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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Filho de homem trans pode ser o primeiro na Inglaterra sem ter mãe na certidão.




O bebê é filho de uma mãe solteira que passou pela transição de gênero e se reconhece agora como pai. O homem entrou na Justiça com uma queixa de discriminação, após ter seu pedido negado para ser identificado como pai na certidão de nascimento da criança. Segundo o funcionário do cartório, o filho de homem trans não poderia ter tal registro, pois a lei exige que a pessoa que deu à luz seja registrada como mãe.

Andrew McFarlane, presidente da Divisão Familiar da Suprema Corte, será o responsável pelo veredito e decidirá se o homem será identificado como “pai” ou como “parent” (termo em inglês sem gênero específico, utilizado para denominar tanto o pai quanto a mãe) na certidão de nascimento. O julgamento está marcado para acontecer em fevereiro do ano que vem na Suprema Corte, em Londres.

O julgamento do filho de homem trans.

O caso tem sido analisado pela Suprema Corte em Londres nos últimos meses. O argumento do pai da criança é o de que registrá-lo como “mãe” violaria o respeito por sua privacidade e a sua vida em família.

Juiz da Suprema Corte Britânica, Peter Francis afirma que a questão nunca foi levantada anteriormente na Inglaterra e no País de Gales. De acordo com ele, se o homem trans ganhar o recurso, é provável que os ministros tenham de considerar uma mudança na lei.

O juiz ainda disse que o filho de homem trans não deve ser identificado e não deve ter gênero, idade e local de nascimento revelados. Os advogados afirmam que outros homens trans já chegaram a dar à luz, mas foram registrados como “mães” nas certidões de nascimento.

Segunda mais votada no DF, Erika Kokay é reeleita federal.


Erika Kokay (PT) teve 89.986 mil votos e a segunda mais votada da capital. 


Deputada é uma das principais defensoras dos direitos LGBT no Congresso Nacional.

Erika Kokay (PT) teve 89.986 mil votos no Distrito Federal, além de ser a única do partido eleita e a segunda mais votada da capital.
Junto com Jean Wyllys, Erika participa da banca LGBT, da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos e está entre os parlamentares mais atuante do Congresso.

Juntos apresentaram o projeto de lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo e outras pautas dos direitos humanos.

No seu discurso nesse domingo, a deputada lembrou que ainda temos que lutar contra o fascismo. “O fascismo que já não esconde a sua LGBTfobia, um fascismo que se sente a vontade para quebrar uma placa de homenagem a Marielle Franco. Todos os dias nos lembramos que nasce uma Marille em todos os cantos desse país, porque eles não conseguem exterminar as ideias e eles achavam que não íamos estar no segundo turno, passamos para o segundo turno e no dia 27 de outubro vamos mostrar que este país não será o país do ódio”, falou a parlamentar.

Candidatos que destruíram placa em homenagem a Marielle são eleitos no Rio.


Rodrigo Amorim e Daniel Silveira, eleitos deputados estadual e federal do Rio de Janeiro pelo PSL


Com 140 mil votos, Rodrigo Amorim (PSL) foi o deputado estadual mais votado do RJ. Ele aparece numa imagem destruindo uma placa com o nome de Marielle Franco. Daniel Silveira (PSL) aparece ao lado de Rodrigo na foto e também foi eleito, mas para o Congresso Nacional com 31 mil votos. Ambos concorreram pelo partido de Jair Bolsonaro.
A placa foi colocada no Centro do Rio, como uma intervenção urbana para homenagear a vereadora, substituindo o nome original do local: Praça Floriano. No dia 30 de setembro, a dupla anunciou que faria a ação.

Numa publicação no Instagram naquele dia, Silveira, que também é soldado da Polícia Militar fluminense, convoca “toda a direita conservadora” para assistir a vídeo que, mais tarde, de fato foi publicado. O PM marca na postagem o também candidato do PSL Rodrigo Amorim, que disputou a Prefeitura do Rio, em 2016, como vice de Flávio Bolsonaro, filho do presidenciável.

O texto de Silveira no dia de divulgação do vídeo diz que ele e Amorim mostrariam à “esquerda progressista que uma defensora do banditismo e do coitadismo não pode ser a única a ser lembrada ante 60 mil homicídios” por ano.

Jean Wyllys é reeleito a deputado federal e declara apoio em Haddad.




Deputado vai para o seu terceiro mandato pelo Estado do Rio de Janeiro.

Espírito Santo elege primeiro senador gay assumido do Brasil e tira homofóbico.


