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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Comunidade LGBT promove 'Copa do arco-íris' contra homofobia na Rússia.


Internautas estão usando bandeiras coloridas em fotos da Copa do Mundo na Rússia em ato contra homofobia


Campanha 'Rainbow Cup' promove nas redes sociais orgulho LGBT em gesto de protesto e resistência contra leis homofóbicas do país-sede do Mundial

A  Copa do Mundo começou nesta quinta-feira (14) na Rússia e, com ela, teve início também uma 'segunda copa'. Trata-se da 'Rainbow Cup', uma campanha de protesto e resistência da comunidade LGBT contra a homofobia no país-sede do Mundial. 

A campanha consiste no uso da hashtag #RainbowCup em fotos e textos relacionados à Copa com o intuito de confrontar as leis e costumes da Rússia contra a união homoafetiva. O país sustenta, desde 2013, uma lei contra a propaganda homossexual e, desde então, os crimes contra a comunidade LGBT aumentaram. 

De acordo com informações da agência Ansa , um grupo paramilitar de Rostov, cidade que será palco da estreia do Brasil na Copa, chegou inclusive a prometer patrulhar as ruas para impedir que casais homossexuais troquem carícias em público, como beijos, abraços ou até mesmo andar de mãos dadas.

O Ministério das Relações Exteriores brasileiro até mesmo divulgou um guia desaconselhando demonstrações públicas de afeto entre pessoas do mesmo sexo . "Não são comuns na Rússia manifestações intensas de afeto em público. Em particular, recomenda-se à comunidade LGBT evitar demonstrações homoafetivas em ambientes públicos, que podem ser consideradas 'propaganda de relações sexuais não tradicionais feita a menores' e enquadradas em lei que prevê multa e deportação", diz o manual do Itamaraty.

Bandeiras de arco-íris são permitidas durante o Mundial

Apesar de todas as restrições, excepcionalmente durante a Copa, os turistas que estiverem em solo russo poderão erguer bandeiras de arco-íris, símbolo dos direitos dos homossexuais. "Usar símbolos coloridos não será proibido. Obviamente, vocês poderão vir aqui sem ser multados por expressar seus sentimentos", afirmou Aleksei Smertin, membro da União de Futebol russa. 

É baseada nessa permissão que a Rainbow Cup ganhou força nas redes sociais, uma vez que a comunidade LGBT consegue por meio dessa campanha expor seu orgulho sem correr o risco de represálias violentas, situação que é comum na Rússia .

Milhares de pessoas participam na Parada LGBT de Tel Aviv.


Parada do Orgulho LGBT é realizada nesta sexta-feira (8) em Tel Aviv


Essa é considerada a maior Parada LGBT do Oriente Médio com mais de 200 mil pessoas.

Dezenas de milhares de pessoas se reuniram nesta sexta-feira (8) na praia de Tel Aviv para participar na que já é considerada a maior Parada LGBT do Oriente Médio.

Música, trajes de lantejoulas e balões invadiram as ruas da cidade, que há 20 anos alimenta a imagem de um oásis de tolerância em relação à comunidade LGBT.

As bandeiras de arco-íris ondeavam nos cafés, lojas e barracas da cidade, centro econômico de Israel que, desde o final de maio, acolhe milhares de turistas que viajaram especialmente para a ocasião.


Tel Aviv tem Parada do Orgulho LGBT nesta sexta-feira (8)


“Eu já me sinto em casa”, comenta Jimmy Chan, de 39 anos, procedente da China. “Ver este desfile em um país tão religioso faz com que nos sintamos mais unidos como comunidade”, acrescentou.



Os organizadores esperavam receber tantos participantes quanto os da edição 2017, quando desfilaram 200 mil pessoas.

Israel é o país mais avançado da região em termos de direitos para pessoas LGBT, inclusive dentro do exército.

Mas uma parte da comunidade, contrária à ocupação israelense dos Territórios Palestinos, denuncia que Israel use a causa para conquistar uma boa imagem.

Candidato à governo nos EUA faz história ao beijar marido em propaganda política.


Candidato ao governo Maryland Richard Madaleno


Candidato ao governo de Maryland, nos Estados Unidos, Richard Madaleno surpreendeu os seus eleitores ao exibir a primeira propaganda política da história do país a qual aparece um casal gay se beijando.

No vídeo, o democrata que promete enfrentar o presidente Donald Trump, beija o seu marido, Mark Hodge, em meio as propostas que se opõem aos ideais conservadores do presidente norte-americano.

“Estou concorrendo ao governo para entregar resultados progressistas e enfrentar Donald Trum”, diz o candidato durante as imagens da campanha, que vem sendo veiculada desde o último dia 7.  A cena carinhosa protagonizada pelo seu conjugue acontece após ele questionar qual a melhor forma de irritar o chefe de estado e os republicanos.

De acordo com a recente pesquisa do The Washington Post, Richard atualmente está em quarto lugar com 6% do apoio dos eleitores. O democrata Ben Jealous vem na liderança com 21% dos votos.

Índia deixa de considerar homossexualidade como doença.


Cena do filme LGBT Kabodyscapes, da Índia


Vinte e oito anos depois que a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista de doenças mentais, a Índia resolveu pela primeira vez também tomar um posicionamento oficial sobre o assunto. As informações são do jornal Hindustan Times.

A Sociedade Psiquiátrica Indiana (IPS), o maior corpo de profissionais de saúde mental do país, emitiu um comunicado dizendo que os membros deveriam parar de considerar a orientação sexual como uma enfermidade. A discussão está em pauta desde 2016, quando a entidade montou um grupo para lidar com as questões da comunidade LGBT, mas só agora foi feita uma declaração oficial.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente da associação, Dr. Ajit Bhide, afirmou: “É um passo na direção certa … Alguns indivíduos não são apenas cortados para serem heterossexuais e nós não precisamos castigá-los, nós não precisamos puni-los, não precisamos desprezá-los ”, disse. “Estas pessoas não são tratáveis para serem heterossexuais e não precisamos castigá-las, não precisamos puni-las e torturá-las”, completou.

A expectativa é que com a decisão do IPS, o sexo gay também deixe de ser considerado crime, através da seção 377, do código Penal local. ”A declaração da IPS será um argumento eficaz no tribunal para desafiar os órgãos que apoiam a criminalização da homossexualidade com base em pontos de vista religiosos”, afirmou o ativista Vikram Doctor, em Mumbai.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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