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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Americano é preso após espancar rapaz gay brasileiro e mantê-lo em cativeiro durante quatro dias.




Jackson Sugrue, um americano de 19 anos, foi preso em Boston, nos Estados Unidos, acusado de crime de ódio contra um rapaz gay de 50 anos. Segundo a vítima, que é brasileiro, ele ouvia insultos homofóbicos enquanto era agredido por Surge.

O brasileiro, que estava desocupado e morando na Igreja Batista da Filadélfia em Framingham, Massachusetts, conta que estava nos fundos da igreja com Sugrue quando de repente ele se tornou violento. “Ele me atacou por trás, dizendo ‘você é gay, você gosta de mim?'”, conta Eliseu, que ainda foi espancado com um extintor de incêndio. Após as agressões, Eliseu foi trancado dentro de um banheiro e deixado por lá durante quatro dias, sem ter o que comer e beber.

No quarto dia, o rapaz conseguiu fugir e acionar a polícia. Eliseu foi encontrado inconsciente e com diversos hematomas pelo corpo. “Jesus estava me ajudando, graças a Deus estou vivo”, disse o brasileiro. Ele foi levado para o hospital para tratamento. Sugrue foi preso no mesmo dia, sob acusação de crime de ódio.

Casal é condenado por transar na frente de filho para “ensiná-lo a não ser gay”.




Um casal que não teve a identidade revelada foi condenado pelo tribunal de Readon Crown Court, do Reino Unido, por incorrer estupro de vulnerável ao manter relações sexuais na frente do filho de 11 anos “para ensiná-lo a não ser gay”.

Durante o julgamento os réus confessaram que além de obrigarem a criança a assistir o ato sexual entre eles, também a fazia participar das relações sexuais, praticando sexo oral nos seios da madrasta e ter os seus órgãos genitais tocados pela mesma.

Segundo o site Pink News, a mulher foi condenada a nove anos de prisão por ato indecente, enquanto o pai ficará recluso por seis anos por induzir o menino ao ato. O caso se arrastou por mais de 20 anos na justiça britânica. A primeira denúncia foi feita em 1998, pela própria vítima – hoje com 30. Porém o caso não foi para frente, pois os pais conseguiram ludibriar as autoridades e contornar a situção.

Mas a vítima não desistiu e conseguiu reabrir o processo anos depois. Durante a sentença, a juíza Maria Lamb afirmou que o rapaz “foi uma criança negligenciada por seus pais” e acusou a madrasta de utilizar a inocência do garoto para satisfazer os seus desejos sexuais.

Instagram deleta foto com beijo gay por "violar" suas diretrizes e causa revolta.


Instagram excluiu foto por ter um beijo gay e afirmou em justificativa que a imagem violava as diretrizes da rede social


A fotógrafa Stella Asia Consonni leu as regras da rede social e percebeu que não havia nada de errado com a foto que postou; o caso acabou ganhando repercussão, o Instagram voltou atrás e ainda fez um pedido de desculpas

Em pleno mês do Orgulho LGBT, a fotógrafa Stella Asia Consonni passou por uma situação embaraçosa que está sendo vista como ato de preconceito . Ela compartilhou uma imagem de um beijo gay para divulgar um ensaio que realizou, a foto teve uma grande repercussão e, sem um motivo coerente, acabou sendo excluída pelo Instagram, que foi muito criticado e, posteriormente, acabou voltou atrás.   

A foto do beijo gay , que também leva o provocativo questionamento “pizza é a única coisa melhor do que amor?”, foi postada na sexta-feira (29), e Stella conta que “recebeu muitos comentários adoráveis, mas também inúmeros horríveis de ódio”. Para ela, isso é uma prova de que mesmo a comunidade LGTB+ conseguindo muitos avanços em termos de direitos, ainda é atormentada pela homofobia.

Beijo gay viola as diretrizes da rede social?

Nas redes sociais, as pessoas costumam expressar aquilo que pensam sem pudores, por isso, infelizmente, é de se esperar que os “haters” façam comentários preconceituosos. Entretanto, o que a fotógrafa não esperava é que o Instagram fosse deletar a postagem dela com a justificativa de que a imagem não cumpria com as regras da rede social.

“No sábado de manhã, abri o Instagram e vi que tinha recebido uma mensagem dizendo que a imagem havia sido excluída porque não seguia as diretrizes da comunidade”, explica Stella em entrevista ao site da revista “i-D”. Então, ela leu cada uma delas, mas não conseguiu encontrar nada que se enquadrasse no perfil da imagem que postou, não havia mamilos, sexo explícito ou close em nádegas totalmente nuas.

Stella presumiu que a foto tinha sido denunciada por “haters” e, como consequência, foi excluída, mas ela descobriu, a partir de uma pesquisa online, que o número de vezes que algo é relatado não determina se algo será removido ou não.

A história rapidamente ganhou repercussão, e personalidades que defendem a causa LGBT+, incluindo os cantores Olly Alexander e Jade Thirlwall, expressaram sua frustração frente à atitude do Instagram e usaram a mesma rede social para cobrar uma resposta.

