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NOTICIAS DO MUNDO

EUA elegem primeira mulher trans a assumir a Assembléia Legislativa no estado do Colorado.


Brianna Titone, primeira mulher trans a ocupar a Assembléia Legislativa do Colorado 


Além do governador Jared Polis, o estado do Colorado, nos EUA, outra representante da comunidade LGBT também foi eleita para ocupar um cargo público. A geóloga Brianna Titone se tornou a primeira mulher trans a assumir a Assembléia Legislativa.

A democrata estava atrás de Vicki Pyne com uma diferença de 400 votos, segundo o Colorado Sun, mas venceu a disputa. Ao The Daily Beaste, ela disse que se candidatou estimulada pela Danica Roem, mulher trans eleita na Virgínia no último ano.

“É uma situação única para qualquer pessoa trans concorrer, porque só houve uma pessoa abertamente trans bem-sucedida para vencer. Então é como se ela fosse a autoridade sobre o que fazer e o que não fazer”, declarou Titone.

A legisladora, entretanto, não focou na sua identidade de gênero na campanha. Ao invés disso, ela utilizou na plataforma promessas para a política ambiental e financiamento da educação.

Nas redes sociais, Titone agradeceu aos eleitores pelo título. “Sou muito grata a tantas pessoas pelo apoio, palavras gentis e pensamentos positivos durante esses dias tensos!“, escreveu.

Gerri Cannon e Lisa Bunker, duas candidatas trans de New Hampshire, também ganharam as eleições como representantes do estado.

Escritora chinesa é condenada à prisão por publicar livro com erotismo gay.


Manifestantes no Victoria Park, em Causeway Bay, durante a concentração da Parada do Orgulho LGBT de Hong Kong em 2018.


Pena de dez anos foi considerada exagerada por especialistas e parte do público. A escritora recorreu da decisão.

Uma escritora chinesa foi condenada a dez anos de prisão após publicar um livro que contém cenas de eróticas gays, o que provocou grande indignação no país asiático, onde as autoridades censuram o conteúdo LGBT ao equipará-lo com a pornografia e os abusos sexuais.

A romancista, de sobrenome Liu e conhecida sob o pseudônimo Tianyi, foi condenada por um tribunal da província de Anhui (no leste) porque o seu livro “Gongzhan”, que relata a história de amor proibida entre um professor e um estudante, contém “um comportamento sexual obsceno entre homens” e “atos sexuais pervertidos como violações e abusos”.

Segundo um relatório policial citado pelo jornal oficial “Global Times”, a polícia precisou que foram vendidos mais de 7 mil “exemplares pornográficos” da obra, dos quais a autora obteve “lucro ilegais” de 150 mil iuanes (cerca de US$ 21,6 mil) em poucos meses.

A sentença, já recorrida pela escritora, também foi criticada por alguns especialistas, como o advogado Deng Xueping, que a considerou desproporcional e exigiu que seja revisada ao estar baseada em uma interpretação judicial de 1998.

“Está afastada de todas as mudanças que aconteceram na sociedade”, afirmou o advogado Deng Xueping ao jornal “South China Morning Post”.

Apesar da homossexualidade ser legal na China desde 1997 e ter sido desqualificado como desordem mental em 2001, uma grande maioria dos chineses vê a orientação sexual como uma doença, enquanto este coletivo, que na China é formado por cerca de 70 milhões de pessoas, carece de qualquer tipo de proteção.

O sociólogo e sexólogo chinês Li Yinhe também opinou que embora a escritora tenha “violado a lei, uma sentença de um ano seria demais, imagina então uma de dez anos”.

A decisão judicial também provocou indignação nas redes sociais, onde os usuários do Weibo, similar ao Twitter, criticam que outros crimes mais graves como os abusos sexuais não recebem um castigo adequado no país asiático.

Por exemplo, uma usuária contou que em maio sofreu uma agressão sexual em Pequim e o seu agressor foi condenado somente a oito meses de prisão.

