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CONTOS DO LEITOR


Aprendiz de Piranha
Autor: Marcos Felipe

*Eu, Marcos Felipe, declaro que todas as histórias publicadas são fictícias, frutos da minha imaginação, incluindo os personagens*


 

Me chamo Gustavo e vou contar algumas aventuras sexuais, algumas que curtir bastante outras nem tanto.... Tenho 18 anos, não tenho uma genética invejável, portanto vou à academia todos os dias, atraindo olhares desejáveis sobre mim. Eu já transei com gente que hoje sinto nojo, como meu primo, por exemplo.
Fisicamente? Meu cabelo é castanho escuro com loiro escuro, minha pele é amarela, “dourada” talvez, meus olhos são escuros, meu nariz grande, porém proporcional ao meu rosto, lábios finos, mãos grandes, pés grandes, e o mais valorizado, uma piroca de 20cm.
Interiormente? Sou uma boa pessoa, até você me fazer mal...
*
Tudo começou com 15 anos, não sou tão afeminado, mas dou pinta, entende? Aquele que você olha e fala “hmm”. Eu estava num sitio, o sol, naquele dia, não brincou e esquentou bastante a terra, principalmente, aquele sitio. Era a festa de um tio chato. A festa rolava com bastante animação, alguns na piscina, outros jogando sinuca, tinha gente até dormindo. Eu? Eu estava na piscina, com alguns primos, o que eu queria estava namorando, e eu não curto ser amante, então nada passando na minha cabeça.

Era, mais ou menos, 15:30 quando eu decidi ficar sozinho, fui até o quarto do sitio, e fiquei escutando músicas aleatórias. Luscas (um primo com o nome estranho, de 20 anos, magro e com um sorriso bobo) já adentrou o pequeno quarto e começou uns assuntos nada a ver, até que falou:
- Primo, tu é viado ou curte pegar macho?
- Eu faço o que me dá vontade
- Então tu pega macho?
- Se me der vontade, por que não??
- Tu já deu?
- Tu quer me mamar? Seja direto, porra.
- Não, quero que tu me mame.

Era o que eu precisava, o que eu desejava há tempos e finalmente tinha. Fechei a porta do quarto e coloquei uma pequena mala na porta, a sensação de perigo corria nas minhas veias, mas a minha boca implorava por pica.
- Eu não vou te beijar, tu só vai me chupar e acabou – Eu não queria romance mesmo, apenas gozar sem estar sozinho.

 

Ele deitou na cama, e eu fui chegando perto devagar. O idiota já baixou a sunga sem cerimônia, um tanto apressado. A pica deveria ter uns 18cm, uma rola grossa com algumas veias. Eu fui cheirando, comecei pelo ovo, com alguns pentelhos, e fui subindo até a cabeça rosada. Ele mandava eu chupar, mas eu queria jogar, então mandei ele ficar quieto. Comecei chupando só a cabecinha, ele gemeu baixo, então tirei a rola da boca e comecei a lamber, lambia tudo, a cabeça, o ovo, a virilha, até me arrisquei indo quase no cuzinho, mas ele reclamou, segurou minha cabeça me obrigando a voltar até sua rola, já babada. Eu chupei a cabeça e ele forçava mais, eu ia engolindo mais e mais, até engasgar, o filho da puta riu e disse:
- Nem sabe chupar, mas até que tá bom.

 

Nossa, agora eu aí dar minha vida naquela rola. Eu voltei pra rola com tudo, chupava a cabeça, chupava até onde conseguia. Cuspia na rola e voltava a mamar, chupava com força, sentia a rola na minha garganta, até que eu enfim, eu conseguir engolir a rola toda sem engasgar. Foi o auge da transa, eu queria mais e mais, eu me punhetava e mamava ele, ele gemia alto, e eu mandava ele gemer baixo, ele me xingava, dizia que eu era uma puta, vadia, viadinho mamador, a vergonha da família, mas eu adorava. Eu larguei a minha pica, e fui com tudo na dele, cuspi de novo na cabeça, punhetei o meu cuspe junto com a baba do pau dele, ele mandou eu chupar a pica dele, eu engolir a pica dele de primeira, ele segurou a minha cabeça:
- Tu não queria pica???? – E forçava mais.
- Então toda, vagabunda, vou te encher de leite
- Engole o teu macho, viadinho.

E eu senti a pica dele pulsar, sabia que ele ia gozar. Até que senti o primeiro jato na minha garganta, ele me xingava e mandava eu engolir:

 

- Engole minha porra, filho da puta, tu não queria???!!!
Eu engoli tudo, parecia não ter fim...
- Limpa meu pau, agora – Eu passei a língua por toda aquela pica dura ainda e levei um tapão na cara.
- Limpa logo, caralho – Quando acabei de limpar, ele me empurrou pro lado.

- Se tu contar pra alguém, eu te meto a porrada – Tremi e comecei a me “arrumar”, verifiquei se tinha sujado alguma coisa, e ele falou:

- Avisa pra tua mãe que eu vou dormir na tua casa hoje, vou arrombar esse teu cu. – e foi saindo do quarto, me deixando de pau duro.

Assim, foi o meu primeiro boquete, e eu estava só iniciando minha vida de piranha.

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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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