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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Polícia russa detém cerca de 25 ativistas LGBTs durante manifestação.




A polícia russa deteve cerca de 25 ativistas dos direitos dos gays que participaram de uma manifestação não aprovada em São Petersburgo neste sábado (04/08).

Algumas dezenas de ativistas se reuniram na Praça do Palácio desafiando a proibição do protesto. Os organizadores já haviam dito que promoveriam protestos individuais após autoridades municipais recusarem seu pedido para a realização de uma parada.

A polícia deteve os manifestantes enquanto desenrolavam bandeiras com o arco-íris, símbolo do ativismo gay, ou seguravam placas e cartazes, arrastando-os até um ônibus. Não houve confronto. A Rússia aprovou uma lei em 2013 que proíbe a divulgação de “propaganda gay”.

Casal gay de NY acusa funcionária de Tribunal que negou abrir pedido para casamento.


O casal nova-iorquino Dylan Toften e Thomas Hurd


Apesar do casamento homoafetivo já ter sido legalizado em Nova York desde 2011, uma funcionária do tribunal da cidade dos Estados Unidos, negou o pedido feito por um casal gay de entrar com a união civil.

A justificativa oficial dada por Laurel Eriksen para que tenha sido barrado o pedido seria que os autores Dylan Toften e Thomas Hurd não teriam um compromisso comprovado, de acordo com informações relatadas pelas vítimas nas redes sociais.

Em seu perfil no Facebook, Dylan desabafou sobre o caso publicando uma foto na qual mostra a funcionária anexando o pedido, além de cobrar uma posição do governador do Estado de Nova York, Andrew Cuomo, que em seu perfil no Twitter, informou que o caso será investigado.

“Casamento igualitário é lei em NY. A negação ao direito do casamento homoafetivo é um ato de discriminação. Junto a todo mundo de Nova York, gostaria de parabenizar Dylan e seu futuro esposo pelo casamento!”, escreveu Cuomo.


Funcionária de Tribunal em Nova York recusou pedido de casamento para casal gay 

Dois ativistas gays ficam gravemente feridos após ataque de 30 aldeões na Armênia.


O ativista LGBT Haykobyan gravemente ferido em ataque homofóbico na Armênia


Um grupo de 30 aldeões homofóbicos da Armênia atacaram nove ativistas LGBTs no último dia 03 de agosto, por volta das 20h, deixando pelo menos duas vítimas que ficaram gravemente feridas.

De acordo com entrevista feita com Haykobyan, fundador da Rainbow Armenia para o GayStarNews, ele estava em casa junto com amigos bebendo quando ouviu alguém batendo na porta da sua casa.

Um estanho queria falar com Haykobyan, e invadiu o imóvel ao ter a sua entrada recusada, e começou a fazer ameaças. “Ele começou a nos xingar e fazer ameaças. Decidimos deixar o local para despistar e pela segurança da casa porque ele disse que estavam vindo outros aldeões pra nos linchar”, contou.

Algum tempo depois, o restante do grupo voltou gritando frases, como: “Homossexuais não podem viver aqui!”, seguido de violência. “Tivemos que correr para salvar nossas vidas”, relatou. Os agressores continuaram jogando pedras e acabaram os alcançando e agredindo algumas das vítimas.

“Todos nós nos machucamos, mas dois dos meus amigos estão gravemente feridos e tiveram que ir ao hospital imediatamente. Nós corremos até a estrada onde eles não poderiam mais nos seguir”, completou.

Haykobyan ainda disse que um dos espancadores teria se identificado como Hakob Arshakyan, ex-prefeito da aldeia e por isso, ele acredita que as motivações podem ser mais do que a homofobia. “Meu pai recentemente entrou com uma queixa por corrupção contra nosso ex-prefeito. Acho que isso pode ter sido mais uma motivação do ataque”, revelou.

A Sociedade Armênia Gay e Lésbica (GALAS) expressou solidariedade às vítimas. “Nossos corações vão para os nossos amigos da Armênia, que foram espancados e vítimas da violência”, escreveu em sua página no Facebook.

Bolsonaro nega fama de homofóbico e afirma receber apoio da comunidade LGBT.




Candidato à presidência do Brasil, Jair Bolsonaro negou o título de homofóbico durante entrevista ao programa Central das Eleições, exibido nesta sexta (03/08) no Globo News.

