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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Suíça criminaliza homofobia e transfobia.




A Suíça aprovou lei que passa a criminalizar homofobia e transfobia em seu território equiparando a discriminação causada por preconceito e intolerância à orientação sexual ou identidade de gênero de LGBTs ao crime de racismo.

O placar de votação na Câmara foi amplo e favorável à decisão, sendo 118 votos a favor e 60 contrários.

Agora, aqueles que forem pegos praticando homo ou transfobia e for considerado culpado poderá pegar até três anos de detenção em regime fechado, conforme passa a prever a lei.

Após a decisão, o ativista pelos direitos da comunidade LGBT suíça Mathias Reynard, comemorou a determinação considerada uma “vitória”.

“A homofobia não é uma opinião, é um crime. A vitória manda uma mensagem forte”, afirmou o deputado do Partido Social Democrata, que tenta, ainda, legalizar a união homoafetiva na Suíça.

Com informações do site “Notícias ao Minuto” e da revista britânica “Dazed”

Homofobia e transfobia agora dão pena de até três anos de prisão na Suíça.




A Suíça aprovou uma lei que criminaliza a discriminação contra os LGBTQ. A determinação, segundo adiantou o Dazed, prevê que se alguém for considerado acusado de homofobia ou transfobia passa a enfrentar a possibilidade de ser condenado a uma pena de até três anos de prisão.

No total, 118 deputados suíços votaram a favor da mudança na lei, 60 disseram ser contra e cinco abstiveram-se. A decisão segue o exemplo de outros países como a Índia e a Trindade e Tobago, que aprovaram leis que garantem mais direitos à comunidade LGBTQ.

Mathias Reynard, membro do Partido Social Democrata, foi uma das pessoas que lideraram a campanha para alterar o código penal suíço. Ele se mostrou satisfeito com a decisão. “A homofobia não é uma opinião, é um crime. A vitória manda uma mensagem forte”, afirmou Reynard, que já está trabalhando para tentar legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo na Suíça.

23ª Parada LGBTQI+ do Rio leva milhares de pessoas para a orla de Copacabana.


Parada do Orgulho LGBT Rio é organizada há 23 anos pela ONG Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT. (Foto: Vintepoucos)
Parada do Orgulho LGBT Rio é organizada há 23 anos pela ONG Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT.


Evento aconteceu neste domingo na Avenida Atlântica, em Copacabana

Milhares de pessoas foram à Praia de Copacabana participar da 23ª Parada do Orgulho LGBTQI+ do Rio. Com o tema “Vote em ideias, não em pessoas. Vote em quem tem compromisso com as causas LGBTI”, o evento foi marcado pelas falas dos participantes – artistas, autoridades e ativistas, que a todo momento entoaram o discurso em prol da igualdade destacando a importância do voto consciente e em pessoas que tenham compromisso com os direitos humanos. A frase “ele não” esteve presente durante todo a marcha, nos cartazes, nas roupas, nas falas em cima do trio e no grito do povo. O evento também foi marcado por homenagens a vereadora Marielle Franco, ao ativista João Nery e aos 40 anos do Movimento LGBT – representado pelo jornal O Lampião da Esquina.

“Para nós, hoje é mais um dia de luta, é mais um dia que estamos aqui para dizer que nós, população LGBTQI+, existimos e resistimos. Vamos fazer uma grande homenagem àquela que semeou muitas sementes, Marielle Franco presente!”, disse a vice-presidente do Grupo Arco-Íris, Marcelle Esteves.

A Parada aconteceu uma semana antes das eleições. Em 2018, o número de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais que se candidataram a uma vaga nos poderes executivo e legislativo aumentou 386,4% se comparado às últimas eleições. Em 2017, apenas 37 pessoas se declaravam abertamente LGBT, contra 180 deste ano, de acordo com a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT).

Num país como o Brasil, que é o que mais mata pessoas LGBTI no mundo, a necessidade de representatividade na política é urgente. “Nossos direitos, nossa cidadania e principalmente nossas vidas dependem das escolhas que faremos nas urnas”, afirma Almir França, presidente do Grupo Arco-Íris.

Mais uma vez, artistas abriram mão do cachê em prol da causa

Entre os artistas que participaram da Parada estão: Luisa Sonza, Lexa, Lorena Simpson, MC Pocahontas, Funtastic, Gabily, Clau, Ananda, Donas, Lary, MC Nem, As Baphônicas e Armário de Saia.

A divina diva Jane Di Castro preparou uma apresentação especial para este ano. Além de cantar o hino nacional, como faz há mais de 10 anos, Jane fez um show inédito com músicas de Cazuza e Rolling Stones.

