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MINHA VIDA GAY

Homem gay solteiro fala sobre como é criar quatro crianças com deficiência.


O "superpai" Benjamin adotou 4 crianças, mesmo sendo um homem gay solteiro, e até ganhou reconhecimento pela atitude


Pai que ficou conhecido por adotar crianças conta como está sendo cuidar dos quatro, lidar com opiniões alheias e como foi ganhar título de "super pai"

Benjamin Carpenter é conhecido no Reino Unido por ser um grande exemplo de ser humano. Ele ganhou essa fama após ter adotado quatro crianças que têm deficiências físicas ou transtornos psicológicos. Em todo esse processo de criar os filhos, o homem gay de 33 anos ganhou o título de “ super pai ” e tem o objetivo de fazer com que os filhos cresçam na vida.

Carpenter admite, ao site “Unilad”, que tinha a vontade de ser pai desde jovem. “Por ser criado em uma família religiosa, eu sempre tive um grande carinho em mim. Adoção sempre foi a primeira opção, enquanto ter filhos biológicos nunca foi a prioridade”, disse o homem gay .

A jornada do “super pai” começou há dez anos, quando adotou Jack, seu primeiro e mais velho filho. Demoraram cerca de três anos para que Carpenter pudesse convencer as autoridades inglesas de que ele leva adoção a sério. Assim, ele se tornou um dos homens gays mais novos a adotar uma criança no país.

Hoje, ele conta que sofre ao ouvir opiniões negativas por ser um pai gay solteiro, mas que não poderia ficar mais feliz com suas escolhas. “Eu normalmente escuto comentários do tipo ‘não é certo’ e ‘todos os seus filhos vão ser gay porque você é gay’ e até ‘você está fazendo por dinheiro’”, revela.

Carpenter afirma que lida com a negatividade tentando explicar e “corrigir” os comentários, e 70% das pessoas costuma mudar de ponto de vista. Para ele, o mundo e a mentalidade dos indivíduos estão mudando. 

Mesmo assim, o pai das crianças está aberto à ideia de adotar uma quinta criança. “Para mim, as crianças me trazem só alegria!”, declara com relação a cuidar dos filhos.

Os filhos do homem gay


Jack tem autismo e TOC, Ruby tem problemas de mobilidade, Lilly é surda e Joseph tem síndrome de Down


“Normalmente, crianças com mais necessidades são esquecidas, mas eu as aceito. Na hora de adotar, você precisa ser honesto com você mesmo e saber o que será melhor para a sua família”, explica Carpenter.

Os quatro filhos dele são Jack, Ruby, Lilly e Joseph. Jack, de 10 anos de idade, tem autismo e TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo). Assim, toda a família precisa se adaptar às suas necessidades compulsórias.

Ruby, de 6 anos, tem problemas de mobilidades e deficiências físicas. Lilly, de 5 anos e meia-irmã biológica de Ruby, é surda, ou seja, a família precisou aprender a língua de sinais inglesa para poder se comunicar com ela.  E o mais novo é Joseph, que tem síndrome de Down.

Com todos eles, adaptando-se à necessidade de cada um, o homem gay recebeu o título de “Adopter Champion of the Year” (em português, “campeão adotante do ano”) em 2015, de onde veio seu título de “super pai”, como ele mesmo se intitula.

Professor norte-americano abandona cidade após receber ameaças ao se assumir gay.


Professor de artes norte-americano Michael Hill 


O professor de artes norte-americano Michael Hill decidiu abandonar a sua profissão e o estado do Kansas, após receber cartas ameaçadoras pelo fato de ser gay. Os ataques começaram depois que ele assumiu a sua sexualidade abertamente.

De acordo com o jornal “Topeka Capital-Journal”, o docente que dava aulas em uma escola do ensino médio, na cidade de Seneca, contou sobre a sua orientação sexual para a reitoria e aos seus alunos, no “Coming Out Day” (dia de sair do armário) do ano passado. Logo após o feito, ele começou a receber cartas que julgavam gays como pessoas “pervertidas e predadoras”, que não poderiam ser professores.

Temendo pela sua segurança, Hill decidiu se mudar para Palm Springs, que segundo ele, está sendo muito mais acolhedora. As correspondências ameaçadoras diziam ainda que a comunidade da cidade não iria tolerar a sua condição e o autor das ameaças chegou a afirmar que faria justiça com as próprias mãos, caso não abandonasse o local.

Outros episódios assustadores aconteceram durante todo o tempo que sofreu o ataque homofóbico. Em um deles teve os pneus do seu carro furados com a palavra “viado”. Michael contou que chegou a ir para a polícia, que não conseguiu identificar os culpados. Apesar de receber todo o apoio da instituição para qual trabalhava, Darrel Kohlman, superintendente da instituição, se pronunciou afirmando que, como os incidentes ocorreram fora da escola, estavam fora de seu controle.

Hill tinha se assumido para a familiares meses antes, em julho do ano passado. Porém não teve a mesma aceitação no ambiente escolar, que chegou a expor o professor de maneira anônima na internet ao especular um relacionamento quando uma pessoa o fotografou com um amigo. A partir deste momento Michael passou a sofrer cyberbullying, desencadeando em um ambiente insuportável dentro da sala de aula.

Na época, ele chegou a fazer uma publicação no Facebook, na qual deixou claro que estava incomodado com toda a situação que beirava a falta de respeito. O post conseguiu cerca de 400 comentários de pessoas que ofereceram apoio.

Mãe flagra filho transando com o primo e caso repercute nas redes sociais.


Cena de flagra gay na novela portuguesa Amor Maior


Um suposto caso de pegação entre primos começou a viralizar nas redes sociais, em um post no Facebook, um rapaz relata que saiu de casa e foi se abrigar na casa de um amigo, após sua mãe pegá-lo transando com o parente de apenas 17 anos.

“Minha mãe me pegou dando para o meu primo de 17 anos, ela me bateu”, contou ele que apesar do problema que lançou na família, diz não se arrepender do que fez. “Eu estou triste e feliz ao mesmo tempo, porque meu primo é muito gostoso (valeu a pena)”, relatou.

Em anexo, a publicação mostra uma conversa no WhatsApp com a mãe que ameaça contar tudo para a sua tia. “Eu estou decepcionada com você, seu primo tem só 17 anos”, escreveu ela no chat. “A surra que eu te dei foi pouca, deveria ter batido mais”, continuou.

Apesar das broncas, o jovem levou tudo na brincadeira e chegou a responder a genitora com um meme. “Não sei como será a reação da minha tia, acho que seremos deserdados”, brincou.



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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