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MINHA VIDA GAY

Integrante do Pânico, Igor Guimarães, assume ser gay ao vivo: “Peço desculpas por não ser leal”.


O integrante do Pânico Igor Guimarães 


O integrante do Pânico, Igor Guimarães revelou durante edição do programa desta terça-feira (14), na rádio Jovem Pan, que se assumiu gay para a família durante o último Dia dos Pais e que gostaria de fazer o mesmo com os seus colegas de trabalho.

“No Dia dos Pais, eu rompi com a minha vaidade. Estávamos falando do Rodela, que é a pessoa menos vaidosa do mundo porque arrancou os dentes para ser engraçado, e a gente tem vaidades próprias que temos que romper todos os dias. E nesse Dia dos Pais, eu falei para os meus pais e minha família que eu sou gay. Como diz o Severino ‘cara, crachá’, é uma bichona!”, afirmou eie.

O humorista pediu desculpas aos companheiros da atração por não ter contado antes e recebeu o apoio da equipe que o parabenizou pela coragem de falar abertamente sobre o assunto. “Foi muito difícil para mim, [Rogerio] Morgado, peço desculpas para vocês por não ter sido leal com vocês”, disse.

“Você ficou a vida inteira enganando que era um machão, mas a gente já percebeu que você era um ‘viado’”, rebateu Emílio Surita. Daniel Zukerman fez questão de avisar que todos já haviam percebido a sua sexualidade. “A gente sempre soube e a gente vai te abraçar. Pode ficar tranquilo”, disse.

Emocionado, Igor ainda completou: “Eu estou muito feliz, porque eu tive coragem de fazer isso graças a vocês, que são minha família, meus grandes amigos.”



Ex-galã teen, Bernardo Falconi, revela ser gay: “Nunca vivi dentro do armário”.


Bernardo Falcone


Famoso por ser um dos galãs a integrar o elenco da versão brasileira da novela Rebelde, o ator Bernardo Falcone assumiu a sua homossexualidade, aos 34 anos, em entrevista reveladora para o jornal O Dia, desta quinta-feira (02).

“Na real, nunca vivi uma vida ‘dentro do armário’. Profissionalmente, há anos, me convenci de que para ser assimilado pelo mercado televisivo teria que não falar sobre determinados assuntos, não ser de uma certa forma. Topei o jogo, mas vi que isso não me faria feliz. E mais, vi que estava perdendo a oportunidade de usar meu trabalho como plataforma para iniciar conversas sobre o tema e que pudessem impactar positivamente a vida, inclusive, dessas pessoas que sempre acompanharam meu trabalho”, explicou.

“Beni”, como é chamado pelos fãs, ainda contou como decidiu expor a sua condição. “Sentia que estava perdendo meu tempo. Resolvi não mais me preocupar com a expectativa e opiniões dos outros a meu respeito e foquei em ser o artista que eu adoraria que tivesse existido quando eu era criança e adolescente.”

Ele acredita que declarar abertamente a sua sexualidade não o vai fazer perder convites para trabalhos futuros, inclusive na Record. “Fiz bons trabalhos nos projetos em que estive envolvido lá na Record. Gosto de pensar que esses trabalhos falam mais do que qualquer questão pessoal minha”, disse.

Falcone que também é cantor, agora se dedica ao seu mais novo projeto: o bloco de carnaval Candybloco. “Costumo dizer que o Candybloco é muito mais do que um bloco de Carnaval. É um movimento de amor, de celebração de quem somos e das diversas possibilidades de sermos. É também um movimento de resistência, em tempos tão esquisitos”, explicou Bernardo.

O trabalho na música vem fazendo sucesso nas redes sociais com um cover da drag queen RuPaul, do hit “Sissy That Walk”, que já foi notado pela própria, e agora ele espera firmar parcerias com artistas como Wanessa, Anitta, Linn da Quebrada e Jeza da Pedra.

Jovem fala da relação com o Pai Travesti: ‘Minha heroína’.




Luana Hamana é uma jovem de 25 anos que mora em Campo Grande, MS. Estudante de veterinária, ela conta que sempre teve todo o apoio do pai para estudar e seguir a carreira que desejasse, para levar a vida como quisesse. Uma lição que o pai, Renata Hamana, conhece bem:

“Meu pai assumiu que era gay quando pediu o divórcio para namorar outro homem. Eu tinha 12 anos. Foi muito difícil, minha mãe não aceitou no começo, e não gostava que eu convivesse com ele. Foi uma época complicada” conta Luana.

Renata lembra daquela fase como um momento doloroso, por todo o contexto da transição: “Eu tinha um casamento com a Joana, trabalhava no aeroporto, tinha uma família aparentemente normal. Mas no fundo sempre senti que havia algo errado, e não entedia o que era, até tomar a decisão de assumir o desejo que sempre viveu em mim e eu insistia em negar”, relata.

