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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Donald Trump sobre lei transfóbica: “Quero apenas proteger nosso país”.




Donald Trump finalmente falou sobre a nova medida anti-trans proposta por seu governo. Segundo informações do jornal NY Times, Trump justificou seu preconceito afirmando que medida é apenas para “proteger o país”.

Questionado pela publicação sobre a promessa de campanha de proteger a comunidade LGBT, feita em 2016 durante a corrida presidencial dos EUA, Trump afirmou: “Temos muitos conceitos diferentes. Esta medida seria para proteger o nosso país. Estou protegendo a todos”, disse.

Para quem não estava sabendo, o governo Trump pretende inviabilizar a identidade de gênero dos transexuais no funcionalismo público e demais áreas dos Estados Unidos. Neste caso, ficaria sendo considerado e obrigatório apenas o sexo biológico da pessoa. A medida, segundo estimativa do Williams Institute, uma fundação de pesquisa com foco em questões de orientação sexual e identidade de gênero, pode afetar cerca de 1,4 milhões de norte-americanos se identifica como uma pessoa transgênero.

Arrependida, Caitlyn Jenner admite: "Eu estava completamente errada sobre Trump".




Caitlyn Jenner admitiu estar arrependida de ter apoiado Donald Trump durante a corrida eleitoral em 2015. Em uma nova entrevista ao Washington Post, ela admitiu que sua visão política mudou muito desde então.

“Desde 2015, aprendi muito sobre os obstáculos da nossa comunidade, os políticos que nos rodeiam e os lugares onde minha voz poderia ajudar. Refleti sobre minha posição privilegiada e como eu poderia tê-la usado para fazer diferença”, admitiu a ex-atleta. Jenner afirma que acreditava que seu apoio ajudaria o partido a abrir seus olhos quanto a comunidade LGBT.

“Infelizmente eu estava errada. A realidade é que a comunidade trans é constantemente atacada por este presidente. O líder da nossa nação mostrou zero consideração a uma parcela já marginalizada da nossa sociedade. Ignorou a nossa humanidade. Insultou a nossa dignidade”, admitiu. “Ele usou os direitos das pessoas trans pra conseguir voto em suas políticas anti-trans e desculpa de que tudo era para ‘proteger o país’. É a política em seu pior. Inaceitável, triste e me machuca muito”.

Segundo Jenner, sua ficha só caiu quando Trump tomou medidas para banir militares trans nas forças armadas e a atual proposta de não tratar pessoas trans pelo gênero, e sim apenas sexo biológico. “A esperança que eu tinha nele acabou. Não posso apoiar quem trabalha contra os meus. Não apoio mais o Trump. Aprendo agora com meus erros e quero seguir em frente”, admitiu.

Homem processa pizzaria que negou atendimento por ele ser gay.


Sammy Katner processa pizzaria que recusou atendimento por ser gay


Um estudante rabino americano entrou com um processo na justiça contra uma pizzaria em Jerusalém que se negou a atendê-lo por ser gay. De acordo com Sammy Katner, estudante universitário, o episódio aconteceu um dia após a Parada LGBT de Israel.

Segundo a vítima, uma atendente pediu para que ele se retirasse, após afirmar ser gay ao ser questionado pela mesma, por estar usando uma camiseta nas cores do arco-íris, símbolo da comunidade LGBT.

Em seu perfil no Facebook, Katner relatou o ocorrido.“Hoje, pela primeira vez na vida, tive negado um pedaço de pizza por ser quem eu sou. Entrei na loja com essa camiseta e o atendente me perguntou se eu era gay. Falei que sim. Ele disse: ‘Fora!’ me apontando a porta e pedindo pra que eu e meus amigos deixássemos o estabelecimento”.

A ação movida contra o estabelecimento pede uma indenização no valor de 9 mil dólares. Esta quantia será utilizada para ajudar ONGs LGBTs e grupos locais que ajudam a comunidade. A audiência está marcada para o dia 31 de janeiro.

Um terço dos gays indianos é casado com mulheres que não fazem ideia disso.




Uma pesquisa da fundação Planet Romeo constatou que quase um terço dos homens gays e bissexuais indianos são casados com esposas que não fazem ideia da verdadeira sexualidade do marido.

Entre os mais de 3.300 homens pesquisados, 33% afirmaram serem casados com mulheres que não sabem plenamente sobre a sexualidade deles. Destes, 71% afirmou não ter a intenção de se assumir.

O estudo também serviu para que se constatasse o óbvio: que uma parte expressiva destes rapazes acabaram se casando por pressão da família e sociedade. Ao serem perguntados, 25% disse que ‘Sim’ e 26% ‘Sim, um pouco’.

“Minha mãe dizia que se eu não arrumasse uma esposa, ela iria se matar”, disse um entrevistado anonimamente.

