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MINHA VIDA GAY

Mãe de menino gay que se suicidou rebate mensagens de ódio.




A mãe do menino de 9 anos que cometeu suicídio após contar na escola que era gay rebateu com palavras positivas às mensagens que ódio que recebeu no Facebook. A americana Leia Rochelle Pierce publicou nesta quarta-feira (29/08) prints de xingamentos e acusações de que ela seria culpada pela morte de Jamel Myles.

Um internauta identificado como George Ioan escreveu para Leia que seu perfil na rede social é “uma p* de uma desgraça” que mostra todos “na p* de um arco-íris”. O hater zombou da forma como ela reagiu quando seu filho assumiu que era homossexual. Na época, Leia disse para Jamel que continuava a amá-lo independemente de sua orientação sexual.

“Lembre-se de como o mundo está f* antes de forçar uma criança a viver nele. Eu uso o Facebook há nove anos e digo pra você agora mesmo para excluir seu perfil em sinal de respeito por quem você perdeu. E use seu maldito cérebro antes de postar alguma coisa. Ninguém se importa com o quanto você se acha rebelde”, dizem as mensagens de ódio.

Quando ele enfim parou de enviar mensagens, Leia se manifestou por meio de comentários positivos para o autor de tantas frases pesadas para magoá-la. “Você é o tipo de pessoas que precisa de amor no coração. Espero que você encontre um pouco do amor que meu filho deixou aqui para compartilharmos. Eu sinto muito que você esteja cheio de ódio e eu espero que alguém lhe abrace. E, se ninguém lhe disse hoje, você é incrível. Fique abençoado. Meu filho e eu vamos orar por você”, disse a mãe do menino. Ao ser questionada por amigos e parentes sobre a resposta que deu, Leia ressaltou que precisa lidar com os haters com bondade, sendo sempre gentil.

Em outra publicação, a mãe pediu que as pessoas que propagam discurso de ódio “encontrem amor”. “Desejo o melhor para todos que estão sendo negativos, porque talvez vocês também estejam sofrendo. Meu filho e eu vamos orar por vocês”, disse Leia. “O ódio levou meu filho de mim eu não posso promovê-lo”.

Casal de lésbicas pinta a casa com as cores do arco-íris em resposta à vizinhos homofóbicos.




Moradoras da cidade de Pen Hills, na Pennsylvania, nos Estados Unidos, o casal de lésbicas Lisa Licata e Sherry Lau tiveram a melhor ideia após alguns problemas com seus vizinhos homofóbicos, o casal hétero Ron Makay e Lolanda Wieczorkowski. Em resposta aos ataques, as duas pintaram a casa onde moram nas cores do arco-íris.

Em um post no Facebook, Sherry compartilhou a imagem da nova fachada da casa delas, pintada pelas próprias nas cores do arco-íris: “Sim, somos gays e estamos aqui para ficar!”, disse ela na publicação. “Quando fizemos uma cerca arco-íris, foi arrancada. Decidimos então pintar toda a casa. Estamos no século 21. Vivemos aqui e não vamos nos mudar. Minha família nos ama, nossos amigos também. À quem não gosta: viva sua vida e nos deixe em paz!”, disse Lisa em entrevista à WTAE Pittsburgh.




Sobre a reação dos demais moradores do bairro sobre a casa multicolorida, o casal garantiu tem sido “ótima”, principalmente “porque a maioria tem sido tão favorável que os homofóbicos ficaram quietos, inclusive tendo sido aconselhados por seus advogados a ficarem na deles”.

Pais respondem creche que pediu para filha ser vestida “como menina”.


Creche pediu ao casal dinamarquês Steve e Jessica Rold que vestisse filha com roupas femininas


O casal de pais da Dinamarca formado por Steve e Jessica Rold, decidiu responder a sugestão da creche onde a sua filha está matriculada, que pediu a eles para vestir a criança “como uma menina”. Os responsáveis acreditam que o gênero da bebê ainda não foi definido, por isso, optaram por vestí-la de maneira “neutra”.

“Se você tem tempo e dinheiro para vestir sua filha ou filho com fitas e laços e isso faz você e eles ficarem felizes, vá em frente. Isso não está em nossas prioridades agora. Não nos preocupamos em saber o gênero de nossos filhos antes do tempo, então a maior parte do que minha filha usa agora foi comprada antes que soubéssemos se ela era menino ou menina, tudo muito neutro”, escreveu Steve no Reddit.

Ainda em resposta à creche, os pais colaram um post-it com um desenho de um laço na cabeça da criança. “Talvez eles pensaram que não passou por nossa cabeça vestir nossa filha de forma diferente, ou talvez eles não querem responder milhões de perguntas das outras crianças sobre o porque nosso bebê não veste rosa e flores. A sugestão foi bem leve, mas entrou para a centena de outros pedidos similares que tenho certeza que outros pais já receberam, então minha esposa resolveu brincar um pouquinho”, completou.


Pais colocam post-it com desenho de laço em filha, após creche pedir para que eles a vestissem “como menina”


Steve explicou que não tem problemas com a creche, acrescentando ser uma instituição totalmente confiável, e tem um diferencial por focar em atividades ao ar livre. Mas resolveu trazer o caso a público para mostrar que mesmo em 2018, o pensamento atrasado sobre definições de gênero ainda é muito presente. “Minha esposa estava tentando apenas expor o humor peculiar da situação”, ponderou.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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