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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Primeira ministra da Escócia cancela encontro com Trump pra ir à Parada LGBT.




Nicola Sturgeon, primeira ministra da Escócia, cancelou o encontro que teria com o presidente americano Donald Trump em sua visita ao Reino Unido para um compromisso pra lá de importante: comparecer à Parada LGBT da cidade de Glasgow.

Conhecida por seu posicionamento pró-LGBT, Sturgeon recebeu o título de “Grand Marshal” em reconhecimento a ter sido a única Primeira Ministra da Escócia a comparecer às paradas do país. “Estou feliz que a Escócia seja um dos países mais progressistas em Direitos LGBT na Europa. Glasgow é uma cidade fantástica e este tipo de evento só nos une ainda mais. Vamos celebrar o que as pessoas LGBTs acrescentam a sociedade escocesa”, disse a primeira ministra durante discurso.

“Como sociedade devemos defender a igualdade e justiça, e valorizar todo tipo de progresso já conquistado”, afirmou Sturgeon. O evento, que aconteceu no último domingo (15/07) reuniu cerca de 60 mil pessoas para as ruas da cidade.

Pai pede para matarem seu filho gay “pela honra da família”; jovem está desaparecido.




Um jovem gay de 20 anos foi preso em São Petersburgo na Rússia, graças à colaboração de seu pai, que pedia para as pessoas matarem o próprio filho “pela honra da família”. Zelimkham Akhmadov é um dos homens que foi preso no ano passado pelas autoridades da Chechênia, região pertencente à Federação Russa, por causa de sua orientação sexual.

Em uma espécie de campo de concentração para prender homossexuais ou suspeitos de serem homossexuais que foi criado pelo governo local, o jovem foi torturado e pressionado a dedurar outros amigos igualmente gays. Após conseguir fugir, Zelimkham foi buscar ajuda em São Petersburgo, onde foi abrigado por outro amigo. Desde então, seus pais o colocaram na lista de fugitivos procurados do país. Em abril deste ano, alguns de seus familiares tentaram entregá-lo às autoridades, mas o mesmo conseguiu escapar.


Zelimkhan manda mensagem de texto onde pede por ajuda após ser sequestrado.


O jovem tentou pedir ajuda à Rede LGBT Russa, uma organização não-governamental que ajuda LGBTs do país europeu. Ele, então, marcou um ponto de encontro, mas, ao chegar no local em que lhe havia sido prometido o máximo de segurança, o mesmo foi surpreendido pela presença de seu pai, acompanhado por policiais, que o forçaram a entrar em um carro. Desde então, não se tem notícia do paradeiro de Akhmadov. A Rede LGBT Russa chamou a polícia de São Petersburgo para abrir uma investigação a fim de tentar encontrá-lo.

Após a repercussão do caso de Zelimkhan Akhmadov na imprensa do país, representantes da Freedom House, uma organização independente que atua em prol da democracia e dos direitos humanos, afirmou que “a perseguição à comunidade LGBT na Chechênia infelizmente está longe de acabar”. “Como muitos outros, Zelimkhan foi preso por autoridades locais, torturado e agredido por causa de sua orientação sexual”.

“Devido as autoridades russas colaborarem com a homofobia, solicitamos urgentemente ajuda ao PACE (Parliamentary Assembly of the Council of Europe – Assembleia Parlamentar do Conselho Europeu), pedindo interferência internacional e a imprensa para investigarem as atrocidades cometidas pelas autoridades chechênias”, pediu a entidade.

Ativistas decidem criar abrigo para LGBTs no Japão.




Um grupo de ativistas decidiu inaugurar até novembro deste ano, um abrigo dedicado a pessoas LGBTs em situação de vulnerabilidade na capital Tóquio, no Japão.

O projeto espera acolher muitos LGBTs que por conta do preconceito que ronda todo o mundo e por isso acabam sendo expulsos de casa, virando sem teto.

Outra dificuldade encontrada no Japão é conseguir alugar uma casa, pois proprietários acabam discriminando essas pessoas que procuram por moradia. Para conseguir erguer o local, os organizadores criaram um crowdfunding.

Artista plástico francês é assassinado em Paraty; homofobia pode ter sido motivação.





A Polícia Civil de Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro, está investigando a morte do artista plástico francês Cedric Alexandre Vacherie Jaurgoyhen, de 33 anos. Segundo os agentes, o corpo dele foi encontrado na manhã de sexta-feira (13/07) no sítio onde morava, que fica na Estrada da Colônia, na Barra Grande, localidade afastada do Centro.

Segundo a polícia, ele foi atingido com um tiro de espingarda na cabeça. A residência do francês estava queimada e os agentes estão investigando as causas do incêndio. O corpo da vítima foi levado para o Instituto Médico Legal de Angra dos Reis, cidade vizinha. Familiares que moram no Brasil disseram que o corpo do francês será enterrado em Cannes, na França.

A polícia está trabalhando com algumas linhas de investigação para descobrir possíveis suspeitos e a motivação do crime. Os agentes analisam também a hipótese de crime por intolerância, já que a vítima era homosexual e participante do candomblé.

Travesti é espancada e roubada ao se negar a fazer programa em São Paulo.




Uma travesti de 23 anos foi agredida e roubada durante um programa em São José do Rio Preto (SP), no Parque Industrial. O caso aconteceu na Avenida Cenobelino de Barros Serra, na sexta-feira (06/07), mas a vítima registrou na segunda-feira (09/07) o boletim.

Segundo o boletim de ocorrência, a vítima e o suspeito combinavam um programa, mas a travesti viu que o homem estava sob efeito de drogas e se recusou a sair com ele. O suspeito começou a agredir a vítima com chutes e socos. Com a travesti no chão, o homem pisou no pescoço dela.

