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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Assembleia Municipal de Bragança, em Portugal, aprova 1ª Marcha LGBT.


Parada do Orgulho LGBT em Portugal


A 1ª Marcha do Orgulho LGBT de Bragança, em Portugal foi aprovada em votação na Assembleia Municipal, nesta sexta-feira (27). Apesar da proposta passar no parlamento, muita discussão deixou os ânimos acalorados até o momento da decisão.

O evento foi aprovado por 18 votos a favor, um contra e 43 abstenções. Os elementos do Bloco de Esquerda foram a maioria dentre as manifestações favoráveis.  O movimento LGBT local espera que o evento seja um primeiro passo para deixar de ter medo do tema numa cidade tida como conservadora.

O deputado Alfredo Teixeira explicou que a iniciativa  se trata do princípio mais básico da democracia e dos regimes democráticos. A Marcha do Orgulho LGBT acontece no dia 19 de maio. As informações são do jornal de Notícias.

Jean Wyllys anuncia sua pre-candidatura para o terceiro mandato na Câmara.


O deputado Jean Wyllys durante a Comissão de Direitos Humanos do Parlamento do MERCOSUL.


Eleito como melhor deputado do Brasil, Jean é o primeiro ativista LGBT a ocupar uma cadeira no Congresso Nacional.

O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) vai disputar pela terceira vez uma vaga no Congresso Nacional. Primeira pessoa LGBT fora do armário a ocupar uma vaga no legislativo, Jean teve onze vezes mais votos na sua segunda candidatura em relação a primeira.

Nas redes sociais, o deputado divulgou um evento de lançamento da pré-candidatura que será no dia 17 de maio no Rio de Janeiro.


Para ver mais: 

 https://www.facebook.com/psolriodejaneiro/photos/gm.372080133275458/1211674878967219/?type=3


Jean é o primeiro ativista LGBT a ocupar uma cadeira no Congresso Nacional, o deputado ingressou na Casa com a campanha mais barata entre todos os eleitos. Desde o início, seu mandato priorizou a defesa dos direitos humanos, das liberdades individuais e da cidadania das minorias e grupos históricamente oprimidos, como LGBT's, mulheres, negros e negras, adeptos das religiões de matriz africana e o povo mais pobre. Depois de quatro anos de um mandato que recebeu prêmios e distinções nacionais e internacionais, inclusive como melhor deputado do Brasil (Prêmio Congresso em Foco), Jean foi reeleito como o sétimo deputado mais votado do estado do Rio e o quinto da capital, com quase 145 mil votos. Foi o deputado reeleito que mais aumentou sua votação, com a campanha mais barata entre todos os que se reelegeram.

É autor, entre outros, de projetos de lei sobre casamento civil igualitário, parto humanizado, mudança na política de reajuste do salário mínimo, legalização da maconha, cobertura do SUS para as doenças raras, legalização do aborto, identidade de gênero, direitos das estudantes grávidas e parturientes, fim da discriminação na doação de sangue, mudança no reajuste dos alugueis e nas condições para as garantias, direitos dos imigrantes estrangeiros, direitos das prostitutas, reformas à legislação penal e processual para diminuir o número de encarceramentos desnecessários, internet livre, escola sem censura e nem discriminação, laicidade do ensino público, etc.

Foi autor de uma provocação ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que, ao fim, estendeu a todo território nacional o direito ao casamento civil igualitário, conquistado no Brasil por decisão desse órgão depois de uma intensa campanha organizada pelo mandato de Jean.

Também impetrou ação no Supremo Tribunal Federal, através do PSOL, para denunciar a ausência de políticas públicas para evitar o bullying escolar contra crianças e adolescentes LGBT, e foi amicus curiae em uma ação na Corte Interamericana de Direitos Humanos que orientou todos os países da Organização dos Estados Americanos a garantir direitos para população LGBT, sobretudo quanto ao reconhecimento das suas identidades de gênero e ao casamento civil.

Foi uma das principais vozes a rejeitar categoricamente o processo de impeachment conduzido no Congresso por Eduardo Cunha para derrubar Dilma Rousseff, denunciando-o como um golpe contra a democracia, embora estivesse naquele momento na oposição de esquerda ao governo. Autor de um discurso emblemático e histórico na circunstância da aprovação do processo, ali também se tornou alvo preferencial de perseguições orquestradas por grupos fascistas e da extrema-direita. Sofreu ameaças de morte, viu a família ameaçada, teve o nome manchado por notícias falsas (fake news) e por redes de difamação que contaram inclusive com robôs e perfis falsos dos subterrâneos das redes sociais.

Nos últimos anos, foi mencionado duas vezes seguidas como parlamentar que faz a diferença no mundo para defesa da diversidade, na Global Diversity List, recebeu três vezes seguidas o Prêmio Congresso em Foco como melhor deputado federal, girou o Brasil em palestras e eventos políticos, foi convidado para falar na Universidade de Harvard e em outros importantes centros acadêmicos de diferentes países, destacou-se como parlamentar sulamericano no Parlasul e ocupou uma cadeira como professor-convidado no programa de pós-graduação em Infecção HIV/AIDS e Hepatites Virais (PPGHIV/HV) da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

OAB revela emissão de 62 certidões com nome social de advogados trans.




