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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Em decisão histórica, Índia descriminaliza homossexualidade.


Parada LGBT de Nova Deli, na Índia 


A homossexualidade não é mais considerada um crime na Índia. A Suprema Corte do país anunciou nesta quinta-feira (06), o cancelamento da seção 377 do Código Penal que punia as relações homoafetivas como ofensas naturais, sob punição de até 10 anos de prisão para quem a infringisse.

“​​​​​​​Criminalizar a homossexualidade é irracional e indefensável”, afirmou o presidente do colegiado do julgamento, Dipak Misra, no momento da leitura do veredicto.

A legislação já havia sido revogada em 2009 pelo Tribunal de Nova Deli, mas foi reinstituída em 2013, pelo mesmo órgão que hoje a derrubou. Ativistas LGBTs comemoraram a decisão do lado de fora da corte. Entrentanto, oposição de comunidades rurais conservadoras e grupos religiosos ainda são contra o desmantelamento.

A lei que criminalizava os gays foi instituída no país em 1860 durante o período de colonização feita pelo Reino Unido no país asiático. Com a revogação da lei, a Índia passa a ser o 124° país do mundo que não considera a homofobia como um crime, de acordo com a Associação Internacional LGBTI.

Na Malásia, mulheres são punidas com chibatadas por serem lésbicas.


Na Malásia, cada estado tem poderes para criar leis baseadas na religião do Islã. (Foto: CHAIDEER MAHYUDDIN / AFP)
Na Malásia, cada estado tem poderes para criar leis baseadas na religião do Islã.


Duas mulheres, de 22 e 32 anos, foram presas em abril depois de serem apanhadas dentro de um carro em uma praça pública.

Duas mulheres foram consideradas culpadas e condenadas a receberem 6 chibatadas, cada uma, por serem lésbicas no estado conservador de Terengganu, na Malásia. É a primeira vez que ocorre uma condenação deste tipo. A execução da pena foi vista por mais de 100 pessoas.

Sentadas em um banco, vestidas de branco e com a cabeça coberta com véu, as mulheres receberam as chibatadas. Uma delas não conseguiu resistir a dor e começou a chorar. Wan Abdul Malik Wan Sidek, funcionário do tribunal, defendeu a pena alegando que não eram tão severa comparando a outras punições em tribunais da Malásia.

Além da pena física, as duas foram multadas em cerca de 3 mil reais. Segundo ativistas, já houve condenações por “ofensas sexuais” no passado, como adultério, mas é a primeira vez que duas mulheres lésbicas recebem a pena de chibatadas por tentar fazer sexo.

“A punição é chocante e é um espetáculo. Isso representa uma regressão dos direitos humanos”, disse Thilaga Sulathireh, ativista do grupo “Justiça para as Irmãs”, ao jornal “The Guardian”.

As duas mulheres, de 22 e 32 anos, foram presas em abril depois de serem apanhadas dentro de um carro em uma praça pública no estado conservador de Terengganu, no norte do país. Thilaga ainda disse que o grupo está preocupado que o caso se torne um precedente perigoso.

Na Malásia, cada estado tem poderes para criar leis baseadas na religião do Islã. Grupos de defesa dos direitos humanos já haviam pedido ao governo desistir do caso, que eles argumentaram constituir tortura sob a lei internacional de direitos humanos.

A chegada ao poder de uma coalizão reformista após as eleições legislativas de maio deste ano aumentou a esperança de uma evolução positiva envolvendo a comunidade LGBT. Porém, as ONGs que acompanham a situação de perto dizem que piorou. Thilaga Sulathireh também considerou que a condenação aumenta a sensação de impunidades para quem comete atos de LGBTfobia.

Após lésbicas serem punidas, políticos da Malásia pedem descriminalização da homossexualidade.


As vítimas receberam seis chibatadas cada


Na última segunda-feira, 3, duas mulheres lésbicas foram açoitadas com seis chibatadas na Malásia, após serem flagradas tentando manter relações homoafetivas.

A determinação da Justiça malaia, que é regida pela lei da Sharia, provocou revolta e várias entidades internacionais que atuam em prol dos direitos humanos criticaram o conservadorismo do país.

Com a repercussão do caso na imprensa internacional, alguns parlamentares que são contrários a esse tipo de punição, se posicionaram pedindo a descriminalização da homossexualidade na Malásia.

Charles Santiago, parlamentar de Selangor, afirmou que o atual governo foi eleito “na permissão da inclusão” e deve, portanto, revogar todas as leis que criminalizam relações entre pessoas do mesmo sexo.

“Precisamos parar de segmentar a comunidade LGBT. Precisamos parar de invadir sua privacidade. Precisa parar de abusar deles. Precisamos crescer como sociedade e aprender a abraçar a diversidade”, disse o político.

Já Khairy Jamaluddin, de Rembau, pontuou que “o Islã nos ensina a cuidar da dignidade de cada ser humano”. Hannah Yeoh, representante de Segambut, ressaltou que “a educação não funciona dessa maneira”.

Único prefeito gay da Polônia propõe partido democrático para lutar pelos direitos LGBT.


O prefeito gay da Polônia, Robert Biedron


Único prefeito abertamente gay da Polônia, Robert Biedron, de 42 anos, divulgou nesta terça-feira (04), a proposta da criação de um partido pró-democrático no país, que passa por uma onda de tendências conservadoras, com o objetivo de se opor ao Direito e Justiça  (PiS), sigla de direita, que atualmente está no poder. As informações são da agência AFP.

