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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Bolsonaro divulga ‘fake news’ afirmando que movimento LGBT apoia a pedofilia.


Carlos Bolsonaro diz que o movimento LGBT incluiu a letra “P” em sua sigla para acolher os “pedófilos”. 


Saiba como denunciar o vereador do Rio por "Notícia Falsa" no Facebook.

Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro e filho do pré-candidato a presidência da republica Jair Bolsonaro, está compartilhando informação falsa com objetivo de disseminar mentira de que o movimento LGBT apoia a pedofilia.

Em sua publicação, ele diz que o movimento LGBT incluiu a letra “P” em sua sigla para acolher os “pedófilos”.

Mas a informação é FALSA! De acordo com o site snopes.com, o site mais antigo dos EUA sobre lendas urbanas e mentiras da internet, uma publicação em 07 de dezembro de 2017 revela se tratar de uma “fake news”, como pode ser lido nesse link: https://www.snopes.com/fact-check/lgbtp-adding-letter/

O site comprova que a imagem que circula na internet foi criada por uma campanha de desinformação no site 4chan – site onde usuários publicam de forma anônima-, em 23 de junho de 2016.

Essa campanha tinha como objetivo enganar militantes LGBT para apoiarem a pedofilia, compartilhando a imagem no Twitter com as hashtags #lgbtp e #loveisageless.

No site do Snopes tem todas as informações sobre essa mentira, que está sendo divulgada aqui no Brasil.

Saiba como denunciar

Se aproveitando da noticia falsa, o vereador Carlos Bolsonaro compartilhou no Facebook uma imagem afirmando que o movimento LGBT apoia a pedofilia com a inclusão da letra “P”.

Como se trata de uma ‘fake news’ com o objetivo de provocar o ódio, saiba que você também pode fazer a sua parte e denunciar uma notícia falsa na rede social. É um processo simples e rápido: no computador, basta acessar o link https://goo.gl/1K1CNu e no final da imagem, do lado direito, clique em “Opções”, e, em seguida, selecionar a opção “Dar feedback sobre essa foto”. Na janela que se abre, é possível especificar o motivo da denúncia, que pode ser “Notícia falsa” ou “Discurso de ódio” e em seguida enviar. Pronto, denunciado.




Já nos dispositivos móveis, acessar o link https://goo.gl/1K1CNu e logo a baixo da descrição da imagem, clique em “Mais opções” e, em seguida, selecionar a opção “Dar feedback ou denunciar foto”. Na janela que se abre, é possível especificar o motivo da denúncia, que pode ser “Notícia falsa” ou “Discurso de ódio” e em seguida enviar. Caso queira, também é possível bloquear a página do Bolsonaro que está disseminando a mentira.

Jovem é internado após fazer sexo oral em membro avantajado; entenda.



Jovem Fredy Alanis posta foto internado após fazer sexo oral com pênis de 25 cm 


O jovem Fredy Alanis, de 19 anos, publicou recentemente um #TBT (hashtag na qual as pessoas utilizam para relembrar fatos do passado nas redes sociais) diferente e inusitado. O rapaz compartilhou uma foto tirada, enquanto estava internado no pronto-socorro após praticar sexo oral de um homem com um pênis de 25 cm de comprimento.

O caso aconteceu em janeiro com um companheiro que ele conheceu no aplicativo Grindr. “Desculpem pelo ângulo ruim, mas lembrando de quando chupei um pau tão grande que acabei no pronto-socorro“, escreveu no post.

No momento do ato, o jovem não percebeu nada de anormal, mas após o encontro começou a sentir uma dor no peito, que aumentou gradativamente a ponto de fazê-lo chorar. Ao procurar ajuda médica, o diagnóstico fez entender que a prática sexual teria sido o responsável por romper as suas vias respiratórias.

“Eu não contei a minha mãe. Minha postagem chegou ao Facebook e está circulando por lá, então acho que é questão de tempo”, contou Alanis ao site Them, que afirma que os pais sabem que ele é gay, mas não imagina o que ele ao  costuma fazer fora de casa.

O jovem Fredy Alanis, de 19 anos, publicou recentemente um #TBT (hashtag no qual as pessoas utilizam para relembrar fatos do passado nas redes sociais) diferente e inusitado. O rapaz compartilhou uma foto tirada, enquanto estava internado no pronto-socorro após praticar sexo oral de um homem com um pênis de 25 cm de comprimento.

‘Minha ideia é levantar a bandeira’, diz Policial Transexual após beijo de PM no Metrô de SP.




Paulo Vaz, de 33 anos, homem transexual e gay, é policial civil do estado de São Paulo e um dos agentes de seguranças que usaram as redes sociais para apoiar o policial militar Leandro Prior. O PM foi alvo de ataques homofóbicos por aparecer em um vídeo fardado beijando outro homem na boca no Metrô de São Paulo.

Transexuais ou transgêneros são pessoas que têm uma identidade de gênero ou expressão de gênero diferente da que lhes foi atribuída no nascimento. No caso de Paulo, ele nasceu com o sexo feminino e há dois anos iniciou o processo de transição de gênero. Ele já alterou, inclusive, o seu nome nos documentos.

Um indivíduo transgênero pode se identificar em relação a sua orientação sexual – que diz respeito ao lado afetivo e à atração sexual – como heterossexual, homossexual, bissexual, entre outras nomenclaturas. Homem trans, Paulo se identifica como homossexual.

Investigador desde abril deste ano da Policial Civil da Delegacia de Ibiúna, na região da Grande São Paulo, Paulo Vaz conta que sempre se sentiu bem-vindo na instituição.

