IBGE confirmou, na página oficial do órgão no Facebook, que o servidor fez parte do quadro de servidores temporários do IBGE, mas que havia sido desligado desde o último dia 4 de fevereiro.

Veja a nota completa do IBGE:

"Recebemos denúncias sobre um post homofóbico e de incitação à violência que teria sido publicado no Facebook por um servidor temporário do IBGE.

A instituição repudia fortemente este tipo de conduta e informa que já está verificando a situação para tomar as medidas cabíveis.

Agradecemos as mensagens que nos alertaram sobre esse comportamento inaceitável."

Após post homofóbico, ex-servidor do IBGE diz que conta foi hackeada: “Não fui eu”.




O ex-servidor do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Acre, que causou polêmica nas redes sociais esta semana, ao publicar um post considerado homofóbico por conter uma arma semelhante a Lucille, um bastão de beisebol de arame farpado, afirmou que foi vítima da ação de hackers, que seriam os responsáveis pelo post.

“Não fui eu. Alguém usou meu perfil para divulgar aquela palhaçada. Eu não vou postar uma coisa dessas, esse não é meu jeito de agir como pessoa. Não tenho preconceito nenhum contra gênero, religião, contra nada. Usaram minha conta para postar essa brincadeira de muito mau gosto”, disse ele que preferiu não se identificar, em sua defesa ao G1.

Ele afirmou ainda que só percebeu o registro quando recebeu a notificação do Facebook informando do bloqueio. “Recebi uma mensagem à noite quando fui entrar no Facebook dizendo que uma postagem minha tinha sido bloqueada. Nessa hora já suspeitei que alguém tinha me hackeado. Não sei se quem fez isso. Pensou que era uma brincadeira e qe não teria uma repercussão tão grande. Isso foi uma coisa bem grave, essa noite em nem dormi direito”, relatou.

Por causa da repercussão, o homem alega que passou a sofrer muitas ameaças, que se estenderam aos seus familiares. “Foram várias ameaças. As pessoas foram me xingar, me esculachar, me chamaram de homofóbico, sendo que não sou esse tipo de pessoa que tem preconceito. Entendo que as pessoas ficaram revoltadas, mas isso não justifica fazer uma ameaça. Já me chantagearam, pessoas de vários cantos do Brasil”, disse ele que preferiu desativar o seu Facebook por ora.

Travesti é encontrada morta dentro de casa vítima de latrocínio, diz polícia.




Uma travesti de 46 anos foi encontrada morta, no sábado (07), com sinais de perfurações no pescoço e rosto dentro de sua casa, no bairro Ponto Central, na cidade de Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros de Salvador.

De acordo com o coordenador da Polícia Civil local, Roberto Leal, as investigações são feitas a partir da hipótese de latrocínio, quando há roubo seguido de morte, já que o local estava revirado, sobretudo nas gavetas, além da bolsa e documentos pessoais da vítima também terem sido levados.  

Ainda segundo Leal, um suspeito pelo crime já foi identificado. O corpo da travesti foi levado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT), onde passou por uma perícia e foi liberado. Porém informações sobre o sepultamento.

Jovem afirma sofrer ataque homofóbico ao sair de boate LGBT em Taubaté.


Ítalo Baptista sofreu ataque ao sair de Casa Noturna LGBT em Taubaté


Um jovem gay, de 27 anos, afirma ter sofrido um ataque motivado por homofobia enquanto saía de uma casa noturna LGBT, localizada no centro da cidade de Taubaté, interior do estado de São Paulo.

Ítalo Baptista sofreu a agressão ao sair da boate junto com outros amigos que também eram alvos, mas conseguiram fugir. “Eles me derrubaram no chão e começaram a chutar e socar o rosto. Eu não lembro de tudo, mas eles me arrastaram, chutaram principalmente meu rosto e me bateram com a madeira”, contou ele para o G1.

Um casal que mora na rua ouviu os gritos da vítima e saiu de casa para ajudá-la. “Ouvi um grito de dor e desespero, e quando fomos olhar para a janela vimos os dois espancando para matar. Meu marido saiu atrás dos caras e eles se assustaram e fugiram. O Ítalo estava todo ensanguentado”, contou Michele Manzetti.

A polícia foi acionada e Ítalo levado ao Hospital Regional de Taubaté para cuidar dos diversos ferimentos em todo o corpo, principalmente no rosto. “Geralmente, quando se trata de assalto, nem sempre tem agressão, mas quando tem é só até a pessoa entregar o que eles querem e depois vão embora. No meu caso, eles permaneceram me agredindo mesmo depois de pegarem meu celular. Foram muito violentos, se ninguém tivesse me ajudado, eu tinha morrido”, afirmou o rapaz que teve o celular levado pelos criminosos.

Um Boletim de Ocorrência (B.O.) foi registrado e os suspeitos foram identificados. “À princípio é muito prematuro dizermos que foi um crime de homofobia. Inicialmente foi um roubo patrimonial, porque o celular foi levado. Mesmo assim, não vamos descartar as outras possibilidades e vamos investigar cada uma delas para descobrir o que realmente foi”, destaca o delegado Horácio Campos.

Campos ainda disse que imagens das câmeras de segurança de algumas casas e estabelecimentos próximos não filmaram o ato. Porém, ajudou para investigar a identidade dos suspeitos, que serão intimados na próxima semana para prestar o depoimento e passar por reconhecimento da vítima.

Estudante de Medicina denuncia casos de Homofobia na sala de aula.




Um estudante de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) denunciou práticas homofóbicas em sala de aula. Gustavo Henrique Amorim, de 25 anos, relatou numa rede social diversos problemas que enfrentou durante o curso. Num dos casos, um professor teria pedido para ele ser menos “afeminado”. Outro, teria falado que “veado não pode fazer urologia”. O desabafo ganhou as redes e foi compartilhado quase 9 mil vezes.

— Foi durante uma aula que o professor falou que viado não poder ser urologista. Todo mundo sabe que eu sou gay e, a partir do momento que ele fala isso, ele tira o meu profissionalismo. É muito humilhante — diz.

O diretor da faculdade de Medicina da UFRJ, Roberto Medronho, enviou um e-mail aos funcionários e estudantes com o texto de Gustavo e uma nota de repúdio à qualquer manifestação homofóbica. Medronho também instituiu um canal de denúncias anônimas.

— Quando recebermos a denúncias, vamos abrir um inquérito para apurar e eventualmente punir os culpados — diz o diretor.

Outra crítica de Gustavo também recebeu respaldo na diretoria da Faculdade de Medicina da UFRJ. O rapaz discursou na congregação do curso, a principal reunião da diretoria, e defendeu a criação de uma disciplina específica para o cuidado de LGBTs. O estudante afirmou que há questões específicas.

— Queremos ser capacitados para orientar e tratar LGBT. Muitos dos médicos não sabem sequer o que é uma pessoa trans. Não sabem manejar ou encaminhar as transexuais que apresentam queixas relativas a efeitos adversos do tratamento hormonal ou cirúrgico.

Medronho afirmou que a proposta foi bem recebida. Segundo ele, a disciplina pode virar eletiva já no próximo semestre caso um professor se disponibilize a ministrar.

Fonte: Extra

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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