A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou que cerca de 62 certidões autorizando o uso do nome social no lugar do civil nos registros de travestis e transexuais foram emitidas, desde que a iniciativa entrou em vigor em 2017, através de uma resolução do Conselho Federal, anunciada no ano anterior.

De acordo com o site Consultor Jurídico, 11 estados e o Distrito Federal já lançaram carteiras da OAB com as alterações para pessoas trans. A Bahia figurou no primeiro lugar com o total de nove documentos. Já a capital do Brasil, vem logo em seguida com oito.

São Paulo foi o primeiro estado a emitir a certidão em janeiro do ano passado, dada para a advogada transexual Márcia Rocha. Depois dela, outras cinco foram emitidas no território paulistano, empatados com Rio Grande do Sul, Amazonas, Maranhão e Rio de Janeiro. O Centro-Oeste é a única região que não aceitou nenhum pedido para a alteração.

A promotora Robeyoncé Lima foi outro nome que chamou muita atenção por ser a primeira, e até então, única, no Pernambuco a utilizar a iniciativa. Além da carteira profissional, ela também pediu o processo de retificação do nome civil, tanto que não consta o seu nome de batismo na carteira, como em outros casos.

Bar LGBT de Salvador sofre ataque homofóbico pela sexta vez em Salvador.




O bar Caras & Bocas, localizado no centro de Salvador, foi alvo de um ataque homofóbico mais uma vez, na madrugada desta sexta-feira (27). Três sacos contendo pedras de gelo foram jogados no telhado do estabelecimento, que estava em funcionamento no momento com a casa cheia, pois realizava a final do concurso Artista Afrobapho.

De acordo com as proprietárias Rosy Silva e Alexsandra Leitte, os sacos foram jogados novamente do Edifício Santo Amaro, vizinho ao bar. O caso foi mais uma vez registrado na 1ª Delegacia no bairro dos Barris, que em quatro meses de investigação, desde o primeiro ocorrido, ainda não apontou nenhum culpado.

Ao blog Me Salte, do jornal Correio 24 Horas, a Polícia Civil, por meio da sua assessoria, informou através da delegada Maria Dali Sá Barreto, que ouviu vizinhos e coletou imagens das câmeras de segurança, que não ajudam muito por terem a qualidade baixa. Porém, segue investigando para identificar o autor ou autores dos crimes.

Nas suas redes sociais, o organizador do concurso que acontecia no momento dos ataques, Alan Costa, lamentou a intolerância. “Um bar lotado de gente que aprecia a arte dissidente, que sempre fora marginalizada. Um ataque tão violento que poderia ter matado um de nós… São meses na luta por justiça. Meses sem uma resolução. Meses tentando não ceder à lgbtfobia. Será que vai ser preciso que uma vida seja ceifada para que os criminosos sejam revelados e respondam pelo atentado homicida?”, desabafou.

A drag queen Rainha Loulou que estava no espaço no momento do ataque relatou: “Dois dos blocos de gelo só causaram um efeito sonoro porque foram atirados na parte frontal do bar que já foi atingida inúmeras vezes mas que já possui um telhado coberto com telhas de zinco, conseguido com muito esforço, pelas proprietárias do bar. O terceiro bloco de gelo foi arremessado no centro do salão que ainda tem cobertura com telhas comuns que não suportou a violência do impacto e atingiu os clientes que ali se encontravam”, escreveu.

Travesti é agredida e tem cabelo cortado com faca por policiais do Morro da Babilônia, no Leme.




Vitória, de 21 anos, travesti vinda do Recife (PE), registrou queixa na 12ª DP (Copacabana) contra um grupo de policiais militares da UPP Babilônia/Chapéu Mangueira por agressão física. Ela contou que a agressão teria ocorrido na manhã desta segunda-feira (23/04) ao descer a comunidade para fazer compras.

Segundo Vitória, ao descer a ladeira Ary Barroso, foi parada por cerca de 10 PMs e acusada de ser traficante. Ela afirma que foi ameaçada, teve as mãos algemadas e um grupo de cinco policiais cortou seus cabelos com uma faca. “Eles pegaram uma caixa de cigarro vazia e colocaram balas de fuzil e depois puseram dentro do bolso do meu casaco dizendo que era meu. Neguei na hora e mesmo assim, algemada, andei com eles pela favela levando chutes na altura da cintura e tapas”, contou Vitória para O Globo.

“Um deles tirou uma faca da cintura e começou a cortar meus cabelos. Depois me liberaram. Não vou esquecer. Quero registrar essa violência contra mim. Por isso estou aqui na delegacia”, continuou. Policiais da 12ª DP registraram o caso como lesão corporal provocada por socos, tapas e pontapés e encaminharam a travesti para exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal (IML).

Vitória levava na mão uma lista de compras que faria para si e para uma vizinha: carne seca, toucinho e ração para seus dois cachorros, Hércules e Preta. Ela contou que certa vez foi usada por traficantes para levar dinheiro até o asfalto para um grupo de policiais militares corruptos. E que pode ter ficado marcada por isso.

“Quem mora no morro sabe como é a vida lá. Eu fui obrigada a fazer isso. Não sou traficante, sou moradora. A vida já não está fácil para ninguém. Trabalho muito e honestamente. E mesmo assim o dinheiro já não está dando para muita coisa. E ainda cortam o meu cabelo! Foi muita crueldade deles”, disse, indignada. Em nota, o comando da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Babilônia/Chapéu Mangueira informa que irá apurar a denúncia.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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