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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Casal gay se retira de avião após companhia exigir que cedesse lugar para héteros.




O empresário David Cooley famoso na cena LGBT por ser dono de uma das boates gays mais famosas de West Hollywood, a The Abbey, denunciou em suas redes sociais um episódio de discriminação dentro do voo de uma companhia aérea que fazia a escala Nova York – Los Angeles.

Antes do avião decolar, Cooley relatou que uma comissária de bordo abordou o seu namorado pedindo para que ele trocasse de lugar com um casal hétero que queria sentar junto. “expliquei que éramos um casal e queríamos nos sentar juntos. Ele teve a escolha de desistir do assento premium e ir para o outro ou sair do avião”, contou indignado.

Eles então preferiram sair e viajar em outra aeronave. Sobre o ocorrido ele disse se sentir humilhado. “Eu não posso acreditar que uma companhia aérea nos dias de hoje daria a um casal hétero tratamento preferencial sobre um casal gay e chegaria ao ponto de nos pedir para sair”, desabafou afirmando ainda que não voará mais pela companhia.

A Alaska Airlines emitiu um comunicado no qual reconhece o incidente e informou que irá abrir uma investigação para analisar os fatos e ainda afirmou que “A Alaska Airlines tem uma política de tolerância zero para discriminação de qualquer tipo, e nossos funcionários valorizam a inclusão para nossos passageiros e uns aos outros”, diz a nota.

Barbeiro italiano é condenado em R$ 20 mil após se negar a cortar cabelo de homem trans.




Um barbeiro de Dublin, na Irlanda, foi condenado a pagar uma indenização no valor de 5 mil euros (aproximadamente R$ 20 mil) para um cliente, que teve um corte de cabelo negado por ele ser um homem trans.

Segundo informações do jornal Independent, Lee McLoughlin foi até a barbearia para fazer um corte de cabelo e a barba, e após esperar cerca de 25 minutos, soube que não teria o cabelo cortado. “Não corto cabelo de mulheres!”, disse o profissional. Mesmo após explicar a situação, o homem continuou negando o serviço a McLoughlin: “Me desculpe, não corto cabelos femininos! Procure outro salão”.

Se sentindo humilhado, a vítima resolveu procurar a justiça. A ação deu parecer favorável a vítima por constatar o dano moral causado. “É uma vitória para todas as pessoas trans, sinto que foi feita justiça”, comemorou. “Eu avisei a ele que sou trans, não consegui acreditar que estava passando por isso. Decisões como esta são importantes para servirem de exemplo a muitos profissionais por aí e pra que pessoas trans deixem de ser tão discriminadas”, completou.

Lésbicas são espancadas por seis homens em quiosque de São Paulo.




Duas lésbicas foram vítimas de violência homofóbica, além de serem roubadas, em um quiosque localizado na cidade de Santos, no litoral de São Paulo, no último final de semana.

Carolina e Júlia estavam sentadas em um banco do Quiosque Burgman quando os rapazes se aproximaram proferindo palavras de baixo calão, humilhando-as por causa da orientação sexual, chamando-as de “sapatão”, e, ainda, as assediaram gritando palavras como “gostosa”. Em um relato publicado por uma amiga das vítimas no Twitter, ela contou que o estabelecimento estava cheio de gente, mas “ninguém moveu um dedo” para ajudar as meninas que tiveram escoriações em várias partes do corpo, inclusive os funcionários do bar.

Através do stories do Instagram, uma das vítimas narrou o acontecido, contando a aproximação dos agressores, até o momento em que sua amiga sacou uma canivete para tentar se defender, mas, de acordo com ela, dado o número superior de homens, “não demorou” muito e as duas “estavam no chão”, sendo agredidas, “levando chutes, socos, pontapés e puxões de cabelo”. A vítima afirma ainda que uma das funcionárias do estabelecimento “empurrou” sua amiga, dizendo “tu tá metendo o louco?”.

Por fim, elas contam que a polícia chegou ao local, e as levaram para a delegacia, depois de terem sido revistadas “daquele jeito escroto”. Após falarem com o delegado Marcelo Gonçalves da Silva, de acordo com a denúncia, o mesmo teria se recusado a fazer um boletim de ocorrência por agressão.

Agora, elas estão fazendo uma campanha, colhendo depoimentos de outras pessoas, principalmente mulheres, que já foram vítimas de agressão homofóbica ou machismo no Quiosque Burgman, a fim de apresentarem uma denúncia “robusta” contra o estabelecimento que, até o momento, não se manifestou sobre o assunto.

Grupo Gay de Alagoas abre inscrições para 3ª edição de Casamentos Coletivos LGBT, em Maceió.


Casamentos devem ser realizados no dia 20 de novembro em Maceió.


Casais formados por pessoas LGBT que desejam se casar na 3ª Edição dos Casamentos Coletivos LGBT de Alagoas têm até segunda-feira (6) para preparar a documentação necessária e entregá-la na Casa dos Conselhos, no Centro de Maceió.
O evento, que deve acontecer no dia 20 de novembro, é promovido pelo Grupo Gay de Alagoas (GGAL) em parceria com o Tribunal de Justiça (TJ-AL) no projeto Justiça Itinerante, que já casou cerca de 88 casais nas duas primeiras edições.

Este ano, segundo o GGAL, a expectativa é de casar cerca de 80 casais.

Para participar do evento os candidatos precisam providenciar as seguintes cópias de documentos:

RG;
CPF;
Registro de nascimento;
Registro de divórcio (se já foi casado);
Comprovante de residência;

Além dos documentos, os casais devem pagar a taxa do cartório no valor de R$ 65 e informar se querem receber o sobrenome do (a) parceiro (a).

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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