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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Corte Européia proíbe Rússia de barrar a realização de Paradas LGBT.


Protesto por direitos LGBT Rússia


Um dos países conhecidos pela sua posição altamente homofóbica, a Rússia, não vai poder mais barrar a realização de Paradas LGBTs. A decisão foi determinada pela Corte Europeia onde estão submetidas todas as nações do continente. As informações são do Gay Star News.

Este ano, o governo russo, de Vladimir Putín, proibiu a primeira Parada do Orgulho LGBT de acontecer. O cancelamento ocorreu em menos de 24 horas depois do seu anúncio. O argumento das autoridades seria a lei que proíbe qualquer tipo de “propaganda gay”, que vigora no país desde 2013.

“Tomamos a decisão de que não haverá Parada Gay! Tomamos a decisão para proteger os valores tradicionais e a família, além das crianças quanto a propaganda gay.”, afirmou o prefeito de Novoulyanovsk, onde aconteceria o desfile.

A determinação da Corte dá parecer favorável a um grupo de ativistas LGBT. O grupo pediu a apelação alegando que a medida violaria os artigos 11, 13 e 14 da convenção da corte. Afetando assim, a liberdade de livre manifestação.

“A Corte considera que banir manifestações LGBTs corresponde a oprimir direitos sociais, o que não corresponde a uma sociedade democrática”, disse o texto da sentença. “Não encontramos motivos que justifiquem senão discriminação de orientação sexual, algo incompatível com os pilares da convenção”, completou.

Prefeita de Paris anuncia medidas contra homofobia após aumento de agressões.




A prefeita de Paris, Anne Hidalgo (foto), anunciou nesta quarta-feira (21) uma série de medidas para combater a homofobia. A decisão é uma resposta ao aumento de agressões na capital francesa. O presidente Emmanuel Macron também receberá nesta quinta-feira (22) associações de defesa de pessoas LGBTQI+.

O plano de ação anunciado pela prefeitura de Paris conta com 32 medidas e um orçamento de € 100 mil para financiar projetos de prevenção e proteção. A lista conta com palestras em escolas, programas de inclusão e visibilidade de pessoas trans e migrantes LGBTQI+, além de operações junto a empresas com Twitter e Facebook para reforçar a luta contra as agressões virtuais.

Além das escolas, um importante trabalho de formação e conscientização dos agentes públicos será implementado, para que as pessoas LGBTQI+ possam ser recebidas corretamente em delegacias de polícia ou postos de saúde em caso de agressão. A prefeitura também decidiu tornar a luta contra a homofobia uma de suas principais causas em 2019.

“Trata-se de uma mobilização inédita”, declarou a prefeita. “Esse plano aborda os problemas de forma global, reforçando não apenas a luta contra todas as formas de violência, mas também atuando para uma melhor inclusão das pessoas LGBTQI+ em todas as etapas de suas vidas”, continuou Anne Hidalgo. As medidas serão implementadas já no final deste ano.

O anúncio é feito após uma série de agressões de caráter homofóbico registradas na capital francesa. A prefeitura explicou que “apesar da evolução do arsenal legislativo, as violências persistem e impedem as pessoas LGBTQI+ de serem libres e viver em segurança, o que fere os direitos mais fundamentais”.




Macron recebe lideranças

O presidente francês Emmanuel Macron também recebeu lideranças LGBTQI+, nesta quinta-feira (22) no palácio do Eliseu. O chefe de Estado já havia anunciado que pretendia implementar “medidas concretas” para combater o aumento da homofobia.

Ministra Alemã recebe críticas após questionar casamento homoafetivo.


A ministra da Educação Anja Karliczek 


A ministra da Educação da Alemanha, Anja Karliczek, causou polêmica recentemente ao questionar a legalização do casamento homoafetivo. A lei foi aprovada em 2017, e concedeu aos casais pessoas do mesmo sexo os mesmos direitos que os heterossexuais.

