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NOTICIAS DO MUNDO

Após proibição, Bermudas volta atrás e legaliza casamento homoafetivo novamente.




Após se tornar o primeiro país do mundo a proibir o casamento homoafetivo depois de torná-lo legal, Bermudas voltou atrás novamente. A Suprema Corte decidiu liberar definitivamente a união entre pessoas do mesmo sexo.

A nova legislação acontece depois de muita discussão a respeito do passo para trás dado em fevereiro de 2017. A novidade foi recebida com festa pela comunidade LGBT local, que comemorou a vitória nas redes sociais.

#LoveWins para #Bermudas, celebramos justiça, igualdade pra todos com a decisão histórica da Corte. Nossa gratidão a todos os amigos da campanha #OUTBermuda, ativistas e advogados que trabalharam pela causa”, afirmou a campanha OUT Bermuda no Twitter.

Apesar do clima de comemoração, a sentença não é definitiva. O governo pode recorrer da decisão em até 21 dias. Acredita-se no entanto, que desta vez a norma será respeitada.

Relatório revela ensino LGBTFóbico em livros na Arábia Saudita.




Um relatório realizado pela Liga Antidifamação (ADL), dos Estados Unidos, apontou faces de um ensino intolerante nas escolas da Arábia Saudita. Livros do país foram analisados e entre os seus posicionamentos a obra condena a prática do sexo oral, a qual afirma ser passível de morte e responsável por desastres naturais.

A organização procurou na literatura e chegou a receber dezenas de comentários nas redes sociais. As mensagens pregam o ódio e incitamento à violência a judeus, cristãos, mulheres e gays. 

Ao que diz respeito aos gays, o livro classifica o sexo anal como culpado por corromper a alma humana e a pena para quem pratica o ato é a morte. Os livros didáticos Sauditos também afirmam que o sexo anal traz vergonha à família do indivíduo e a toda tribo.

“A [decisão] correta [a respeito da sodomia] que os companheiros do Profeta concordaram é que tanto o ativo como o passivo são mortos. Independente de serem casados ou solteiros.”, diz um trecho do livro intitulado “Jurisprudência”.

A Arábia Saudita promete há cerca de dez anos aos Estados Unidos, um dos seus maiores aliados, a eliminação de passagens contra a população LGBTQ nos livros escolares. A homossexualidade é considerada crime no país com penas que podem chegar até a morte.

Ator e escritor é impedido de adotar gato por ser gay.


O ator e escritor inglês Alex Andreou 


O escritor e ator inglês Alex Andreou desabafou em seu perfil no Twitter, após ser impedido de adotar um gato por ele ser gay. A recusa aconteceu depois da troca de mensagens e uma viagem de mais de duas horas para encontrar o pet. O desfecho não foi nada agradável por causa da religião de quem estava oferecendo o animal.

Em uma das mensagens, a pessoa questiona a Alex se ele é solteiro ou gay. Após a resposta positiva, a mulher o encheu de julgamentos. “Eu sou religiosa e desaprovo completamente esse estilo de vida. Desculpe se estou ferindo seus sentimentos”, disse ela.

Em outro momento ela pergunta se ele “não tem medo de ir para o inferno quando morrer”. A reação da atual dona do gato deixou o artista bastante chateado. Nas suas redes sociais, ele alega ter sido vítima de homofobia.

“Agora estou em um ônibus soluçando e as pessoas estão olhando para mim porque a verdade é que isso doeu mais do que quando eu tinha 8 anos.”, relatou em referência às primeiras vezes que presenciou a discriminação por ser gay.

Alex então pediu para uma amiga que mora perto da casa da mulher que estaria doando os gatos, para que pegasse o bicho para ele. Mas, a anunciante recusou com a desculpa que não gosta de mandar seus gatos sem conhecer a casa antes.

Ela até deixou sua casa à disposição para a mulher visitar, mas as negociações não tiveram avanço. Foi então que Alex pesquisou e descobriu que as fotos dos gatos, eram originalmente de uma empresa francesa.

Ao questionar a moça porque ela estava fazendo aquilo, ela reconheceu a farsa, justificando que usa imagens de felinos da internet por não ter câmeras para fotografar os seus mas que tem os bichos e que eles são idênticos aos das fotos.

Após toda a repercussão, Alex recebeu muitas mensagens de pessoas que quiseram doar gatos, e hoje ele é pai de dois bichanos.

52% dos deputados federais são a favor de criminalizar a homofobia.


Levantamento do site G1 mostra que 22% são contra; 6% preferiram não se posicionar sobre a questão. (Foto: Divulgação)
Levantamento do site G1 mostra que 22% são contra; 6% preferiram não se posicionar sobre a questão.


Mais da metade dos deputados federais eleitos que tomam posse em 2019 diz ser a favor da criminalização da homofobia, mostra um levantamento realizado pelo site G1.

