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CONTOS DO LEITOR



O porteiro do prédio da minha tia e mais...

 
Olá, meu nome é Bruno, sou de Sampa, tenho 27 anos, 1,85 de altura, 80 quilos, moreno claro, corpo legal. Sou designer gráfico e trabalho como autônomo. Atualmente moro numa cidade do interior de MG, mas o que irei contar acabou de acontecer esta semana santa de 2013, pois vim passar o feriado em Sampa e estou louco pra contar.
Adoro sexo, sou muito discreto e curto ser passivo versátil.
O lance que tenho para contar é uma parada que mexeu demais com a minha cabeça. Uma trepada maravilhosa.
Tenho uma tia muito maneira que adoro estar com ela sempre que posso. Andamos uns tempos afastados, mas conseguimos retomar o contato. Aliás, esta semana temos nos visto muito. Ela mora em um prédio antigo de três andares e poucos apartamentos em algum lugar central de SP. Depois de um tempo sem aparecer por lá, resolvi fazer-lhe uma visita.
Quando cheguei, beijei muito minha tia, batemos muito papo por horas e horas. Como sempre, foi muito legal falarmos sobre diversos assuntos. Já estava tarde quando liguei pro serviço de taxi e fui informado que demoraria de 10 a 15 minutos. Percebi que ela estava com sono e decidi esperar o taxi na portaria. Me despedi e desci. Chegando lá embaixo, quando dei de cara com o porteiro, notei que ele se mexia rapidamente na cadeira enquanto eu o dava boa noite. Estranhei aquilo, principalmente por perceber que ele não tirava as mãos de cima do pau, como se escondesse alguma coisa.
O ambiente tinha pouca luz, mas deu para sacar que o cara tinha um sorriso lindo, era boa pinta e gostoso. Pensei merda na hora. Falei que estava esperando o taxi e aventurei um papo: – To louco pra chegar em casa, tomar um banho, colocar o pijama e relaxar. – Daí ele falou sorridente: – Relaxar é bom mesmo. Sorte tem você que já vai pra casa. Eu só saio às seis da manhã e nesse prédio nada acontece. – Notei que o cara ainda estava com as mãos sobre o pau e não me saía da cabeça que ele escondia alguma coisa. De repente, percebi que o vidro da fachada da portaria o refletia. Tirei os olhos dele e passei a olhar para o lado de fora, mas na verdade estava de olho nele. Assim que passei a olhar pra fora, pelo vidro vi que ele meteu a mão por dentro da calça, o que me fez entender que ele estava arrumando a rola que deveria estar dura. Não resisti e voltei a olhar pra ele, quando percebi que o puto havia colocado a camisa pra fora da calça e levantando em seguida. Não tive dúvida de que ele estava de pau duro. Quando o vi de pé é que pude perceber que o cara era realmente bonito e gostoso e com um sorriso fácil.
Minha cabeça imaginava mil coisas, mas achava que não dava pra rolar nada sem conhecer o cara e o taxi já iria chegar. Aliás, o taxi chegou, dei boa noite e ele falou: - Já vai mesmo? – Respondi: - O taxi chegou, T+. – Caraca! Achei que o cara tinha me dado ideia, mas confesso que sou meio cabreiro com essas paradas, por mais que a minha mente seja completamente suja. Cheguei em casa, entrei no banho e toquei uma pensando naquele porteiro simpático pra cacete.
No dia seguinte, lembrei do cara várias vezes, e quando chegou a noite resolvi fazer outra visita à minha tia, só que saí um pouco mais tarde. Chegando no prédio, assim que entrei na portaria, tive uma decepção por perceber que não era ele, e, pela hora, não deveria mais haver troca de porteiros. Dei boa noite, o cara era gostosão também, mas era totalmente na dele. Subi, dei um tempo na casa da minha tia, mas não me demorei muito por lá e decidi que voltaria de ônibus mesmo já que não era tarde.
Preciso explicar que o elevador do prédio fica no final de um corredor comprido e que é preciso atravessá-lo para chegar à portaria.
Ao chegar na portaria, tive uma ideia rápida e falei com o porteiro: - Cara boa noite pra você que trabalha num horário complicado e não tem folga a semana inteira. – E ele me respondeu: - Po, também não é assim. Aqui é bem tranquilo, eu trabalho dia sim e dia não. – Ele mordeu a isca. Eu sabia que não era toda noite, mas queria descobrir como era o esquema deles. Parti pra casa sabendo que voltaria no dia seguinte pra encontrar o cara gostosão e bonitão. Pode parecer que sou tarado, (e sou) mas acontece que eu estava há um tempo sem trepar e andava louco pra viver algum tipo de aventura.

