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CONTOS DO LEITOR



Sabe que jogar futebol nem é tão ruim?


 


Aquela parecia uma tarde de quarta-feira como outra qualquer. Duas aulas de matemática e uma de geografia, intervalo de 20 minutos e pimba! Duas aulas da tortura chamada educação física.

Para aqueles que não sabem, aula de educação física, em um colégio em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, no final da década de 80 só significava uma coisa: futebol. Não sei se ainda é assim, mas naquela época alguns professores da disciplina, não sei se por preguiça ou pela falta de equipamentos e materiais, simplesmente davam uma bola para os meninos e deixavam a pelada correr solta.

Digo tortura porque nunca fui de jogar futebol. Acabava sempre como goleiro, mas sabe que até agarrava bem?
Após a aula, a tortura continuava, mas de uma forma diferente, gostosa, no vestiário...

Já me explico: para um garoto de 18 anos, com os hormônios em ebulição, era uma verdadeira tortura ver aquela profusão de corpos adolescentes desfilando em vários graus de nudez pela sua frente.

Não sei se era minha escola que era afortunada ou se eram os hormônios falando, mas achava quase todos os caras atraentes.

Quarta-feira pela manhã era dia de tocar várias punhetas preventivas, para tentar evitar de ficar excitado na frente dos meus colegas. Nem preciso dizer que sempre falhava em meu propósito e tinha que fazer malabarismos pra que ninguém percebesse meu pau duraço em pleno vestiário masculino.
Eu estava no 2º grau e era da turma dos mais cdfs. Não era fortão ou definido, mas estava naquela fase de ganhar músculos própria da adolescência. Como todo adolescente, me achava feio, gordo. Mas olhando em perspectiva, com cerca de 1,78 e 88 kg, aqueles poucos quilos a mais sobre os músculos recém desenvolvidos me faziam bastante atraente. Mais do que poderia imaginar.

A aula de educação física da minha turma era compartilhada por uma turma mais atrasada, de pessoal mais velho. Quase sempre era um massacre, na época não se usava o termo bullying, mas era isso o que acontecia. Eu até que passava quase incólume, tinha um primo que era bem popular e que ajudava a aliviar minha barra. Mas o pior estava reservado para o vestiário...

 


A maioria dos garotos da minha turma não tomava banho, só colocava o uniforme por cima da roupa de educação física e sumia dali o mais rápido possível. Eu, normalmente, tirava a roupa suada e me mandava dali logo, sem banho mesmo, para não virar alvo dos caras mais velhos, mas aproveitava esses minutos ao máximo.

Era uma profusão de coxas, bundas, paus e peitos pra ninguém botar defeito, todos desfilando em sua glória naquele vestiário calorento. O cheiro! Ah, o cheiro daquele vestiário: aquele cheiro de fundo de urina que tem em todo banheiro masculino mal cuidado e mais uma mistura de suor com sabonete barato. Não dá pra definir bem... pensando bem, dá sim: cheiro de homem! Estranhamente, só de lembrar daquele cheiro faz meu pau subir até hoje.

O efeito daquele coquetel era uma bomba para mim. Meu pau ficava tão duro que era difícil fechar o zipper da calça. Se eu ficasse uns minutos além do devido, meu pau já começava a babar. Nem quero imaginar o que aconteceria se eu ficasse mais...

Os hormônios, como já disse, me faziam achar quase todos gatos. Não que fosse virgem, alguma coisa já tinha rolado, mas não era tão simples conseguir encontrar caras e ficar no armário como eu estava e queria ficar naquela altura do campeonato. Apesar de achar todos gatos, alguns se destacavam: o Márcio, carinha menor que eu, cabelo louro cortado asa delta (anos 80, procure no google) e olhos cor de mel. Ele era magrinho e tinha um pau bem normal, o que se destacava nele era uma bundinha pequena, mas absolutamente deliciosa, que dava vontade de fazer de tudo com ela.

Tinha o Sérgio, que era maior que eu e tinha o corpo bem definido. Na primeira vez que o vi levei um susto! Um pau descomunal balançava entre suas pernas, sabe aquele tipo pesadão que chega verga? Pois é! Ele parecia orgulhoso em desfilar aquele pé de mesa por todo o vestiário. Ficava pelado todo o tempo que podia pra tirar onda com o pau. Não me lembro de ninguém que fosse mais insuportável do que ele.

 

E, por fim, tinha o Eduardo, da mesma turma que o Márcio e o Sérgio, e que era indefinível para mim. Era mais alto que eu, uns 1,85, tinha o corpo definido, mas não era tão bonito quanto os outros. Tinha, no entanto, uma cara de safado, um sei-lá-o-que que me deixava extasiado. Ah sim, esqueci de mencionar que ele tinha um pau que rivalizava com o do Sérgio! Mas ele não era tão convencido e parecia de boa com todo mundo. Ver aqueles dois desfilando pelados rumo ao chuveiro era o que mais me fazia ter que sair correndo de lá. Nenhum deles parecia notar minha existência.