“Eu achava que encontraria muitas barreiras, mas fiquei bastante feliz e surpreso com a recepção dos meus colegas desde o começo. Eu já sabia que há diferença entre as instituições de Polícia Militar e Polícia Civil, mas eu fiquei bastante surpreso”, conta.

“Minha ideia é levantar a bandeira. Quis colocar a cara mesmo e assumir que sou homem trans gay, que estou numa instituição da polícia e estou aqui para ajudar a população. Não tem de ver se a gente gosta de homem ou mulher, tem de ver o nosso caráter”, diz Paulo.

Sobre o PM Leandro Prior, Vaz acredita que, se ele realmente infringiu alguma regra da PM, é preciso punir todo mundo que faz o que ele fez. “Tem casal hétero que beija o namorado publicamente enquanto usa farda e nunca causou toda essa repercussão”, declarou.

‘Sentia uma angústia o tempo todo’

Em entrevista ao G1, Paulo contou que desde criança sentia que tinha algo errado com seu corpo. A dificuldade aumentou na adolescência.

“Eu sempre fui diferente. Sentia uma angústia o tempo todo. Fui uma criança bem masculina. Tem criança feminina que se identifica com o universo masculino, mas é mulher mesmo. Eu não me sentia assim. Na adolescência, quando começaram a nascer os seios, comecei a me sentir mais desconfortável. Eu queria ser homem, mas na época não sabia que isso existia. Tinha medo das pessoas acharem que eu era doido se dissesse isso”, conta Paulo.

O investigador conta que só soube que existia a possibilidade de transicionar, iniciar o processo de mudança de gênero, aos 25 anos, por meio de um amigo.

“Fui olhar vídeos de meninos [trans] tomando testosterona e via a transformação no corpo deles em dois, três meses. Falei ‘Meu Deus, eu sou isso, sou homem trans’. Até amadurecer a ideia foram uns seis meses, porque eu estava prestando o concurso na polícia. [Pensei] deixa eu passar [no concurso], e depois vejo o que faço”, relembra ele.

“Hoje eu me olho no espelho e não tem mais aquela angústia. Estou onde eu queria estar profissionalmente. Me sinto realizado. Faltam algumas coisas ainda para chegar aonde quero, mas estou no caminho”, conclui.

Enquanto participava das etapas do processo seletivo para investigador de polícia, Paulo começou seu processo de transição de gênero.

“Comecei o processo de hormonização, que é tomar testosterona, há dois anos. Tem algumas formas de tomar testosterona, tem a forma em gel, pomada, oral e injetada. O corpo precisa de um pico de testosterona para se masculinizar. Optei pela forma injetada porque faz diferença mais rápido. Começam a aparecer as características de barba, muda a voz. E também fiz a cirurgia de retirada das mamas.”



Paulo ainda não concluiu a transição, mas já se sente feliz com as mudanças. “Eu me sinto super bem só pretendo fazer a retirada dos ovários e útero. Como precisa de três meses para se recuperar, ainda não deu certo.”

Paulo conta que a família e os amigos o apoiaram no processo de transição. “Minha família foi muito tranquila, ninguém fez objeção nenhuma. Minha mãe é da área da saúde, então ela quer saber se estou seguro, cada passo dos procedimentos. E os amigos são tranquilos, a maioria é LGBT.”

Paulo namora desde abril o youtuber Pedro HMC, e conta que o beijaria no Metrô.

“De toda forma, sim [beijaria]. Aquele beijo rápido, tipo selinho e sempre atento! Se você é policial e tem algo que te identifica como um, como o uniforme ou farda, além de você ter que garantir a segurança das pessoas ao redor, você também vira alvo! Então a atenção é maior… Você lanchando, na viatura, conversando, andando, enfim, em qualquer lugar! Salientando que você identificado ou não, precisa garantir a segurança de todos.”


Paulo namora desde abril o youtuber Pedro HMC, e conta que o beijaria no Metrô.


Apoio ao PM vítima de ataques

Paulo conta que sentiu vontade de apoiar o policial militar Leandro Prior não só para combater o preconceito, mas também para inspirar outras pessoas a transacionar, se quiserem.

“A sociedade ainda tem muita homofobia e machismo enraizado e para isso a gente tem de botar a cara e aparecer mesmo, falar sobre o assunto para as pessoas perceberem que esse preconceito não precisa existir. Todo mundo aqui dentro da Segurança Pública pode inspirar outras pessoas. Quero mostrar que, se eu estou ali na polícia, qualquer um pode.”

Justiça condena ex-chefe a pagar R$ 14 mil de indenização a homem trans.




Um funcionário transgênero, que se identifica como homem, ganhou o processo que movia contra a sua ex-chefe que desrespeitava a sua condição e o expunha de maneira constrangedora dentro do ambiente de trabalho. A decisão da 87ª Vara do Trabalho de São Paulo decidiu que ele seja indenizado em 14 mil reais.

Segundo a vítima, desde que contou ser um homem trans e pediu para ser tratado pelo nome social, a sua superior passou a expor a situação para outros funcionários, chamando-o pelo nome civil, inclusive em reuniões abertas, causando mal estar. As informações são do NLucon.

A situação ficou insustentável para o rapaz, que decidiu pedir demissão da empresa. A sentença proferida pelo juiz do trabalho Ivo Roberto Santaré Teles, afirmou que o reclamante sofreu assédio moral e por isso, deve receber os seus vencimentos como uma rescisão indireta, já que entende-se que a empresa o obrigou a sair, pelo tratamento desrespeitoso e constrangedor dentro do ambiente de trabalho.

“Cabe ao empregador zelar para que os empregados desenvolvam as suas atividades num ambiente de trabalho sadio, inibindo comportamento que afrontem a dignidade do trabalhador”, escreveu o juiz na sentença.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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