Ao comunicar a decisão para a esposa, Renata – que até então era Renato – estava preparada para uma reação negativa, mas tinha muito medo de viver longe da filha: “Quando nos casamos eu incentivei a Joana a estudar e trabalhar, ela trabalhava o dia todo e eu trabalhava à noite, então era eu que cuidava da Luana. Sofri muito longe da minha filha, era eu que ia nas reuniões de escola, carregava ela no colo, ela sempre foi tudo pra mim”.




Luana Hamana é uma jovem de 25 anos que mora em Campo Grande, MS. Estudante de veterinária, ela conta que sempre teve todo o apoio do pai para estudar e seguir a carreira que desejasse, para levar a vida como quisesse. Uma lição que o pai, Renata Hamana, conhece bem:

“Meu pai assumiu que era gay quando pediu o divórcio para namorar outro homem. Eu tinha 12 anos. Foi muito difícil, minha mãe não aceitou no começo, e não gostava que eu convivesse com ele. Foi uma época complicada” conta Luana.

Renata lembra daquela fase como um momento doloroso, por todo o contexto da transição: “Eu tinha um casamento com a Joana, trabalhava no aeroporto, tinha uma família aparentemente normal. Mas no fundo sempre senti que havia algo errado, e não entedia o que era, até tomar a decisão de assumir o desejo que sempre viveu em mim e eu insistia em negar”, relata.

Ao comunicar a decisão para a esposa, Renata – que até então era Renato – estava preparada para uma reação negativa, mas tinha muito medo de viver longe da filha: “Quando nos casamos eu incentivei a Joana a estudar e trabalhar, ela trabalhava o dia todo e eu trabalhava à noite, então era eu que cuidava da Luana. Sofri muito longe da minha filha, era eu que ia nas reuniões de escola, carregava ela no colo, ela sempre foi tudo pra mim”.

Joana com Luana no colo, ao lado do então esposo, que à  Ã©poca se chamava Renato.  (Foto: Arquivo pessoal )

Luana conta que após a separação, a mãe não gostava que ela convivesse com o pai. Aos 16 anos ela começou a trabalhar como menor aprendiz para poder ter o próprio dinheiro e estreitar esse contato: “Assim que pude eu comprei um celular pra falar mais com o meu pai, e ele ia me buscar no serviço, na faculdade, a gente ia comer espetinho, eu sempre tentei ficar próxima dele o máximo possível”, relembra.

“Meu pai é minha heroína”.

Para a jovem, a opção afetiva do pai nunca interferiu na imagem que ela tinha dele: “Eu só enxergava o amor, para mim nunca fez diferença”.

Renata é travesti, e hoje, 13 anos depois, Luana fala do pai com a admiração de quem acompanhou essa história de superação pessoal: “Meu pai é minha heroína, ele passou e ainda passa por muita coisa pra poder ser quem é”.

Joana, a mãe de Luana, hoje tem uma postura muito diferente com relação ao ex-marido: “Eu demorei um tempo para aceitar, cheguei a ficar depressiva, mas depois de um tempo vi que aquilo não era para mim e fui cuidar da minha vida, estudar e seguir em frente. Hoje sou pedagoga e estou me especializando em educação especial. A diferença é para ser compreendida”, conta.

Renata é cabeleireira. Quando fez a transição, a primeira pessoa que lhe apoiou foi seu pai:

“Eu passei muito tempo da minha vida escondendo isso, calada, revelei com 42 anos. Fiquei doente e quando saí do hospital, meu pai me disse ‘Pare de sofrer, pare de chorar, vá viver sua vida sendo quem você é’ e isso fez toda a diferença. Hoje ele é idoso e sou eu que cuido dele. O apoio ajuda muito”.

Família em perfeita em harmonia.

“Essa foto foi no aniversário da minha mãe, foi meu pai que fez o bolo! Hoje elas são amigas, até demais!” conta Luana, rindo.


Luana, a mãe e o pai: "Hoje elas são amigas tão demais" 


Para essa família, o amor é o que importa, realmente:

“Tive três casamentos, um com a mãe da Luana e os outros dois com homens, em nenhum fui tão feliz como fui com ela. Ficamos juntos por 18 anos, tivemos a Luana e no nosso casamento sempre fomos grandes amigos, é bom demais poder manter essa relação positiva hoje para que a nossa filha seja feliz”, conta Renata.

Sobre a amizade entre Renata e Joana, para o pai, a relação é simples: “Nossa prioridade é ela. É nossa única filha. Hoje acabou aquela briga, a mãe dela está mais tranquila, nós brigamos de vez em quando como toda família, mas evitamos desentendimentos. A gente troca até vestido!” diverte-se.

“O preconceito é o que machuca”.

“Eu sou muito quieta no meu canto, tenho essa postura porque prefiro. O preconceito é o que machuca. Algumas pessoas me veem com cabelo comprido, voz feminina, mas preferem me tratar por ‘ele’ sabendo que isso pode me ofender. Fico chateada, mas eu não ligo porque minha família, que é o que realmente importa, me apoia” conta.



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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