Favoráveis a tornar a homofobia crime: 269 (52%)

Contrários a tornar a homofobia crime: 111 (22%)

Não quiseram responder a essa pergunta: 32 dos 412 que não responderam ao questionário




Crime por orientação sexual ou identidade de gênero

Um dos projetos que criminalizam a LGBTfobia foi proposto pela então deputada Iara Bernardi (PT-SP). O projeto chegou a ser aprovado na Câmara dos Deputados em novembro de 2006, mas foi arquivado no Senado em dezembro de 2014, ao fim da legislatura. No Senado, a proposição recebeu o nome de PLC 122 de 2006.

Há outros projetos no Congresso que também propõem tornar a LGBTfobia crime. Um deles é o PL 2138 de 2015, que altera a lei para punir a discriminação ou preconceito quanto à identidade de gênero ou à orientação sexual. Outro é o PL 1959 de 2011, que tipifica crimes de discriminação “em razão da orientação sexual, aparência, origem e classe social”. Ambos os projetos foram apensados a outras proposiçãos que tramitam na Câmara.

Comparação entre levantamentos

Em 2014, a mesma pergunta foi feita aos deputados recém-eleitos. O resultado não foi muito diferente. Naquele ano, 51% se mostraram favoráveis à criminalização da homofobia.

O percentual dos que eram contra era um pouco maior: 26%.

“Quem define gênero é a natureza”, afirma futuro Ministro da Educação.


Ministro da Educação Ricardo Vélez Rodrigues


Ricardo Vélez Rodrigues, nome escolhido por Jair Bolsonaro para assumir o Ministério da Educação no novo governo, comentou sobre a discussão de gênero nas escolas. Em sua primeira fala à imprensa em Londrina, no Paraná, ele definiu a pauta de gênero como abstrata.

“Olha, eu não concordo por uma razão muito simples: quem define gênero é a natureza. É o indivíduo. Então, a discussão da educação de gênero me parece um pouco abstrata, um pouco geral”, declarou. As informações são do G1.

O futuro titular do MEC tomou o Canadá como exemplo. O país norte-americano decretou a educação de gênero através de uma lei federal. Nela, as províncias autônomas começaram a discutir o tema de maneira local, onde o governo é conservador, derrubaram a norma.

“Então, eu acredito que, quando consultadas, as pessoas onde moram, enxergando o indivíduo, a educação de gênero é um negócio que vem de cima para baixo, de uma forma vertical e não respeita muito as individualidade”, sugeriu.

“A culminância da individualização qual é? A sexualidade. Então, se eu brigo com um indivíduo, vou brigar com a sexualidade e vou querer regulamentar a sociedade por decreto, o que não é bom. Acho que é um tiro fora do alvo”, completou.

Comissão internacional exige que Brasil zele por vida de Jean Wyllys.


O deputado Jean Wyllys durante a Comissão de Direitos Humanos do Parlamento do MERCOSUL em maio de 2018.


O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) recebeu comunicado da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) afirmando que concedeu a ele medidas cautelares exigindo que o Estado brasileiro zele por sua vida, segundo informa Mônica Bergamo, em coluna na Folha de S.Paulo.

O pedido foi feito por ele em outubro, com relatos de ameaças de morte. A CIDH considerou que o parlamentar se encontra em uma situação de gravidade e urgência, “posto que seus direitos à vida e à integridade pessoal estão em grave risco”.

No documento, a CIDH diz que “valora” providências tomadas pelo Estado, mas que elas não seriam suficientes. Cita, por exemplo, que a Câmara dos Deputados cedeu carro blindado ao parlamentar, mas que a medida só teria continuidade se o próprio Wyllys pagasse por ele.

“Com isso, a comunidade internacional lança um novo olhar sobre uma situação que vinha sendo ignorada ou minimizada por uns e estimulada por outros”, afirma Wyllys.

Difícil de acreditar.


De cabelos curtos devido a quimioterapia, mulher é vitima de homofobia.


De cabelos curtos por causa de um tratamento com quimioterapia, a educadora Deborah Lourenço, de 31 anos, relata que sofreu ofensas homofóbicas e agressões no Centro do Rio neste sábado (24).

Deborah tinha passado pela 16ª sessão de quimioterapia e se deslocou de Botafogo, na Zona Sul, para o Centro do Rio acompanhada pela mãe, onde tomaria café da manhã na tradicional Casa Cavé.

O caso, que ainda não foi registrado na Polícia Civil, ganhou notoriedade após um relato do marido de Deborah ter sido compartilhado mais de 20 mil vezes no Facebook.

Por acreditar que Deborah era um gay – uma vez que o tratamento para o câncer de mama ao qual se submete provocou a queda de seus cabelos, deixando-os muito curtos –, o homem, um guardador de carros do local, passou a xingá-la e empurrá-la.