Um dia, a escola estava meio parada, pois havia uma ameaça de greve de professores (sempre a mesma história!) que ainda não havia se concretizado, mas que, pela incerteza, já estava fazendo muitos alunos faltarem às aulas. A aula de educação física foi uma das que rolou e ficamos na pelada de sempre. Da minha turma, quase um terço estavam presentes, mas da turma do Eduardo, só ele e mais uns 3.

Como estávamos em maioria, o pessoal ficou mais tranquilo. Alguns até tomaram banho! Eu, no entanto, fiquei encarregado de guardar o material e quando entrei no vestiário, vi que a maioria já tinha ido embora e o resto já estava quase saindo. Me despedi dos meus colegas que saíam e pensei em tomar um banho, já que não havia mais ninguém. Tirei a roupa suada e abri o chuveiro, sentindo o alívio da água gelada caindo sobre o meu corpo. Como nunca tomava banho na escola, não tinha levado sabonete. Então pensei em ficar uns 10 minutos debaixo do chuveiro gelado e me arrumar com calma, pois não teria mais aulas naquele dia mesmo.

De repente, enquanto estava de olhos fechados debaixo do jato de água, ouço alguém se aproximando, entrando na área dos chuveiros. Abri os olhos rapidamente e me deparei com o Eduardo, pelado, com uma toalha no ombro e um sabonete na mão, me olhando. Apesar do susto, o mirei da cabeça aos pés, em fração de segundos, mas ele percebeu e me deu um olhar meio zombeteiro e disse:
- E aí?!

 

Meu coração parecia que ia explodir dentro do peito, de tão acelerado. Fiquei imediatamente com medo de ficar de pau duro, mas a descarga de adrenalina foi tão forte que ele nem se mexeu. Meu olhar estava fixado no rosto do Eduardo, que esperava, com aquele meio sorriso zombeteiro, por uma resposta.

Uma resposta, meu deus, os segundos passavam e tinha que responder. Minha cara devia estar transfigurada de pavor, mas eu consegui reunir forças e dar uma resposta completa, em dialeto adolescente:
- E aí!?

Ele sorriu, acho que meio satisfeito com o seu efeito sobre mim, e entrou embaixo de um chuveiro a duas posições do meu. Ele fechou os olhos enquanto a água gelada caiu sobre a sua cabeça e emitiu uns sons de satisfação pelo alívio do calor. A água estava mesmo muito boa. Ele se ensaboava com vontade: peito, barriga, coxas, bunda e aquele pauzão enorme. A água escorria pelo seu corpo: cabeça, pescoço, peito, barriga, pau, pau, pau... meu olhar havia travado e eu não conseguia não olhar, mesmo contra todo o bom senso. De repente, ele abre os olhos e me pega olhando para ele, completamente apalermado, e pior: meu pau havia começado a subir.

Fiquei completamente paralisado de terror imaginando que iria tomar a surra do século, além de virar chacota pra toda a escola.

Saí subitamente do chuveiro tentando inutilmente esconder meu pau, que doía de tão duro. Já na área dos bancos comecei a me vestir molhado mesmo, pois não tinha toalha. Vesti a cueca e me curvei para procurar pelo pente na mochila quando senti alguém passar por trás de mim, tirando um sarro da minha bunda. Me endireitei rapidamente e olhei para trás.

- Desculpe. Disse o Eduardo com uma toalha amarrada na cintura. - É meio apertado aqui!
- Sem problemas! Disse enquanto dava um risinho nervoso e esticava a minha calça do uniforme. Podia sentir sua movimentação atrás mim, o cheiro do sabonete lux na sua pele, mas não me atrevia a olhar para trás, pra não dar mais bandeira.

Vesti a calça, mas o zipper não fechava de jeito nenhum por conta do volume do meu pau. Quando já pensava em desistir, sinto um movimento e, quando dou por mim, o Eduardo me abraçava por trás enquanto suas mãos passavam pelo meu zipper.
- Deixa eu te ajudar, senão você pode se machucar. Ele falou, na minha orelha.

O tempo parecia ter parado. Sentia seu corpo colado ao meu, suas mãos no meu pau e sua boca na minha orelha. Ele estava quase imóvel, esperando minha reação, o safado. O predador estava quase certo em seu bote, mas alguma coisa ainda o segurava, enquanto aguardava sua presa responder às suas investidas.

Primeiro, o pânico me invadiu e o medo de alguém nos flagrar ali me paralisou, cheguei a ficar tonto. Logo, no entanto, a sensação de sua boca no meu pescoço, as mão sobre o meu pau e o volume enorme me pressionando por trás decidiram a questão, fazendo meu sangue ferver. Empurrei meu corpo em sua direção, empinando a bunda e virando a cabeça para trás, me entregando ao seu corpo, que também parecia estar incendiando.


 

Ele beijou meu pescoço, suas mãos percorriam meu peito e meu pau, enquanto me sarrava furiosamente. Ele baixou minha calça e minha cueca e tirou sua toalha. Quando ele se encostou de novo, pude sentir a enormidade do que estava por vir, seu pau parecia que estava em chamas enquanto passava de um lado ao outro na minha bunda.


(CONTINUA NA PRÓXIMA SEMANA)


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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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