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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Na Rússia, ativistas formam bandeira do arco-íris com camisas das seleções.


Torcedores usam camisas de seus países para protestar a favor dos direitos LGBT na Rússia 


Grupo faz parte de uma organização chamada The Hidden Flag - a bandeira escondida

Na Rússia ser uma pessoa LGBT é crime. No país, pessoas que exibem uma bandeiras do arco-íris podem até ser levadas para a cadeia, já que o objeto e outros símbolos da luta pela igualdade de direitos também são proibidos. Por isso, um grupo de ativistas resolveu inovar na maneira de protestar.

Usando as camisas das seleções dos seus países: Espanha, Holanda, Brasil, México, Argentina e Colômbia. Os seis idealizadores caminham unidos, na ordem correta, formando um arco-íris. Isso tudo em plena luz do dia e em frente as autoridades do país.

Autoridades essas que inclusive prenderam um ativista britânico na Praça Vermelha, no centro de Moscou, por protestar contra os abusos sofridos por pessoas LGBT na Rússia. O grupo faz parte de uma organização chamada The Hidden Flag – a bandeira escondida.

No vídeo de divulgação da ação, os ativistas falam sobre as leis do país regido por Putin, onde qualquer demonstração de afeto em locais públicos também é considerado crime.




Elói Júnior é o representante brasileiro do projeto. No site, o publicitário que veste uma camisa com o nome de Neymar nas costas se apresenta. “Meu namorado disse: ‘você tá maluco? É muito perigoso’. E eu disse ‘o risco não me importa, é um projeto que quero muito participar'”.

“De cara é o projeto mais emocionante que participei na minha vida. Venho de uma família conservadora e de uma cidade muito pequena, então não foi fácil pra mim e pra minha irmã, que é lésbica. Por isso fiquei tão animado de formar o nosso arco-íris de forma tão inesperada. Espero que toque o coração de muita gente. É um chamado de amor”, conclui.


Torcedores usam camisas de seus países para protestar a favor dos direitos LGBT na Rússia

Universidade feminina de Tóquio passa a permitir matrícula de mulheres trans.




A universidade Ochanomizu em Tóquio, conhecida por ser uma das instituições de ensino superior no Japão que só aceitam estudantes do sexo feminino, anunciou que as estudantes transexuais serão bem-vindas a partir de 2020.

Segundo reportagem do jornal Yomiuri, a ideia é pioneira no Japão e é uma vitória na conquista de direitos das mulheres trans. Diferente da Universidade Feminina do Japão (JWU), que ano passado prometeu aceitar mulheres trans que se submeteram à cirurgia de redesignação sexual, a Ochanomizu entretanto, não colocará qualquer condição específica como cirurgia ou documentação corrigida para o ingresso de mulheres trans. Incrível, não é mesmo?!

A universidade estimou que será necessário definir os critérios de avaliação para aceitar a aplicação das candidatas transexuais e que algumas medidas internas, relacionadas a instituição e a convivência entre as estudantes devem ser tomadas em consideração a entrada das novas alunas.

“É inédito para uma universidade feminina do Japão aceitar estudantes transexuais que são homens em seus registros familiares”, disse um funcionário do Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia ao jornal The Yomiuri Shimbun.

Centenas de pessoas participaram da 8ª Parada LGBT de Sobradinho, no DF.


8ª edição da Parada LGBT de Sobradinho 


Edição percorreu as principais avenidas da cidade ao som de um trio elétrico.

Centenas de pessoas participaram nesse domingo, 8 de agosto, da 8ª Parada do Orgulho LGBT de Sobradinho, no Distrito Federal. Evento teve shows de artistas locais e falas de ativistas que cobraram mais representatividades nas eleições de 2018. Confira as fotos no final da matéria.


Henrique Elias, vice presidente da ONG JUDIH-LGBT 


Para o coordenador do evento e vice-presidente da JUDIH-LGBT, Henrique Elias, o objetivo é mostrar a força que eleitores LGBT tem. “Somos muitos eleitores LGBTs e temos que ter noção de quem está do nosso lado e nos apoiando”, disse.

Durante todo o evento, houve pausas na música para discursos de defesa dos direitos LGBT. Muitas faixas e cartazes pediam respeito e protestos contra o “Estatuto da Família”, aprovado em 12 de junho pela Câmara Legislativa e que exclui pessoas LGBT do conceito de famílias.


O deputado distrital Ricardo Vale (PT)


O deputado distrital Ricardo Vale (PT) participou da Parada e fez criticas a nova lei. “Salta aos olhos, de pronto, o insulto ao mais caro princípio constitucional: da igualdade e da não discriminação. Ademais, revela-se clara a ofensa ao dispositivo constitucional que reserva à União a competência exclusiva para legislar sobre direito civil”, destacou o parlamentar.

“Colocaram o Estatuto da Família como um ‘submarino’. Se os deputados progressistas tivessem percebido, esse projeto não teria passado”, protestou Vale, que destinou emenda para realizações de algumas Parada do DF.


Michel Platini presidente do Conselho Distrital dos Direitos Humanos


Michel Platini, presidente do Conselho Distrital dos Direitos Humanos, também criticou a promulgação. “A aprovação inconstitucional do Estatuto da Família, prova que precisamos de LGBTS lá dentro [do Legislativo], lutando por nossos direitos”.

Casal lésbico registra B.O. contra agressões de seguranças de boate em Cascavel (PR).




Um casal de lésbicas afirma ter sido agredido pelo grupo de seguranças de uma casa noturna, localizada no bairro Pioneiros Catarinenses, na cidade de Cascavel, no Paraná, a 494 km de Curitiba. As informações são do CGN.

As duas mulheres registraram o Boletim de Ocorrência (B.O.), na manhã desta segunda-feira (09), quando contaram que se envolveram em uma confusão com os funcionários, após tentar ajudar uma jovem que estava passando mal no banheiro da boate, supostamente sob o efeito de entorpecentes.

De acordo com a queixa prestada na Delegacia de Polícia Civil, que vai investigar o caso, o desentendimento se agravou e os seguranças reagiram com agressões físicas contra as namoradas, que relatam terem sofrido ferimentos no corpo e agora esperam a punição dos suspeitos.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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