Segundo a educadora, a situação aconteceu pouco depois das 8h30, na Avenida Presidente Vargas. Aos sábados, o trecho da pista sentido Centro, logo após o cruzamento com a Avenida Passos, é fechado ao tráfego e utilizado como estacionamento.

Era ali que Deborah, acompanhada pela mãe, pretendia estacionar. Poucos antes, elas estavam em Botafogo, onde a educadora passou por mais uma sessão de quimioterapia – tratamento ao qual se submete para combater um câncer de mama.

“O procedimento terminou mais cedo que o esperado e perguntei para minha mãe se ela não gostaria de ir ao Centro para tomarmos café da manhã na Casa Cavé – ela concordou. Combinamos que também aproveitaríamos para fazer algumas compras de Natal. Decidimos parar o carro na Presidente Vargas. Um guardador de vagas se aproximou e indicou o local onde deveríamos estacionar. Nesse momento, eu desci para esperar do lado de fora do veículo, uma vez que, no lugar onde o carro ficaria, eu não teria como abrir a porta. Foi quando o problema aconteceu”, relembrou Deborah.

Na calçada, ela esperava a mãe terminar a manobra na vaga. Nesse momento, um outro guardador apareceu e passou a abordá-la de forma agressiva.

“Ele começou a gritar: ‘É vinte! É vinte!’ Entendi que ele queria que eu desse R$ 20 para estacionar o carro ali. Eu ia começar a explicar que já havia acertado com o primeiro guardador, mas nem tive tempo – ele passou a me xingar: ‘Viadinho! Filho da p(*)! Viadinho de m(*)!’. Logo em seguida, estufou o peito, cresceu para cima de mim e passou a me empurrar. Eu não acreditava no que estava acontecendo, fiquei chocada. Só conseguia recuar para tentar não ser atingida. Nesse instante, o primeiro guardador entrou na minha frente e conteve o agressor. Corri para dentro do carro e pedi para que minha mãe nos tirasse dali logo”.

Ainda levaria algum tempo até que a tensão diminuísse, até que Deborah se acalmasse e conseguisse racionalizar sobre o que havia acabado de viver.

Outros olhares

Logo quando começou o tratamento para combater a doença, os cabelos de Deborah caíram por completo – reação esperada por conta das sessões de quimioterapia. A partir daquele momento, sempre quando andava pelas ruas, ela notava que as pessoas ao redor a olhavam com piedade.

A educadora admite que perceber que todos à sua volta estão com pena não é a melhor sensação do mundo, mas ao menos aquelas expressões, aqueles olhares, ela relembrou, transmitiam um sentimento positivo.

No entanto, neste sábado, logo após a confusão, já com o carro já estacionado próximo ao metrô da Uruguaiana, em meio à confusão típica das manhãs de sábado no Centro do Rio, Deborah entendeu o que tinha acontecido: ela foi vítima de manifestação mais agressiva de um comportamento que a própria educadora já havia percebido nos últimos tempos.

“Meus cabelos começaram a crescer novamente, mas, é claro, ainda estão bem curtos. Foi a partir desse ponto que a situação mudou. Ao andar pelas ruas de mãos dadas com meu marido, passei a notar que muita gente começou a nos olhar de forma estranha, agressiva, atravessada. Entendi que essas pessoas começaram a achar que eu era um homem e estava de mãos dadas com outro homem – ou seja, que éramos um casal homossexual. Quase que imediatamente, todos aquelas expressões de piedade que eu recebia foram substituídas por reprovação e raiva. Hoje foi o momento em que a homofobia e a violência daqueles olhares se transformaram em insultos e agressões – porque aquele guardador se viu autorizado a me agredir apenas porque achou que eu era um homossexual. É triste e difícil de acreditar”.

Lar cheio de amor: Casal gay adota criança rejeitada por três famílias em Goiás.




 Após ser rejeitado por três famílias, Enzo, de 08 anos, finalmente foi adotado por um casal gay de Goiás. O lar definitivo veio após ele passar anos em um abrigo de crianças abandonadas.

O juiz Felipe Soares, da Vara de Família, Sucessões, Infância e Juventude e 1ª Cível da comarca, julgou procedente o pedido de adoção. A guarda de Enzo, então agora, é de Kairon Patrick Oliveira da Silva e Sílvio Romero Bernardes Fagundes. A decisão foi proferida pelo fórum de Águas Lindas de Goiás.

Rejeição

O caso chamou a atenção pela criança ter sido rejeitado pela sua família biológica e outras duas que manifestaram interesse em adotá-lo. O motivo para que houvesse a desistência seria pelo fato do jovem apresentar transtorno de déficit de atenção e hiperatividade.

Os novos pais, entretanto, não viram a condição de Enzo como um empecilho para a adoção. “Também não fui uma criança fácil. Se minha mãe tivesse desistido de mim eu não teria me tornado o que sou hoje. Na verdade, o que faltava para Enzo era amor e disciplina e ele não teve isso das outras famílias”, relatou Sílvio, um de seus novos pais.


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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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