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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Caso do confeiteiro que se recusou a fazer bolo para homem gay vai parar no Supremo.


Egas e Becas personagens da Vila Sésamo


O caso envolvendo o ativista LGBT, Gareth Lee, e um confeiteiro que se recusou a fazer um bolo conforme encomendado pelo homem gay acabou indo parar no Supremo Tribunal da Irlanda do Norte, em Belfest.

Há cerca de 4 anos, Lee foi até a confeitaria Ashers Bakery e encomendou um bolo com a imagem dos personagens da Vila Sésamo Egas e Becas, com a frase “apoie o casamento gay”.

Cristão, o confeiteiro se recusou a preparar a encomenda por preceitos religiosos, o que levou o ativista a acionar a Justiça contra a confeitaria.

De acordo com informações da BBC News, a defesa da empresa alega que o ativista fez a encomenda em “tom de provocação”. Já a acusação afirma que Gareth Lee não tinha conhecimento das crenças do funcionário.

Em 2016 o Tribunal decidiu que houve discriminação contra Lee motivada por sua orientação sexual. O acusado recorreu e a última instância de julgamento ocorrerá nesta quarta-feira (10).

A Irlanda do Norte é o único país que integra o Reino Unido onde a união entre pessoas do mesmo sexo não é reconhecida por lei.

Em menos de um mês, Paris registra segundo ataque homofóbico contra casal gay.




Um casal gay foi agredido em Paris enquanto se beijava em uma rua, no último sábado (06). Este é o segundo ataque de natureza homofóbica que a capital francesa registra em menos de um mês. As informações são da agência Rfi.

De acordo com a polícia,  as vítimas, dois homens com cerca de 60 anos, trocavam carícias no 19° Distrito de Paris, localizado na região nordeste da capital francesa, quando foram surpreendidas por dois jovens que caminhavam pelo local que os insultaram e ainda lhe desferiram socos e pontapés.

Os agressores conseguiram fugir de bicicleta após o ocorrido que teve toda a ação filmada pelas câmeras de vigilância do bairro. Logo, um dos suspeitos foi encontrado e preso. O segundo envolvido foi localizado na manhã desta segunda-feira (08).

Em seu perfil no Twitter, a prefeita de Paris Anne Hidalgo repudiou a agressão. “Chamo a atenção de todos para esse aumento de atos homofóbicos em Paris e na França. Não podemos ficar indiferentes”, afirmou.

Congresso será o mais conservador das últimas três décadas.


Mais conservador, Congresso Nacional eleito pode limitar avanços em direitos humanos.


Projeção mostra que o PSL terá uma bancada de 51 deputados e todos contra os direitos LGBT.

O mapa político mudou. A onda liderada pelo o homofóbico Jair Bolsonaro elegeu o Congresso mais conservador das últimas três décadas. O PSL, partido do candidato, hoje com uma bancada de apenas oito deputados, recebeu votações maciças nos maiores colégios eleitorais do país e é a nova cara do Parlamento. Eduardo Bolsonaro, filho do presidenciável e também homofóbico, foi o deputado federal mais votado da história, com 1,8 milhão de votos em São Paulo. Os partidos tradicionais perderam força.

Uma projeção feita pela corretora XP mostra que o PSL terá uma bancada de 51 deputados. É superada apenas pelo PT, que deverá ter, de acordo com essa estimativa, 57 representantes — 13 a menos do que elegeu em 2014. O PSDB de Geraldo Alckmin foi reduzido a 24 deputados, a menor bancada do partido desde 1994. O MDB, partido de Michel Temer, o mais impopular dos presidentes brasileiros, poderá ser reduzido à metade: de 66 eleitos em 2014 para 33 deputados. O estudo mostra que até 14 dos 32 partidos que disputaram as eleições não conseguiram o percentual mínimo de votos exigido pela lei para ter direito de funcionar no Congresso, o que deverá provocar rapidamente um movimento de fusões e incorporações de legendas.

O discurso de ódio que ajudou levar Bolsonaro ao segundo turno também tirou do Senado Lindbergh Farias (RJ) e Jorge Viana (AC), ambos muito identificados com a luta pelos direitos humanos. Vitimou até o carismático Eduardo Suplicy, que tentava voltar ao Senado, mas esbarrou na força de outro aliado de Bolsonaro, Major Olímpio (PSL), que levou a primeira vaga com 8,8 milhões de votos, quase o dobro do que obteve o petista.

Por outro lado, lideranças como Érika Kokay (PT-DF), Jean Wyllys (PSOL-RJ) e Maria do Rosário (PT-RS) ganharam nas urnas e figuraram no grupo dos mais votados de cada estado.

E pela primeira vez, o Espírito Santo elege um senador gay assumido. O candidato Fabiano Contarato (Rede) é o primeiro LGBT assumido eleito para o Senado do Brasil pelo Estado. Segundo dados da Justiça Eleitoral, com 100% de urnas apuradas, Contarato obteve 1.117.036 votos, o que equivale a 31,15% dos votos válidos e garantiu vaga.

