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CONTOS DO LEITOR



O porteiro do prédio da minha tia e mais...
(FINAL)
 

Ao chegar em casa, fui pro banho e toquei outra punheta. O que não me faltava naquele momento era inspiração. Minha mente estava cheia de putaria, dei uma gozada deliciosa embaixo d’água e fui dormir. No dia seguinte, acordei com o rabo todo dolorido. Confesso que pensei em desistir e simplesmente não aparecer. Mas, quem disse que aquela merda saía da minha cabeça? Dei uma saída, fui até o centro da cidade, entrei numa sexy shop e comprei uma pomada anestésica. Apesar de saber que existia, nunca tinha usado aquela parada. Saí da sexy shop com um pequeno pote no bolso, porém me sentindo como um gladiador dizendo: que venham todas as rolas do mundo.
Voltei pra casa, dei um tempo e quando anoiteceu, tomei aquele banho. Parecia que as horas não passavam e eu já estava totalmente convencido de que iria meter com os dois, quando bateu uma paranoia se algo poderia ter dado errado e não fosse rolar. Vesti minha bermuda e saí.
Cheguei lá por volta das nove da noite, fui recebido pelo meu macho gostoso todo sorridente achando que eu ia subir pra minha tia. Falei que não, que ela poderia estranhar tantas visitas seguidas e que só queria saber se estava tudo certo. Ele respondeu que sim, que o cunhado chegaria por volta da meia noite. Falei pra ele que daria uma volta pelo bairro e voltaria mais tarde e saí fora. Encontrei um bar bem próximo ao prédio, sentei e pedi um chopp. Peguei o celular e entrei no face pra passar o tempo. Depois liguei pra um amigão e contei a porra toda pra ele. O cara ficou louco do outro lado da linha, dizendo que eu o havia deixado de pau duro no meio da rua e me pedindo pra eu coloca-lo na fita. Falei que aquela noite seria minha e que se pintasse clima eu falaria com os caras, mas que não sabia se eles topariam. Ele não queria desligar o telefone, mas insisti que estava chegando a hora e terminamos a conversa.
Paguei minha conta, saí fora e quando estava quase no prédio, vejo o outro cara chegando com uma sacola na mão. Parei e fiquei olhando pro cara e percebi que ele realmente era tesudo também. Que felicidade! Assim que ele entrou, parti pro prédio, o portão se abriu e eu entrei. A portaria já estava totalmente apagada. Somente lá no fundo do corredor havia uma luz acesa. Eles deixaram a porta da portaria aberta para entrar um pouco mais de luz e me receberam com muita simpatia, tratando-me muito bem.
O cunhado era mais na dele, porém com uma cara de muito safado. Perguntei pro meu macho se ele não preferia comer primeiro, os dois se olharam e soltaram uma risada me perguntando o que? Risada geral. Meu macho gostoso falou pra gente se sentar no sofá, pegou a sacola, e foi em direção ao corredor dizendo que ia colocar sua janta num forno improvisado que tinha lá. Em seguida, entrou no banheiro, saiu com o banquinho e o colocou no elevador. Voltou todo sorridente e alisando o pau enquanto o cunhado estava todo esparramado no sofá, alisando seu pau que já estava duro. Pensei comigo como podia uma parada dessa; cunhados, super amigos e os dois muito safados e legais. Meu macho falou pra eu relaxar, que a parada seria legal. Realmente eu estava um pouco tenso com aquilo tudo, até que o cunhado se volta pra mim e começa a falar:
-       caralho mano, to sabendo que vocês deram uma foda muito maneira ontem e nem me convidaram. Puta que pariu, fiquei louco com você outro dia, mas tu nem me deu papo, merda! Adoro comer um cuzinho de homem ou de mulher. Foda-se! To nem aí! O negócio é meter. To louco pra sentir minha rola lá dentro de você e te fuder com gosto.
O cara era desbocado pra cacete e tinha uma cara de comedor da porra. Enquanto ele falava, o puto já havia colocado minha mão em cima da sua calça, levando-me à loucura com aquele volume delicioso. Eu o alisava com gosto. Pegava nela e fazia movimentos como se estivesse masturbando sua rola por cima da calça. 
 
