Slide 1 Slide 2 Slide 3

MINHA VIDA GAY

“Me senti orgulhoso” afirma jogador Collin Martin sobre assumir ser gay.




O jogador de futebol Collin Martin que se assumiu gay recentemente em seu perfil no Twitter, falou sobre a repercussão e explicou o porque decidiu trazer à tona a sua orientação sexual em entrevista ao jornal O Globo.

“Nos últimos seis meses, mais ou menos, fiquei pensando em sair do armário. Junho foi o mês do Orgulho Gay, e achei que seria o momento certo. Queria que os torcedores me vissem representando todos eles naquela noite como um homem gay assumido e queria me sentir orgulhoso disso”, afirmou ele, acrescentando que a decisão foi de suma importância para pessoas próximas, como a sua família.

Questionado se houve negociação com os cartolas, ele garantiu que dentro do meio a sua orientação sexual não era segredo. “Os dirigentes do clube já sabiam que eu era gay. Mas quis ter a certeza de que eles segurariam a onda e que estariam prontos para a imprensa e para a repercussão”, explicou.

Martin ainda garante que não sofrerá com represálias a ponto de perder contratos com clubes no futuro. “Os cartolas que me trouxeram para o clube sabiam que eu era gay. Sabiam que tipo de jogador eu era e me trouxeram por causa do meu futebol. Não estavam preocupados com a minha sexualidade e qual seria o efeito dela no vestiário ou outras preocupações. Mas, claro, há muitas dúvidas. Vou continuar a trabalhar duro, focar e não me preocupar com o resto.”

O atleta ainda assegurou que não esperava a repercussão tão grande, mas que teve um resultado extremamente positivo. “Os jogadores não mudaram em nada. Em termos de tratamento, não mudou nada. Espero que, no futuro, mais jogadores saiam do armário para que as próximas gerações não tenham de se preocupar com a sexualidade e seu lugar no esporte. Todos têm de se sentir incluídos”, exclamou.

Menino é impedido de fazer show drag na escola e é acolhido por drag queens.


Receber apoio de outras drag queens fortaleceu Lewis Bailey, cujo nome drag é Athena Heart


Escola disse ser "ilegal" menores de 18 anos fazerem performances drag; Lewis Bailey, de 14 anos, conhecido como Athena Heart, recebeu o apoio de drag queens de todo o mundo e diz se inspirar em "RuPaul's Drag Race"

Nem toda  história de LGBTfobia tem um final triste: no Reino Unido, um adolescente de 14 anos foi barrado do show de talentos da própria escola por querer fazer uma performance drag . Completamente arrasado, sua história viralizou e drag queens de todo o país passaram a demonstrar publicamente seu apoio ao jovem.

O estudante é Lewis Bailey, que também é abertamente gay. Ele estuda na Castle High School and Visual Arts College, na Inglaterra, e, um dia antes do show de talentos de sua escola ficou sabendo que tinha sido proibido de se apresentar sob o argumento de que “realizar performances tipo drag queens  é ilegal para menores de 18 anos”.

Ao “Metro”, porém, ele disse que a razão verdadeira por trás da proibição é a de que a escola não aceita quem ele é de verdade. “Estou com o coração partido e confuso. Quando me visto de drag , sinto que estou sendo quem sou realmente. Depois de todo o esforço que coloquei [na apresentação], isso abalou muito a minha auto-confiança”.

A mãe de Lewis, Natalie, ficou completamente indignada, dizendo que a instituição está sendo moralista e que não existe nenhuma lei que proiba menores de 18 anos de “se vestir como mulher e dançar”.

Drag queens partem em apoio a adolescente.


Lewis Bailey acabou conhecendo várias drag queens após caso de intolerância repercutir nas redes sociais


A mãe de Lewis conta que ele começou a se vestir de drag depois de assistir o reality show “RuPaul’s Drag Race”, uma competição de drags famosa no mundo todo, e que fazer isso aumentou muito a autoestima do filho - que inclusive adotou o nome “Athena Heart” durante suas performances.

Ela diz ainda ter pensado em mudá-lo de escola, mas achou injusto que ele tivesse sua educação prejudicada pela intolerância da escola.

Diante da repercussão do caso,  drags do mundo inteiro se manifestaram em apoio a Lewis, principalmente ex-participantes do reality show que o adolescente tanto admira, como Alaska, Adore Delano e Violet Chachki.

“Só digo que é muito bom que você tenha confiança, com 14 anos, para ir à escola vestido de drag, mostrando às pessoas que tudo bem ser diferente”, disse ao jovem durante um programa de rádio Courtney Act, outra das drag queens que participou de “RuPaul’s Drag Race”.

Poderá gostar também de:
Postado por Andy | (0) Comente aqui!

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...