Ainda conforme o registro policial, o agressor fugiu levando a bolsa com os documentos e um celular da vítima. O caso foi encaminhado para o 2º Distrito Policial de Rio Preto para investigação.

Transexual é retirada algemada de banheiro feminino no Rio de Janeiro.


Transexual, Dany foi retirada à força de banheiro feminino em Araruama.


De acordo com Dany Coluty, um dos guardas agiu de forma agressiva e chegou a agredi-la.

Dany Coluty foi retirada algemada de um banheiro público feminino, na noite de terça-feira, na Praça Antônio Raposo, em Araruama, no interior do estado pela guarda civil da cidade. Um vídeo publicado pela própria Dany em um perfil nas redes sociais mostra o momento em que três guardas — dois homens e uma mulher — expulsam ela do banheiro.

De acordo com Dany, ela foi abordada dentro do banheiro por uma guarda, que pediu para ela se retirar do local. Como ela se recusou a sair, outros guardas foram chamados. Segundo Dany, um dos homens agiu de forma agressiva e chegou a agredi-la. Ela conta que foi retirada à força e algemada de dentro do banheiro.

“Eu estava na praça e fui ao banheiro, que sempre usei. Desde criança. Quando eu estava lá, uma guarda municipal veio falar comigo com um tom arrogante. Ela pediu para eu me retirar. Disse que o meu lugar era o banheiro masculino. Como me recusei, chegou um guarda com um tom agressivo, me xingando, tentando me agredir. Disse que ali não era o meu lugar, que se eu não saísse por bem iria sair na marra”, contou.

Dany contou ainda que um dos guardas chegou a puxar o seu cabelo para que ela se retirasse do banheiro. Ela conta que revidou a agressão e, por conta disso, foi levada para a 118ª DP (Araruama).

“Me senti tão humilhada e agredida que revidei. A praça estava cheia, com crianças, idosos e pessoas de todo tipo. Alguns tentaram me defender. Se não tivesse ninguém, o guarda ia socar a minha cara. Me levaram para a delegacia como se eu fosse uma criminosa. Colocaram como se eu tivesse desacatado os guardas. Nunca me senti tão constrangida e humilhada. Sou nascida e criada em Araruama, fui rainha de bateria de Araruama durante quatro anos e de repente acontece uma situação constrangedora como essa”, relatou.





Segundo a secretaria de Segurança, Ordem Pública e Defesa Civil de Araruama foi aberto um processo administrativo para apurar os fatos. De acordo com a secretaria, Dany foi autuada por desacatar os guardas civis e que “cabe esclarecer, que a Guarda Civil de Araruama preza pela igualdade de direitos, repudiando qualquer tipo de ato discriminatório”.

Discussão está no Supremo Tribunal Federal (STF)

Um processo em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), desde outubro de 2014, trata sobre o direito de pessoas travestis e transexuais usarem banheiros conforme sua “identidade de gênero”, como se percebem. Os ministros Luís Roberto Barroso e Luiz Edson Fachin já votaram a favor do recurso extraordinário.

O julgamento, porém, está “parado” desde o dia 19 de novembro de 2015, quando foi interrompido por um pedido de vista do ministro Luiz Fux. Além de Fux, faltam o voto de outros nove ministros para uma decisão sobre o caso.

O processo entrou em julgamento após uma transexual ser barrada no banheiro feminino de um shopping em Santa Catarina.

Justiça condena empresa de ônibus a indenizar jovem por insultos homofóbicos.




A justiça do Distrito Federal deu parecer favorável ao ativista de Direitos Humanos Maurício dos Santos Martins que deve receber uma indenização no valor de R$ 7 mil da empresa Urbi Mobilidade Urbana por ouvir comentários homofóbicos feitos por funcionários da companhia em um ônibus da capital Brasília.

O episódio aconteceu em 2017, dentro de um veículo da linha 53. O jovem, de 25 anos, utilizava uma camiseta do movimento LGBT e passou a ouvir frases discriminatórias desde que entrou no transporte coletivo. “para mim são todos doentes mentais. É problema espiritual e mental. Os gays só vão parar com essa safadeza quando a mão de Deus pesar sobre eles”, foi um dos exemplos dos insultos que ele foi obrigado a ouvir.




“Eles estavam super agressivos e desatualizados, me senti ofendido. Mesmo homofobia não sendo crime no Brasil, é importante mostrar que passa a ser quando ofender alguém”, contou Martins em entrevista ao Jornal de Brasília.

A vítima filmou toda a ação com o seu celular e registrou o Boletim de Ocorrência (B.O.) como injúria preconceituosa por orientação sexual e seguiu o processo até entrar em uma conciliação com a empresa, nesta quinta-feira (19).

Nas quatro audiências do processo, a Urbi sempre negou o ocorrido, mesmo com a existência das imagens e depoimentos de testemunhas. Nesta última, entretanto, ambas as partes entraram em um acordo. Além da indenização, ele também foi convidado a fazer palestras para os rodoviários sobre como tratar membros da comunidade LGBT durante o expediente de trabalho. Apesar do acordo, a ação judicial foi arquivada sem que os rodoviários ou a empresa assumissem a culpa.

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Postado por Andy | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. Hoje tirei o dia pra reler a história do Dino e do Pablo! O Dino pelos meus cálculos está quase quarentão! Gostaria que o Dino nos atualizasse, eles estão morando juntos, casas separadas, mesma cidade, etc? Eles tem instagram para os leitores seguirem eles? Abraços
    Nick

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  2. Anonimo, pois é...nós os colaboradores, nem sabemos mais...a historia do Dino ja faz muuito tempo. Se quizer mandar mensagem, o e-mail está no canto superior direito. Vlw!

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