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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Professora é acusada de tirar aluno de armário na sala de aula, na frente da namorada dele.



Um caso emblemático de retirada forçada de um “gay” do armário está causando polêmica com o pai de um aluno do colégio Nixon-Smiley, no Texas, Estados Unidos.

Isso porque uma professora teria revelada a suposta homossexualidade de um dos seus alunos, na frente de toda a classe, inclusive na da namorada do rapaz.

De acordo com informações da imprensa norte-americana, na ocasião a docente teria dito que o jovem “é gay” e que “usa” a namorada como “fachada”.

Segundo o pai do adolescente, após ser forçado a sair do armário, embora o estudante não seja LGBT, o jovem passou a sofrer bullying dos demais alunos da instituição. Para o patriarca, a professora levou em consideração a aparência do aluno para pressupor que ele seja homossexual.

“O jeito que ele se cuida excessivamente, se veste e age mais delicado, mas ele não é gay por isso, e nem este seria o problema [ele ser gay]. O problema é uma professora fazer um comentário desses gerando bullying e rejeição ao meu filho em uma escola”, afirmou o pai.

A secretaria da escola disse estar “ciente” do caso e afirmou que “investigará” os fatos. O pai ressaltou que a professora se desculpou, mas, para ele, “o estrago está feito e não adianta ela se arrepender”.

OAB recomenda que LGBTs se casem antes de Bolsonaro assumir o poder para evitar perde de direitos.


Casais LGBT oficializaram a união através do projeto Casar é Legal


A Comissão de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil está aconselhando os LGBTs que desejam oficializar união, que o façam antes do final deste ano, evitando assim possíveis perdas de direitos no governo de Jair Bolsonaro.

Eleito presidente do país no último domingo (28), Bolsonaro assumirá oficialmente o cargo a partir de 1º de janeiro. Embora durante campanha ele tenha prometido “governar para todos” e ter dito que os “gays serão felizes em seu mandato”, o militar é notório conhecido por suas contradições e por seus discursos homofóbicos.

A união entre pessoas do mesmo no Brasil ainda não é lei. Existe uma jurisprudência sancionada pelo Supremo Tribunal Federal em 2011, que reconhece o casamento homoafetivo. No entanto, por não ter sido aprovado no legislativo, Bolsonaro pode, se quiser, negar direitos já adquiridos que ainda não passaram pela aprovação da Câmara e do Senado.

Para 74%, homossexualidade deve ser aceita pela sociedade, mostra Datafolha.




Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada na tarde deste sábado (27) aponta que a maioria dos brasileiros acredita que a homossexualidade deve ser aceita por toda a sociedade.

A pesquisa ouviu 9.173 eleitores em 341 municípios entre os dias 24 e 25 de outubro. Ela também ouviu a opinião dos eleitores sobre a posse de armas e se eles concordam ou discordam que negros e mulheres ganham menos do que brancos e homens no mercado de trabalho por causa de sua cor/raça ou gênero.

Homossexualidade

A pesquisa perguntou aos eleitores qual das duas frases eles concordam mais: "A homossexualidade deve ser aceita por toda a sociedade” ou “A homossexualidade deve ser desencorajada por toda a sociedade". O resultado foi:

·A homossexualidade deve ser aceita por toda a sociedade: 74%

·A homossexualidade deve ser desencorajada por toda a sociedade: 18%

·Não sabe: 8%

Histórico

A mesma pergunta já havia sido feita em outras três ocasiões nos últimos cinco anos. Na pesquisa mais recente, a porcentagem de eleitores que dizem achar que a homossexualidade deve ser desencorajada por toda a sociedade foi a menor desde 2013. Veja a evolução das respostas:

https://www.mundomais.com.br/materias/6920/1.jpg

Sobre a pesquisa

·Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

·Entrevistados: 9.173 eleitores em 341 municípios

·Quando a pesquisa foi feita: 24 e 25 de outubro

·Registro no TSE: BR-05743/2018

·Nível de confiança: 95%

·Contratantes da pesquisa: TV Globo e "Folha de S.Paulo"

·O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Secretário apoiador de Bolsonaro pede desculpas por áudio sobre perseguir Gays após eleição.




