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CONTOS DO LEITOR


Lembranças
Um conto erótico de Rudylong

lembranças da minha vida


 


Às vezes eu me lembro de como me envolvi, quando era bem novinho e nem sonhava em esporrar, com um adulto. Esse cara, que tinha uns 20 anos de idade, era muito amigo dos garotos do bairro em que morava. Pode parecer um clichê, mas o cara era o nosso treinador de basquete, o que lhe proporcionava grande contato com os garotos da vizinhança. O fato é que os meus amigos mais velhos, que já estavam começando a esporrar, viviam me convidando para sair com eles. Na verdade, sair não é a palavra adequada, pois a gente se reunia onde fosse possível, às vezes na casa de um dos garotos, às vezes na casa de outro e não havia local fixo. Reunir quer dizer olhar fotos de putaria e bater punheta.

Durante muito tempo eu não era convidado para participar, porque era muito novinho, eu acho, mas um dia um rapaz mais velho comentou com outro cara, na minha frente, que eu tinha uma bundinha muito gostosa. E logo me convidou para participar das reuniões. Eu achei o máximo e no dia seguinte fui a uma das reuniões deles.

Quando cheguei já estava bastante excitado tanto por curiosidade como por tesão, pois eu já sabia das putarias deles. Eram apenas dois garotos, um de quinze e outro de dezesseis. Eu nunca tinha visto uma revistinha de putaria e quando vi um desenho de um cara pelado com o pau duro eu fiquei ainda mais excitado, e encabulado ao mesmo tempo, pois não tinha a menor ideia do que os caras faziam além de olhar as revistinhas. Fiquei encantado com as revistas que me mostraram. Logo fiquei com o meu pauzinho que, quando duro, media cerca de 6 cm, doendo de tesão, sem entender bem o que estava acontecendo.
Como estava apenas de calção, sem cuecas, a minha mini ereção logo ficou evidente e eles começaram a rir de mim por eu ficar encabulado. Em seguida, um deles baixou o calção e me mostrou o enorme pau dele ainda flácido e pediu para eu dar um beijinho na piça dele para eu ver ela endurecer. Foi só eu tocar nela com a mão que o caralho dele, que era enorme perto do meu pauzinho, endureceu e a cabeça, que eu nunca tinha visto descoberta, ficou toda vermelha e começou a pingar continuamente um líquido a ponto de eu pensar que o cara estivesse se mijando.

- Segura o meu pau um pouco e sente como ele está duro de tesão por ti.
- Tesão por mim? O que é isso, eu perguntei me fazendo de bobinho para incentivar o cara a me contar tudo que eu já sabia mais ou menos.
- É vontade de gozar contigo.
- Gozar? O que é gozar, eu perguntei com o coração batendo forte sem entender bem porque eu estava tão nervoso.
- Gozar é se sentir bem. Tu não tá te sentindo super bem segurando a minha piça?
- Tô me sentindo bem, sim e o meu pau também tá duro. Acho que estou com vontade de mijar. Onde é que eu posso mijar?

O cara mais novo e me disse que ia me levar ao banheiro para eu mijar. Ele era o mais novo, mas era muito sabido. Sabido até demais.
- Baixa o calção e tira o pau para fora para tu mijar, ele me disse.


Eu baixei o calção e fiquei de bunda de fora e comecei a mijar, quando o mais velho começou a passar a mão na minha bundinha nua. Enquanto o mais velho me bolinava a bunda, o mais moço segurou o meu pauzinho que recém estava começando a mijar e começou a me punhetear. Num momento eu estava sentindo duas coisas maravilhosas que eu nunca tinha sentido, minha bunda sendo bolinada e meu pauzinho sendo punheteado. Nem sabia onde me concentrar, se no prazer na bunda ou na piça. Mas a coisa não parou por aí, pois logo o mais velho começou a me coçar o cuzinho enquanto o outro me punheteava mais forte.

 

- Ai, como tá bom, eu disse. Hoje eu entendo o golpe que eles me prepararam: me fizeram sentir prazer me punheteando ao mesmo tempo em que me bolinavam a bunda e, mais importante ainda, me coçavam suavemente o cuzinho. Quando um novinho começa a associar intensas sensações de prazer sexual com brincadeiras no cu, é meio caminho andado para uma fodinha no cu.

Voltando:
Nesse instante o mais velho me mandou chupar o dedo médio dele, o que eu fiz sem desconfiar de nada. Com o dedo bem molhado ele voltou a tocar no meu cuzinho com mais força. Num instante, o dedo dele entrou inteirinho dentro do meu cu enquanto o mais novo batia punheta no meu pauzinho. Em poucos minutos eu me acabei pela primeira vez na vida. Acabei em seco, pois eu não tinha a mínima condição de esporrar, pois ainda era muito novinho. Foi uma sensação tão maravilhosa que até hoje eu me recordo.

