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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Papa Francisco recomenda psiquiatria para homossexualidade detectada na infância.




Horas depois de condenar os escândalos de pedofilia na Igreja Católica, o Papa Francisco recomendou aos pais que, ao detectarem vestígios da homossexualidade em seus filhos, que busquem ajuda psiquiátrica (sic).

A declaração foi feita pelo pontífice durante conversa com os jornalistas no voo de volta do país europeu com direção a Roma.

Na ocasião, ao ser questionado por um jornalista o que ele, Papa Francisco, diria aos pais que observam orientações homossexuais em seus filhos, o mesmo disse o seguinte:

“Eu diria, em primeiro lugar, que rezem, que não condenem, que dialoguem, que deem espaço ao filho ou filha”, iniciou.

“Quando é observado a partir da infância, há muito que pode ser feito por meio da psiquiatria, para ver como são as coisas. É outra coisa quando se manifesta depois dos 20 anos”, orientou Francisco.

“Nunca direi que o silêncio é um remédio. Ignorar seu filho ou filha com tendências homossexuais é uma falha da paternidade ou maternidade”, concluiu.

Com informações da Agência Associated Press.

Homem que tentou ato terrorista planejava suicídio por ser gay, diz esposa.




O homem identificado como Abdelouhab Taib, que foi morto após atacar uma delegacia na Catalunha, Espanha, tinha planejado suicídio após se assumir gay, revelou a esposa do mesmo em depoimento à polícia.

“A esposa explicou que ele havia manifestado sua homossexualidade e que estava transtornado porque isso não se encaixava com a religião muçulmana”, explicou as autoridades.

Em pronunciamento à imprensa, o advogado da mulher informou que ela e o homem já estavam separados. Ainda, ele nega veementemente que o ato tenha sido um ataque terrorista, conforme anunciado pelos investigadores.

Ao tentar invadir a delegacia, o homem gritava “Alá é o grande”. No local, o mesmo teria demonstrado uma “vontade claramente homicida” contra uma agente que atirou nele, a fim de salvar a própria vida, afirmaram os policiais.

Cerca de 400 LGBTs serão submetidas a “cura gay” em Gana.




Aproximadamente 400 LGBTs serão submetidos a terapia de reversão sexual, popularmente conhecida como “cura gay”, em Gana, país da África Ocidental. Segundo Moses Foh-Amoaning, líder do movimento, afirma que todos se inscreveram voluntariamente para participar do programa chamado “Conferência de Terapia”.

Ainda segundo Foh-Amoaning, que se auto-intitula um homem de Deus, ele tem planos para abrir uma “Unidade Holística de Terapia Sexual” em um hospital de ensino em Acra. Como se não bastasse, Foh-Amoaning quer tornar a terapia de “cura gay” obrigatória como parte da lei: “Vamos tornar nossa punição corretiva em vez de punitiva”, disse ele.

Vale lembrar que a homossexualidade é considerada crime no país africano podendo levar pena de até três anos de prisão.

Cidade no México aprova sexo em lugares públicos.




Uma cidade no México aprovou uma mudança de lei permitindo relações sexuais e exibicionismo em público, desde que ninguém se queixe disso.

Segundo informações do jornal The Independent, a medida pretende evitar que a polícia em Guadalajara, uma cidade de 1,5 milhão de pessoas, pare de extorquir os casais. “Ter relações sexuais ou cometer atos de exibicionismo de natureza sexual em locais públicos, terrenos baldios, dentro de veículos ou em locais privados à vista do público será considerado ofensa administrativa, desde que um cidadão solicite a intervenção da polícia”, informa a medida.

Guadalupe Morfin Otero, político que propôs a mudança, citou uma pesquisa entre estudantes universitários na qual 90% afirmam ter sofrido extorsão por oficiais que os acusavam de atos imorais ou exibicionismo. Os legisladores esperam que a mudança permita que a polícia se concentre em combater crimes mais sérios.

Jogador da Geórgia se posiciona contra homofobia e receberá importante honraria da UEFA.




Assim como no Brasil, a Geórgia, pequeno país da Europa Oriental, com pouco mais de 3 milhões de habitantes, tem registrado altos índices de crimes contra pessoas LGBT nos últimos anos. Como forma de se opor a esses índices que denotam a homofobia local, o jogador Guram Kashi, capitão da seleção nacional e do Vitesse-HOL da Holanda, utilizou uma faixa de capitão com as cores do arco-íris, como forma de protesto, e por isso receberá importante honraria da UEFA.