No dia seguinte, liguei pra minha tia, marquei de levar uns discos pra ela ouvir, tomei um banho lavando meu cuzinho para qualquer eventualidade e saí de casa ainda cedo. Chegando no prédio, cumprimentei o porteiro da tarde e subi. Fiquei por lá até meia noite curtindo um som com minha tia que adora música, quando falei que estava tarde e já era hora de ir embora. Peguei meu celular e fingi ligar para o serviço de taxi, dei um beijo na tia, disse que foi muito legal e desci. Ao chegar lá embaixo, procurei fazer o mínimo de barulho até chegar na portaria. E lá estava meu moreno gostoso. Só que o cara não tinha me visto e eu acabei ficando sem saber o que fazer. Acabei dando boa noite, ele se assustou comigo e falou rindo: - Po é você de novo? Tu anda nas pontas dos pés? Esse prédio é todo diferente dos que já trabalhei. – Pedi desculpas e sentei num sofá que havia por lá e disse que estava esperando o taxi.
Ele parecia estar tranquilo em sua mesa que era bem colada ao sofá. De repente ele se levantou e disse que ia ao banheiro rapidinho. O sofá ficava bem na reta do corredor e eu fiquei olhando aquele cara alto e gostoso caminhando pelo corredor. Quando chegou lá no final, ele deu uma olhada pra trás e entrou numa porta. Minha cabeça estava a mil. Achava que tinha alguma coisa, mas não tinha certeza e resolvi esperar um pouco. Estava tranquilo porque não havia pedido taxi algum e qualquer coisa eu alegaria que o taxi estava demorando. Comecei a notar que o cara não voltava do banheiro e passei a mau dar a parada. Decidi ir atrás dele, tentando agir com naturalidade. Quando cheguei lá, notei que a porta estava só encostada. De repente ele põe a cara, me olha pela fresta e abre a porta. Perguntei se podia usar o banheiro antes de sair. O danado ainda estava com a calça aberta e fechou o zíper na minha frente, deixando-me ver um volume enorme naquela calça. Veio até o portal, parou exatamente nele e fez sinal com a mão pra eu entrar. Delícia! O safado queria que eu passasse naquele pequeno espaço, o que faria com que eu esbarrasse nele. Entendi e entrei esfregando minha mão naquele cacete duraço. Dei uma rápida parada e empurrei o cara pra dentro do banheiro. Ele fechou a porta na hora, desceu o zíper da calça, pegou na minha nuca e foi me direcionando a boca até seu pau pedindo que eu o chupasse. Não estava acreditando que aquilo era real, pois essas paradas me dão muito tesão. 
 
Comecei a alisar aquele volume por cima da cueca, fiquei louco com aquele cheiro de macho, saquei o pau dele pra fora e me assustei com o tamanho e calibre. O pau do cara era lindo e enorme e tinha uma cabeçona que já começava a babar. Comecei passando a língua naquela cabeçona e senti um gosto delicioso de lubrificante. Ele gemia gostoso, mordia os lábios e me pedia pra eu chupar aquele cacete enorme. Abri minha boca o máximo que pude e comecei a chupar com gosto.
Ele ficou louco com minha mamada e eu com aquela tora na minha boca. Havia um banquinho por lá, peguei, sentei e me dediquei a chupar aquela rola enlouquecidamente, quando ele falou: - Cara a gente não pode demorar por causa do taxi. – Respondi que não havia taxi algum. – Ele riu, me chamou de safado e disse: - Mas olha só, não vou aguentar muito tempo porque to um tempão sem gozar e com muito tesão. Minha esposa tá grávida e não libera pra trepar. Nooosssaaaa!!! Fiquei louco só de imaginar os jatos de porra que aquele cara despejaria na minha boca. Adoro mulher grávida, rs. Perguntei se ele queria meter em mim e ele falou: - Ué, você está com pressa? Quero dar uma gozada nessa tua boca quente pra caralho, depois meto em você. - Chupei com mais gosto ainda. Ele socava gostoso aquela rola na minha boca me imprensando contra a parede enquanto gemia dentro do banheiro e foi aumentando as estocadas. Me preparei pra engolir leite, quando ele tirou pedindo pra eu manter a boca aberta, afastou-se um pouco, mirou na minha boca e começou a jorrar jatos de porra lá dentro. Puta que pariu! Que tesão ver aquela rola esguichando leite lá no fundo da minha garganta. O puto me fez engasgar pra cacete, pois não conseguia engolir tudo de uma vez. Delícia! Quando percebi que os jatos foram diminuindo, caí de boca naquela rola fazendo o cara se tremer todo.
Fiquei louco com aquilo tudo sentindo seu pau babado na minha boca. Saímos daquela posição, ele foi pro vaso mijar com o cacete totalmente duro. Não conseguia e falou pra mim: - Po com você aqui meu pau não vai descer mesmo. - Saí do banheiro e voltei pra a portaria que continuava tranquila. Sentei no sofá, estava completamente elétrico e o danado ainda me sai do banheiro segurando o pau por cima da calça, apontando-o pra mim. Perguntei se não era perigoso, pois poderia aparecer alguém. Ele me tranquilizou dizendo que aquele prédio era completamente tranquilo à noite e que não apareceria ninguém. Depois, se aparecesse ele saberia como resolver. Ele passou por mim, alisou minhas coxas, sentou-se em sua cadeira sempre alisando aquela rola deliciosa. Eu não estava aguentando de vontade de sentir aquela rola no meu cuzinho e falei pra voltarmos ao banheiro que eu queria levar uma pirocada dele e ele falou: - Nada disso, quero fuder você aqui na portaria. - Achei que ele estava louco e perguntei: - Você deve estar de piada, não é? – E ele falou: - Cara, sempre tive vontade de fazer essa parada. Relaxa! Com esse vidro, lá de fora não se pode ver nada aqui dentro. Vou apagar totalmente a luz daqui, deixando só o corredor acesso. – Nisso, ele se levantou, sempre de pau duro, apagou a luz da portaria, caminhou pelo corredor novamente, entrou no banheiro, pegou o banquinho, foi até o elevador, abriu a porta e colocou o banquinho numa posição que a impedia dela se fechar. Que cara safado! Voltou sorridente, abrindo a calça e mostrando aquele monumento completamente duro pra mim. Sem comentário! Disse pra eu relaxar, tirar a calça e deitar em cima da mesa dele. 
 
