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NOTICIAS DO MUNDO

Democrata do Colorado é primeiro governador gay dos EUA.




O democrata Jared Polis se tornou nesta terça-feira o primeiro homem abertamente homossexual a governar um estado dos EUA - o Colorado - ao derrotar o republicano Walker Stapleton, segundo projeções das redes de televisão ABC e NBC.

Kate Brown se tornou a primeira governadora bissexual ao se eleger em 2015 no Oregon, enquanto outro governador, Jim McGreevey, de Nova Jersey, se declarou gay ao renunciar em 2004.

Em Vermont, Christine Hallquist, ex-presidente de uma companhia de energia, fracassou nesta terça-feira em sua tentativa de se tornar a primeira governadora transgênero dos Estados Unidos, ao ser derrotada pelo atual governador, o republicano, Phil Scott.

Hallquist, uma avó de 62 anos e sobrevivente de um câncer, entrou na política para promover a "onda azul" contra o presidente Donald Trump, que tem sido um obstáculo aos direitos das pessoas transgênero.

Pela 1ª vez, Argentina emite certidão de nascimento sem menção de gênero.




A Argentina emitiu pela primeira vez uma certidão de nascimento sem qualquer menção ao gênero, assim como toda a documentação. O caso aconteceu na província de Mendoza, localizada a 1.100 km ao oeste de Buenos Aires, e foi registrado dentro da Lei de Identidade de Gênero aprovada em 2012 no país. As informações são da agência AFP.

O novo documento civil foi registrado através de uma simples solicitação administrativa, sem a necessidade de nenhuma intervenção judicial. Segundo a resolução do governo provincial, o registro civil deverá elaborar uma nova certidão de nascimento na qual no lugar reservado para indicar o gênero da pessoa “deverá constar uma linha”.

Com a nova certidão a pessoa poderá solicitar às autoridades nacionais seu documento nacional de identidade onde se omita a especificação de gênero.

Apesar da Lei de Identidade de Gênero permitir as pessoas terem documentos com o gênero autodeclarado, e estar em vigor há mais de seis anos, até então nenhum registro de documentação tinha optado por ela.

Mesmo com a identidade preservada, meios de comunicação locais informaram que a pessoa solicitante tem 32 anos é formada em medicina e que não se considera nem homem, nem mulher.

"Juridicamente não havia argumentos para dizer não. Isto foi discutido com o governador e ele nos deu o aval para realizar esta decisão", explicou à imprensa local o diretor do Registro Civil de Mendoza, Enzo Rizzo. A Lei de Identidade de Gênero estabelece que "toda pessoa tem direito ao reconhecimento de sua identidade de gênero, ao livre desenvolvimento de sua pessoa conforme a sua identidade de gênero e a ser tratada de acordo com sua identidade de gênero, e em particular, a ser identificada desse modo nos instrumentos que certificam sua identidade".

Sérgio Moro afirma que não haverá perseguição a gays no governo Bolsonaro.


Sem discriminação



O juiz federal Sérgio Moro disse nesta terça-feira (6) que atuará no comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a partir de 2019, utilizando o modelo da Operação Lava Jato para combater o crime organizado e que vai trabalhar sem "perseguição política". Moro afirmou ainda que recebeu a sondagem para participar do governo Bolsonaro em 23 de outubro, antes do segundo turno.

Minorias

Famoso no país por comandar a Operação Lava-Jato durante 4 anos, Moro disse que "não existe qualquer possibilidade de discriminação contra minorias."

"Todos têm direito à segurança pública. Crimes de ódio são intoleráveis", acrescentou e afirmou que se for necessário a Polícia Federal combaterá esse tipo de crime.

"Não existe nada de política persecutória contra homossexuais e outras minorias. Não existe nada disso na mesa ou sendo gestado; nenhuma intenção de política discriminatória. As minorias vão poder exercer seus direitos livremente. Não vejo nada além de receios infundados", destacou.

Caso Marielle

O futuro ministro também mencionou o assassinato da vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro, e seu motorista Anderson Gomes, em 15 de março. "Não desconheço o problema que envolve o assassinato da ex-vereadora Marielle Franco e do senhor Anderson Gomes", disse ele. "Eu acho que é um crime que tem que ser solucionado. Eu, assumindo o ministério, pretendo me inteirar melhor dessas questões e ver o que é possível fazer no âmbito do ministério."

Deputado bolsonarista abre votação perguntando se o Brasil deve proibir beijo gay em público.






O deputado do PSL Jessé de Farias Lopes, correligionário de Jair Bolsonaro, questionou, em tom de sugestão, se o Brasil deveria aprovar lei similar à Rússia para proibir beijo gay em público.