Karliczek, que faz parte da União Democrata Cristã (CDU), classificou a decisão como precipitada. Entre os seus argumentos, há a falta de estudos de longo prazo sobre os efeitos em filhos de casais gays.

“Acho que a maneira como fizemos isso [legalizar o casamento gay] não estava certa”, disse Karliczek em entrevista ao canal alemão de notícias NTV.

Oposição discorda

A ministra para Família, Idosos, Mulheres e Jovens, Franziska Giffey, imediatamente rebateu a colega de gabinete lhe mostrando que há pesquisas sobre filhos de casais homossexuais. “Estudos já mostraram que as crianças se desenvolvem tão bem em relacionamentos homossexuais como em famílias com uma mãe e um pai. O que conta é que as pessoas cuidem de seus filhos com amor”, disse Giffey, membro do Partido Social-Democrata (PCD).

Com informações da agência DW.

Parlamento de Hong Kong rejeita proposta de legalização da união civil homoafetiva.


Casal gay se beija em Hong Kong


O parlamento de Hong Kong rejeitou a proposta que legalizaria a união civil entre pessoas do mesmo sexo. A votação foi apertada, mas os opositores aos direitos LGBTs venceram com um placar de 27 a 24 votos.

Apesar de não trazer os mesmos direitos do casamento, a união civil poderia contemplar gays e lésbicas com garantias como herança.

O projeto de lei tem como autor Raymond Chan, primeiro deputado abertamente gay da cidade chinesa. O texto recebeu grande rejeição por parte de parlamentares como o membro da Aliança Democrática pró-Pequim para o Melhoramento e Progresso de Hong Kong, Holden Chow.

Em entrevista ao jornal South Chine Morning Post, ele afirmou que a sociedade sofreria se cedesse às “tradições ocidentais”. Em julho, o Tribunal de Hong Kong garantiu o direito de reconhecimento à casais que se uniram em outros países.  A medida reconhece como parte do processo de pedido de visto do cônjuge.

Cidade na Indonésia irá multar cidadãos LGBT por serem cidadãos LGBT.


Em 2015, número de empresas que não contratavam para cargos de chefia era de 38%. Hoje, é de 18%. (Foto: Belga/ AFP PHOTO / PAU BARRENA)


População LGBT está sendo usada como 'saco de pancadas' para a obtenção de votos nas eleições de 2019 no país.

A cidade indonésia de Pariaman, na ilha de Sumatra — uma das principais do país — começará a aplicar multas contra cidadãos LGBT com a justificativa de nós podemos “perturbar a ordem pública”. Nesta semana, a administração municipal aprovou medidas que sancionam “atos considerados LGBT”, sem, no entanto, especificar claramente quais atitudes seriam essas.
De acordo com o texto da nova lei, pessoas que praticarem “atos imorais” com indivíduos do mesmo sexo, além de “agir como uma travesti”, serão multados em 1 milhão de rupias, o equivalente a R$ 270. Ser LGBT não é proibido na Indonésia, com exceção da província de Aceh. Ainda assim, atos discriminatórios contra pessoas LGBT tem crescido no país de maioria islâmica.

“Pessoas LGBT serão alvos de sanções e multas se perturbarem a ordem pública”, afirmou Fitri Nora, um dos chefes do governo municipal.

Manifestações contra a população LGBT têm sido comuns em cidades na Indonésia, mesmo na capital Jacarta — neste ano, autoridades puniram um grupo de mulheres transexuais na metrópole. Após várias cidades no país, incluindo Pariaman, terem tomado decisões contra os direitos LGBT, o governo provincial do Oeste de Sumatra convocou uma reunião sobre o assunto na quinta-feira.

Irwan Prayitno, governador da província, afirmou que o governo está buscando soluções definitivas para o “problema LGBT”:

“Ao menos estamos tentando evitar que essa população cresça”, disse ele ao sair do encontro.

