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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Casais gays passam a ser reconhecidos na Romênia por Tribunal Constitucional.


Os casais gays, agora, possuem os mesmos direitos que os casais heterossexuais na Romênia e isso é um grande avanço


A decisão antecede um referendo nacional que pode proibir o casamento gay

O Tribunal Constitucional da Romênia decidiu que os casais gays devem  ter os mesmos direitos que os heterossexuais e a decisão, divulgada na quinta-feira (27), foi uma surpresa, pois ela antecede um referendo nacional que pretende proibir o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Segundo o site americano “Tampa Bay Times”, o Tribunal Constitucional determinou que os casais gays passem a ter os mesmos direitos a uma vida privada e familiar que os heterossexuais e devem “beneficiar-se do reconhecimento legal e jurídico de seus direitos e obrigações”.

Essa decisão é um grande avanço para o país visto como conservador, pois o referendo que está programado para acontecer nos dias 6 e 7 de outubro busca limitar a definição constitucional de família apenas a casais heterossexuais e proibir o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Teodora Ion-Rotaru, que faz parte de uma organização que defende os direitos dos homossexuais, afirma que essa decisão é extremamente importante para as pessoas LGBTQ+ da Romênia, pois quando o tribunal diz que os casais do mesmo sexo devem ter os mesmos direitos legais que os heterossexuais, ele também deixa claro que uma família gay tem o mesmo valor que uma família heterossexual.

Repressão a casais gays.


Os casais gays viraram o foco depois que 3 milhões de romenos assinaram uma petição contra o casamento gay


A decisão de fazer uma votação popular sobre o casamento gay foi tomada depois de 3 milhões de romenos assinarem uma petição exigindo que a constituição seja alterada para declarar explicitamente que o casamento só deva acontecer entre um homem e uma mulher. Atualmente, a Constituição romena afirma que o casamento é entre cônjuges, não especificando os gêneros.

As pessoas que são contra a petição alegam que fazer essa emenda na constituição pode violar os direitos humanos, além de demostrar que uma nítida discriminação do país com os LGBTQ+.

Em julho, o Tribunal Europeu de Justiça precisou intervir no caso de um casal romeno-americano que queria que seu casamento fosse legalmente reconhecido na Romênia, pois os membros da União Europeia e alguns outros países europeus não  reconhecem o casamento entre pessoas do mesmo sexo ou oferecem proteção legal a casais homoafetivos.

Agora, é só esperar o reverendo que acontece em outubro para saber como ficará a situação dos casais gays na Romênia. 

Homem gay bate em homofóbico após ser vítima de piada.




Um homem gay perdeu a paciência com um homofóbico que estava fazendo piadas com ele, e acabou agredindo-o. O caso aconteceu em um ônibus de Nova York.

Na ocasião, o preconceituoso fez insinuações dizendo que o homossexual “chupa paus” e que não briga “com bichinhas”.

A vítima, então, responde: “Você está fazendo papel de bobo. Estão te gravando. Se quiser brigar, espere a gente descer do ônibus. Você está parecendo um idiota. Fica aí tentando encontrar merda pra falar, não sabe que porra tá querendo dizer. ‘Vocês são bichihas’, bla bla bla… Se quiser me chamar de bichinha, chame do lado de fora [do ônibus], onde não tem câmeras”.

O homem gay pede desculpas aos demais passageiros e diz que o homofóbico o estava fazendo parecer um idiota.



Dentre outros assuntos, STF discutirá em novembro a criminalização da homofobia.




O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, divulgou nesta quinta-feira (27/9) o calendário de pauta do plenário da Corte até 6 de dezembro. É responsabilidade do presidente escolher quais casos são analisados pelos 11 ministros do STF.

Na pauta do dia 14 de novembro está uma ação da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT) que pretende obter a criminalização específica de todas as formas de homofobia e transfobia, especialmente das ofensas, dos homicídios, das agressões e discriminações motivadas pela orientação sexual e/ou identidade de gênero. O processo foi apresentado no STF em 2012.

LGBTs protestam contra Bolsonaro: #EleNão.


LGBTs protestam contra Bolsonaro em todo o país 


O movimento das Mulheres Contra Bolsonaro que levou milhares de manifestantes às ruas de todo o país e outras capitais do mundo, contou com o apoio dos LGBTs.

Durante as manifestações que aconteceram no último dia 29, milhares de representantes da comunidade arco-íris também foram protestar contra Jair Bolsonaro, que é reconhecido por suas falas homofóbicas.

O ato faz parte da campanha #EleNão que viralizou nas redes sociais na última semana e diz “não” ao ex-deputado, que concorre à presidência pelo PSL.

Jair Bolsonaro é crítico assumido da comunidade LGBT e contrário às pautas progressistas. O mesmo já chegou a afirmar que a homossexualidade “se revolve com um couro”.