Ele também parecia ser carinhoso. Soltou o cinto, se levantou, abriu a calça descendo-a até os pés. O visual daquelas coxas fortes e aquela cueca recheada eram lindos demais. Meu macho estava sentado em sua cadeira assistindo a tudo. O cunhado se aproximou de mim e começou a esfregar aquela cueca volumosa na minha boca, eu o correspondi me soltando mais, enfiei minha mão lá dentro e fui tirando uma mastro enorme e muito bonito também. A cabeça era pouco menor, porém o pau dele era meio torto e cheirava a sabonete.

 
Comecei a beijar aquela rola linda enquanto ele falava uma porrada de palavrões. Não resisti e caí de boca com gosto e me surpreendi que o torto do pau dele facilitava para aquela rola tocar minha garganta com mais facilidade. Ele me fodia a boca deliciosamente, pegando minha cabeça e forçando pra entrar tudo. Achei o máximo que meu macho chegou pra ele e falou: - Vai com jeito cara! Deixa o cara respirar po! – Que massa! O cunhado parecia não conseguir se controlar e logo voltou a estocar minha boca. Tirou o sapato, ficou nu e voltou a meter. Ele foi me deitando no sofá, subiu em cima de mim sem tirar a rola de dentro, apoiou seus braços sobre a mesa que era bem colada ao sofá e meteu com gosto na minha boca. Incrível como aquela rola entrava toda dentro de mim. Meu macho veio se juntar a nós, abrindo sua calça, sacando aquela rola linda e se agachando pra colocar seu pau bem colado no do cunhado. Caralho! Uma putaria perfeita! Larguei um pau e caí de boca no outro, sempre alisando com gosto o que estava fora da minha boca.
 
Meu macho pegou nas duas rolas e tentou enfiar as duas na minha boca, mas era impossível. Eu bem que tentava, mas entrava muito pouco e acabei mamando uma de cada vez sempre alternando. Meu macho mordia os lábios e gemia. O cunhado soltava mil palavrões deliciosos, dizendo que soube que eu dei em cima da mesa, que ia querer me fuder gostoso nela também e foi aumentando ainda mais as estocadas e os palavrões, até eu sentir o cara gozando parado lá no fundo da minha garganta.
      Caralho, vou gozar! Vou gozar! Ahhh! To gozando teu puto! Toma leite! Uhh! Assim teu gostoso! Chupa minha porra, caralho! Toma, toma, toma porra! Ai to gozando, bebe meu leite todinho. 
 
