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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Kansas e Oklahoma aprovam leis anti-adoção de casais LGBTs.




Os estados norte-americanos do Kansas e Oklahoma aprovaram nesta sexta-feira (04) leis que autorizam o bloqueio de casais LGBT de adotarem crianças, nas agências com padrões religiosos ou morais. As informações são do Jornal de Notícias.

Em Oklahoma, a medida foi aprovada com 56 votos a favor e 21 contrários. O texto segue agora para a governadora republicana Mary Fallin, que não declarou ainda se assinará o acordo. Já no Kansas, o projeto de lei aprovado impede a proibição das agências religiosas de fornecerem assistência social e serviços de adoção ao Estado.

A decisão vale também para os casos nos quais estas instituições se recusam a entregar crianças a determinadas famílias sob os dogmas religiosos, e passou pelo Senado com 24 votos a favor a 15 contra, quando a câmara já havia aprovado por 63-58. Agora, o texto vai para a sanção do governador republicano Jeff Colyer, que o apoia o projeto.

Os defensores argumentam que as novas legislações são para proteger o direito de viver a sua fé religiosa, ressaltando que as agências operam há décadas no Kansas sem maiores problemas. Porém, ativistas LGBTs consideram as medidas um ataque aos direitos LGBTs.

Principais empresas japonesas voltam seus olhos para os consumidores LGBTs.


Japão + gay


Os principais varejistas e fabricantes do Japão estão começando a prestar mais atenção em consumidores que se identificam como membros da comunidade de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) no atendimento a clientes e no desenvolvimento de produtos. De acordo com uma pesquisa conduzida pela gigante de publicidade Dentsu Inc. em 2015, estima-se que uma em cada 13 pessoas seja membro da comunidade LGBT do país.

O tamanho do consumo dos membros da comunidade e os gastos de seus defensores em produtos e serviços fornecidos por empresas amigas de minorias sexuais é estimado em 6 trilhões de ienes (US $ 55 bilhões), disse Dentsu, referindo-se a gastos como “consumo do arco-íris” usado nos movimentos sociais LGBT.

Uma loja de departamentos operada pelo Marui Group Co. no distrito de Yurakucho realizou um evento para pessoas LGBT em fevereiro para lhes dar dicas sobre como escolher e comprar ternos, com membros do ReBit, um grupo cívico que os apoiava, juntando-se à equipe de vendas da loja.

A loja preparou peças de vestuário com tamanho e design mais amplos em relação às minorias sexuais, incluindo pessoas transexuais cuja identidade de gênero é diferente do sexo atribuído no momento do nascimento. “Sempre me senti relutante em comprar ternos nas lojas, mas hoje gostei de escolher”, disse um transgênero de 26 anos depois de medir a cintura. O varejista disse que vem promovendo esforços relacionados à diversidade há vários anos, para que todos os clientes possam desfrutar de compras em suas lojas.


A Kirin Holdings Co. realizou o primeiro workshop LGBT para seus funcionários no ano passado, no qual os participantes discutiram o preconceito, incluindo a suposição de que a cerveja é uma bebida para homens de meia-idade, em um esforço para eliminar a discriminação contra indivíduos LGBT.

A fabricante de bebidas disse que pretende melhorar a compreensão dos funcionários sobre questões relacionadas a minorias sexuais através de tais esforços e aplicar o aumento da conscientização para o desenvolvimento de produtos e estratégias de promoção de vendas.

A Shiseido Co. oferece conselhos sobre maquiagem e cuidados com a pele para pessoas LGBT em eventos desde 2015. “Pode ser difícil para as pessoas irem comprar cosméticos nas lojas se tiverem corpos masculinos, mas certamente há demanda (para cosméticos de tais clientes) “, disse um funcionário de relações públicas da fabricante de cosméticos.

As ações das empresas que atendem às pessoas LGBT estão em sincronia com o recente reconhecimento de parcerias do mesmo sexo por parte de alguns governos locais, incluindo as alas de Shibuya e Setagaya, em Tóquio.

Copa do Mundo.




O repórter Vinícius Mesquita viajou para a Rússia para compor um documentário sobre a vida da população LGBT do país. O minidocumentário "Do Outro Lado - A Rússia Gay que não pode sair do armário", é dividida em 4 episódios e está disponível no site de esportes da UOL.

Logo no primeiro episódio, a equipe de reportagem encontrou muitas dificuldades para conversar com LGBTs da Rússia. Pela internet não foi possível nenhum contato. Devido a forte repressão, muitos temem prejuízos caso se exponham para falar sobre homossexualidade.

Ser LGBT deixou de ser crime em território russo desde 1993. No entanto, com as várias mudanças legislativas, a perseguição cresceu cada vez mais. A mídia, monopolizada pelo governo, induz a sociedade a odiar os LGBT associando a este grupo todas as mazelas do país e comparando-os com os americanos, seus maiores inimigos políticos. Atualmente, um pacote legislativo veta qualquer manifestação do que não for um "relacionamento tradicional", e embora não deixe explícito sua aversão aos homossexuais, serve de base para preconceitos e discriminações.

De acordo com o documentário, até mesmo falar sobre homossexualidade na Rússia é censurado, o que resultou numa grande dificuldade para entrevistar pessoas LGBT dispostas a mostrarem o rosto. Muitos cidadãos foram demitidos de seus empregos e sofreram inúmeras represálias ao se assumirem gays.

A comunidade LGBT vive no anonimato de boates clandestinas. O entretenimento gay se resume em bares e baladas escondidas que a sociedade associa com o tráfico de drogas e o crime. Um desses estabelecimentos já foi fechado por um ano depois de sofrer atentados com tiroteios e bombas de gás em Moscou.