Uma vez que em 2019 a Indonésia terá eleições gerais, críticos afirmam que a população LGBT está sendo usada como ‘saco de pancadas’ para a obtenção de votos.

Motorista do Uber arrasta gay pela rua.


Casal Taray Carey e Alex Majkowski foi vítima de homofobia dentro de Uber


Um motorista do Uber arrastou um passageiro pela rua, após vê-lo dando um abraço no marido durante a corrida, em Cleveland, Ohio, nos Estados Unidos. Taray Carey e seu marido, Alex Majkowski, contaram em entrevista à imprensa local que foram ofendidos por ele. O casal afirmou ainda que o homem chamou eles de faggot (maneira pejorativa de se referir a gays, algo como “viado”).

Carey disse que assim que sofreu a agressão verbal, questionou: “Qual o problema?”, e ouviu como resposta que em seu país de origem eles estariam mortos.

Após as ofensas, os dois tentaram descer do carro em um sinal vermelho, mas assim que o semáforo abriu o motorista acelerou, arrastando o rapaz pela rua. “Ele pisou no acelerador e me arrastou meio quarteirão pela East 4th Street”, afirmou a vítima que ficou com vários machucados e arranhões pelo corpo.


Taray Carey mostra ferimentos após ataque


Enquanto isso, Alex implorava para que o Uber não fizesse isso e os deixasse descer. Após alguns metros, o motorista parou e deixou eles descerem do veículo. O susto os deixou traumatizados.

A polícia foi chamada e o casal alega que se recusou a registrar o crime como caso de ódio. A Uber reembolsou a vítima com o valor da viagem, e ainda afirmou estar investigando a queixa.

C&A abre mil vagas para travestis e transexuais em todo o Brasil.


C&A abre mil vagas para pessoas trans em todo o Brasil. 


A rede de lojas C&A, em parceria com a Transempregos, está disponibilizando 1000 vagas de trabalho em todo o Brasil. A empresa procura promover a diversidade em suas lojas e está com vagas abertas também para pessoas trans. Segundo o anúncio das vagas, a empresa acredita na inovação e tendências democráticas da moda atual e por isso pretende diversificar seu quadro de funcionários.

A C&A é uma empresa multinacional holandesa que está no mercado mundial há mais de 175 anos. No Brasil, a marca já atua há mais de 40 anos onde a empresa conta com mais de 15 mil funcionários. As lojas espalhadas pelo Brasil já somam 270 unidades, e ainda a empresa conta com serviço de e-commerce que atende mundialmente.

Para concorrer às vagas da C&A é necessário atender a alguns requisitos. A empresa solicita que os candidatos tenham ensino médio completo. Além disso, a pessoa interessada deve ser dinâmica e pró-ativa, com interesse em estudar e se aperfeiçoar em cursos de moda. Se a candidata possuir experiência em atendimento ao cliente, será um diferencial. No entanto, a empresa não exige que a interessada tenha experiência.

Outras solicitações para preencher as vagas são iniciativa, protagonismo, isto é, que tenha habilidade na resolução de problemas. Além disso, é necessário que a candidata saiba compreender. Ouvir e aprender sempre mais com os problemas ou resoluções no ambiente de trabalho é essencial. A empresa busca ainda pessoas que tenham vontade de trabalhar e crescer, corrigindo erros e se aperfeiçoando para realizar as tarefas cada vez melhor.

Para se candidatar, basta acessar o site Vagas ou se candidatar pessoalmente em alguma loja da C&A diretamente no setor de Operação de Loja. As oportunidades estão disponíveis em todo o país.

Transempregos

A Transempregos é uma organização que cria parceria com empresas para facilitar o acesso de pessoas trans ao trabalho. Desde o início de suas atividades, muitas pessoas já conseguiram postos de trabalho formais. Com o grande preconceito que ainda está nas instituições, a população trans encontra grandes dificuldades para conseguir um emprego.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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