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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Pela primeira vez, Nova York pode ter primeira-dama lésbica.


Christine Marinoni e Cynthia Nixon, na Parada do Orgulho LGBTQI+ de Nova York, em junho de 2018 


A atriz Cynthia Nixon, que ficou famosa por sua atuação na série de sucesso mundial “Sex and the City”, concorre a uma vaga no partido Democrata para disputar o governo de Nova York.

Se eleita, a artista assumidamente bissexual, casada com uma mulher, Christine Marinoni, fará história por trazer consigo para o poder a primeira-dama LGBT do Estado – literalmente a primeira.

Na realidade, Nixon prefere utilizar o termo “queer” para se referir à sua sexualidade e à de sua esposa.

Em recente entrevista ao The New York Times, a atriz disse que foi motivada a concorrer ao cargo por causa de sua paixão pela defesa da educação, defesa e paixão essa que a levou a conhecer Marinoni.

Desde então, a vida de Christine passou a se tornar cada vez mais pública, tanto pela imprensa especializada em celebridades, quanto pela política.

Conforme o New York Times, Marinoni provou ser cautelosa e ter aprendido a lidar com o assédio midiático e declarou que, caso se torne primeira-dama, ela permanecerá em segundo plano, ancorando a família enquanto Nixon governar.

Fato mesmo, ainda segundo o noticioso, é que Christine Marinoni é vista como um apoio essencial para a campanha de Cynthia Nixon.

Nazista Homofóbico mata Judeu Gay com mais de 20 facadas após marcar encontro pelo Grindr.




Um homem de 21 anos será julgado por assassinar um estudante judeu gay em um crime de ódio, depois que os promotores disseram ao tribunal que seu telefone continha mais de 100 exemplos de conteúdo anti-gay e antissemita.

Blaze Bernstein foi esfaqueado mais de 20 vezes no rosto e no pescoço em janeiro, após se encontrar com o réu Samuel Woodward em um parque californiano, antes que seu corpo fosse deixado em uma cova rasa no mesmo parque.




Woodward se declarou inocente, segundo a Associated Press .

O investigador Craig Goldsmith, do Departamento do Xerife do Condado de Orange, disse ontem (4 de setembro) ao Tribunal Superior de Orange County que o celular de Woodward tinha um estoque de materiais relacionados ao grupo nazista Atomwaffen.

O grupo, segundo Goldsmith disse ter participado do histórico telefônico de Woodward, abraça uma “ideologia do Terceiro Reich” em relação aos gays e outras minorias. Muitos membros do Atomwaffen comemoraram o assassinato de Bernstein.

Número dos candidatos a presidente: A cola com os números de todos os presidenciáveis.




Militantes de Jair Bolsonaro estão usando número do candidato em imagens de adversários, o que pode induzir eleitor a erro.


O número dos candidatos a presidente é o novo alvo das táticas de guerrilhas virtuais nesta campanha das eleições de 2018. Em tempos de fake news, agora é o número fake que assusta os presidenciáveis.


Nas últimas semanas, militantes do candidato Jair Bolsonaro (PSL) espalharam o número dele — 17 — em transmissões ao vivo de entrevistas com a adversária Marina Silva (Rede) no Facebook, associando o 17 à candidata. O comentário "Marina17" foi comum nas lives. Entretanto, o número da candidata é 18.


Integrantes da campanha da presidenciável recorreram ao Facebook para questionar a ação, informa o Estadão. Segundo especialista ouvido pelo jornal, Fernando Hideo, da PUC-SP, essa troca de número e candidato, com fins de manipulação, induz o eleitor ao erro e é ilegal.

Desde o início oficial da campanha nesta quinta-feira (16), começaram a circular em grupos de WhatsApp diversas imagens de candidatos com o número de Bolsonaro. Além de Marina, há montagens com Geraldo Alckmin (PSDB) e Guilherme Boulos (PSol).

Para evitar cair em armadilhas, o HuffPost Brasil reuniu neste texto os números de todos os candidatos a presidente do Brasil.

O registro das 13 candidaturas à Presidência ainda não foi analisado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Mas estes são os números dos partidos dos postulantes ao Planalto.

Segue a cola para os eleitores:

Alvaro Dias (Podemos): 19

Cabo Daciolo (Patriota): 51

Ciro Gomes (PDT): 12

Eymael (DC): 27

Geraldo Alckmin (PSDB): 45

Guilherme Boulos (PSol): 50

Henrique Meirelles (MDB): 15

Jair Bolsonaro (PSL): 17

João Amoêdo (Novo): 30

João Vicente Goulart (PPL): 54

Lula (PT): 13

Marina Silva (Rede): 18

Vera Lúcia (PSTU): 16

Ativistas LGBTs criam grupo no Facebook contra Bolsonaro.




Ativistas LGBTs criaram um grupo em seu perfil no Facebook, na última segunda-feira (10), contra o deputado federal e candidato à presidência Jair Bolsonaro. Intitulado “Sou LGBT+ e tô na rua contra o Bolsonaro e o fascismo”, a página já conta com 24 mil membros.

“Grupo é destinado a todos os LGBTI+ e todos que apoiam nossas causas na luta contra o candidato de extrema-direita que já disse preferir ter um filho morto a um homossexual”, descreve.

ara fazer parte do grupo, os interessados têm que cumprir algumas exigências, como ser simpático e gentil, não promover discurso de ódio, bullying ou discriminação política, não promover spam, promoção ou fake news, ser LGBT+ ou simpatizante ao movimento e ser contra Bolsonaro.

Outro grupo que também ganhou evidência nas redes sociais nesta semana, o Mulheres Unidas Contra Bolsonaro, já tinha 1,1 milhão de participantes do Facebook. Desse total, 604 mil participantes escolheram integrar a comunidade, entrando na página e clicando em “ok”.

Perfil de Jão é hackeado por eleitores de Bolsonaro no Twitter.


Hackers invadiram a conta de Jão no Twitter


Considerado uma das revelações da música popular brasileira nos últimos anos, o cantor Jão foi alvo de um ataque virtual impetrado por eleitores do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que hackearam sua conta no Twitter, e publicaram conteúdo homofóbico.

“Jão, seu viadinho. A facada devia ter sido em você”, dizia um dos tweets, com uma hashtag favorável à eleição de Bolsonaro para presidência da República.

É oportuno ressaltar que Jão nunca falou publicamente sobre sua orientação sexual. Até o momento, tanto o artista quanto a assessoria de imprensa não se manifestaram sobre o ataque.

Justiça condena escola a recontratar professora trans demitida por descriminação.


A professora Luiza Coppieters


A Justiça condenou um dos maiores colégios de São Paulo a recontratar e indenizar uma professora transexual lésbica, demitida em 2015, por descriminação de gênero.

Em seu parecer, a juíza Daiana Monteiro Santos, da 2º Vara do Trabalho de Barueri, determinou que o colégio Anglo Leonardo da Vinci deverá pagar à docente Luiza Coppieters o valor de R$ 30 mil como forma de indenização.

“A matéria em questão refere-se à transição de gênero, do sexo masculino para o sexo feminino, de modo que o tratamento discriminatório o ambiente de trabalho após tal mudança, importa em discriminação em razão e, portanto, a distinção e exclusão praticada pelas reclamadas contra a demandante”, pontuou a magistrada em sua decisão.

De acordo com informações do portal G1, o Anglo nega que Luiza tenha sido demitida por causa de sua identidade de gênero, mas ressaltou que cumprirá com a determinação judicial e pagará o valor integral da indenização estipulada pela Justiça, bem como recontratará a professora.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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