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MINHA VIDA GAY

Homem gay adota criança com Down rejeitada por 20 famílias.


Luca Trapanese com sua filha Alba 


Luca Trapanese realizou um sonho. Não só dele, mas da pequenina Alba também. Aos 41 anos, o italiano decidiu adotar uma criança, e a sortuda foi Alba. Na época, a criança tinha um mês, tinha sido deixada pela mãe no hospital, logo que nasceu. Hoje, com um ano e meio, desfruta de todo o amor que Luca lhe oferece.

De acordo com o site Só Notícia Boa, Luca é gay, solteiro e católico. Realiza, desde os 14 anos, trabalhos sociais em casas que cuidam de crianças com doenças graves e portadoras de síndrome de Down. Para ele, adotar Alba foi a realização de um sonho.

“Uma criança portadora de deficiência não é uma oportunidade da série B, mas uma escolha consciente em relação à minha vocação e minhas habilidades”, afirmou Luca.

Para cuidar da criança, Luca conta com a ajuda de Luísa, uma ama, da mãe dele e de uma conhecida que também tem um filho deficiente, considerado por ele como seu irmão. A decisão da adoção tem inspirado muitas pessoas, especialmente depois que ele começou a aparecer em programas de TV da Europa.

Ao contar sua história, Luca recebe mais reações do que esperava. “Minha página no Facebook e meu perfil atingiram mais de 12.000 pessoas. Eu recebo 500 mensagens por dia. É, portanto, uma reação inesperada. Mas isso nos faz refletir sobre o desejo de mudança por parte de muitos e muitos”, disse o pai adotivo, em entrevista ao GNews.

Professor divulga carta amorosa entre duas freiras lésbicas no século 12.


O caso de amor entre duas freiras lésbicas no século 12 


Se, em 2018, a comunidade LGBT ainda sente receio em expressar suas formas de ser e de amar, imagine no século 12. No entanto, dificuldade alguma impediu duas freiras lésbicas deixaram de se amar e expressar seus sentimentos. E não se trata de 2018, mas sim do século 12.

De acordo com o Hypeness, uma carta trocada entre as freiras lésbicas foi divulgada por Erik Wade. O professor e pesquisador de História da Sexualidade na Universidade de Bonn, na Alemanha, encontrou o documento em artigo da professora Jacqueline Murray.

A carta foi divulgada, em inglês, no Twitter do professor.




Originalmente, a escrita é em latim. Já foi traduzida para o inglês, e aqui você pode conferir a versão em português:



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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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