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MINHA VIDA GAY

Pai de mulher trans defende a filha nas redes sociais e viraliza.


Ao desejar parabéns para a filha pelas redes, Colin recebeu comentários preconceituosos por ela ser uma mulher trans


Colin Mochrie desejou feliz aniversário à filha pelas redes e a viu ser alvo de comentários transfóbicos; as respostas do pai receberam apoio de usuários

Muitas pessoas têm vergonha dos pais postando mensagens carinhosas para os filhos ou comentando em suas fotos nas redes sociais. Este, contudo, não é o caso de Kinley Mochrie, uma mulher trans, cuja declaração do pai no Facebook viralizou.

Além de desejar feliz aniversário à filha, que completou 28 anos, ele ainda a defendeu após receber  comentários transfóbicos de pessoas debochando do fato de Kinley ser uma mulher trans e referindo-se a ela como “ele”.

“Parabéns à minha linda filha! 28 anos de idade e tudo que nós poderíamos ter esperado de melhor em uma filha”, escreveu Colin Mochrie, um comediante e ator de prestígio na América do Norte, em seu perfil no Facebook.

A declaração foi recebida por uma série de comentários preconceituosos: “*filho”, alguns usuários “corrigiram”. “Faz sentido, ele sempre foi louco. Não me surpreende que disforia de gênero corra na família”, escreveu um outro usuário.

“Que bom que ele é um pai amoroso, mas ele não pode apoiar um estilo de vida imoral. Só porque as pessoas aceitam isso não significa que deixa de ser algo errado, contra a natureza e contra deus”, escreveu ainda uma outra pessoa.

Pai defende a filha, uma mulher trans


Kinley, que se identifica como uma mulher trans, diz nunca ter duvidado que a aceitação dos pais viria


Diante de tanto preconceito , Colin não se calou e decidiu responder à altura, partindo em defesa da filha: “Obrigado aos fãs desta página pelo apoio e por serem tão humanos. Aos trolls, minhas condolecências aos seus corpos por terem perdido a cabeça e a alma de forma tão trágica”.

A reposta dele viralizou e Colin acabou recebendo centenas de comentários de apoio, também elogiando a forma como ele defendeu Kinley. “Eu sou trans também e hoje foi o primeiro dia em que a minha mãe me chamou de ‘filha’. Obrigada por apoiar tanto sua filha! Pais compreensivos fazem toda a diferença”, escreveu uma mulher.

“A comunidade trans precisa de mais pais como você! Ela tem muita sorte de ter pais tão compreensivos. Feliz aniversário”, parabenizou outra pessoa.

À emissora “CBC”, Kinley já havia dito que nunca duvidou que seus pais a entenderiam quando optou por realizar a transição . “Levou um tempo, mas sempre soube que apoio e aceitação me esperavam . Não me preocupei nem por um segundo”, disse.

Na mesma ocasião, Colin falou sobre agora ser pai de uma mulher trans . “Você passa por aquilo de pensar, ‘agora meu filho mudou de gênero, isso significa que aquela pessoa se foi?’. Não. É exatamente a mesma pessoa, só com uma ‘capa’ diferente”, ponderou.

Casal gay russo se casa no exterior, mas é perseguido ao voltar para casa e precisa fugir.


Yevgeny Voitsekhovsky (e) e Pavel Stotsko (d) pediram asilo na Holanda


O casal Pavel Stotsko e Yevgeny Voitsekhovsky passou por uma situação delicada ao serem perseguidos pelo governo russo, após os mesmos oficializarem união na Dinamarca.

Como a união homoafetiva é terminantemente proibida na Rússia, os dois encontraram uma brecha nas leis de seu país de origem, que afirma que eles são obrigados a reconhecer qualquer casamento entre russos que acontece no exterior, independentemente da orientação sexual.

No entanto, ao voltar para casa, o casal enviou seu passaporte interno – um documento que todos os russos acima de 14 anos possuem com o endereço da residência e o estado civil – para um escritório do governo e, sem nenhum tipo de problema, receberam o carimbo que confirmava o casamento.

“Ficamos muito felizes quando recebemos os carimbos em nossos passaportes. Pensávamos que agora poderíamos viver felizes e tranquilos na Rússia e que, apesar de toda a homofobia, a lei estava do nosso lado”, disse Stotsko, ao jornal britânico The Guardian.

Os dois, então, postaram fotos da união nas redes sociais. Foi quando a notícia se espalhou por toda a Rússia e os dois passaram a sofrer perseguições.

A polícia foi até o apartamento dos dois e, com medo, eles foram obrigados a fugir e pediram asilo na Holanda.

“Para os russos, um carimbo de casamento em seu passaporte é um símbolo de que seu casamento é reconhecido pelo Estado. Naturalmente, quando as autoridades perceberam que não havia fundamentos legais para não reconhecer nosso casamento, decidiram se livrar qualquer evidência de que isso [o casamento deles] tenha acontecido na Rússia”, afirmou Stotsko.

Para fugir de seu país, o casal contou com a ajuda de membros da comunidade LGBT no local, partindo com o equivalente a R$ 220 nos bolsos. Agora, o casal tenta conseguir cidadania holandesa.

“Putin sempre diz que todos vivem na Rússia de acordo com a lei. Mas o que aconteceu conosco prova que ele é um mentiroso. Tentamos viver em russo dentro da estrutura da lei, mas em vez disso as autoridades infringiram a lei para apreender nossos passaportes”, concluiu.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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