A principal entidade do futebol europeu premiará Guram com o prêmio #JogoIgual por sua iniciativa, que acabou inspirando outros capitães a fazerem o mesmo.

O prêmio será entregue em Mônaco, no próximo dia 30 de agosto, durante cerimônia de gala para a fase de grupos da Liga dos Campeões.

Apesar de ser recompensado com a honraria, Guram Kashi foi alvo de críticas dentro de seu próprio país, e uma campanha pedindo que ele renunciasse sua posição na seleção da Geórgia expôs o nível do preconceito e intolerância à diversidade sexual nos moradores local.

No entanto, apesar das críticas, o jogador afirma que não se arrepende do que fez. “Era minha responsabilidade. Não importa quem você é ou o que você faz: se você não machuca os outros pode ser quem [você] quiser. Essa é minha visão, e é assim na Holanda [país em que joga atualmente]”, disse ele.

Sobre o prêmio, ele se disse honrado. “Acredito na igualdade para todos, e continuarei sempre a defender a inclusão e diretos para todos, onde quer que eu jogue”, completou.

Em teste de avaliação, tropa de elite da marinha classifica “homossexualismo” como algo criminoso.




Um questionário do grupamento de mergulhadores, espécie de tropa de choque da Marinha brasileira, causou polêmica ao indagar os candidatos se eles já tiveram algum envolvimento com “homossexualismo”.

Ainda, a pergunta é feita ao lado de outros questionamentos, como se os postulantes à função já roubaram ou se envolveram em demais atitudes criminosas, deixando implícito, pois, que ser homossexual pode ser considerada uma atitude ilícita para a corporação.

A denúncia foi feita por um homem, que pediu para não ter a identidade revelada, por medo de sofrer represálias. O mesmo teve que preencher o relatório quando convocado para servir ao Grumec e ficou chocado ao presenciar o questionamento sobre “homossexualismo”.

Reportagem do site “The Intercept”, alega que a Marinha negou em um primeiro momento o formulário homofóbico, mas em seguida admitiu que o questionário já foi usado, “no passado”.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a corporação disse que o processo seletivo para servir em determinadas áreas tem avaliações psicológicas e físicas, mas também afirmou desconhecer o formulário e disse rejeitar “o uso de qualquer papeleta de admissão para a atividade, muito menos om questionamentos sobre ‘opção sexual’”.


Questionário da tropa de elite da Marinha associa “homossexualismo” a práticas criminosas


Após insistência da reportagem, a Marinha enfim admitiu que o modelo apresentado é “desatualizado”, utilizado “à época”, “internamente para o credenciamento de segurança”.

“O referido questionário não faz parte do processo seletivo para militares servirem no Grupamento de Mergulhadores de Combate”, bem como não está em vigor naquela organização militar ou em qualquer outra da Marinha”, disse.

Por fim, a corporação não respondeu o que acontecia com um recruta que assinalasse “sim” para a pergunta a respeito de já ter mantido relações homossexuais, ou de agiotagem, ou furto, já que estavam todos os termos na mesma pergunta.

Em tempo, é oportuno ressaltar que o termo “homossexualismo” pode ser configurado como uma ofensa criminosa e desdenhosa à orientação sexual de outrem, uma vez que o termo foi proibido pela Organização Mundial da Saúde, tendo em vista que o sufixo “ismo” arremete à doença.

Colégio Militar pula página de livro com foto de gays para não falar sobre homossexualidade.




A homofobia em ambientes governados por militares chegou ao ápice depois que um Colégio Militar de Campo Grande ter sido acusado de tentar vetar um livro de espanhol distribuído pelo Ministério da Educação às escolas, porque, em uma das páginas, havia um casal gay.

Na impossibilidade de não usar o livro, a direção da escola adotou como tática pular a página em que tem a foto homoafetiva, para evitar falar sobre a homossexualidade.



Uma das páginas do livro do terceiro ano, que também inclui sexualidade no conteúdo.


A denúncia foi feita por alunos da instituição ao site Lado B. Com a repercussão do caso, os militares teriam voltado atrás em sua decisão e decidiram continuar com o livro “apenas este ano”.

Ainda, o responsável pela direção do colégio, o coronel Aluízio Pires Ribeiro Filho, nega a tentativa de recolher os livros, mas admite que a homossexualidade é tema vetado durante as aulas e que o material será realmente substituído. “Nossa proposta pedagógica evita temas dessa natureza”, declarou ele ao se referir a temas como gênero e orientação sexual contrária à heterossexualidade.

O Colégio Militar já abriu licitação para compra de outro livro de espanhol, mas até o momento não há valores do montante a ser gasto com a troca.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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