Um áudio feito logo após a vitória do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) no domingo (28) levou o secretário de Esportes de Bambuí, município da Região Centro-Oeste de Minas, Ramon Gabriel, a se desculpar nas redes sociais. Nele, o funcionário do primeiro escalão da prefeitura diz que o país mudou e que, agora, vai perseguir os homossexuais.

O titular da pasta, que também é dono de uma academia de Crossfit e usa o slogan de campanha de Bolsonaro e um “PT não” na foto do perfil, também diz querer que a esquerda do grupo (de Whatsapp) se exploda.

“Quero que essa esquerda desse grupo se exploda. Eu quero nego demitido, perseguido, eu quero nego viado que toma uma arrombada no c…, ele vai gostar, só pode. Quero que se exploda. Agora mudou, o país mudou e agora nós vai (sic) perseguir mesmo, nós é  mau. Agora mudou o negócio, fica velhaco aí, galera”, diz o secretário no áudio.

Em conversa com o Estado de Minas, o secretário Ramon Gabiel disse que estuda processar a pessoa que vazou a mensagem. Segundo ele, o áudio foi para um grupo de Whatsapp do qual participam 25 pessoas. Um dos amigos lhe contou ter enviado a mensagem para outra pessoa, que divulgou nas redes.

‘Estava zoando’

“Esse áudio está distorcido, fora de contexto. Estava zoando os integrantes do próprio grupo dentro de outra conversa. Se alguém pega uma fala só é lógico que dá essa descontextualidade”, afirmou Ramon.

O secretário disse que quando falou em perseguição se referia aos integrantes do grupo e era “zoação”. “Meu amigo já pediu desculpas, infelizmente confiou em uma pessoa maldosa e enviou o áudio. Mas não tenho nenhum preconceito, quem me conhece sabe que sempre convivi (com gays) e para mim não tem nenhum diferença”, afirmou.

O secretário disse não acreditar que a eleição de Bolsonaro vá causar perseguição a homossexuais. Segundo ele, tal ideia viria da “própria classe” e da mídia. “Mas creio que o Brasil com Bolsonaro vai ser até mais unido”, disse.

O secretário divulgou um pedido de desculpas em seu Facebook. Ele disse ter conversado com o prefeito da cidade Olívio Vieira, que o orientou a se retratar. Ramon afirmou ainda que, após comentários negativos, tornou o texto privativo aos amigos na rede social.

No texto, ele dizia estar embriagado e ter feito uma brincadeira. “Desculpa a quem se sentiu ofendido”, diz.

O prefeito da cidade foi procurado pelo EM.Com mas estava viajando.

Advogados entram com representação criminal contra Estudante que falou em ‘Caça aos Viadinhos’.




Nesta terça-feira (30), advogados militantes das causas feminista e combate a homofobia protocolaram no Ministério Público Estadual, em São Luís, uma representação criminal contra o estudante Marcos Silveira, que fez postagens nas redes sociais citando ‘caça aos viadinhos’, ‘atirar na cabeça’, ‘vagabundas’, além de exaltar Carlos Brilhante Ustra, declarado pela Justiça torturador durante o período da ditadura militar.

“É isso que a gente está aqui, tentando resguardar as liberdades individuais, os direitos de terem entendimentos políticos diferentes sem que as pessoas sejam agredidas por isso. A nossa constituição garante igualdade independente de raça, credo, religião, orientação sexual e é isso que nós buscamos preservar neste momento”, afirmou a advogada Kátia ribeiro.

Os advogados deram entrada com uma representação criminal de dez páginas na Procuradoria Geral de Justiça. O grupo pede apuração pelo Ministério Público e Polícia Federal contra Marcos por injúria e incitação ao crime.

“A gente está entrando com uma representação na ouvidoria do Ministério Público Estadual solicitando a investigação em relação a incitação ao crime, delito de apologia à tortura e também o de injúria coletiva”, declarou o advogado Thiago Viana.

Nas redes sociais, Marcos Silveira fez postagens em que chama mulheres de 'fraquejadas' e 'vagabundas' â?? Foto: Reprodução/Redes Sociais



Marcos é de São Luís e aluno do curso de Química Industrial da UFMA. Em outras postagens, ele chama mulheres de ‘fraquejadas/vagabundas’ e diz que ‘é hora de entregar os esquerdistas ao Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) e cita o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra.



