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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Havaí se torna o 12º estado dos EUA a proibir cura gay em menores.




O governo do Havaí assinou na sexta-feira (25) a lei que proíbe terapias de reversão sexual, a chamada “cura gay” em menores de idade. A proposta foi aprovado no último 10 de abril pelo Senado na região. As informações são do site Pink News.

A decisão, que deve começar a valer a partir do dia 1° de julho, tornou o estado como o 12º dos Estados Unidos a banir o método definitivamente, junto com Nova Jersey, Califórnia, Oregon, Illinois, Vermont, Novo México, Connecticut, Rhode Island, Nevada, Washington e Maryland.

O presidente do Comitê LGBT dos Democratas, Michael Golojuch, conta que a decisão é uma conquista para toda a comunidade. “Esta é uma prioridade da convenção há anos. Garante que jovens LGBTs não serão torturados por suas famílias e pseudo profissionais da saúde mental”.

Esmagadora pesquisa científica mostrou que a” terapia de conversão “não é eficaz e frequentemente tem impactos psicológicos duradouros e prejudiciais em menores. A prática não é nem médica nem eticamente apropriada”, completou.

Casal gay é esfaqueado durante ataque homofóbico: “Só estávamos de mãos dadas”.




Um casal gay foi esfaqueado por um homem, na noite do último sábado (26/05), em Denver, no Colorado, após sair de uma casa noturna. Chris Huizar, de 19 anos, e Gabriel Roman, de 23, estavam de mãos dadas quando um homem se aproximou e xingou: “Bichas de merda”. Em seguida, partiu para cima dos dois.

“Nós estávamos apenas andando e eu acho que ele não gostou quando nos viu de mãos dadas”, disse Huizar ao portal “9News.com”. Ele foi ferido numa das mãos ao tentar defender o marido, que acabou sendo esfaqueado no pescoço. Quando os dois se viraram para correr, o agressor atingiu atingiu Huizar novamente, dessa vez nas costas. O Departamento de Polícia de Denver investiga a agressão sofrida pelo casal. Um homem foi detido após o episódio. Ele não teve a identidade divulgada.

Huizer usou seu perfil no Instagram para fazer um desabafo sobre o que aconteceu. Confira logo abaixo…

“Não é porque nós escolhemos viver nosso estilo de vida da maneira que fazemos que uma pessoa pode vir e nos esfaquear (eu fui esfaqueado no meu pescoço, Gabriel foi esfaqueado em sua mão e nas costas). Amor é amor. Eu quase perdi meu marido ontem à noite. Enquanto eu o segurava em meus braços, ele quase sangrou até a morte. Por quê? Porque nós estávamos sendo quem somos! Porque nós estávamos de mãos dadas em público! É 2018 e todos estão sendo gays hoje em dia. Eu eu sou grato que isso tenha acontecido comigo em vez de outra pessoa, e eu sou grato que Deus está do nosso lado e nos manteve aqui na terra. Isso só vai nos tornar mais fortes! Eu estou aqui e eu sou gay”.





Parada LGBT de SP divulga nota sobre realização do evento e greve dos caminhoneiros.




Organização lembra que agenda tem feira cultural e prêmio cidadania em respeito à diversidade.

Fake news, notícias falsas que são publicadas em sites e redes sociais, estão circulando com aviso que a 22ª Parada LGBT de São Paulo, que acontece no próximo domingo 3, foi cancelada por conta da grave dos caminhoneiros.

A falsa informação fez com que a APOGLBT (Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo) soltasse uma nota afirmando que o evento está confirmado: “Vai ter Parada sim! Todos os trios já estão abastecidos e não há risco algum da Parada não acontecer”, afirma o comunicado.

A organização lembra que essa não foi a primeira vez que fake news tentaram desqualificar o evento. “Nos outros anos, por exemplo, tivemos algumas imagens (que não pertenciam a nenhum de nossos eventos culturais ou de militância LGBT) difundidos em algumas redes tentando prejudicar a imagem da ONG e da comunidade LGBT”.

