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CONTOS DO LEITOR



Primeira Vez com outro Homem


 

O ano era 1998, na época eu tinha 17 anos, me chamo Heitor, e já era parrudinho, coxas grossas, 1,80m, 80kg, moreno claro mas sempre bronzeado, pois sempre gostei de sol, praia. Estava no 2ª ano do Ensino Médio, tinha acabado um namoro de mais de 3 anos com minha vizinha, Aline, que logo após nosso término começou a namorar um outro cara que com poucos meses de namoro a engravidou. Na época fiquei muito triste com a situação, era uma situação muito chata, e isso refletiu nas notas da escola.

Mas chegou as férias escolares de julho, era uma tranquila terça-feira e decidi ir para a praia, meus pais me deram dinheiro e fui para Ponta Negra, na barraca que eu sempre ficava quando ia com os meus pais. Naquela hora só havia mais uma mesa ocupada, com uma família, um casal com uma criança e mais uma mulher sozinha com outra criança.

Depois de um tempo na barraca, tomando banho de mar e água de coco, resolvi ir dá uma caminhada, deixei minhas coisas na barraca, como já era conhecido do pessoal, ficaria mais tranquilo, fui apenas com a sunga e um short em direção ao Morro do Careca.

Após dobrar a ponta, olho para trás e vejo alguém acenando para mim, e percebo que era o homem que estava na barraca com a família, depois fiquei sabendo que ele estava com a esposa e o filho e a cunhada e a sobrinha, o nome dele é Hugo, era um cara bem afeiçoado, tinha 38 anos, branco, com pelos negros no peito, coxas, braços, usava apenas uma sunga azul e disse que estava aproveitando para pegar sol e tentar ficar com minha cor, que ele disse que era muito bonita.

O papo seguia, até que depois entrou no assunto sexo, ele perguntou se eu estava comendo muita gente por ai, que naquela praia deserta onde estávamos era comum ter gente transando, e ele ia falando e apertando o pau que estava bem marcado na sunga, e aquela conversa também me deixou excitado, eu estava com o pau muito duro. Até que chegamos num trecho com muitas pedras.

- Olha Heitor, aqui é muito bonito e tranquilo.
- Verdade Hugo, eu nunca tinha vindo tão longe.
- Um lugar perfeito para transar, olha como você está excitado. Hugo disse isso, se aproximando de mim, e descendo e dando uma lambida no meu pau que estava escondido atrás do short e da sunga.


Eu não esperava por isso, apesar do clima de tesão, até então eu nunca tinha sonhado em tá com essa intimidade com outro homem. E num retorno da razão, pedi para ele parar.

- Para com isso, eu não sou gay, e você é casado.
- Calma jovem, isso não tem nada com o fato de ser gay ou não, você vai gostar.


Hugo vinha com agilidade, e baixava o meu calção junto com a sunga, e foi com muita vontade no meu pau, fui praticamente no céu e voltei, ele sabia o que estava fazendo, lambia meu saco, passava a língua em toda extensão do meu pau, quando olhei para baixo, vendo aquele homem sério, bem mais velho do que eu, com meu cacete na boca, me deu um enorme tesão, meu pau parecia maior, e sem conseguir segurar anunciei que ia gozar, mas Hugo não tirou da boca e recebeu minha porra quente direto da fonte, minhas pernas ficaram bambas, e Hugo veio me beijando com o sabor do meu leite que tinha lambuzado sua cara e sua barba, fiquei estático, mas querendo mais e mais.

Ele beijava o meu pescoço, me deixando mole, creio que foi a primeira vez que eu não pensava em Aline, e Hugo foi me puxando para baixo, fiquei de joelhos, de cara para aquela sunga estufada, e começo a morder seu pau, e vou soltando o nó do cordão, e baixando aquele pequeno pedaço de pano e dou de cara com o pau do Hugo, e olho pra cima e ele fala.

 

- Mama seu macho, cai de boca Heitor, me faz gozar do mesmo jeito que eu fiz.

Era um pau médio, menor do que o meu e que preencheu bem a minha boca, e chupei bastante o pau, minha boca era fudida como uma buceta, ia fundo na minha garganta, as bolas tocando meu queixo, lembro até hoje com detalhe aquele saco pesado e cheiroso, meu pau já estava duro novamente, e Hugo me levanta e começa a me chupar, o tesão estava nas alturas, ele me encosta na pedra, me vira e começa a chupar meu cuzinho.

- Cuzinho delícia Heitor, hummm, cabacinho.
- Hummm, Hugo, que coisa boa.
- Tem coisa melhor ainda pra você. Hugo falou encostando o seu pau no meu buraquinho virgem e que estava bem lubrificado pela saliva dele.
- Para Hugo, está doendo muito.
- Relaxa Heitor, que você irá sentir muito prazer.

 

O pau foi entrando no meu rabo, rompendo minhas pregas, e eu ali, encostado numa pedra, numa praia, sentia os pelos do peito dele nas minhas costas, a barba ralando na nuca, e ele se gabando com o fato de tá tirando o cabaço de outro hétero. A dor inicial tinha diminuído, e passei a sentir um prazer, meu pau voltou a ficar bem duro e babava, e o vai e vem ficando gostoso, quando Hugo anuncia que vai gozar e enche o meu rabo de porra, sentindo o esperma no meu rabo, gozo novamente e bate um arrependimento pelo ocorrido.

Hugo me beija de forma carinhosa, e diz que vai na frente para a esposa não reclamar da demora. No caminho de volta, com um pouco de dor, e com o esperma que ainda saia do meu rabo, eu estava desconfiado, achando que todo mundo sabia o que eu estava fazendo.

Quando cheguei na barraca, Hugo já estava pagando a conta e se preparando para ir embora, sem antes anotar num guardanapo o seu telefone e endereço do escritório, que ficava num prédio comercial próximo a escola onde eu estudava. Tinha prometido na caminhada de volta nunca mais isso ia acontecer, mas ao vê-lo ir embora me deixou com vontade de quero mais, e pensei quem sabe eu procuro ele depois.


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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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