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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Casal gay é açoitado com 80 chibatadas em público na Indonésia.


Casal gay é açoitado em Aceh, na Indonésia, após serem denunciados por “sexo gay”. 


O caso aconteceu na província de Aceh, região onde vigora a lei da Sharia.

Um casal de rapazes de 20 e 23 anos foi açoitado com 80 chibatadas cada um, em praça pública, como forma de punição por terem sido denunciados por praticas sexuais com pessoas do mesmo sexo na província de Aceh, na Indonésia.

A cena, considerada um espetáculo pelos moradores locais, foi assistida por cerca de mil pessoas, que gritavam pedindo para as autoridades “açoitá-los com mais força”.

Embora a Indonésia não considere a homossexualidade crime, o governo de Aceh, um território indonésio especial localizado na ilha de Sumatra, regido pela lei da Sharia, costuma punir pessoas pegas ou denunciadas praticando relações com outras pessoas do mesmo sexo com flagelação em público.

No total, cerca de 15 pessoas foram capturadas e punidas pelo “comportamento inadequado”, que viola as leis da região, sendo que o casal foi punido por manter relação homoerótica e recebeu a maior quantidade de chibatadas, enquanto os demais, incluindo mulheres, foram açoitados por “comportamento adúltero” ou por ingerirem bebida alcoólica.

Essa não é a primeira vez que o governo de Aceh pune pessoas LGBT em público com as chibatadas. Já há alguns anos, a região tem sido notícia na imprensa internacional por sua postura intransigente à diversidade sexual e por não respeitar a identidade de gêneros de pessoas trans.

A repetição dos atos fez com que a entidade Human Rights Watch emitisse uma nota pública de repúdio contra a prática, fato que levou o governo local a se comprometer em pôr um fim a esse tipo de punição, mas, pelo visto, ela continua ativa.

Portugal autoriza a mudança de gênero sem diagnóstico a partir dos 16 anos.


A nova lei deve agora ser promulgada pelo presidente da república, o conservador Marcelo Rebelo de Sousa.


A mudança de gênero e de nome permanecerá totalmente independente de uma eventual operação cirúrgica de readequação sexual.

Depois da Dinamarca, de Malta, da Suécia, da Irlanda e da Noruega, Portugal está prestes a se tornar “o sexto país europeu a acordar o direito de autodeterminação de identidade de pessoas transexuais (…) sem a tutela de um terceiro e sem o diagnóstico médico de pertubação de identidade”, comemorou a deputada Sandra Cunha, do Bloco de Esquerda (extrema-esquerda).

“Ninguém precisa de um terceiro para saber se é um homem ou uma mulher, garoto ou garota”, completou a deputada durante o debate parlamentar antes da votação.

A mudança de gênero e de nome permanecerá totalmente independente de uma eventual operação cirúrgica de readequação sexual.

A lei em vigor desde 2011 exigia das pessoas transexuais um diagnóstico médico que estabelecesse uma disforia de gênero, quando o gênero ressentido não corresponde ao sexo biológico.

A nova lei deve agora ser promulgada pelo presidente da república, o conservador Marcelo Rebelo de Sousa, que tinha vetado uma primeira versão do texto adotado pelo Parlamento em meados de abril.

O chefe de Estado havia pedido que a exigência de um relatório médico fosse mantida para os casos de menores com idade entre 16 a 18 anos.
Rebelo de Sousa se mostrou favorável ao princípio de não considerar mais a identidade de transexuais como “uma doença ou uma situação mental anormal”.

A parte da lei que concerne os menores foi, então, alterada e prevê a necessidade de um relatório médico “que atesta exclusivamente a capacidade de decisão de uma vontade ciente, sem referência a um diagnóstico de identidade de gênero”.

Além disso, a lei adotada hoje proíbe as intervenções cirúrgicas em bebês intersexo, que nascem com órgãos reprodutores masculinos e femininos, a fim de que essas pessoas possam elas mesmas escolher seu gênero quando crescerem.

Apesar de aumento, tratamento no combate a Aids pode sofrer corte de verba.




Três a cada cinco portadores do vírus HIV no mundo têm acesso a tratamento com medicamentos antirretrovirais. Os números foram constados a partir de um relatório da Unaids divulgado nesta quarta-feira (18). Apesar do resultado considerado positivo no estudo de combate a Aids, as Organizações das Nações Unidas (ONU) revelaram receio da falta de verba que impeça manter este patamar.

De acordo com levantamento, cerca de 21,7 milhões de pessoas são medicadas contra a Aids em todo o planeta. Esta é a maior proporção já registrada. Porém, a entidade que coordena ações contra a doença teme não conseguir manter  este padrão. Estima-se que faltam US$ 7 bilhões para ser investido em programas de combate à doença, acredita o diretor-executivo da Unaids, Michel Sidibé.

No ano passado, cerca de 20,6 bilhões de euros foram utilizados em programas de luta contra a Aids, dedicados para apenas os países pobres, que conseguiriam financiar somente para custear 56% dos tratamentos. No entanto, os Estados Unidos, maior contribuição no combate à doença, prevê um corte no orçamento.

“O medo é que a diminuição nas contribuições internacionais gere uma diminuição nos investimentos internos dos países mais atingidos pela epidemia”, afirmou o médico, acrescentando que 44 países utilizam do tratamento, com 75% da ajuda internacional.

Somente em 2017, 940 mil pessoas morreram por complicações da Aids. Atualmente, cerca de 15,2 milhões de soropositivos não têm acesso ao tratamento, e 1,8 milhão de novas contaminações foram registradas no mundo, afirma a Unaids. Espera-se que 30 milhões de pacientes sejam tratados até 2020. As informações são do G1.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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