Advogados entram com representação criminal contra Estudante que falou em ‘Caça aos Viadinhos’ 

Nesta terça-feira (30), advogados militantes das causas feminista e combate a homofobia protocolaram no Ministério Público Estadual, em São Luís, uma representação criminal contra o estudante Marcos Silveira, que fez postagens nas redes sociais citando ‘caça aos viadinhos’, ‘atirar na cabeça’, ‘vagabundas’, além de exaltar Carlos Brilhante Ustra, declarado pela Justiça torturador durante o período da ditadura militar.

“É isso que a gente está aqui, tentando resguardar as liberdades individuais, os direitos de terem entendimentos políticos diferentes sem que as pessoas sejam agredidas por isso. A nossa constituição garante igualdade independente de raça, credo, religião, orientação sexual e é isso que nós buscamos preservar neste momento”, afirmou a advogada Kátia ribeiro.

Os advogados deram entrada com uma representação criminal de dez páginas na Procuradoria Geral de Justiça. O grupo pede apuração pelo Ministério Público e Polícia Federal contra Marcos por injúria e incitação ao crime.

“A gente está entrando com uma representação na ouvidoria do Ministério Público Estadual solicitando a investigação em relação a incitação ao crime, delito de apologia à tortura e também o de injúria coletiva”, declarou o advogado Thiago Viana.

Nas redes sociais, Marcos Silveira fez postagens em que chama mulheres de 'fraquejadas' e 'vagabundas'

Marcos é de São Luís e aluno do curso de Química Industrial da UFMA. Em outras postagens, ele chama mulheres de ‘fraquejadas/vagabundas’ e diz que ‘é hora de entregar os esquerdistas ao Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) e cita o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra.

Em postagem, Marcos cita o coronel Ustra e também fala um palavrão.

O coordenador do curso de Química Industrial, professor Arão Pereira da Costa Filho, emitiu uma nota de repúdio em nome de alunos do curso e também pede ações contra Marcos por parte da UFMA. A nota diz ainda que declarações de cunho racista, homofóbico e machista têm sido presenciado por alunos da UFMA e causando constrangimento, repulsa e medo.

Em nota, a Universidade Federal do Maranhão afirmou que tomou conhecimento do fato e que vai apurar com rigor o caso, considerando a gravidade do que foi dito.

“Na manhã do dia 29 de outubro de 2018, a Universidade Federal do Maranhão tomou conhecimento de manifestações preconceituosas, investidas de intimidação, ódio e defesa de eliminação de minorias por parte de um estudante da Instituição em sua rede social. A UFMA, alicerçada na Resolução Normativa nº 238-CONSUN, de 1º de julho de 2015, promoverá a apuração rigorosa dos fatos, considerando a gravidade das declarações. A UFMA reforça, fiel à sua história de 52 anos, sua incondicional defesa da democracia, acolhendo e respeitando os diferentes pontos de vista, mas se posicionando em colisão frontal com a agressão, seja ela física, simbólica ? verbal ou não verbal.Na democracia, todo cidadão tem o direito à liberdade de expressão, manifestação e opinião, sem perder de vista que a publicização de certas opiniões que ferem a dignidade humana é incompatível com o Estado Democrático de Direito. Pela premente necessidade de um país melhor e mais habitável, a UFMA reitera seu repúdio, contundentemente, às postagens que fomentem o ódio, o solapamento do outro e o desrespeito aos diferentes segmentos sociais”

Após a repercussão das declarações nas redes sociais, Marcos Silveira pediu desculpas pelas postagens. O G1 entrou em contato com o estudante, que disse estar profundamente arrependido e explicou que tudo havia começado com uma brincadeira entre amigos.

“Primeiramente, meus mais sinceros pedidos de desculpas com toda a comunidade LGBTq da UFMA, amigos e professores. Dizer também, que não passou de um giga postagem de mal gosto, fora de hora e sem nexo, pois tudo havia começado com uma brincadeira entre amigos de ruas, mas tomou proporções inimagináveis. Sobre as declarações dos alunos, muito me espanta pois não tenho contato com quase nenhum deles (até porque estou no fim da segunda graduação) e os poucos que mantenho contato, sou bastante cordial e respeitoso. Já emiti duas notas na minha rede social onde exponho meu total repúdio as coisas que disse. Tal comportamento jamais se repetirá até porque sou professor no interior e tenho uma carreira a zelar. No mais, o meus mais sinceros pedidos de desculpas com a comunidade acadêmica”, contou o estudante.