Pra se ter ideia, dos mais de 3 mil homens gays e bissexuais pesquisados anonimamente, apenas 6% afirmaram viver fora do armário. Já os que são casados e a esposa sabe da sexualidade do marido mesmo assim, estes representam menos de 5% dos homens gays e bissexuais, ou seja, a grande maioria vive no armário.

Ainda que a Índia tenha descriminalizado a homossexualidade recentemente, a questão ainda é um grande tabu para a sociedade do país.

“Policial não vê a hora de poder bater em gays”, diz investigador.




Em recente entrevista ao site Carta Capital, o Investigadorr da Polícia Civil há mais de 23 anos em São Paulo, Alexandre Felix Campos, afirmou que uma parte dos policiais não vê a hora de Jair Bolsonaro (PSL) ser eleito para poder bater em gays.

“Não escuto os policiais dizerem ‘poxa, agora vamos poder buscar o traficante x’, ‘vamos combater o narcotráfico’, ‘os grandes estelionatários’. Não, o policial só fala que não vê a hora de poder descer a mão no maconheiro da USP e no viado. É isso que, infelizmente, acontece”, disse Campos. “Vivemos um momento que, para mim, tem sido extremamente complicado, porque todo dia escuto alguma coisa do tipo ‘quando Bolsonaro ganhar a gente vai descer a borracha nesses viados’ ou ‘agora quero ver maconheiro da USP folgar com a gente'”, continuou.

Campos ainda usou um exemplo de homofobia que teria presenciado na última quarta-feira (24/10). “Eu estava no plantão policial na Zona Leste de São Paulo e chegou um casal de gays, com maquiagem no rosto. Foram lá porque sofreram golpe de um banco, pegaram o cartão de um deles e praticaram fraudes. Foram só fazer boletim de ocorrência. Eles chegaram, se apresentaram e a primeira coisa que o colega policial disse foi: ‘quando o ‘mito’ ganhar essa putaria vai acabar'”, disse o investigador.

“Não há nenhum tipo de justificativa plausível para esse ódio. Até porque os garotos foram extremamente educados, em momento algum fizeram qualquer tipo de agressões a nós. Quando buscam a polícia, as pessoas buscam o Estado. E com atitudes como essa a gente só reforça a ausência do Estado”, explicou. Campos ainda cita o caso da travesti Priscila, assassinada a facadas na última terça-feira (16/10), por eleitores de Bolsonaro, no Largo do Arouche, em São Paulo.

“Algumas pessoas que estavam lá viram os caras que bateram nela. Como estou na militância, me ligaram para avisar que haviam visto os agressores, que estavam sempre por ali. Fui até a delegacia e tentei conversar com o delegado para ouvir essas pessoas. O delegado simplesmente se recusou a ouvir essas pessoas. E ainda me ameaçou, de forma velada, que se eu continuasse ali eu seria preso por advocacia administrativa (quando um funcionário público usa seu cargo para patrocinar, direta ou indiretamente, interesses privados perante a administração pública)”, conta o investigador, que ainda prevê uma piora nas agressões motivadas por LGBTfobia.

“As pessoas já estão espancando gays, lésbicas, trans nas ruas e gritando que o fazem em nome de um candidato à Presidente da República. E os policiais batem palmas, do tipo ‘ah legal, agora vocês vão se foder mesmo’. Então, infelizmente, esse é o clima que vejo. E deve haver um endurecimento nos próximos dias. Não é algo nem para o próximo ano”, diz. Apesar disso, Campos faz questão de ressaltar nem todos os policiais pensam da mesma forma. “Mil policiais fazem parte do grupo ‘Policiais Antifascismo’, que é apoiado por outros 10 mil membros da Polícia Civil e alguns poucos da PM”, conclui.

Eleitores atacam LGBTs e nordestinos após vitória de Bolsonaro.




Os eleitores nordestinos receberam, mais uma vez, ataques racistas nas redes sociais após o resultado das eleições deste domingo (28), que revelou uma vitória expressiva do candidato do PT Fernando Haddad, em toda a região. Internautas apoiadores do presidente eleito Jair Bolsonaro publicaram posts contrários sobretudo aos baianos onde o petista teve a maioria dos votos, LGBTs e negros também foram alvos das agressões.

Os apoiadores do candidato do PSL já haviam protagonizado ataques aos moradores do nordeste no primeiro turno, quando Haddad levou a melhor em oito dos nove estados, perdendo apenas para Fortaleza que elegeu Ciro Gomes (PDT).

O mesmo tipo de crítica ao nordeste vindo de outras localidades do Brasil aconteceu nas eleições de 2014, quando a então presidenta Dilma Rousseff foi eleita também em toda região do nordeste na corrida contra Aécio Neves (PSDB).

Jair Bolsonaro foi eleito com 55% dos votos válidos contra 44% de Haddad. Sua campanha eleitoral foi marcada pela polaridade dos eleitores e não teve apoio da maioria dos membros da comunidade LGBT, por causa das polêmicas declarações contra esta parcela da sociedade feitas .

Confira alguns dos ataques contra Bolsonaro:







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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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