Eleitores de Bolsonaro propagam fake news envolvendo a comunidade LGBT.




As eleições 2018 estão sendo marcadas pelas fake news, principalmente contra candidatos de esquerda. Agora, eleitores de Jair Bolsonaro estão propagando notícias falsas sobre a campanha de Fernando Haddad, envolvendo, inclusive, a comunidade LGBT.

Recentemente, apoiadores de Bolsonaro passaram a compartilhar uma informação mentirosa, atribuída à vice de Haddad, Manuela D’Ávila, de que a mesma se comprometeu a colocar a bandeira LGBT para “tremular junto com a bandeira brasileira”.

De acordo com informações do site “Aos Fatos”, que combate fake news envolvendo a campanha de todos os políticos, independente de ideologia e partido, a notícia é mentirosa e foi replicada por sites duvidosos, como o blog César Weis e o site Que Notícias?

“É FALSO que Manuela D’Ávila, candidata à Vice-Presidência na chapa de Fernando Haddad, garantiu que, ao ganhar as eleições, faria a bandeira LGBT tremular junto à Bandeira Nacional. A afirmação foi atribuída à candidata no título de textos que se pretendem jornalísticos e que em seguida, utilizam-se de um texto e de um vídeo que não comprovam a veracidade da afirmação”, destaca Aos Fatos.

A intenção dos eleitores de Jair Bolsonaro ao propagarem notícias falsas envolvendo a comunidade LGBT é tentar provocar a ira dos conservadores, que se postam contrários aos direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros.

Humorista John Oliver afirma que Bolsonaro é o “Trump Brasileiro” em programa de TV americano.




A situação política no Brasil foi tema do programa Last Week Tonight, da HBO, exibido no domingo (07), e que costuma fazer sátiras sobre a política. O apresentador John Oliver comentou a respeito da eleição do candidato do PSL Jair Bolsonaro, que liderou o primeiro turno. Apontado como uma versão latina do presidente Donald Trump.

“A melhor coisa que você pode dizer sobre Bolsonaro, é que ele não foi denunciado por um escândalo de corrupção…ainda”, inicia. “Infelizmente essa é, literalmente, é única coisa boa que você pode dizer sobre ele pois ele é um ser humano terrível”, disparou.




O posicionamento do candidato com as armas também foi lembrado ao fazer o símbolo de arma com a mão, inclusive ensinando uma criança para fazer o mesmo sinal.

O apoio de jovens de classe média também foi criticado pelo humorista. “é preocupante como os jovens estão tão animados com ele pois ele é da direita extrema conservadora que quer retirar o Brasil do Acordo de Paris sobre Mudança do Clima e Regulamentação do Meio Ambiente (tratado que reúne 195 países para reduzir a emissão de dióxido de carbono), ele chamou o refugiados chegando no Brasil de escória do mundo e, para segurança, ele quer facilitar o porte de arma presumindo que os brasileiros lutem por si mesmos.”

O fato de Bolsonaro ser a favor da Ditadura Militar, regime instaurado no Brasil de 1964 a 1985, também foi comentado. “O que é particularmente preocupante já que ele é um capitão militar aposentado em um país aonde até 1985 era comandando por um brutal regime militar ditatorial, e enquanto esse regime acionou torturas e assassinatos extrajudiciais, Bolsonaro disse que o erro foi ‘não ter ido além o suficiente’.”

Momentos considerados controversos do político também foram exibidos como quando ele disse que a ministra Maria do Rosário não merecia ser estuprada e a entrevista à Ellen Page quando ele diz que a assediaria mesmo sabendo que ela era lésbica.

Oliver encerra o seu discurso elogiando o movimento “#EleNão” e mandou um recado para os brasileiros. “Brasil, eu sei que vocês estão com nojo da sua política no momento e eu sei que vocês não estão inspirados com nenhuma das alternativas, mas qualquer coisa é melhor do que Bolsonaro. O ponto é, Bolsonaro não reflete o melhor de quem vocês são, Brasil. E com sorte, vocês ainda tem uma chance de votar Ele Não e não deixar esse homem apontar uma arma para a sua democracia”, finalizou.

Vou até uma enfermaria para ter debate, diz Haddad a jornais estrangeiros.


Eleição 2018 – Bolsonaro, Haddad: Debate: junta médica não libera Bolsonaro para debate da Band
Debate: junta médica não libera Bolsonaro para debate da Band 


O candidato do PT á Presidência da República, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (10) que pode moderar o tom para que o seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL), participe dos debates presidenciais deste segundo turno.