- Gostou? me perguntou um e depois o outro, com o dedo ainda atolado no meu rabo.
- Adorei, eu respondi e logo perguntei: Dá para fazer de novo?
- Claro que dá.

Eles então me convidaram para ir para o quarto de dormir. Lá eles me jogaram na cama e continuaram a me acariciar, um na piça e outro no cu. Mas não era na entradinha do cu; o cara estava com o dedo dentro do meu cu e acariciava o interior do cu. A essas alturas eu já estava ficando com o meu caralho duro de novo.

Uma das vantagens que os novinhos têm, de gozar sem esporrar, é que o caralho não amolece e, em um instante, ele fica pronto para outra gozada. Essa certamente é a razão de haver tanto garoto, antes da puberdade, tomando no cu e batendo punheta várias vezes por dia.

 

Continuando: depois que eu me acostumei a tomar um dedo no cu sem problemas, o mais velho trocou de lugar e enfiou dois dedos dentro de mim.
- Doeu? Ele perguntou.
- Não eu respondi, e ele logo enfiou três dedos.
- Tá gostoso? Eu respondi que sim e ele logo tirou os dedos do meu cuzinho, se sentou na beira da cama e me mandou sentar no colo dele.
- Senta no meu colo, mas abre bem o cu que eu vou enfiar a minha piça no teu cu.
- Não vai doer? eu perguntei e ele disse que se eu havia aguentado três dedos, não iria doer. Ao contrário, seria mais gostoso, pois a piça é mais macia do que os dedos.
- Mas a cabeça é grande, eu falei.
- Então cospe em cima dela e, com o cu, faz força para fora, como se tu quisesse cagar, e encaixa a cabecinha no teu cu e senta. Vai entrar fácil.

 

Foi o que eu fiz. E quanto mais força eu fazia para cagar, mais o caralho dele deslizava para dentro do meu cu. Num instante eu estava sentado no colo dele com o caralho dele, que era mais do que o dobro do meu, totalmente agasalhado dentro do meu cuzinho.

O mais novo se ajoelhou na nossa frente e começou a fazer a coisa mais maravilhosa do mundo: começou a chupar o meu caralho enquanto eu tomava no cu o pau bem grosso, para idade, do mais velho.
Passados muitos anos, eu ainda lembro daquela mini-suruba como um dos maiores prazeres da minha vida que recém começava.

Por instinto, eu comecei a me levantar do colo e sentar novamente de modo que logo o que estava me fudendo, esporrou dentro de mim. Senti que ele começou a respirar mais forte e me agarrar com mais força e logo começou a escorrer um pouco de porra de dentro do meu cu, embora estivesse totalmente entupida pelo caralho dele. Mas eu senti que algo leitoso, cremoso estava escapando do meu cu. Era como se eu estivesse me cagando, mas o cu continuava entupido pelo caralho do meu amigo que já estava se ornando minha paixão, o que tornava impossível eu me cagar. Gozei em seco e quis me levantar e tirar o caralho do cu, mas ele me segurou e mandou eu esperar um pouquinho enquanto ele endurecia a piça novamente, dentro do meu cuzinho arrombado. Com surpresa, logo o meu pau começou a endurecer novamente e em menos de um minuto o caralho que estava no meu cu endureceu e voltou a ser motivo de prazer. E assim, nos próximos quinze minutos devo ter gozado umas 5 vezes seguidas até que ele esporrou novamente e eu saí do colo dele. No fim das contas ele gozou umas 3 vezes, e eu, no mínimo, o dobro. Vantagem minha.

 

E agora? Eu pensei e ele me disse como que adivinhando o meu pensamento: agora tu vais limpar o meu pau com a língua. E foi assim que comecei um novo aprendizado, o de chupar um caralho, que muito me valeu nos anos seguintes, pois, a partir daquele dia tudo passou a ser vontade de gozar e, de preferência, com o cu cheio de piça.

Nesse dia, além das lições práticas de putaria eu também aprendi coisas nos livrinhos de putaria que me deixaram com desejos que levei tempo para satisfazer, pois os personagens daquelas revistinhas eram adultos e fiquei encantado com o tamanho do caralho de um adulto e muito curioso a respeito de como seria a sensação de um garoto como eu, tomar o caralho de um adulto no cu, e o que eu queria agora era dar o cu para o nosso treinador de basquete, pois eu já tinha visto a piça dele no chuveiro e, mesmo mole era muito maior do que a piça dos meus amigos da surubinha que relatei.


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Postado por Mac Del Rey | (0) Comente aqui!

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