      Que gozada gostosa o cara me deu. Que cunhado gostoso! Desta vez eu engoli todo leite, enquanto ouvia meu macho pedir pro cunhado sair depressa que ele queria gozar lá dentro também.
      Sai! Sai! Vou gozar, vou gozar, vou gozar! Sai! Ai! Toma! Chupa! Chupa! Uhh! To gozando! To gozaaaando! Toma! Isso! Isso! Chupa! Chuuupa! Ai, delícia! Isso! Assim! Ahh! Tesão! Gostoso! Ah! Ahhh! To gozando! To gozando porra!
      Caralho! Como eu curtia aquele meu macho. Ele já meteu gozando e eu senti aquela porra deliciosa na minha boca se misturando com minha saliva e descendo garganta abaixo. Dei uma gozada maravilhosa com a boca cheia de porra. Fui engolindo lentamente até acabar tudo e voltei a mamar a rola do meu gostosão até ela ficar limpinha.
      Eles se afastaram, saímos daquela posição, fui ao banheiro me limpar, o cunhado veio atrás e quando entramos no banheiro ele pediu pra eu chupar aquele restinho de porra também. O cara continuava de pau duro e começou a estocar minha boca com gosto dentro do banheiro. A merda do meu celular começou a tocar lá na portaria e meu macho veio correndo trazer o aparelho. Sabia! Era meu amigo querendo saber se eu estava lá e se não daria pra ele pintar também. Apenas falei que ligava pra ele outra hora e desliguei meu telefone. Aproveitei e comentei com os dois sobre meu amigo e o cunhado falou:
      Caralho, porque você não mandou ele vir agora? Se ele for maneiro como você, a gente tá dentro.
      Falei que ele era legal sim, mas que aquela noite queria os dois só pra mim e voltei a sugar aquela rola tesuda enquanto meu gostosão se preparava pra meter um dedo no meu cuzinho. O banheiro era apertado pra três pessoas e acabamos voltando pra nossa portaria. Caralho! O impossível aqui é explicar que aquele local parecia ser mais reservado que meu próprio quarto. Isso me deixava bolado.
Ao chegarmos lá, perguntei se não iriam fechar a porta e meu tesudo falou que era pra sair um pouco o cheiro de sexo que estava lá dentro. Realmente estava, porém saquei que aquilo deveria fazer parte das loucuras dele e deixei rolar. De fato, aquela porta aberta fazia com que ficássemos ainda mais expostos. Nisso, o cunhado pede que eu me deite sobre a mesa que ele queria me enrabar gostoso. Deitei e ele veio logo enterrando aquela rola em minha boca. A rola do cara estava totalmente dura dentro de mim, meu macho estava sentado jantando no sofá com o pau pra fora enquanto olhava pra nós e para a rua. Era demais o visual dele todo tesudo com aquela vara empinada assistindo nossa putaria. Depois que ele acabou de jantar, veio em nossa direção, levantou minhas pernas, disse que ia deixar meu cuzinho aberto pra levar a pica do cunhado, se agachou e me deu um banho de língua no rabo. 
 
Eu me contorcia de tanto tesão e sufocava meus gemidos naquela rola atochada em minha boca. Adoro uma língua no rabo! O outro continuava metendo e pedia pra eu babar bem o seu pau, enquanto eu já sentia um dedo me alargando. Quando ele viu que já estava escorrendo saliva pelos cantos da minha boca, começou a tirar, mas eu parecia estar alucinado com aquelas dedadas enquanto chupava. Agarrei o cara dando sinal pra ele não tirar ainda. Ele voltou a socar dizendo que eu era muito gostoso, que minha mamada era melhor que a de muita mulher que ele já tinha metido, inclusive da mulher dele. Mamei por mais um tempo rebolando nos dedos do meu macho delicioso, até que o puto do cunhado tirou sua vara da minha boca me deixando gemendo de tesão naquela mesa com dedos no cuzinho.
Meu gostosão falava pro outro ir com calma enquanto minhas pernas já estavam sobre o ombro do meu novo macho. Meu cuzinho estava bem aberto, o puto não teve pena e foi metendo lentamente e de uma só vez. Caraca! Não doeu nada. Senti uma pressão da porra e muito tesão. Na mesma hora pedi pro meu tesudo meter sua rola em minha boca e ele veio me atender. Começamos uma foda maravilhosa. A porra toda dava muito prazer. Os dois muito gostosos. Eu mamava aquela rola com gosto e levava estocadas firmes que me faziam delirar. O cunhado era diferente. Sabia meter muito bem, talvez até melhor, porém sei lá porque, eu sentia uma atração maior pelo meu primeiro porteiro. As caras que ele fazia mordendo os lábios me deixavam louco. Sem contar que seus gemidos eram muito gostosos. De repente, ele me surpreendeu pegando no meu pau e falando pro cunhado: - Que que tem cara? É legal também. O cara é muito maneiro e o pau dele ta duraço. – O cunhado riu e falou: Caralho! Eu não disse nada porra! Vai fundo. – E pegou no meu pau também. 
 
