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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Justiça da Costa Rica ordena a Congresso revogar proibição do casamento homoafetivo.


7ª edição do Casamento Comunitário acontece no dia 25 de novembro


A lei que proíbe o casamento homoafetivo na Costa Rica foi considerada inconstitucional pelo máximo tribunal de justiça do país, que ainda ordenou ao Congresso de maioria composto por deputados evangélicos, a revogá-la durante um prazo de 18 meses.

A resolução foi divulgada pela sala Constitucional da Suprema Corte de Justiça (CSJ) na quarta-feira (08), acolhendo vários recursos de inconstitucionalidade apresentados contra um artigo do Código de Família que proíbe a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

“Insta-se à Assembleia Legislativa, no uso de sua função legislativa constitucionalmente atribuída, que no prazo de 18 meses (…) adeque o marco jurídico nacional com a finalidade de regular os alcances e efeitos derivados das relações de casal entre pessoas do mesmo sexo”, declara o texto da sentença.

A decisão, entretanto, foi criticada por parte dos membros da comunidade LGBT pelo adiamento da sua entrada em vigor. “Que uma entidade estatal reconheça que há discriminação e ao mesmo tempo permita que essa discriminação continue por 18 meses é uma aberração jurídica”, criticou a ativista Margarita Salas.

A atual Assembleia Legislativa da Costa Rica, instalada após as eleições de fevereiro passado, tem 14 legisladores de um conservador partido evangélico entre seus 57 integrantes, o que torna difícil prever que aprove modificar as leis que impedem o casamento homossexual.

O parecer acontece sete meses depois de a Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) reconhecer que os casais homossexuais têm os mesmos direitos que os casais heterossexuais.

Operação ‘Fada Madrinha’ prende 5 por tráfico de travestis e transexuais do Brasil para a Europa.


Pelo menos 11 pessoas trans foram traficadas pela quadrilha para a Itália em 2017. 


Foi apelidada de “Fada madrinha” a operação deflagrada nesta quinta-feira, 9, no interior de São Paulo, em Minas Gerais e em Goiás, contra uma quadrilha suspeita de tráfico internacional de travestis e transexuais para exploração sexual. O nome foi inspirado nas promessas que os criminosos faziam a suas vítimas, que incluíam a realização de procedimentos estéticos e o impulsionamento de uma carreira na Europa. Pelo menos 11 pessoas foram levadas à Itália em 2017 dentro do esquema.

De acordo com o Ministério Público Federal – responsável pela operação junto à Polícia Federal e ao Ministério Público do Trabalho, – os alvos dos cinco mandados de prisão utilizavam as redes sociais para aliciar mulheres trans com o compromisso de fazê-las participar de concursos de beleza na Europa. Proprietários de repúblicas e pensionatos, alguns dos investigados ofereciam procedimentos cirúrgicos para que as vítimas assumissem corpos mais femininos antes de viajarem. No entanto, para se hospedarem nos locais e financiarem a transição corporal, as vítimas adquiriam dívidas altíssimas e se tornavam prisioneiras dos criminosos, sendo mantidas em condição análoga à de escravidão. O endividamento era agravado pelo superfaturamento de intervenções estéticas e pelos altos valores cobrados para o envio das vítimas ao exterior.

As investigações apontam, segundo a PF, que as vítimas, ao chegarem à cidade de Franca, no interior de São Paulo, em busca das promessas que lhes foram feitas, também eram submetidas à exploração sexual.

A quadrilha também é suspeita de aplicar silicone industrial nas travestis e transexuais para modelagem de bocas, quadris e mamas. O emprego corporal da substância, utilizada para lubrificar máquinas e motores, é proibido pela Anvisa e pelo Ministério da Saúde, pois pode causar necrose, embolia, deformidades e até a morte. Nos casos apurados, há relatos de vazamentos do silicone e deformação corporal. As investigações indicam ainda o uso de próteses mamárias reutilizadas, vencidas ou de baixíssima qualidade nas vítimas.

Os cinco mandados de prisão preventiva e mais oito de busca e apreensão são cumpridos nos municípios de São Paulo, Franca (SP), Leopoldina (MG), Aparecida de Goiânia, Goiânia, Jataí e Rio Verde (GO).

Folião processa bloco de carnaval após ser expulso por beijar outro homem.




O fisioterapeuta Roberto Santos entrou com um processo por danos morais contra o bloco carnavalesco de Salvador EVA, após sofrer agressões homofóbicas por seguranças, após beijar outro rapaz durante o desfile deste ano no circuito Barra/Ondina.