“Essa história começou nos corredores da Câmara quando eu descobri o kit gay”, afirmou Bolsonado. “O pai não quer chegar em casa e ver o filho brincando de boneca, por influência da escola. O patrimônio de um pai e uma mãe são seus filhos”, completou.

“Nunca tive problema com homossexual. Alguém sabe se eu sou gay aqui?”, perguntou repetindo a postura que vem tomando nas últimas entrevistas que participa. O político encerrou o seu discurso afirmando que recebe apoio a comunidade LGBT, que se depender deles nas urnas, já vencerá o pleito de outubro.

Candidato a vice de Bolsonaro, general Mourão critica ativismo gay: “Quer impor como modo de vida”.


General Mourão 


Candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL) para a corrida presidencial de outubro, o general Antônio Hamilton Mourão se posicionou contra o ativismo gay em entrevista ao UOL, nesta quarta-feira (08).

“O homossexualismo (sic) existe desde que o mundo é mundo, e nunca deixou de existir”, comentou o general. “Mas sou contrário a um ativismo gay que queira impor isso como um modo de vida. O camarada é homossexual, ele vive a vida dele. Não precisa querer impor aquilo para os demais”, afirmou.

O posicionamento de Mourão não surpreende, visto o posicionamento de Bolsonaro sempre contrário a pauta LGBT e que já fez declarações consideradas homofóbicas e que incitavam o ódio. Sendo condenado a pagar uma indenização no valor de R$ 150 mil ao fundo de defesa LGBT pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

A ação civil pública ajuizada pelo Grupo Diversidade Niterói, Grupo Cabo Free de Conscientização Homossexual e Combate à Homofobia e Grupo Arco-Íris de Conscientização teve como base as declarações do parlamentar ao programa “CQC”, da Band, no dia 28 de março de 2011.

Na ocasião, Bolsonaro disse que não “corria o risco” de ter um filho gay porque seus filhos tiveram uma “boa educação”, com um pai presente. Questionado se participaria de um desfile gay, o parlamentar disse que não porque acredita em Deus e na preservação da família.

Corpo de policial trans desaparecido é encontrado dentro de porta-malas em SP.


A policial lésbica Juliane Santos Duarte encontrada morta dentro de porta-malas em São Paulo


Um corpo identificado como de Juliane Santos Duarte, nome de batismo para o Policial Militar transgênero conhecido como “Dudu”, foi encontrado morto no porta-malas de um carro, por volta das 19h50 desta segunda-feira (06), na rua Cristalmo Rolim de Freitas, no bairro Campo Grande, zona Sul de São Paulo. A vítima estava desaparecida desde a última semana.

O agente morava em São Bernardo do Campo, junto com a mãe e a irmã e trabalhava na Polícia Militar há dois anos, onde era muito querido por todos os colegas e estava de férias no último mês. As informações são do G1.

A Secretaria de Segurança de SP chegou a oferecer uma recompensa no valor de R$ 50 mil para quem descobrisse o paradeiro do policial. A moto de Dudu que também havia sumido, foi encontrada abandonada.

O veículo deve ajudar na identificação do autor do crime, através de exames e resultados das impressões digitais que podem ajudar a solucionar o caso que ainda não tem uma motivação, porém, a investigação não descarta a possibilidade de crime de ódio pela vítima ser transgênero.

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Postado por Andy | (2) Comente aqui!

2 comentários:

  1. Muito triste este general classificar a orientação sexual das pessoas como doença ao usar esse sufixo 'ismo'. Quando as pessoas não tem projeto de país para apresentar, atacam as 'minorias' para conseguir apoio de eleitores ignorantes/ homofóbicas/ preconceituosas. É lamentável ele fazer isso com outros SERES HUMANOS que nunca fizeram nada contra ele.

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  2. E´verdade. Bolsonaro e sua trupe, fazem comentários homofobicos e racistas, e quando acusados, mudam suas interpretações, do dito pelo não dito. A comunidade LGBT não impõe o modo de vida, e sim, luta pelos direitos a que têm direito e combate a homofobia, onde matam pessoas inocentes. Bolsonaro é a favor da ditadura. Este sistema é uma porta aberta para a corrupção, como comprovado nos anos 70 e 80, onde a liberdade civil foi tirada da população, que causou revoltas estudantis e muitos foram mortos ou presos, simplesmente por exigir seu direitos como cidadãos. Que o diga, o jornalista Vladmir Herdzog, cerceado a denunciar os atos do governo militar e ditatorial. Não devemos em hipótese nenhuma permitir um governo de ditadura.

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