“Não existe democracia sem debate. Vou em qualquer ambiente que ele quiser, vou até em uma enfermaria. Prometo moderar o tom, vou falar docemente para ele não se estressar. Não há como se acovardar. Os brasileiros precisam saber a verdade sobre as coisas e a melhor forma é um debate entre os candidatos”, disse Haddad durante entrevista coletiva à imprensa internacional, nesta quarta-feira, 10.

Nesta quarta-feira (10), Bolsonaro recebeu a visita de uma junta médica que não o liberou para participar do debate na TV Bandeirantes, previsto para quinta-feira (11), além de proibir atividades de campanha eleitoral.

O candidato, que se recupera de um ataque a faca sofrido durante evento de campanha no começo de setembro, será reavaliado novamente na próxima quinta-feira e deve ser liberado, segundo a junta médica.

Para Haddad, as chamadas fake news não terão tanta força neste segundo turno se os dois candidatos se enfrentarem nos debates. “Infelizmente a Justiça ainda não está preparada para enfrentar as fake news. Tiramos 33 notícias falsas do ar contra a minha candidata a vice (Manuela d’Ávila), mas o estrago na imagem foi feito. Notícias que foram disparadas pelo Whatsapp. Não se pode contar com a boa fé das pessoas desse jeito. Por isso, acredito que essas notícias falsas terão peso menor agora, se tiver dabate”, ressaltou.

Escultura em homenagem a luta LGBT é alvo de vandalismo em São Paulo.




Uma escultura em homenagem à comunidade LGBT, assinada pelo arquiteto e designer Guto Requena, foi vandalizada em São Paulo na madrugada da última quinta-feira (04/10). Os suspeitos ainda não foram identificados.

A instalação, localizada na praça da República, no centro da cidade, teve toda sua parte elétrica danificada, com fios e lâmpadas internas roubadas, além das laterais pichadas e destruídas. Requena projetou a instalação com o objetivo de aproximar as pessoas do universo LGBT, que completa 40 anos de ativismo na cidade em 2018.




Segundo o Folha de S. Paulo, “Meu Coração Bate Como o Seu”, como foi batizado o memorial, é parte do trabalho do arquiteto em parceria com a Prefeitura de São Paulo e o canal National Geographic, que financiou todo o projeto juntamente com a empresa Intel. A instalação possui tubos com as cores da bandeira LGBT e, nas partes que permite as pessoas sentarem, reproduz sons dos batimentos cardíacos.

De acordo com Requena, que estima o valor de R$ 30 mil para a reconstrução da instalação, os ataques são de cunho homofóbico. “O país anda violento demais, então não tenho dúvidas de que o vandalismo feito com a minha obra tenha sido com um propósito de atingir a comunidade LGBT”, conta. O arquiteto não pretende prestar queixa na Justiça.

Cabeleireiro gay é assassinado por eleitor obcecado por Bolsonaro.




Um cabeleireiro de 57 anos, homossexual, foi encontrado morto dentro do seu apartamento em Curitiba na última quarta-feira (03/10). A provável causa da morte foi um traumatismo craniano decorrente de um golpe na cabeça.

Segundo informações do site “Lado A”, a morte ocorreu após José Carlos Oliveira Matos, ou Cacá como era conhecido pelos amigos, marcar um encontro com um homem que conheceu em um aplicativo de encontros. Por volta das 6h da manhã da última quarta, vizinhos ouviram barulhos vindo do apartamento de Cacá. Ao meio dia, uma vizinha mais próxima estranhou a ausência do amigo e entrou em seu apartamento. Lá, estranhou a presença de um rapaz sem camisa, que disse que Cacá havia saído para comprar cigarros. Logo depois, o suspeitou deixou o prédio.

No período da tarde, uma cliente chegou no prédio para cortar o cabelo com Cacá e o porteiro do prédio tentou entrar em contato com ele. Por WhatsApp, o porteiro recebeu mensagens com citações a Bolsonaro. O síndico foi avisado assim que o porteiro suspeitou a mensagem. A polícia foi chamada e o corpo da vítima foi encontrado dentro do armário. Ele estava enrolado em um cobertor, com os pés e as mãos amarrados. O porteiro revelou ainda que o suspeito passou pelo prédio à noite, e perguntou sobre Cacá. Ao saber que a vítima estava morta, exclamou “Viva Bolsonaro”, e deixou o local.

Com o telefone de Cacá, o homem ainda se passou novamente pela vítima tentando entrar em contato com a amiga de Cacá que o encontrou sem camisa no apartamento mais cedo, para marcar um encontro com a desculpa de que precisava de um dinheiro emprestado. A amiga, sabendo que Cacá estava morto, avisou a polícia e foi orientada a topar o encontro, que foi marcado na Praça Santos Andrade.

A polícia, então, conseguiu deter o suspeito em flagrante na Praça Santos Andrade. Ele estava armado com um facão. A investigação está sendo conduzida pelo delegado Luiz Alberto Cataxo, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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