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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Igreja de Indiana nos EUA que instalou painel com mensagem homofóbica é despejada.


Igreja de Indiana nos Estados Unidos instala placa com mensagem homofóbica


Uma igreja do estado norte-americano de Indiana causou polêmica ao colocar um painel contendo uma mensagem homofóbica. O ato culminou em um despejo da instituição pelo proprietário do local onde a mesma estava instalada.

“LGBTQ é um crime de ódio contra Deus. Arrependa-se”, dizia o letreiro, exposto desde o último dia 27 e que foi alvo de muitas críticas nas redes sociais.

De acordo com o canal local WPTA21, o motivo para que a igreja sofresse uma ordem de despejo não foi revelado, e não se sabe se a placa foi um dos motivos pela exposição.

Procurado pela emissora, um pastor que costumava trabalhar na igreja afirmou que a mensagem tinha o intuito de alertar os jovens de um estilo de vida que eles acreditam ser prejudicial.

Soldado é ameaçado por Policiais após beijar rapaz e diz que há muitos Gays na PM!




Há quase quatro anos, Leandro Prior teve de responder a um questionário para entrar na Polícia Militar (PM) de São Paulo que perguntava sua opinião a respeito do “homossexualismo”. Disse ter respondido que “não achava nada” até porque também é “homossexual”.

Aprovado, trabalha desde então no 13º Batalhão da PM, na capital paulista. Ele atua na Força Tática por meio do Programa Vizinhança Solidária na Cracolândia, área da região central de São Paulo conhecida pelo tráfico e consumo de drogas ao ar livre.

Nesse período, Prior se lembra de ter sido vítima de preconceito por conta de sua orientação sexual uma única vez diretamente e, nas outras, de forma velada. (veja entrevista no vídeo)

“Houve um caso onde apontaram o dedo. Foi dito que ‘com ele eu não trabalho’. Foi direto, curto e grosso. E a pessoa disse: ‘você sabe por que’. […] Os outros casos são velados, mas esse foi o único caso mais direto antes desse caso do vídeo”, conta ao G1 o PM.

“O caso do vídeo” a que se refere o soldado é o que foi feito por celular sem sua autorização. As imagens mostram o policial fardado beijando na boca outro homem, em trajes civis, no Metrô de São Paulo. Nada anormal para uma capital que todo ano tem uma das maiores paradas gays do mundo e desenvolve campanhas contra a discriminação por gênero e orientação sexual.

Mas quem filmou Prior dando um “selinho” em seu amigo não entendeu assim. Naquela ocasião, o policial havia deixado o trabalho, mas aparecia fardado dentro de um vagão da Linha 3-Vermelha do Metrô, o que chamou a atenção do desconhecido que gravou a cena.

Segundo Prior, até a corporação informa que não há regulamento que proíba manifestações de afeto fora do ambiente profissional. “Acredito que não seja proibido pelo artigo 104 da I-24 PM, onde ela permite atos de afeto fora da administração, área de administração militar”, diz o soldado de 27 anos.

O G1 entrou em contato com a Secretaria da Segurança Pública (SSP) para comentar o caso de Prior e aguarda retorno.

Vídeo viralizou

Além de filmar o beijo que Prior deu no rapaz para se despedir, o responsável pela gravação resolveu compartilhar o vídeo, primeiramente num grupo fechado de policiais no aplicativo de celular WhatsApp. Logo depois a filmagem viralizou, mudando a vida de Prior a partir de junho.

“Não faço ideia [de quem gravou o vídeo], mas quero saber”, diz Prior, que não percebeu a gravação e busca a punição de quem a compartilhou. “Se tivesse percebido, eu mesmo teria tirado o celular da pessoa. Estou me sentindo assim… Como é que eu posso te dizer? Ainda um pouco aéreo, um pouco baqueado porque tomou uma repercussão muito grande”.




Ameaça de morte

A cada compartilhamento nas redes sociais, Prior recebia um xingamento, uma ofensa e até ameaças de morte acompanhando o vídeo.

“Aqui não aceitamos um policial fardado em pleno Metrô beijando um homem na boca. Desgraçado, desonra para minha corporação. Esse tinha que morrer na pedrada! Canalha safado! Se alguém não gostar desse comentário, f* você também!”, é uma mensagem postada na página do Facebook de um policial militar das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), tropa de elite da PM.

Estudante de direito gay morre em tentativa de assalto em São Paulo.