Dei uma boa relaxada, fiquei somente de camisa, deitei na mesa enquanto ele arriou as calças e veio em minha direção colocando aquela vara na minha boca. Caralho! Caí de boca com gosto, engolindo ainda mais, pois aquela posição estava muito gostosa. Ele fodia minha boca com a mesma cara de safado e dava uns gemidos deliciosos. O doido tinha uma espécie de cacoete, pois era só ele meter a rola na minha boca que começava a morder os lábios, o que o deixava ainda mais tesudo. Eu enfiava a mão por baixo da camisa dele, alisando sua barriga deliciosa e os peitos. Ele meteu os dedos em sua boca, começou a chupá-los e começou a passar no me cuzinho até enfiar e me dedar com gosto. De forma bem carinhosa, passou a meter dois dedos e eu me contorcendo com aquela rola na boca e suas dedadas, até que ele tira, vai pra ponta da mesa, abre minhas pernas, se agacha e começa a cheirar me cuzinho, soltando aquele bafo quente bem na rodelinha. Levantou e falou: - Cara que cuzinho cheiroso! – Desceu de novo e caiu de língua, fazendo-me contorcer todo em cima da mesa. Eu estava completamente dominado por ele que sempre me pegava com carinho, porém firme. O puto ficou nessa mais um tempão. Tentava meter a língua lá dentro e eu ainda ajudava abrindo bem a bunda com minhas mãos. Depois de muito judiar de mim, ele se levantou, veio em minha direção novamente, meteu a vara na minha boca e pediu pra eu babar bem. Caí de boca novamente, deixando aquele cacete escorrendo saliva. 
 