Ações de prevenção e saúde

O Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT distribuiu 200 mil preservativos femininos e masculinos, gel lubrificante e folhetos informativos sobre prevenção. As ações foram uma parceria com o Departamento Nacional de IST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fundação Oswaldo Cruz, Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área Programática – CAP 2.1 da Secretaria Municipal de Saúde e a Gerência DST / Aids, Sangue e Hemoderivados da Secretaria Estadual de Saúde.

Moda e sustentabilidade unidas a favor da diversidade

Com o objetivo de potencializar a criatividade e empoderar a população trans e de travestis, contribuindo para o acesso dessas pessoas ao mercado de trabalho, a Escola de Divines, um curso de formação em moda voltado para pessoas travestis e transexuais teve um stand na Parada recebendo novos alunos. A proposta é promover cidadania, geração de renda e educação ambiental por meio da linguagem de reutilização de resíduos para a fabricação de peças e acessórios que serão vendidos.

O estilista Almir França fez um editorial de moda com materiais reutilizáveis durante o evento. Mulheres transexuais e homens trans vestiram modelos confeccionados por Isabela Capeto, Beto Neves, Bruna Bee, Marcelo Olinto, Denis Linhares e Samuel Abrantes e outros. Os modelos serão leiloados e o valor arrecadado será destinado ao Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT, Casa Nem e Casarão.

Bolsonaro ignora direitos LGBT em seu plano de governo.




Primeiro colocado nas pesquisas de intenções de voto para presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) ignorou os direitos da comunidade LGBT em seu plano de governo, caso seja eleito.

Critico ferrenho e opositor declarado das pessoas LGBTs, Bolsonaro sequer cita o termo “LGBT” nas páginas de seu projeto para o país.

Assim sendo, o ex-deputado ignora a realidade dessas pessoas, que ainda vivem à mercê da sociedade e são vítimas todos os anos de atentados cruéis, e não raro são mortos em decorrência única e exclusiva de sua orientação sexual ou identidade de gênero.

O fato, no entanto, não chega a ser surpreendente. Jair Bolsonaro é reconhecido por suas falas homofóbicas e transfóbicas e ódio à comunidade LGBT.

É mentirosa a “notícia” de que Jean Wyllys pretende criar lei para obrigar casamento gay em igrejas.




Desde seu ingresso na Câmara Federal como deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro, Jean Wyllys (PSOL) tem sido uma vítima constante do ódio da extrema direita e fanáticos religiosos que não cansam de espalhar fake news com o nome do parlamentar, único homossexual assumido no Congresso e uma das 50 pessoas que podem mudar o mundo, de acordo com o jornal The Guardian.

Agora, em época do eleição, Jean, que tenta a reeleição, viu seu nome ser envolvido em novas notícias falsas, algumas atreladas ao presidenciável pelo PT, Fernando Haddad.

Uma dessas notícias falsas tão disseminadas nas redes sociais diz que ele, Wyllys, pretende criar uma lei para obrigar que a igreja passe a aceitar o casamento entre pessoas do mesmo sexo dentro de suas instituições.

De acordo com a mensagem publicada por espalhadores de fake news, Jean Wyllys teria recebido o apoio de Haddad para criar a Lei Marielle Franco. Para se ter um noção do alcance da replicação desse tipo de notícia, já foram mais de 65 mil compartilhamentos.

Em nota, Jean Wyllys negou a declaração e diz que o texto é “absolutamente contrário” à sua atuação no Congresso.

“Minha defesa é pelo casamento civil – ou seja, em nada tem a ver com igrejas! -, pela liberdade religiosa e pelo respeito à Constituição, que reconhece no artigo quinto o direito à liberdade de crença e consciência. É curioso que sejam justamente os maiores defensores de violações ao referido artigo do texto da Carta magna os que alegam que eu desejo violá-lo, obrigando que pessoas que exerçam profissões de fé estejam obrigados a celebrar casamentos. Ademais, quem, em sã consciência, deseja celebrar um momento tão especial em um local em que sua existência não é reconhecida? Não faz sentido algum”, afirmou Jean.

Padre é afastado pela igreja após curtir foto de amigo gay.




O padre norte-americano Keith Kozack foi afastado de suas funções dentro da igreja católica por determinação de seus superiores, após o mesmo dar um “like” em uma foto de um amigo gay que recentemente oficializou união homoafetiva.

Em entrevista ao canal WEWS-TV, o sacerdote se disse indignado com a decisão e afirmou: “Eu nem pensei quando fiz isso [curtiu a postagem] não foi nada intencional”.

Ainda de acordo com a reportagem, a igreja conseguiu encontrar uma outra publicação em que o padre parabeniza um casal gay de amigos pela união.

“Nunca imaginei que a igreja agiria desta forma comigo. Apesar de tudo, continuo acreditando em Deus”, concluiu.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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