Puta merda! Que delícia ver aquela cena dos dois me masturbando. Os dois trocaram de posição, mas definitivamente pra onde meu gostosão ia eu sentia mais prazer. Rebolava ainda mais naquela rola imensa e cabeçuda e levava estocadas maravilhosas no cuzinho e na boca. De repente, percebo que os dois começam a fazer sinais que eu não compreendia e tiraram suas rolas de dentro de mim. Não deu nem tempo de evitar, quando os dois se dirigem pro sofá. O cunhado deitou com as pernas pra fora, sobre o braço e pediu pra eu sentar na rola dele. Falei que estávamos muito na reta da porta e novamente eles me mandaram relaxar. Peguei aquela vara torta, coloquei na minha rodelinha e fui descendo. Delícia! Encontrei uma posição melhor ao colocar as duas pernas sobre o braço do sofá e comecei a cavalgar naquela rola enquanto meu macho voltou a me dar rola na boca. Ele estava muito perto da porta. Realmente lá dentro estava escuro, mas aquilo dava um medo da porra se algum carro parasse, ou se passasse alguém a pé. Meu macho olhava para cada carro que passava. Até que ele interrompe meu sexo oral, me ajuda a tirar as pernas de cima do braço do sofá, sem parar de dar o rabo e vai me ajudando a deitar sobre o corpo do cunhado. E o cunhado sentiu-se liberado para subir e descer enterrando vara no meu rabo.
Meu macho pegou minhas pernas afastando-as bem e começou a encostar sua rola no meu cuzinho que estava totalmente ocupado. Neste momento, senti muito medo deles fazerem alguma coisa de forma agressiva e pedi que não me arrombassem. Meu gostoso tentou me tranquilizar dizendo que nunca faria isso comigo. Eu acreditava desconfiando. Ele começou a força aquela cabeçona pra entrar, o outro ficou parado e de repente senti uma dor alucinante comecei a falar: - Para, para, para! Tira, tira, tira! – E ele a me dizer que tinha entrado a cabeça. Falei mais firme pra ele tirar correndo e ele tirou. Senti vontade de desmaiar. Doeu pra caralho e não passou. Saí até do colo do outro e fiquei agachado no chão sentindo uma dor violenta. Eles me acariciavam pra cacete e pediam calma. Fiquei todo arrepiado. Meu macho se agachou e me abraçou. Caralho! Porque eu não saí fora naquela hora? A porra da vontade de conseguir era enorme. Levantei fui até minha bermuda, peguei a tal pomada e o cunhado falou: - Que porra é essa? – Expliquei que era uma pomada anestésica e ele disse: - Caralho! Isso existe? – Falei que não sabia se funcionava e passei um pouco daquela porra no cuzinho.
Surpreendentemente a dor que eu estava sentindo foi sumindo rapidamente. Fiquei feliz da vida e voltei a me posicionar do mesmo jeito anterior. Meu macho se posicionou novamente e começou a forçar. Estranhamente eu não sentia nada, até que começo a perceber ele se movimentando, mordendo os lábios e gemendo e o cunhado todo fogoso também. Não estava entendendo nada, até que levei minha mão até meu cuzinho e perceber que os dois estavam me fudendo com gosto, enterrando vara no meu cuzinho.
 