Produzida pela equipe de reportagem esportiva da UOL, o documentário antecede a Copa do Mundo que iniciará em junho de 2018 na Rússia. A produção também conversou com equipes de esporte LGBT do país que embora estejam aptas a competir não são legitimadas e reconhecidas pelas entidades esportivas da Rússia. Segundo uma entrevistada o público LGBT que viajar para a Rússia em virtude da Copa deve se precaver em virtude da forte repressão.



Ciro Gomes afirma que LGBTs terão espaço no seu governo: “Minha voz será a voz de vocês”.


Ciro Gomes
Ciro Gomes


O pré-candidato à presidência do Brasil, nas eleições de outubro, Ciro Gomes, disse que as demandas de interesse à comunidade LGBT também terão destaque no seu governo. O político falou sobre as pautas no sábado (05), durante o 1º Congresso Nacional do PDT Diversidade, realizado em Guarulhos, interior de São Paulo.

“Façam seu documento, não deixem por menos, vou examinar, vou estudar, vou publicar e vocês vão ver que essa voz será a voz de vocês”, afirmou.“Vou botar no meu programa escrito de governo. Essa polêmica eu quero pra mim. E era a última coisa, era só o que faltava, eu estigmatizar, eu discriminar alguém pela mera questão da orientação sexual. Isso é absolutamente medieval e nós precisamos por em debate isso no Brasil com muita humildade, com paciência, respeitando esse Brasil bem intencionado que está aí, mas indo pra cima do Brasil oportunista, elitista e salafrário”, continuou.

Ciro ainda aproveitou o discurso para cutucar o candidato do PSC, Jair Bolsonaro (PSL), ao qual insinuou ser gay enrustido. Apesar de não dizer o nome, ficou claro para quem de dirijia a indireta. “São 20 milhões de pessoas – aqueles que se assumiram, os que nao têm coragem, frouxos e covardes, como certos candidatos… Certos candidatos que se apresentam com muita homofobia, eu acho que é medo de sair do armário. Não tô falando de ninguém, qualquer semelhança…”, comentou aos risos.

O pedetista ressaltou que a comunidade LGBT deve entrar mais nos debates a respeito de temas gerais e não só o que tange os direitos desta população. “Entrem na questão do modelo econômico, educação, saúde e, aí sim, você pressionar pelos cortes identitários”.

Governador de Rondônia pode vetar criação de Conselho LGBT no Estado.


O governador de Rondônia Daniel Pereira


O governador de Rondônia Daniel Pereira (PSB) deve vetar o recém-aprovado Projeto de Lei 845/17, sobre a criação do Conselho Estadual de Políticas Públicas e Direitos Humanos para a população LGBT. De acordo com o site Rondônia Agora, o político anunciou ao presidente da Assembleia Legislativa Maurão de Carvalho (MDB) que não irá sancionar o texto.

O motivo para a decisão seria a pressão feita pela bancada evangélica e boa parte da comunidade cristã de Porto Velho, que fez Pereira ceder aos protestos. “Agora, cabe ao governador vetar (pondo fim ao projeto), ou sancionar (validando o projeto). Mas, o Daniel Pereira, entendendo a posição em contrário da comunidade cristã, me adiantou que irá vetá-lo”, declarou Maurão.

A publicação ainda informa que em reunião com o governador, a comissão de deputados evangélicos apresentou e propôs os seus objetivos para que o projeto não fosse aprovado. Ativistas LGBT criaram uma campanha para pedir apoio à comunidade.

Em um vídeo, o ex-BBB Mahmoud pediu ajuda dos seus seguidores. Nas imagens, o sexólogo fala sobre a importância de ter um órgão como este no estado, que segundo ele, é “o que mais mata travestis e transexuais no nosso país.”

Voluntário que ajuda desabrigados de prédio em SP acusa funcionários de hotel de homofobia.


Publicitário voluntário de prédio que desmoronou em São Paulo acusa funcionários de hotel vizinho de homofobia


O que era para ser um ato de solidariedade em prol das vítimas do desmoronamento do prédio Wilton Paes de Almeida, após um incêndio, no centro de São Paulo, na terça-feira (1°), se tornou também um problema para um voluntário que foi até o local se juntar no apoio aos moradores. Ele afirma ter sofrido um ataque homofóbico pelos funcionários de um hotel vizinho ao prédio.

O publicitário de 34 anos, que é gay assumido, acusa os colaboradores de xingá-lo e agredi-lo no momento que entrou no estabelecimento para fugir de ladrões enquanto esperava um carro que pediu em um aplicativo.

O rapaz conta que a recepcionista o ofendeu com xingamentos e um segurança chegou a agredi-lo com um soco no peito na tentativa de expulsá-lo do hotel, tradicional da capital paulista.

“Fui ofendido porque sou gay e apanhei por estar sujo depois de ter ido voluntariamente ajudar as famílias que perderam tudo no desabamento”, disse ele ao G1, que não quis se identificar. “Me sinto vítima de homofobia e preconceito por isso tudo. Voltava para casa, marquei o Uber na frente do hotel e só entrei lá porque achei que seria assaltado”, 

O caso foi registrado na 78° Distrito Policial (DP) como injúria e lesão corporal. Diante das suspeitas dele ter sido vítima de homofobia, a Delegacia Estadual de Crimes Racionais e Delitos de Intolerância (Decradi) vai apurar o caso. A polícia deve analisar as câmeras de segurança do hotel.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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