Através de seu perfil no Facebook, o deputado criticou proposição de beijaço gay em frente à residência de Bolsonaro, ao propor votação online sobre a possibilidade de vetar manifestações homoafetivas em praça pública.

“Manifestação que está sendo organizado para domingo em frente a casa do Bolsonaro. Ativistas que exiges (sic) respeito sem se dar o respeito. Na Rússia, o beijo gay em PÚBLICO é proibido por lei, no intuito de preservar a inocência das crianças. Você seria a favor de uma lei como esta no Brasil? Vote e deixe seu comentário”, escreveu o deputado em sua conta no último dia 26.

Bancada Evangélica divulga manifesto contra “ideologia de gênero” nas escolas.




A Frente Parlamentar Evangélica divulgou desde o último dia 24, um manifesto no qual descreve as propostas e prioridades de sua bancada no Congresso pelos próximos anos. Entre os principais pontos está o combate ao “democratismo comunista” e à “ideologia de gênero” nas escolas.

Com 60 páginas, o documento intitulado “O Brasil para os brasileiros” traz quatro grandes temas da administração pública: modernização do Estado, segurança jurídica, segurança fiscal e “revolução na educação”.

O texto condena o “uso político-partidário das escolas e universidades públicas.” O tópico que cita a chamada “ideologia de gênero”, é apontado como um meio de desviar “a escola das suas atribuições normais e investe na subversão de todos os valores e princípios da civilização”.

Os parlamentares propõe uma intensa “campanha ininterrupta de combate à sexualização e erotização das crianças e adolescentes em todo o Brasil, utilizando-se todos os meios possíveis, e punindo severamente todos que atentarem contra a inocência infantil”,

A bancada, à qual pertencia o deputado federal e agora presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), é uma das mais influentes do Congresso e deve ter 180 membros a partir de 2019. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Aos gritos de ‘É Bolsonaro’, transexual é agredida a coronhada em Santarém.


Luana perdeu dentes e ficou com a perna cheia de escoriações após agressão motivada por transfobia (Foto: Luana Trans/Arquivo pessoal)
Luana perdeu dentes e ficou com a perna cheia de escoriações após agressão motivada por transfobia 


Jovem estava acompanhada de uma amiga, mas só ela foi agredida. Caso aconteceu no bairro Maracanã.

Um caso de violência contra a uma jovem transexual foi registrado em Santarém, oeste do Pará, na madrugada desta segunda-feira (5), na travessa E, bairro Maracanã. Ela caminhava em companhia de uma amiga, quando foi abordada por um homem que gritava “É Bolsonaro! É Bolsonaro!”, e a agrediu com soco e uma coronhada.

Segundo relato de Luana Trans, de 26 anos, quando o homem passou de carro ao lado dela e da amiga gritando, ela achou que era brincadeira, até se aproximar do veículo. “Eu vinha subindo a travessa E com uma amiga. O carro passou do nosso lado e o cara do banco de trás gritou ‘É Bolsonaro! É Bolsonaro!’. O carro parou um pouco à frente e quando chegamos perto ele desceu com uma arma na mão e foi logo me dando uma coronhada, gritando ‘É Bolsonaro’! A pancada foi tão forte que eu fiquei zonza, mas senti que tinha quebrado meus dentes”, contou.

Após a agressão, Luana foi socorrida por uma senhora que passava pelo local. A violência da coronhada de fato quebrou vários dentes da vítima. Ela acredita que a violência foi motivada por transfobia.


Luana foi vítima de violência quando caminhava por rua do bairro Maracanâ, em Santarém. (Foto: Luana Trans/Arquivo pessoal)
Luana foi vítima de violência quando caminhava por rua do bairro Maracanâ, em Santarém. 


“Eu acredito que não serei nem a primeira nem a última. Tenho certeza que foi homofobia. Ele não bateu na minha amiga, foi diretamente em mim, por preconceito. Estou me sentindo humilhada e revoltada com tudo isso”, declarou Luana.

Ainda assustada com a violência da qual foi vítima, Luana vai procurar a UIPP do bairro Alvorada para registrar boletim de ocorrência. Ela não conseguiu anotar a placa do carro que transportava o agressor, mas sabe que é um gol de cor preta.

Ainda segundo Luana, o agressor partiu pra cima dela e pediu que ela “passasse” tudo o que tinha de valor. “Nesse momento a minha amiga tentou correr. Ele foi atrás, segurou ela, mas não bateu. Foi aí que eu corri, acabei caindo, me ralei na perna e nos pés. Ele me puxou pelo cordão, me deu um soco, e foi embora sem levar nada”, disse.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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