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CONTOS DO LEITOR


Em tempos de Copa do Mundo:
Sabe que jogar futebol nem era tão ruim?
(FINAL)


 

Ele beijou meu pescoço, suas mãos percorriam meu peito e meu pau, enquanto me sarrava furiosamente. Ele baixou minha calça e minha cueca e tirou sua toalha. Quando ele se encostou de novo, pude sentir a enormidade do que estava por vir, seu pau parecia que estava em chamas enquanto passava de um lado ao outro na minha bunda.
Me virei de frente pra ele e o beijei. Na verdade quase engoli sua boca, tamanha a minha fome. Terminei de me livrar da minha calça e cueca e nosso paus agora roçavam livremente. O beijo era selvagem, com um senso de urgência afinal, havia o perigo de sermos pego ali no ato, o que certamente acarretaria uma expulsão. Parecíamos dois canibais tentando nos devorar mutuamente. Seu toque, apesar de intenso, era suave e suas mãos passavam por todo o meu corpo. Ele desceu pelas minhas costas e apalpou a minha bunda com ambas as mãos, me levantando um pouco. Sem encontrar oposição, seu dedo médio deslizou pela minha coluna e roçou o meu cuzinho, onde passou a brincar.
Suspirei profundamente com aquela sensação e abri os olhos. Sem separar nossas bocas, ele me encarava, meio que estudando as minhas reações. Fechei os olhos, me entregando àquela sensação, mas também desci a minha mão pelas costas dele e pressionei levemente seu cuzinho com meu dedo médio, imitando suas ações. O movimento pareceu pegá-lo de surpresa, pois senti seu corpo se contrair levemente. Para meu deleite, senti seu pau pressionar minha coxa, soltando uma grande descarga de baba. Não só ele não me deteve como ainda mostrou que estava excitadíssimo. Quando abri os olhos novamente, ele continuava a me encarar, mas agora seus olhos tinham o brilho daquele sorriso zombeteiro. Tinha muito jogo ali.
Ele começou a mordiscar minha orelha e a descer a língua pelo meu pescoço, me fazendo balançar de novo. Quando ele chegou ao meu peito e deu uma mordidinha no mamilo eu gritei, já fora de mim. Ele tapou a minha boca com a mão, meio assustado, mas com um ar divertido de quem estava satisfeito de estar provocando aquelas sensações.
- Ssssshhhhhhhh - Não pode fazer muito barulho, senão podem ouvir a gente. Ele falou.
Eu assenti com a cabeça e ele tirou a mão da minha boca.
- Mas e se entrar alguém? Perguntei com uma dose de bom senso que não sei de onde apareceu àquela hora.
- Eu tranquei a quadra. Ele falou e me mostrou a chave em cima da mochila dele. O professor precisava sair mais cedo e me pediu esse favor.
Antes que eu pudesse pensar em alguma coisa ele já estava chupando meus peitos de novo, me arrancando suspiros. Quando dei por mim, ele me empurrou no banco do vestiário e deu uma lambida da base á cabeça do meu pau. Nem um mil anos eu podia sonhar em ver um macho pauzudo e marrento com aquele ajoelhado entre as minhas pernas com o meu pau nas mãos e aquele baba brilhante do meu pau na língua. Ele sorria pra mim com aquele sorriso meio de lado, zombeteiro que lhe era característico, novamente satisfeito em estar provocando tudo aquilo.
Eu estava muito transparente, completamente a reboque das ações dele. Sem pensar muito cruzei as mãos atrás da cabeça dele e o puxei de leve pra frente.
- Chupa meu pau. Falei quase sussurrando.

 


Ele abriu a boca e botou mais da metade do meu pau na boca de uma vez. Não tenho um pau muito grande, uns 16 cm, mas bem grosso, que enche bem a boca. Ele parece gostar, pois começou a gemer bastante enquanto ia e vinha com aquela boca, trabalhando todo o meu pau e fazendo com que eu gemesse mais alto ainda sentindo aqueles lábios lustrarem a cabeça do meu pau.
A posição já não satisfazia mais e, sem parar de me chupar ele me botou deitado de lado no banco e deitou junto, ao contrário, num movimento tão rápido que quase fui nocauteado pelo seu pau. Aquele monumento que vira mole e molhado no chuveiro, agora estava em riste e brilhante de tanta baba. Seu pau era um colosso de uns 20 cm, ele era do tipo que crescia pouco quando ficava duro, mas mesmo assim era impressionante. O cheiro que exalava dele me arrepiava todos os pelos do corpo. A glande, proporcional ao corpo, formava um capacete vermelho quase vinho, coroada por um buraco grande que babava sem parar.
Depois de admirar por alguns segundos aquela tora a apenas centímetros da minha cara, inalando aquele cheiro inebriante de macho, abocanhei com vontade aquela cabeçorra vermelha. Ele se assustou com meu ímpeto e soltou quase um grito, que foi abafado pelo meu pau em sua boca. Seu susto logo foi substituído pelos gemidos conforme eu ia trabalhando sua glande e engolindo mais e mais daquele pau. Ele era bem maior que o meu, devia chegar aos 20 cm, bem proporcionados batia de leve na minha garganta quando eu tentava engolí-lo todo.
Após alguns minutos eu já era capaz não só de engolir todo o seu pau, afundando a cara em seu saco, como ainda podia mantê-lo vários segundos nesse esquema, sentindo sua glande latejar na minha garganta, até acabar o meu ar. Ele enlouqueceu com as sensações, parou de me chupar e começou a abrir caminho por entre as minha pernas, fazendo-me levantá-la para lhe dar acesso ao meu cu. Ele roçou os dedos melados pela portinha e pensei que ele fosse ficar nisso, por estarmos suados, mas em seguida comecei a sentir sua língua vibrando pelas bordas e a pressão da ponta tentando entrar. Aquilo era demais pra mim.
Mete esse pauzão em mim, vai! Quase implorei, num sussurro.
Como você quer, gatinho? Ele me perguntou, numa demonstração de consideração que não esperava naquele momento.
Sem mais delongas mostrei a ele como eu queria, me deitando de costas no banco e abrindo as pernas pra ele. Mais claro, impossível! Ele deu aquele sorriso meio zombeteiro que derrubava a todos pelos corredores da escola, pegou sua toalha, dobrou-a e, levantando minha cintura, colocou-a por baixo de mim, me deixando na linha de tiro, e que tiro!
 