“Quando o pai perceber que o filho é meio viadinho (sic) basta dar um couro”.

LGBTfobia choca faculdade de São Paulo: "Falta de surra", afirmam vândalos.


Chocados com o ato de vandalismo, alunos afirmaram que vão lutar contra a LGBTfobia e qualquer tipo de preconceito


Trabalhos de alunos foram destruídos e mensagens homofóbicas, em apoio à ditadura e ao candidato Jair Bolsonaro, foram espalhadas pela sala de aula

É com dor e tristeza que os alunos da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) lembram a última vez que entraram na sala 308, mais conhecida como sala da criatividade, no prédio quatro da instituição de ensino. Na segunda-feira (24), o espaço foi atacado por vândalos, que destruíram trabalhos expostos e espalharam mensagens que pregam a LGBTfobia, exaltam a ditadura militar e demonstram apoio ao candidato a presidente Jair Bolsonaro.

“Nós achávamos que aquele era um espaço de expressão e acolhimento. Eu me senti invadida, parei de me sentir segura dentro da faculdade porque as pessoas que fizeram isso estudam comigo, me veem todos os dias. Isso me deixou com medo de estar ali”, conta a estudante de animação Gabriela Eifler, de 19 anos. Segundo ela, os criminosos demonstraram LGBTfobia ao escreverem em uma bandeira gay as frases “falta de surra” e “tapa na cara das puta [sic]”.

“A gente chegou para ter aula e nos deparamos com essa situação. A professora chegou depois, toda feliz, e o clima estava tenso. Ela começou a ler os nossos trabalhos e até chorou. A segurança logo foi acionada para sabermos quem foi. Enquanto isso acontecia, todo mundo da sala tirava fotos e redigia um texto para a história ser compartilhada”, afirma.

A faculdade, segundo a aluna, demorou a se posicionar. Com isso, os estudantes criaram um coletivo LGBT, contaram com o apoio de outros grupos para divulgar o ocorrido e ainda organizaram um ato, dentro da própria FAAP , com a presença de mais de 100 alunos para cobrar retorno da instituição.


Movimento contra a LGBTfobia foi confundido com ato político, já que vândalos espalharam mensagens com o conteúdo


“Reunimos cartazes e repudiamos o acontecimento. Vários estudantes disseram que era importante a instituição se pronunciar porque não foi só um ato de vandalismo , mas de intolerância também”, diz Gabriela. O que os estudantes mais querem, segundo a jovem, é respeito e segurança dentro da unidade. Para ela, muitos tentam enfraquecer o movimento afirmando que se trata de um ato político, mas isso não tem relação alguma.

“Não fizemos apologia a qualquer politico ou candidato. O ato dos alunos foi para declarar repúdio e para a FAAP perceber que nós não vamos nos calar porque isso só aconteceu por uma sucessão de erros que não foram percebidos anteriormente. Vários alunos disseram que já se sentiram mal por serem ridicularizados e discriminados dentro da faculdade”, dispara.

Faculdade repudia LGBTfobia.


Movimento contra a LGBTfobia foi confundido com ato político, já que vândalos espalharam mensagens com o conteúdo


“Reunimos cartazes e repudiamos o acontecimento. Vários estudantes disseram que era importante a instituição se pronunciar porque não foi só um ato de vandalismo , mas de intolerância também”, diz Gabriela. O que os estudantes mais querem, segundo a jovem, é respeito e segurança dentro da unidade. Para ela, muitos tentam enfraquecer o movimento afirmando que se trata de um ato político, mas isso não tem relação alguma.

“Não fizemos apologia a qualquer politico ou candidato. O ato dos alunos foi para declarar repúdio e para a FAAP perceber que nós não vamos nos calar porque isso só aconteceu por uma sucessão de erros que não foram percebidos anteriormente. Vários alunos disseram que já se sentiram mal por serem ridicularizados e discriminados dentro da faculdade”, dispara.


Faculdade repudia LGBTfobia.


Procurada pelo iGay, a FAAP informou, em nota, que repudia qualquer tipo de desrespeito, violência e discriminação. “O fato ocorrido se restringe a uma divergência entre os alunos, que são capazes e estimulados a debater entre eles”, garante a direção.

Em relação à violação do espaço da sala de aula, a unidade afirma que “já foram tomadas as providências cabíveis para garantir a manutenção desse ambiente que estimula a criatividade, a autonomia e a livre expressão de seus alunos” e reitera, ainda, que tem promovido o debate político recebendo candidatos para sabatina com estudantes e convidados.

Contra a LGBTfobia e qualquer outro tipo de preconceito, a FAAP afirma que que estimula o pensamento crítico e o respeito às formas de agir. “Somos um polo educacional com 17 cursos de diversas áreas de conhecimento. Recebemos, também, por semestre, mais de 400 alunos estrangeiros de culturas diferentes”, diz a nota.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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