Já pelas redes sociais, Marcos Silveira disse ainda que as declarações foram infelizes e impensadas.

Marcos Silveira pediu desculpas pelas declarações na repercussão nas redes sociais 



Polícia de Goiás investiga suposta mensagem de grupo de extermínio de gays em rede social após vitória de Bolsonaro.




A Polícia Civil de Goiás juntamente com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e o Ministério Público Estadual investiga uma mensagem publicada em uma rede social que ameaça gays de morte, através de grupos de extermínio.

O texto foi publicado nos comentários s de uma transmissão ao vivo do jornal O Popular, após o resultado das eleições no documento (28). “Grupos de extermínio dos gays no Goiás. Vamos juntos lutar pela família brasileira e por fim nesses filhos do demônio. A favor da família tradicional. Gay bom é [gay] morto, junte-se a nós”, dizia o relato.

O perfil no Facebook responsável pela publicação tinha o nome de uma mulher. Tanto a página quanto a mensagem foram apagadas logo após a publicação e repercussão do caso.

A suposta dona da página se apresentou de forma espontânea à polícia para prestar depoimento e informou a titular da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (Dercc), Sabrina Leles, que foi vítima de um fake que pegou uma foto sua para criar um perfil não verdadeiro.

“Ela nega que tenha sido ela a autora. No entanto, a polícia não descarta a possibilidade de que talvez tenha sido ela a autora da mensagem. Entendemos que a mensagem foi um ato de terrorismo”, disse a delegada.

O Ministério Público de Goiás recebeu denúncias de nove pessoas que se sentiram ameaçadas pela mensagem que foram encaminhadas a alguma promotoria.

A Comissão de Direitos Humanos da OAB-GO repudiou em nota “indignação e veemente repúdio institucional ao discurso de ódio e incitação à violência”.

Polícia identifica suspeito de agredir estudantes por homofobia em escola do Rio.


Estudante do Colégio Visconde de Cairú no Rio levou oito pontos na cabeça após agressão


A Polícia do Rio de Janeiro identificou o suspeito de ter agredido dois estudantes no colégio Visconde de Cairú, localizado no bairro do Méier, na última segunda-feira (29), com golpes na cabeça, além de socos e pontapés. De acordo com o relato de uma das vítimas, que recebeu oito pontos na cabeça, o crime foi motivado por homofobia.

O agressor foi apontado como um aluno maior de idade que estuda no primeiro ano do ensino médio da mesma escola no turno da tarde. Segundo os jovens, eles foram ameaçados antes das agressões com um pedaço de pau.

“Quando a gente está subindo escada, essa pessoa está descendo escada, olhando com ódio para a nossa cara. Chegando na segunda parte da escada, esse menino chegou atrás da gente, tirando a camisa, falando que ele não era viado, falando que ele ia matar a gente o tempo todo. Falando: ‘Vou matar vocês, não sou viado, vou matar vocês’, com cara de ódio, querendo vir para cima de mim”, relatou uma das vítimas ao G1.

“O meu amigo caiu no chão e eu fiquei em estado de choque. Eu não sabia o que fazer. Logo após ele ter arriado o meu amigo, meu amigo caiu no chão e ele veio para cima de mim. Foi quando ele tentou acertar uma madeirada na minha cabeça também, mas eu desviei”, contou.

Após o ocorrido, os adolescentes foram até a direção do colégio e denunciaram o ato. As câmeras de segurança chegaram a ser checadas, mas o agressor não foi identificado no primeiro momento.

O caso foi registrado na delegacia do Méier como lesão corporal. Os alunos agredidos trabalham durante o dia e estudam à noite e já decidiram que não vão voltar mais ao colégio. “O negócio é a marca que fica na nossa vida, porque isso é um trauma que a gente vai levar pelo resto da nossa vida”, afirmou. A secretaria estadual de Educação disse apenas que o assunto está a cargo da Polícia Civil.

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