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MINHA VIDA GAY

Tadd Fujikawa se torna o 1º jogador de golfe do mundo a se assumir gay.




O atleta de golfe dos Estados Unidos Tadd Fujikawa, se tornou o primeiro jogador dessa modalidade esportiva a assumir publicamente sua homossexualidade.

Aos 27 anos, Tadd falou abertamente sobre sua sexualidade pela primeira vez em uma postagem no Instagram, em que decidiu sair do armário.

“Então, eu sou gay. Muitos de vocês já devem saber disso. Eu não espero que todos me entendam ou me aceitem. Mas, por favor, tenha a gentileza de não empurrar suas crenças para mim ou qualquer outra pessoa da pessoa da comunidade LGBT”, disse o atleta de 27 anos.

“Minha esperança é que esse post inspire cada um de vocês a ser mais empático e amoroso uns com os outros”, concluiu.

Casal lésbico compartilha ensaio de gravidez e viraliza: "Engravidamos juntas".





Mariana e Érika Oliveira são um casal lésbico e causaram uma grande repercussão na semana passada ao publicarem no Twitter uma foto do ensaio de gravidez de Érika, recebendo comentários positivos e negativos de usuários na rede social

“É difícil entender que nós engravidamos juntas? A gravidez não é só sobre gerar, a gravidez é sobre viver a gestação. Estamos nessa juntas”, afirma Mariana sobre a relação com a parceira, Érika, que está grávida de gêmeos

A foto do ensaio fotográfico de gravidez de um casal lésbico viralizou no Twitter. “A minha mulher, a mulher que eu amo, está grávida dos meus filhos, vocês têm noção de quanto amor estou sentindo?”, diz a legenda do tuíte de Mariana Oliveira, que acompanha uma foto dela com sua parceira Érika, que está grávida de gêmeos.

O tuíte com a imagem do casal lésbico gerou uma grande repercussão, alcançando mais de 13 mil retuítes, 88 mil curtidas e espalhando-se até por outras redes sociais. “Sofremos vários ataques de usuários tentando diminuir a nossa maternidade, principalmente a minha, por não ser a gestante”, conta Mariana em entrevista ao iGay .

“Ouvi coisas do tipo: ‘Quem é o pai?’, ‘Dedo não faz filho’, ‘Como os filhos são seus se é ela que está grávida?’, ‘As crianças vão ser bandidas porque vão crescer sem pai’, ‘Mulher não engravida outra’, ‘De quem é o óvulo?’, ‘Levou um chifre e está assumindo’, entre tantas outras coisas extremamente ofensivas”, revelou a mulher em uma publicação de desabafo em sua conta no Instagram.

“É difícil entender que nós engravidamos juntas? A gravidez não é só sobre gerar, a gravidez é sobre viver a gestação. Estamos nessa juntas”, afirma a mulher sobre os padrões impostos pela sociedade.

De acordo com Mariana, o preconceito não se restringe apenas ao ambiente digital e das redes sociais, e o casal lésbico já sofreu vários tipos de ataques homofóbicos. “Já chegaram a escrever uma carta a mão destilando ódio sobre nossa relação e a decisão de ter filhos.”

Diante de comentários ofensivos nas redes, a jovem afirma que ela e a companheira tentam lidar da melhor forma possível, na maioria das vezes ignorando, já que publicaram a foto na internet sem o objetivo de causar polêmica. “Compartilhamos a foto sem pretensão alguma, não sabíamos que tomaria a proporção que tomou. Só queríamos mostrar o quanto estamos felizes com essa realização.”

Felizmente, a publicação no Twitter também acabou recebendo comentários positivos, com diversos outros usuários da comunidade LGBT parabenizando-as e celebrando a conquista das duas. “Foi uma surpresa boa saber que inspiramos tantas outras pessoas com a nossa história de amor”, acrescenta Mariana.

A história de amor e luta do casal lésbico.


Com seis anos de relacionamento amoroso, o casal lésbico começou a morar junto com apenas três meses de relação, realizando o primeiro casamento homoafetivo da cidade de Rialma, e sempre conversou sobre terem filhos juntas


Mariana e Érika se conheceram em 2005, através de amigos em comum. No início, mantinham apenas uma amizade, já que moravam em cidades diferentes. O relacionamento amoroso só foi acontecer oficialmente em 2012, quando a primeira foi morar na cidade da futura companheira e aproximou-se dela.

“Para nós, era importante oficializar a relação, já que morávamos juntas desde os três primeiros meses de namoro”, comenta Mariana. De acordo com a jovem, o casamento das duas aconteceu em setembro de 2014 e foi o primeiro homoafetivo da cidade de Rialma, um município no interior de Goiás.

Desde o início, o casal lésbico conversava sobre ter filhos. “Era um desejo de nós duas. Construir uma família sempre foi o nosso sonho”, conta. Elas consideraram realizar a adoção, mas deram preferência à inseminação por ser menos difícil e burocrática.

Segundo ela, a decisão de Érika de gerar os bebês foi tomada pelas duas, já que a companheira sempre teve o desejo de ficar grávida. “Tudo aconteceu naturalmente e no tempo certo. Fizemos muitas pesquisas na internet e soubemos de vários métodos de como realizar a inseminação”, conta.

Em 2015, elas se mudaram para Brasília e conheceram o projeto do SUS que atende casais inférteis: o CEPRA (Centro de Ensino e Pesquisa em Reprodução Assistida do Hospital Materno Infantil de Brasília). O centro oferece oferece serviços de reprodução humana, como fertilização in vitro e inseminação intrauterina, que também pode ser útil para mulheres em uma relação homoafetiva.

“Foi a nossa chance”, afirma. Assim, elas se inscreveram e, após três anos, foram chamadas para participar do programa. “Já estávamos preparadas e ansiosas, inclusive já havíamos comprado um par de sapatinhos para o bebê.”

“Assim, nós escolhemos o doador, vivenciamos um processo médico desgastante, com diversos exames e inúmeras madrugadas em claro, passando por todo o processo juntas. Cada fase do processo foi emocionante, desde a notícia de que fomos escolhidas até o primeiro exame de gravidez”, relata.

Os bebês do casal lésbico.


"Nós vamos, sim, ter uma família, vamos criar nossos filhos, vamos criar crianças que irão mudar o mundo. Acreditamos muito nisso e esperamos inspirar mais pessoas da comunidade LGBT", afirma Mariana sobre os sonhos do casal lésbico


Nos preparativos para a chegada dos bebês, que já têm nomes escolhidos, Mariana conta que o casal lésbico está curtindo cada etapa da gestação com muito amor e carinho. “Acreditamos que os próprios bebês escolheram seus nomes porque, no início, queríamos nomes totalmente diferentes, mas, com o tempo, Louise e Noah foram escolhidos”, revela.

“Estamos cada dia mais animadas e ansiosas pela chegada desses dois pontinhos de luz”, afirma a jovem sobre os bebês que nascerão em outubro, “dois librianos”. De acordo com ela, tudo o que o casal lésbico quer é ser referência de amor para eles.

“O amor homoafetivo é revolucionário, a maternidade ainda mais. Nós vamos, sim, ter uma família, vamos criar nossos filhos, vamos criar crianças que irão mudar o mundo. Acreditamos muito nisso e esperamos inspirar mais pessoas da comunidade LGBT a construir seus sonhos”, conclui sobre a história de amor do casal lésbico .

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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