A homossexualidade é contemplada como um ato “anormal” na legislação chinesa, por isso que as autoridades desenvolveram diferentes normativas para censurar a divulgação de qualquer conteúdo LGBT.

“Vídeos que mostram atos ou relações sexuais ‘anormais’ como o incesto, a homossexualidade e a violência ou o abuso sexual devem ser eliminados”, detalha uma regulação sobre conteúdo na internet lançada em 2017.

Americano pode ser condenado a 15 anos de prisão por ataque homofóbico.




O homem que atacou dois gays que saíam de um bar no Brooklyn pode ser condenado a 15 anos de prisão. O episódio aconteceu no dia 23 de setembro e ele se entregou três dias depois do ocorrido. O julgamento está marcado para acontecer no dia 16 de janeiro de 2019.

Na ocasião, ele abordou as vítimas na rua com socos e insultos de “Bicha”. Após a agressão ele fugiu deixando as vítimas com hematomas e ferimentos pelo corpo, além de fraturas.

O acusado foi enquadrado por agressão em segundo grau como um crime de ódio. Terceiro grau ameaçador como crime de ódio, assédio de segundo grau agravado e outras ofensas relacionadas.

À NBC News o promotor do distrito de Brooklyn, Eric Gonzalez, afirmou que McNamara pode pegar até 15 anos de prisão pelo agravante do caso configurar, além da agressão, um crime de ódio.

O autor do crime reside no bairro do Queens e era contratado como consultor sênior da empresa EY (Ernst & Young). No entanto, após a repercussão do ataque, a empresa o suspendeu até o fim do processo.

Em depoimento, namorado admite assassinato de travesti e diz que gastou o dinheiro da vítima após o crime.


Travesti Flávia morta pelo companheiro a facadas em Fortaleza


O assassino confesso da travesti Flávia, morta no bairro Planalto Ayrton Senna, afirmou que desferiu 11 facadas contra o corpo da vitima. A declaração foi feita durante o seu depoimento à polícia nesta terça-feira (20).

O suspeito alegou que a motivação para o crime seria uma briga que os dois que mantinham um relacionamento amoroso estavam tendo no momento do ocorrido. Além disso, a investigação levantou que após o homicídio, ele roubou o cartão de crédito da ex. O homem de 29 anos utilizou o limite e dinheiro dela para beber em bares no final de semana.

Flávia foi morta na última quinta-feira (15), mas só foi encontrada no domingo (18), três dias após o ocorrido. O corpo estava em estado avançado do decomposição. Vítima e acusado estavam juntos há cerca de seis meses.

À polícia, o homem confessou o crime e disse estar sob efeito de álcool e cocaína. Segundo ele, a vítima foi até o bar onde estava com os amigos e iniciou uma discussão.

Depois, os dois foram para casa e deram sequência à briga. Em um dado momento, ela o ameaçou com uma faca e ele afirma que agiu em legítima defesa para se proteger.

A polícia concluiu que houve luta corporal entre os envolvidos, pelo fato do braço de Flávia estar com muitos ferimentos. O ataque sugere violência dos golpes pois a faca está com a lâmina entortada e o cabo quebrado.

Transexual morre após receber três tiros durante churrasco de aniversário.


Mulher transexual Gabriela Torres 


Uma mulher transexual morreu nesta quarta-feira (20) após ser atingida por três tiros no bairro Vila da Prata, na Zona Oeste de Manaus. O crime aconteceu durante um churrasco de aniversário.

A vítima, identificada com nome social de Gabriela Torres, de 30 anos, foi surpreendida por dois homens em uma motocicleta. Os criminosos passaram desferindo disparos em direção a ela fugindo em seguida.

As balas atingiram o tórax, uma das pernas, e também os braços de Gabriela, que foi levada ainda com vida para Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Joventina Dias, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda na madrugada.

A vítima já tinha sido presa em flagrante este ano e respondia processo criminal por tráfico de drogas. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) investiga se o assassinato foi motivado pelo crime.


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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