Instagram volta atrás 

Embora o Instagram não tenha dado uma resposta pública, o post foi recolocado, e a empresa mandou um e-mail de desculpas para Stella que diz: “Queria entrar em contato pessoalmente e pedir desculpas sinceras por sua foto ter sido excluída. Foi removida por engano e foi reintegrada ontem à noite”.

Para a fotógrafa, isso não muda muita coisa. “Acho que isso é apenas uma parte muito pequena de uma questão muito mais profunda”, afirma Stella, que chegou a receber ameaças de morte por postar a foto de um beijo gay . Por outro lado, ela também fica feliz por ter recebido apoio. “Isso me fez pensar que talvez nosso mundo não esteja completamente podre.”

PM pede afastamento após sofrer ataque na web por vídeo no qual beija outro homem em Metrô.


Vídeo de PM beijando outro homem repercute nas redes sociais


Um soldado da Polícia Militar (PM) pediu afastamento médico na sexta-feira (29), após a repercussão negativa de um vídeo no qual aparece fardado dando um “selinho” em outro homem durante uma viagem no vagão da Linha 3 – Vermelha do Metrô de São Paulo.

Em entrevista ao G1, Leandro Prior explicou que tomou a decisão depois que recebeu muitos comentários homofóbicos e ameaçadores após a divulgação das imagens. “Acabaram com a minha vida. Hoje eu estou afastado, passei no médico. Não é só a homofobia o problema, é mais grave que isso, estou sofrendo ameaças de morte”, contou ele por telefone.

O policial teme que o burburinho causado pela divulgação do vídeo atrapalhe sua carreira na PM, onde atua há quatro anos. O ataque o deixou tremendamente abalado a ponto de ter que se internar em uma clínica de repouso desde o sábado (30).

O advogado de Prior, José Beraldo, informou que será registrado um Boletim de Ocorrência (B.O.) sobre o caso. “É um crime cibernético. Vamos estudar que medidas adotaremos para que o Google e o Facebook nos ajudem a identificar o autor do vídeo e as pessoas que estão fazendo ameaças de morte. Queremos que o material seja retirado da internet”, afirmou.

“Foi um beijo entre amigos, um selinho, nada lascivo”, defendeu. “Ele está sendo perseguido, ele é vítima de crime de ódio. É um policial do bem, uma pessoa do bem. Vamos fazer de tudo para que ele permaneça na polícia”, completou.

Em nota, a Policia Militar disse que o “o policial procurou o serviço médico da instituição e foi encaminhado para tratamento de saúde, por isso está afastado”, acrescentando que as mensagens e natureza homofóbica direcionadas ao soldado serão apuradas. “Além da investigação, a instituição colocou à disposição do policial militar medidas protetivas, por meio do Programa PM Vítima, da Corregedoria”, continua o texto.

A conduta do PM dentro do vagão, enquanto estava em exercício da profissão, por estar utilizando o uniforme da corporação, será investigada de maneira puramente administrativa por demonstrar “postura incompatível com os procedimentos de segurança que se espera de um policial fardado e armado, que exigem que esteja alerta”, ressalta ainda o comunicado.

De acordo com o advogado de Prior, ele deve retornar ao trabalho, já no dia 11. “Ele está internado em uma clínica de repouso para tratamento psiquiátrico. Está se recuperando das agressões que sofreu, que foram graves. Logo ele retornará ao trabalho”, finalizou.

Namoradas são achadas mortas no intervalo de uma semana em SP.


Roberta e Nagela foram encontradas mortas em Juquiá, SP 


Caso chocou a pequena cidade de Juquiá, no interior de São Paulo, e está sendo investigado pela Polícia Civil.

Duas jovens namoradas foram encontradas mortas dentro da mesma casa, em um intervalo de uma semana, em Juquiá, cidade localizada na região do Vale do Ribeira, no interior de São Paulo. Elas mantinham um relacionamento estável há, pelo menos, seis anos.

De acordo com informações da Polícia Civil, Nagela Jaze, de 25 anos, foi encontrada morta no dia 26 de junho. A jovem estava sozinha e com um lenço preso ao pescoço. Ela morava com a namorada Roberta Dobroka, e as duas filhas dela. Após a morte de Nagela, Roberta chegou a fazer um post bastante emocionada nas redes sociais.




Ainda segundo a polícia, na tarde desta segunda-feira (2), quase uma semana após a morte de Nagela, Roberta foi achada morta na mesma casa. De acordo com testemunhas, ela estava com o fio de um aparelho eletrônico também enrolado ao pescoço. A jovem deixou duas filhas, que estão sob cuidados de parentes.

De acordo com a Polícia Civil, foi instaurado um inquérito para investigar a morte das duas jovens na Delegacia Sede de Juquiá. Segundo apurado, várias linhas de investigação estão tentando desvendar a morte misteriosa das jovens. A hipótese de homicídio, assim como a de suicídio, não foi descartada. Por enquanto, ninguém foi preso.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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