O partido terá dentre as suas pautas, a luta pelos direitos da comunidade LGBT e o combate crescente da homofobia no país. O casamento entre pessoas do mesmo sexo ainda não é legalizado, assim como a adoção de crianças por casais gays.

A iniciativa foi anunciada em entrevista coletiva na Praça da Constituição, em Varsóvia. Biedron explicou: “O objetivo número 1 é ajudar as forças democráticas a ganharem as próximas eleições”, disse. “Nada pode me parar. Decidi trabalhar na política já faz anos. E como todos podem ver: de maneira eficaz”, acrescentou.

“Na política, me inspiro em Emmanuel Macron, presidente da França, e também em Lech Walesa, ex-chefe de Estado polonês, além de cidadãos, jornalistas ou simplesmente na Constituição”, completou.

Uma pesquisa de 2014 – a mais recente do gênero – feita pelo instituto CBOS, constatou que 70% dos entrevistados julgam a homossexualidade “inaceitável”. O alto índice pode ser justificado pela Polônia ser considerada um dos países mais católicos da Europa.

Após Dinamarca, Islândia estuda derrubar proibição da doação de sangue por gays




O Ministério da Saúde da Islândia está considerando mudar as regulamentações que proíbem homens gays e bissexuais de doar sangue. O departamento do governo deve anunciar sua decisão sobre o assunto nas próximas semanas ou meses, de acordo com o  jornal online islandês Vísir.

Atualmente, o país tem uma proibição geral de homens que fazem sexo com homens (HSH) para doar sangue. O regime é regularmente criticado e o Ministro da Saúde Svandís Svavarsdóttir relatou possíveis mudanças para inspeção no ministério.

“Eu estou olhando para esta questão, especialmente desde que houve mudanças na Dinamarca hoje. Estive examinando esta questão desde que assumi o cargo”, afirmou Svavarsdóttir.

A revisão acontece depois que a Dinamarca anunciou que homens gays e bissexuais que não tiveram relações sexuais com outro homem por quatro meses poderão doar sangue a partir de 2019. Atualmente, há uma proibição geral de homens dinamarqueses que fazem sexo com homens na doação de sangue.

Garçom é demitido de restaurante mexicano após constranger casal gay.


Casal gay foi constrangido em restaurante mexicano nos EUA


O dono de um restaurante no Texas, Estados Unidos, demitiu um de seus funcionários, após o mesmo constranger um casal gay dentro do estabelecimento comercial.

A denúncia foi feita por Sandra Clement, mãe de um dos rapazes ofendidos pelo funcionário. Na ocasião, ela, o filho e o namorado dele, foram para o bar e, ao adentrarem o recinto, o garçom começou a destratá-los.

Segundo Sandra, o atendente olhava para o casal gay e começava a rir e, em seguida, proferiu a palavra “bicha” em tom jocoso, para se referir aos dois homens, enquanto ria do casal com um outro colega de trabalho.

“Os outros empregados na cozinha, a funcionária sentada na mesa e o garçom, todos riam do meu filho e seu namorado”, disse a mulher.

Com a repercussão do caso, o dono do estabelecimento se manifestou publicamente pedindo desculpas pelo acontecido e afirmou que dentro do bar não é aceito “este tipo de comportamento homofóbico por qualquer de nossos empregados”.

Fiscal agride casal gay que estava se beijando: ‘Não sou obrigado a gostar de vocês’.


Fiscal agride casal gay


Um fiscal do Terminal de Integração 1, localizado na Avenida Constantino Nery, região central de Manaus, foi flagrado agredindo um casal gay que trocava um selinho.

O caso aconteceu na madrugada da última sexta-feira, 31, mas o vídeo começou a se popularizar esta semana.

Na ocasião, Darlyson Eyson, e seu namorado, que não teve a identidade revelada, esperavam a chegada de um carro por aplicativo que eles haviam solicitado. Nesse ínterim, os dois trocaram carícias, como qualquer casal de namorados, independente da orientação sexual, fazem.

Incomodado com a cena, o fiscal do Sinetram, que não foi identificado pela reportagem do Amazonas News, começa a agredir e ofender os dois.

“Sai, pode gravar, não sou obrigado a gostar de vocês… Vão se beijar na casa do caralho”, diz o homem, em tom belicoso e claramente homofóbico.

Veja o vídeo aqui:

https://amazonasnews.com/fiscal-do-t1-e-flagrado-agredindo-casal-gay-nao-sou-obrigado-a-gostar-de-voces-veja-video/

Homem dá entrada em hospital com consolo de 58 cm preso no ânus.


Paciente ficou com o dildo dentro do corpo por 24 horas


Alguns profissionais de saúde de um hospital da Itália precisaram usar a imaginação a fim de conseguir extrair um consolo de 58 cm que estava preso dentro de um paciente.

O homem, que não teve a identidade revelada, deu entrada no Ospedale Niguarda, em Milão, após penetrar um dildo gigante no reto e não conseguir retirá-lo sozinho.

No hospital, no entanto, os médicos tiveram dificuldades para conseguir puxar o dildo. Após várias tentativas com objetos de trabalho convencionais dos profissionais dessa área, eles precisaram inventar um novo instrumento.

Apelidado de “fio médico”, eles penetraram o fio dentro de um tubo de cateter para criar um “laço” no final, que apertou o consolo, conseguindo retirá-lo de dentro do paciente.

De acordo com informações do jornal The Sun, o homem, de 31 anos, ficou cerca de 24 horas com o consolo no próprio corpo e teve alta no mesmo dia.

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