Acreditem! Eu não sentia nada. Inclusive prazer. Parecia um puta de zona que havia atendido a muitos clientes no dia. E os dois socando vara no meu rabo. A essa altura eu olhava um dos meus pés quase saindo pela porta da portaria e não estava nem aí. E continuaram me estocando com vontade por um bom tempo, até o cunhado me empurrar pra levantar, querendo sair daquela posição. Neste momento, quando os dois desengataram de dentro de mim, senti que alguma coisa entre minhas pernas parecia estar acordando. Achei interessante a sensação e me levantei com mais ânimo.
Os safados subiram no sofá, um de frente pro outro, sentaram e foram se aproximando até seus paus se encostarem. Realmente o visual era lindo. Os dois pegavam nos dois paus ao mesmo tempo e pediam pra eu cavalgar neles. Definitivamente meu cuzinho estava acordando. Subi no sofá com mais gosto, mirei meu cuzinho na reta daquelas rolas e fui descendo até tudo se encontrar. Eu estava completamente largo. Entendi que abertura não seria mais problema. O lance era voltar a sentir prazer. Comecei a descer todo amedrontado até perceber que entrava bem, sem dor. Comecei a cavalgar sentindo pouquíssimo prazer e os dois enlouquecidos, completamente passivos onde o ativo ali era eu comandando a foda. Eles continuaram me acariciando durante todo tempo naquele clima de total sensualidade. Comecei a me imaginar fora da cena, colocando-me como expectador e meu pau voltou a subir. Uma sensação completamente nova foi tomando conta das minhas entranhas, foi subindo um tesão do caralho. Comecei a sentir vontade de gozar enquanto era enrabado sem tocar no pau. Caralho! Parecia que eu estava em transe. Juro que nunca tinha sentido aquilo. Um prazer enorme. Cavalgava? Eu galopava naquelas rolas com muito gosto, gemia pra caralho, sentindo a vontade de gozar aumentando até meu pau começar a jorrar porra pra tudo que era lado enlouquecidamente.
      Ai! Ai! To gozando! Ihh! Uhh! Aiê! To gozaaando! Ai! Ai! Ui! Ui! Ai! – Eu falava coisas loucas enquanto não parava de jorrar porra. E os dois me agarrando com mais gosto, cada vez mais ofegantes até o cunhado anunciar que ia gozar enquanto me puxava.
      – Vou gozar, vou gozar caralho! Continua! Continua! Não para! Não para! Ai! Uhh! Assim! Assim! Isso! To gozando, porra! To gozando! Safado! Teu puto! Isso! Assim! Senta teu puto! Gostoso! Sente minha porra, caralho! Delícia de cu! – Meu macho, ouvindo aquela putaria do cunhado, na mesma hora começa a ter uma convulsão louca jorrando porra no meu rabo. Ele não conseguida dizer uma palavra na nossa língua.
      – Ich! Errrrrr! Norrrr! Vuuuhhhhh! Ahhhh! Uhhhh! Uhhhh! Ahhhh! - Ma-Ra-Vi-Lha!
 
A porra dos dois descia direto e escorria por cima dos seus sacos. Eu estava completamente sem forças nas pernas, o que me fez descer completamente e abraçar aquelas rolas ainda mais dentro do meu cu. A sensação ainda era forte pra cacete. Ficamos parados por um tempo naquela posição, até que me levantei ajudado pelos dois e sendo convidado a tomar um banho lá atrás. Não sabia que tinha um chuveiro lá nos fundos, mas adorei.
Chegando lá, tomei um banho rápido. Achei muito engraçado quando reparei que tinham três toalhas. Acabei rapidinho e voltei pra portaria. Eles ligaram o ventilador de teto pra tirar o cheiro de sexo e ninguém havia aparecido durante aquelas horas. Resumo, fudi gostoso pra caralho numa porra de uma portaria. Vai entender. Era tarde pra caralho. Pedi o taxi, sentei no sofá que já estava limpo, eles continuaram amáveis comigo e pediram pra eu voltar logo. Falei que não sumiria, o taxi veio rápido, nos despedimos com o cunhado falando pra eu trazer o amigo. Notei que meu cuzinho continuava acordando e nem queria pensar na dor que sentiria no dia seguinte. Tem que ser macho mesmo pra levar duas rolas no rabo. Pensem bem antes de tentarem. O prazer é garantido, mas tu fica um tempo sem poder sentar direito.
Curtiram minha história? Espero que tenham gostado dos meus porteiros. E valeu pela leitura.
Por favor votem e comentem pra me dar tesão de postar outros. Me amarro nos comentários.
Beijocas nas pirocas.
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Postado por Mac Del Rey | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Nossa que delícia cara ! Me fala onde fica esses porteiros vou lá hahahah vc descreveu maravilhosamente. Mas vc ainda mantém cobtcon com eles?

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