Já queria meter gostoso nesse cuzinho desde o começo do ano, mas você não me dava mole. Ele disse, num tom meio queixoso, meio brincalhão. Mal sabia ele que bastava que ele estalasse os dedos e eu teria ficado de quatro pra ele todos os dias que ele quisesse. Ele pincelou a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho, espalhando a baba que não parava de sair, cuspiu um pouco e, aos poucos, começou a introduzir aquela cabeçorra no meu buraco. Devagarinho, ele foi me abrindo e me penetrando. Tão devagar que eu só sentia a pressão constante e o leve deslizar de seu pau. Nunca tinha estado com um cara tão atencioso às sensações do passivo. Sem dor e com aquele leve fricção um arrepio me percorreu todo o corpo e meu pau deu um salto, voltando a babar profusamente. Logo senti sua pélvis pressionando o meu saco e percebi que aquele pauzão todo estava dentro de mim. Ele soltou um suspiro profundo e se deitou sobre mim, me beijando.
Tá gostoso, gato? Tá sentindo meu pau latejando lá dentro do teu cuzinho? Ele perguntou num sussurro no meu ouvido. Minha resposta foi um gemido e cruzar as minhas pernas sobre as suas costas, pressionando-o contra mim. Ao perceber que estava tudo bem, ele começou a meter compassadamente, mas aumentando o ritmo a cada vez, estocando profundamente.
As preliminares, a pouca idade, o calor, o perigo, tudo conspirava pra que aquilo não demorasse muito. Eu sentia seu calor sobre mim, seu suor escorria e pingava sobre mim a cada vez que ele se inclinava pra me beijar. Eu jogava meu corpo contra o dele, tentando que ele fosse mais fundo. Um calor começou a subir pelas minhas pernas, eu comecei a punhetar meu pau ferozmente. Ele, percebendo o que acontecia, começou a meter com fúria, sem estribeiras, enlouquecido com a excitação. Aquele calor agora era canalizado pelo meu pau e me fazia explodir em um gozo épico que fazia com o o meu coração parecesse que ia explodir dentro do meu peito. Meu esperma bateu no meu peito, na minha cara e até no banco acima da minha cabeça.
Logo ele também começou a ter uns espasmos, caiu sobre mim e cravou o pau tão profundamente que me fez sair do lugar. Ele gemeu alto na minha orelha e eu quase podia acompanhar os jatos de sua ejaculação pelo espasmos de seu corpo.

Aos poucos, nossas respirações foram voltando ao normal. Ele chegou até a cochilar alguns segundos deitado em cima de mim. Num susto, ele despertou e me olhou meio desorientado, mas logo veio aquele sorriso, mas dessa vez carinhoso. Ele me beijou de leve. Lambeu meu queixo e me mostrou a língua cheia de gosma branca. Logo entendi que era o meu gozo, que estava em meu queixo. Rindo, ele engoliu a minha porra e voltou a meu beijar.
Tomamos mais uma ducha rápida. Ele me emprestou o sabonete pra me ajudar a tirar todo aquele esperma do meu corpo. O meu e o dele, que escorria aos borbotões de dentro do meu cu. Nos arrumamos e saímos do vestiário tentando aparentar naturalidade. A quadra e o pátio estavam vazios, só havia gente próximo á cantina, mas eles não nos viram. Nos dirigimos então ao portão lateral, para tentarmos sair sem sermos vistos. Nesse momento, avisto o Sérgio, sentando num banco meio escondido pra fumar.
Num tom quase sério, mas com um riso no olhar, ele me pergunta: Foi boa a educação física?
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Postado por Mac Del Rey | (1) Comente aqui!

Um comentário:

  1. Eitaaaa delícia de conto!!!
    Super excitado lendo :)

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