Ele voltou pra ponta da mesa, pegou minhas pernas, colocou-as sobre seu ombro, encostou aquela cabeçona no meu cuzinho e começou a empurrar devagar até meu cuzinho se abrir e ela entrar e eu dar um gemido e pedir pra ele parar que estava doendo. Ele parou sem tirar e ficou alisando minhas pernas. Tentei relaxar o máximo que podia, pois sabia que a parada seria dura. Ele percebendo que eu estava mais relaxado, perguntou se podia, não disse nada e ele começou a meter aquela vara no meu rabo lentamente e sem parar. Caralho, que dor da porra. Eu via estrelas com aquele vara me preenchendo. Quando senti seu saco bater na minha bunda, apesar da dor, fiquei todo orgulhoso por entender que tinha conseguido engolir aquele mastro todo. Ele estava enlouquecido engatado dentro de mim, alisando minhas pernas com força, até que começa a recuar e eu sentir um puta alívio que não demorou nada, pois ele voltou a meter e não parou mais com este movimento fazendo-me gemer de prazer. A dor já tinha praticamente sumido e eu olhava o cara mordendo os lábios, me fudendo com gosto. Já estava totalmente aberto, rebolando naquela pica, me entortando para pegar suas bolas e acompanhar com mão o movimento de vai e vem daquele cacete pra dentro de mim. Era uma viagem olhar para a rua e ver os carros passando. Minha vontade era de gritar pra todo mundo que aquela pirocada estava maravilhosa. Ele também olhava muito pra rua me fazendo entender que estava curtindo o seu barato e me fudeu naquela posição por um bom tempo e o prazer não diminuía nem um pouco. O cara tinha uma pegada da porra. De repente ele tira meu objeto de prazer de dentro do meu cuzinho, me puxa pelo braço e me pede pra eu colocar a mão no vidro, fazendo-me ficar totalmente virado pra a rua, coloca uma de minhas pernas sobre o braço de sofá, fazendo-me ficar bem arreganhado e mete vara no meu cuzinho de novo. Nooooossssa aquela parada me levou à loucura. Ambos olhávamos para a rua, ele me dava estocadas violentas, quando me dou conta que minha cara estava totalmente imprensada contra o vidro. Comecei a me masturbar, sabia que ele ia gozar, pois seus gemidos estavam bem mais intensos. Não aguentei de tanto prazer e comecei a jorrar porra no vidro e ele dizendo: - Isso, safado, goza que eu vou te encher de porra agooooora, aiiiiiiiiiiiii, toooooommmmaaaa leite, gostoso, ai tesão da porrra, to gozando dentro de você! Caralho, to gozando cara, to gozando, tomaaaa! Uhhh gostoso! Isso! Assim! Delícia! - Era uma sensação deliciosa de preenchimento nas minhas entranhas. Ele me enchia de uma porra quente, muito gostosa enquanto mantinha um movimento delicioso e eu olhava minha porra escorrendo pelo vidro. Que viagem! Quando ele finalmente tirou sua vara do meu rabo é que pude perceber que realmente estava cheio de leite, pois deu uma pressão danada, fazendo-me ir ao banheiro às pressas.
Chegando lá, abri as pernas em volta do vaso, me curvei e fiquei olhando o leite do meu macho escorrendo do meu rabo. Que tesão aquilo. Tentei me limpar como dava e voltei pra a portaria. Chegando lá, encontro meu macho todo sorridente limpando o vidro e o chão e dizendo que eu gozei pra cacete. Me ofereci pra ajudar, mas ele disse que nem pensar. Pedi o taxi e fiquei aguardando. Enquanto isso, batemos um papo. Falei que tinha adorado aquela trepada, que ele era muito gostoso e poderíamos repetir, caso ele quisesse.
Ele falou que tinha adorado também, que eu proporcionei a ele viver sua tara de trepar numa portaria olhando pro lado de fora e disse que queria me fazer uma pergunta, mas que eu não me sentisse chateado. Não entendi nada e disse que ele poderia perguntar o que quisesse. Novamente ele me pediu pra eu não me chatear e pediu também que eu falasse a verdade, pois ele estava muito desconfiado do que iria perguntar. (??) Minha curiosidade estava a mil e insisti que ele fizesse logo a tal pergunta. Daí, ele diz: - Você deu pro outro porteiro da noite também? Pode falar na boa! Ele me falou que você esteve aqui ontem, que tinha achado você muito gostoso, que você falou rapidinho e saiu fora. Não acreditei nele e desconfiei que vocês tinham trepado. Ele é meu cunhado e somos muito amigos e temos uma tara de encontrar alguém que tope dar o cuzinho pros dois ao mesmo tempo.
      Uau! Pra quem achava que dali não sairia mais nada, aquilo fez acender um fogo da porra na minha cabeça. Enquanto ele falava aquilo tudo, eu sentia meu cuzinho queimando por causa da enrabada que ele havia me dado e não imaginava como seria sentir dois ao mesmo tempo. Respondi que não tinha trepado com ninguém, que até notei que o cara era gostosão, mas num dava papo igual a ele e que eu nem imaginava que ele estivesse com vontade de meter comigo. Ele me perguntou se eu toparia. Perguntei como era o pau do cunhado e ele disse que em tamanho e calibre era praticamente a mesma coisa do dele. Gelei e fiquei imaginando que tinha que ser muito macho pra aguentar duas rolas no rabo. Fiquei em silêncio enquanto ele me olhava com um sorriso muito simpático, louco que eu dissesse sim.
 
Disse que topava tentar, que já tinha essa vontade fazia muito tempo, mas nunca tinha rolado e não saberia se aguentaria duas varas de uma só vez. Daí, perguntei como seria, já que os dois nunca estariam de serviço ao mesmo tempo. Ele me respondeu que isso era fácil de resolver, pois toda noite o que está de folga, passa lá pra levar a janta do que está de serviço e que bastaria eu topar pra ele combinar com o cunhado. Falou que ele estaria de serviço novamente na noite seguinte e bastaria que o cunhado levasse sua janta mais tarde. O taxi chegou, saí dizendo que estaria lá na noite seguinte, por volta da meia noite e me despedi. Puta que pariu, entrei no taxi com as pernas bambas e achando que tinha feito merda. Estava preocupado com minha privacidade e com um puta medo de não aguentar a parada. Mas a porra da curiosidade e do tesão faz a gente pirar. 

(CONTINUA NA PRÓXIMA SEMANA)
 
 
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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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