De acordo com o site Bahia Notícias, o folião foi atacado com agressões verbais, teve o seu abadá rasgado e um dedo quebrado, antes de ser expulso da corda. A vítima entrou com uma ação judicial contra a Estrada Velha Produções LTDA e pede R$ 20 mil de indenização, além da restituição das despesas com todo o tratamento médico por causa do ocorrido e a compra de um novo celular, pois o antigo foi quebrado pelos acusados.

O homem explicou à reportagem que a confusão começou após um dos seguranças do bloco disse ter “nojo” de vê-lo beijando outra pessoa do mesmo sexo. “Eu prontamente olhei para o lado e perguntei ao segurança se era comigo. ‘Porque o nojo’?”, contou. “Tenho nojo de vocês gays”, respondeu o funcionário. O folião devolveu dizendo que a declaração poderia ser considerada criminosa e ouviu: “Crime é ser criado um homem e uma mulher e vocês ficarem nessa viadagem.”

Ao ameaçar chamar o responsável, após os insultos foi imediatamente agredido pelo segurança recebendo socos, pontapés, empurrões e tapas no rosto desferidos pelo agressor e outros nove que se aproximaram da situação. Os amigos de Roberto, que filmavam o ocorrido, tiveram seus aparelhos celulares tomados à força, assim como ele.

“Eu estava curtindo o meu bloco. Expliquei o motivo que me fez gravar a situação e ele torceu o meu polegar para pegar o celular que estava na minha mão. Ela se abriu automaticamente”, contou Roberto que teve o celular quebrado após o segurança não conseguir desbloquear o aparelho.

O profissional da saúde ainda disse que teve o abadá rasgado. Toda a sequência foi registrada por uma mulher que estava em um camarote, que enviou as imagens para vítima após ser retirada do bloco. O vídeo será utilizado como prova durante o processo.

Santos entrou com uma ação contra a empresa por não conseguir identificar os agressores. O caso, entretanto, não foi a julgamento. Uma audiência conciliatória está marcada para setembro. Procurada pela publicação, o grupo EVA afirmou desconhecer qualquer informação sobre o processo e diz que não teve tempo hábil de consultar o setor jurídico da empresa até a publicação da reportagem.

Travesti é assassinada a tiros no Centro de Fortaleza; polícia procura descobrir motivação do crime.




Uma travesti identificada apenas como Paloma foi morta na noite desta segunda-feira (06/08) em Fortaleza, Ceará. Segundo publicação do portal “O Povo Online”, o crime aconteceu na rua Princesa Isabel, no Centro de Fortaleza. Os tiros atingiram ainda um idoso que próximo ao local. Os dois assassinos conseguiram fugir.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), Paloma estava na rua Princesa Isabel quando foi atingida por disparos de arma de fogo, efetuados por dois homens que chegaram em uma moto. Um idoso de 78 anos de idade estava próximo ao local da abordagem e foi lesionado pelos tiros.

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) realiza diligências para identificar os autores e descobrir a motivação do crime. Este é o sétimo homicídio contra pessoas trans no Ceará em 2018, conforme levantamento da Rede Trans. No Brasil, foram contabilizadas 89 casos de assassinatos este ano.

Jovem esfaqueado em briga no ES tem alta, mas leva pontos por todo o corpo.


Jovem levou pontos em várias partes do corpo. 


O jovem, de 18 anos, que foi esfaqueado durante uma briga perto de um bar no Centro de Vitória, no domingo (5), recebeu alta do hospital, mas ficou com marcas de ferimentos em várias partes do corpo.

Gabriel Alves levou pontos na perna, no braço, nas costas, no ombro e no rosto. Por causa disso, ele afirmou que sente vergonha de sair de casa.

“Olha o meu rosto. Eu tenho vergonha de sair na rua, tenho medo de eles fazerem isso comigo de novo. Não teve motivo para fazerem isso”, declarou.

A vítima estava num bar tradicional do Centro de Vitória, na noite de domingo, com o namorado, quando, durante uma discussão com outros meninos, acabou esfaqueado. Ele foi levado para o hospital São Lucas e liberado na segunda-feira (6).

‘Mal entendido’

Gabriel contou que tudo começou com um mal entendido. Cinco meninos se uniram para agredi-lo, sendo que dois deles ele conhecia.

“Eu fui cumprimentar um deles e a cerveja caiu nele e nós começamos a bater boca e a brigar. Foi ele que rasgou meu rosto todo”, relatou.

Já o namorado da vítima, o autônomo Léo Rodrigues, afirmou que não aceita o que aconteceu e pede investigação da polícia por tentativa de homicídio.


Namorado da vítima quer investigação da polícia.


“É injustificável. O que fizeram com ele foi uma covardia, porque não foi só uma pessoa. Eles precisam se justificar pessoalmente, dar declaração e responder por esse crime”, falou.

Polícia

A Polícia Civil disse que o caso está sendo investigado e, por enquanto, não vai passar outras informações.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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