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MINHA VIDA GAY

Pedro Figueiredo e Erick Rianelli, repórteres da TV Globo, celebram união: “Enfim, casados”.


Repórter Pedro Figueiredo se casa e mostra momentos da cerimônia em sua conta do Facebook 



Pedro Figueiredo ganhou destaque na emissora após cobrir os atentados que aconteceram em Barcelona em 2017.

O repórter da Globo Pedro Figueiredo, que ganhou destaque na emissora após cobrir os atentados que aconteceram em Barcelona, na Espanha (em agosto de 2017), e em janeiro foi  surpreendido com um gato em uma moto durante uma reportagem, deixou o time dos solteiros. Na segunda-feira (21), ele compartilhou fotos de seu casamento com Erick Rianelli, jornalista do mesmo canal.

“Enfim, casados”, festejou ele. “Dá pra ouvir meu coração batendo lá do Japão. Casamos”, escreveu Erick na mesma rede social.


Repórter Pedro Figueiredo se casa e mostra momentos da cerimônia em sua conta do Facebook


Nos comentários, os pombinhos receberam várias mensagens de carinho. “Parabéns! Lindos! Muito amor”, comemorou a jornalista Mariana Gross. “Parabéns”, desejou Mariano Boni, diretor-executivo da Central Globo de Jornalismo.






Após "cura gay", homem gay espalha mensagem de amor-próprio.


A "cura gay" de Gabriel aconteceu porque os religiosos de sua igreja acreditavam que havia um demônio em seu corpo


Vivendo em comunidade religiosa, Gabriel acreditava que havia um demônio em seu corpo, por ser homossexual, e chegou até a passar por um processo de exorcismo; hoje, ele se aceita sendo gay e incentiva LGBTs a se aceitarem

Gabriel Nadeau, canadense de 23 anos, cresceu em uma comunidade religiosa muito restrita em Quebec, sem entrar em contato com o mundo externo. Por isso e por causa das pessoas ao seu redor, ele acreditava que sua homossexualidade era um demônio vivendo dentro do seu corpo, precisando passar depois por uma “cura gay”, de acordo com a CBC.

“Eu não queria ser gay. Ser cristão e gay não era uma opção na nossa comunidade”, disse Nadeau. Aos 12 anos, ele contou para os pais que era gay e que não queria ser. Foi então que o processo da “terapia de conversão”, conhecido como “cura gay” , começou. Os fiéis de sua igreja realmente achavam que isso iria “salvá-lo”.

“Alguns cristãos acreditam que a homossexualidade é um demônio, então basicamente você precisa passar por uma sessão de exorcismo para se libertar dela”, o homem explica. Ele conta que a sessão de terapia consistia em ser segurado em uma mesa por quatro pessoas para “contê-lo” para poder livrá-lo do “espírito homossexual” dentro dele.

Depois disso, ele era forçado a beber azeite de oliva, e o pastor ainda gritava palavras fortes em suas orelhas durante 30 minutos. “Sem falar comigo, mas falando com o espírito dentro de mim”, diz Nadeau. Segundo seu depoimento, ele realizou o tratamento novamente aos 16 e aos 18 anos de idade.

Mesmo depois de tudo isso, ele começou a aceitar a própria sexualidade, diferente do posicionamento que teve durante boa parte de sua vida, algo que fez com que ele não pudesse mais fazer parte da igreja. Ele também compartilhou sua história no Facebook: “eu senti que não havia nada a esconder”.

Atualmente, Nadeau fala abertamente sobre suas experiências para que outras pessoas na mesma situação não se sintam sozinhas, também conscientizando sobre essa realidade que ainda acontece. “Eu queria que as pessoas parassem de se rejeitar e começassem a se amar, amando quem quiserem amar”, declara.

“Cura gay” no Canadá

Em 2015, Ontário foi a primeira província do Canadá a banir a “terapia de conversão” para pessoas menores de 18 anos de idade. Em Quebec, e na maioria do país, entretanto, a terapia não foi banida ainda.

A “terapia de conversão”, conhecida como “cura gay” , é negativamente conhecida por ser uma tentativa de alterar a orientação sexual ou a identidade de gênero de uma pessoa através de conselhos, mudança de comportamento e até medicação. 

Casal gay é expulso de carro de aplicativo após dar beijo na boca.


Casal gay expulso de carro por motorista de aplicativo em Indianápolis


Um motorista do aplicativo Lyft expulsou um casal gay do seu carro na Universidade Butler, em Indianápolis, após trocarem um beijo durante a viagem em direção a Broad Ripple, no dia 05 de maio.

Em entrevista ao IndyStar os estudantes Ben Martella e Alec Jansen contaram como aconteceu o episódio de discriminação após darem um selinho. “Ele olhou pelo seu espelho retrovisor. Ele estava gritando. Ficamos atordoados. Não sabíamos o motivo disso. Ele disse: ‘Eu vou terminar sua carona. Eu não posso ter isso no meu carro. Eu não tenho isso aqui. …’ Eu estava muito chateado. Foi uma grande reação para uma pequena demonstração de afeto entre dois caras”, contou Martella.

“Nós demos apenas um pequeno beijo na boca . […] Fiquei surpreso que a coisa toda aconteceu. Simplesmente não parecia ser real”, disse.

Martella notificou o caso a Lyft que realizou o reembolso e também desativou o motorista do serviço. Em comunicado, o app se desculpou pelo ocorrido ressaltando que tem uma “política rígida anti-discriminação.”

Apesar da posição da companhia, Martella conta que seus pais, funcionários do governo federal do país, pretendem buscar mais direitos. Não há lei estadual em Indiana que proteja os direitos civis com base na orientação sexual, porém Indianápolis inclui  a discriminação contra LGBTs em um decreto que inclui orientação sexual. 

Em 2016, foram notificados 53 casos de discriminação ao Gabinete de Igualdade de Oportunidades da Cidade de Indianápolis – 32 em matéria de emprego, nove em habitação, nove em alojamento público e três em educação.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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