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DIREITOS

Membro do movimento LGBT morre em ataque e recebe homenagem na Grécia.


O membro do movimento LGBT era respeitado pela comunidade por falar abertamente sobre ser portador de HIV


Conhecido por falar abertamente sobre o HIV, Zak Kostopoulos foi linchado. No enterro do ativista, amigos jogaram glitter e bandeiras gays no caixão

Zak Kostopoulos , membro do movimento LGBT, morreu na tarde de sábado (22) ao ser linchado por um grupo de pessoas. O norte-americano cresceu na Grécia e estava em uma joalheria quando uma multidão começou a se reunir do lado de fora da loja. Nas imagens da câmera de segurança do estabelecimento, ele aparece tentando deixar o local, mas cai no chão ao levar chutes e fica desacordado após bater a cabeça.



A morte de Zak, aos 33 anos, repercutiu no mundo todo, e a polícia segue investigando as circunstâncias do crime. O membro do movimento LGBT frequentemente se apresentava como a drag queen Zackie Oh e exibia sua rotina na internet.  Por ser muito querido, um grupo de admiradores e amigos prestou uma homenagem em seu enterro. A notícia está enchendo o coração dos internautas de amor.

Na Grécia, é tradição jogar um punhado de terra no caixão de quem está sendo enterrado. A despedida de Zak, no entanto, foi diferenciada e colorida. Em conversa com o “Pink News”, a jornalista e amiga do ativista, Christina Michalou, conta que os amigos de Zak jogaram glitter em vez de terra em cima do “corpo” dele.

No final, a sepultura não era mais marrom, era rosa, azul e púrpura. Tinha brilho e pequenas bandeiras gays por toda parte", afirma a moça, que se lembra de ver algumas drag queens jogando perucas no túmulo também. Nas redes sociais, fãs do rapaz afirmaram que desejam receber o mesmo carinho quando partirem e disseram que Zak, com certeza, ficaria feliz com a atitude dos colegas.

Zak ficou conhecido no movimento LGBT ao falar de HIV


Ativista do movimento LGBT, Zak é lembrado por querer ajudar as pessoas e sonhar com um mundo sem preconceito


Ao ser diagnosticado com HIV em 2009, o ativista resolveu falar abertamente sobre o assunto para desafiar o estigma em torno da doença. Na época, ele se ele se colocou à disposição de pessoas que tivessem dúvidas sobre o assunto e fez vista grossa para os preconceituosos.

Christina diz que muitos não cumprimentavam Zak e até evitavam ficar no mesmo cômodo que ele por causa da doença. O membro do movimento LGBT , porém, é lembrado por querer fazer o bem e não desistir de sonhar com um mundo melhor. "Uma vez, Zak disse que seu maior sonho era criar um tempo e um lugar em que todos vivessem em paz e união absoluta, mesmo que por pouco tempo", afirma a amiga.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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