O estudante de direito Maciel Teodoro Junior morto durante assalto em São Paulo


Um jovem gay de 28 anos foi morto por assaltantes enquanto aguardava um carro pedido por um aplicativo junto ao seu namorado, na rua Frei Caneca, no bairro da Consolação, em São Paulo, no domingo (08).

Estudante de direito, Maciel Teodoro Junior foi abordado por dois criminosos que exigiram que entregasse o seu celular. De acordo com uma testemunha, a vítima se assustou com a abordagem e acabou sendo baleada.

A polícia militar chegou no momento que Maciel foi socorrido por outras pessoas que passavam pelo local e o levou para o Hospital das Clínicas, mas não resistiu. Ainda de acordo com as testemunhas, os criminosos aparentavam ter menos de 18 anos e após o ocorrido fugiram em um carro pela Barbosa Rodrigues.

O caso foi registrado pelo Boletim de Ocorrência (B.O.) e será investigado pela 4ª Delegacia de Polícia (DP) localizada no mesmo bairro, a Consolação. Maciel cursava o último ano de Direito na Fundação Educacional do Município de Assis (Fema) e estava em São Paulo a passeio.

Travesti é encontrada morta com a cabeça esmagada em Mato Grosso do Sul.




Uma travesti de 44 anos foi encontrada morta, com parte da cabeça esmagada e várias facadas pelo corpo em uma estrada vicinal do município de Rio Brilhante, a 150 quilômetros de Campo Grande (MS) na madrugada deste domingo (08/07).

Segundo o registro policial, o corpo foi encontrado por um funcionário de uma usina sucroenergética que passava de caminhão pela região da estrada da estiva, por volta das 2h (de MS). Ele acionou a Polícia Militar, que por sua vez, comunicou a Polícia Civil. O corpo estava com parte da cabeça esmagada e apresentava várias perfurações de instrumento perfurocortante no pescoço e nas costas. No local do crime os policiais encontraram uma pedra de aproximadamente 15 centímetros com vestígios de sangue.

A pedra foi recolhida e a polícia vai investigar se ela teria sido utilizada para golpear a travesti. Também foi encontrada no local uma motocicleta e um capacete. O corpo vai ser encaminhado para necropsia, na Unidade Regional de Perícia e Identificação (URPI) de Dourados. O caso vai ser investigado pela Delegacia de Polícia Civil de Rio Brilhante.

Depoimento de jovem gay que sofreu ataque homofóbico em Santos viraliza na redes socias.


O estudante Lucas Souza vítima de homofobia em Santos


O estudante universitário Lucas Acácio de Souza, de 23 anos, fez um post nas suas redes sociais para descrever um episódio de homofobia que sofreu na orla do bairro José Menino, em Santos, no litoral de São Paulo. Exibindo hematomas pelo corpo, ele contou que foi xingado e espancado por um grupo e teve o seu relato viralizado em poucas horas da noite desta quarta-feira (11).

De acordo com o texto feito no seu perfil no Facebook, o episódio aconteceu na última sexta-feira (06), mas o registro do Boletim de Ocorrência (B.O.) foi feito apenas quatro dias depois. A Polícia Civil investiga o caso.

Souza estava no litoral do estado para passar o fim de semana com uma amiga, mas os dias de descanso viraram uma tremenda dor de cabeça, após o encontro com os agressores. “Tínhamos acabado de sair do mar e fomos ao chuveiro que fica no calçadão, para sair da praia e assistir ao jogo do Brasil. Eu fui pedir um isqueiro para dois caras que estavam sentados próximos, e ali começou tudo: fui xingado e, logo em seguida, mais quatro caras apareceram para me bater”, contou.

As agressões foram tão intensas que fizeram o rapaz ficar desacordado, tanto que ele não se recorda de muitos detalhes. “A minha amiga que viu tudo e me ajuda a lembrar. Eles gritaram para mim: ‘vai ter que apanhar para deixar de ser veadinho’. Foi quando ela foi tirar satisfação, e os seis começaram a me bater. Eu meio que desmaiei, e foi quando eles fugiram.”

“Teve uma senhora que chamou a polícia, mas nós corremos até a avenida e pegamos um ônibus. E só descemos bem longe dali, com medo e muito assustados”, descreveu ele, que pensou em deixar o ocorrido impune, mas tomou coragem para compartilhá-lo. “Realmente não dá para ficar calado numa situação como essa. Eu fiquei muito machucado, cheio de hematomas. Então, resolvi escrever e fazer um boletim de ocorrência, para que a polícia possa encontrar e punir aqueles caras.”


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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