Fabiano Contarato com o marido e o filho. 


Fabiano Contarato (Rede) teve 31,15% dos votos válidos e tirou Magno Malta (PR) do Congresso Nacional.

O candidato Fabiano Contarato (Rede) é o primeiro gay assumido eleito para o Senado do Brasil pelo estado do Espírito Santo. Segundo dados da Justiça Eleitoral, com 100% de urnas apuradas, Contarato obteve 1.117.036 votos, o que equivale a 31,15% dos votos válidos e garantiu vaga no Senado.
Neste ano o eleitor escolheu dois candidatos ao Senado porque o mandato é de oito anos, mas as eleições ocorrem de quatro em quatro anos. Assim, a cada eleição, a Casa renova, alternadamente, um terço e dois terços de suas 81 cadeiras. Neste ano, 54 vagas estavam em disputa no país.

É a primeira vez que Contarato concorre à eleição. O candidato homofóbico à reeleição para o Senado, Magno Malta (PR) não conseguiu se reeleger.

Contarato afirmou, ao ser eleito, que não quer fazer da política uma profissão. “Passou da hora do Espírito Santo ter o papel de protagonista do Senado Federal. Isso pode ter certeza que eu estando no Senado Federal, isso vai acontecer. Eu darei a minha vida para dar dignidade para essa população menos favorecida, para fortalecer os municípios do interior”, falou.

“O Bolsonaro vai matar viado”, gritam homofóbicos no metrô de SP.




Um vídeo que está circulando nas redes sociais e já conta com mais de trinta mil visualizações, mostra um grupo do que parece ser eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) entoando gritos homofóbicos, ressaltando que, se eleito, o ex-deputado “vai matar viado”. A cena aconteceu na estação de metrô Sé, em São Paulo.




“Ô bicharada, toma cuidado, o Bolsonaro vai matar viado!”, cantam um grupo de pessoas entre homens e mulheres repetidas vezes. Autor das filmagens, Luis Othavio Nunes se disse indignado ao presenciar tal ato. “No início começou com uma torcida gritando contra a outra. Quando de repente começaram a falar do candidato, todos em volta começaram a gritar juntos contra os gays exaltando Bolsonaro, se incentivando como se achasse aquilo bonito”, relata o jovem.

“No início começou com uma torcida gritando contra a outra. Quando de repente começaram a falar do candidato, todos em volta começaram a gritar juntos contra os gays exaltando Bolsonaro, se incentivando e como se achasse aquilo bonito”, disse Luis. “É isso que as pessoas pensam, que se o Bolsonaro assumir o poder eles vão ter carta branca para matar os gays? O que nós fizemos para vocês terem esse ódio contra a gente?”, questiona Luis.

Homem gay é atacado com facão por homofóbico em SP: “Ele ficava gritando que iria me matar”.




O maquiador Marcos Machado, de 52 anos, agredido por um facão enquanto caminhava por uma rua acredita que foi vítima de ataque homofóbico. O crime aconteceu na noite de sábado (29/09), no bairro Roseiral em São José do Rio Preto (SP).

“Ele [agressor] ficava gritando que não gostava de gente como eu e que iria me matar”, disse a vítima em entrevista ao G1. Marcos conta que voltava para a casa a pé, depois de ir ao mercado, quando três rapazes andando a cavalo passaram por ele. “Olhei e continuei andando. Eles foram embora, mas depois de alguns minutos um deles voltou sozinho e, quando se aproximou, jogou o cavalo para cima de mim”, disse o maquiador.

A vítima contou ainda que teve ferimentos na cabeça, no braço e uma fratura exposta no joelho, precisando passar por cirurgia e colocar dois pinos. Marcos ainda está internado no Hospital de Base de Rio Preto. “O tempo todo ele ficou em cima do cavalo. Na segunda facada eu coloquei o braço na frente do facão e ele me acertou de novo no joelho, porque ficou nervoso por me defender”, diz Marcos.

A agressão só teria parado quando um amigo do agressor voltou para saber o porquê da demora e ainda teria dito “vamos embora que vai dar B.O.”, disse Marcos. Uma vizinha da vítima também teria visto a ação do rapaz e começou a gritar pedindo por socorro. “Na hora eu não entendia nada, só pensava que estava sendo agredido por alguma coisa que eu não tinha feito”, disse Marcos.

A vítima contou ainda que não conhecia o suspeito e os amigos dele. Segundo o boletim de ocorrências, o agressor de 19 anos foi preso. O caso está sendo investigado.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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