Outros eventos que fazem parte da programação, como a Feira Cultural LGBT e Prêmio Cidadania Em Respeito à Diversidade também estão confirmados e a agenda completa pode ser conferida no link: http://paradasp.org.br/agenda

Faculdade cearense abre processo administrativo por denuncia de homofobia por professor.




A Faculdade Maurício de Nassau, em Fortaleza, abriu um processo administrativo para apurar uma denúncia de homofobia cometida por um professor contra outra docente da instituição. As informações são do O Povo Online.

O episódio aconteceu dentro da sala de aula e a informação foi levada até a coordenação por alunos que presenciaram a situação, que teria acontecido no último dia 24.

De acordo com os relatos dos alunos, o professor do curso de Engenharia, da Unidade Benfica, que não teve o seu nome revelado, teria feito insultos de natureza homofóbica contra a colega durante comentários em uma das aulas.

A motivação dos insultos seria porque a suposta vítima defende sua tese de doutorado em gênero. Alunos do professor que não quiseram se identificar afirmam ter uma gravação no qual o provam as acusações contra o professor.

Após a divulgação do áudio, o docente teria enviado uma nota de retratação, a qual pede desculpas pelo comentário infeliz. Um abaixo-assinado online pedindo a saída do professor já contava com 49 assinaturas até a noite desta terça-feira (29).

Escadaria da estação da Lapa, em Salvador, é pintada com as cores do arco-íris.


Escadaria da Estação Lapa com as cores do arco-íris


A escadaria da estação da Lapa, em Salvador, recém-pintada com as cores do arco-íris tem chamado a atenção de quem passa pelo local. Ato é do Grupo Gay da Bahia (GGB) para marcar o Dia Internacional de Combate à LGBTfobia, que teve exatamente os 30 degraus coloridos na ação chamada ‘Tire o Preconceito do Caminho que Vamos Passar’. Cores ficam até o dia 21 de junho.


O atendente Edson Souza, 25, aprovou a ação: “O preconceito tem que acabar. Já sofri muito, mas hoje nem ligo. Pago minhas contas, né? Oxe, me deixe”, disse orgulhoso e inabalável


Com o semblante surpreso, o atendente Edson Souza, 25 anos, aprovou a ação na estação por onde transitam cerca de 800 mil pessoas diariamente. “Amei! Aqui é o lugar por onde passa toda a Salvador e o preconceito é o que a gente mais vive hoje. Por que eu aprovo? Porque sou isso, né gata?”, gargalhou o atendente com a mão na cintura. “O preconceito tem que acabar. Já sofri muito, mas hoje nem ligo. Pago minhas contas, né? Oxe, me deixe”, finalizou, orgulhoso em entrevista ao site Correio24Horas.

Logo depois, uma jovem que não quis se identificar perguntou: “Isso é o que eu tô pensando que é?”. Diante da resposta positiva, ela acrescentou animada: “Logo vi! Tem gente que vai se impactar, gente que vai achar absurdo, mas achei massa!”, aprovou a garota que todo dia sai do Garcia até a estação da Lapa para cuidar dos oito cachorros e 45 gatos que moram com a mãe no Pau Miúdo. “Lá no apartamento não tem espaço e meu marido não gosta”, justificou rindo.

Então, logo entregou que muitas amigas suas vão gostar da novidade na estação da Lapa, principalmente uma que era evangélica e decidiu sair da Igreja porque não estava feliz em esconder sua orientação sexual.

“Ela não quis mais se esconder, mas ainda tem muita gente infeliz que fica se reprimindo. São todos seres humanos e temos que ter respeito”, defendeu a jovem.

Esse foi justamente o mote da ação que aconteceu na tarde desta segunda-feira (21) e contou com presença de ativistas políticos e entidades governamentais. “Importante lembrar que as cores do arco-íris representam a diversidade de pessoas. A bandeira é muito mais do que LGBT”, destacou Millena Passos, que é coordenadora do GGB, diretora da União Nacional LGBT e assessora técnica da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM).

“A gente vive numa sociedade machista, sexista, lgbtfóbica e temos que começar a compreender a diversidade”, reforçou Millena.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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