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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Lei contra ‘propaganda gay’ na Rússia afeta crianças, diz relatório.


LGBTs na Rússia


A lei contra ‘propaganda gay’ na Rússia gera impacto negativo em crianças, especialmente a juventude LGBT. É o que diz o relatório da organização não-governamental norte-americana Human Rights Watch (WHR), divulgado na última terça-feira (11).

O relatório é intitulado originalmente de No Support: Russia’s ‘Gay Propaganda’ Law Imperils LGBT Youth. No decorrer das 92 páginas, documentos comprovam as formas que a lei prejudica crianças LGBT.

De acordo com o dnoticias.pt, a ONG adquiriu os dados por meio de entrevistas com jovens LGBT e profissionais de saúde mental da Rússia.

A consultora de direitos das crianças na WHR explica que o problema é negar informação vital a essas crianças.

“Além da intensa hostilidade social que rodeia LGBTs na Rússia, a lei impede profissionais de saúde mental de aconselharem as crianças”, acrescentou Michael Garcia Bochenek. Em suma, o problema é quando crianças “se questionam sobre a orientação sexual e a identidade de gênero”.

Formalmente, a lei se propõe a “proteger as crianças de informação que promova a negação dos valores familiares tradicionais”. Contudo, a lei contra ‘propaganda gay’ fere a humanidade de pessoas que não seguem o tradicionalismo almejado pela política russa.

Padrasto mata enteado de 10 anos, após ele afirmar que “gostava de garotos”.


Anthony Avalos foi morto pelo padrasto, após afirmar que "gostava de garotos"


Um caso de violência homofóbica tem chocado a população dos Estados Unidos e viralizado na internet. Um padrasto foi considerado culpado por matar o enteado, após o garoto de apenas dez anos ter dito que “gostava de garotos”. O crime teria ocorrido em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Segundo o LGBTQ Nation, o jovem havia manifestado sua atração pelo mesmo sexo, semanas antes do ocorrido. Kareem Leiva assassinou Anthony Avalos com a ajuda da mãe da criança Heather Barron. Ela foi indiciada por assistir ao momento sem intervir. Além disso, a mulher ligou para a emergência afirmando que o garoto havia se machucado em uma queda.

“Houve ferimentos na lateral do corpo e nos dois lados do quadril de Anthony, além de marcas nos braços da criança. Também foram encontradas marcas nos joelhos, na região do estômago e tronco, hematomas no rosto e traumatismo no cérebro.”, disse o promotor do caso, Jonathan Hatami.

O casal foi condenado à prisão. O julgamento ouviu a irmã de 8 anos de Anthony, que afirmou que o padrasto costumava abusar tanto dela quanto dos outros irmãos. Dentre os castigos, as crianças eram submetidas a ajoelhar no arroz ou serem impedidos de comer se demorassem a chegar na mesa.

A menina também relatou que todos os menores sofriam agressões físicas com cabos de energia ou cintos. Além disso, ele forçava os irmãos a baterem uns nos outros. A garota contou que Anthony se queixou de estar com muito sono e ao dormir parou de respirar.  

O casal agressor foi preso em junho e só poderá sair mediante ao pagamento de fiança de 2 milhões de dólares cada.

Bolsonaro ‘se orgulha de sua homofobia’, diz manual para candidatos ao Itamaraty.




A  Fundação Alexandre de Gusmão , vinculada ao Ministério dasRelações Exteriores,  editou um manual para candidatos à diplomacia brasileira com críticas ao presidente eleito, Jair Bolsonaro . No volume “História do Brasil”, do professor e pesquisador João Daniel Lima de Almeida, um dos títulos mais vendidos da loja virtual da fundação, Bolsonaro é tratado como uma pessoa que “se orgulha de sua homofobia”. 

A publicação, que estava em destaque no site do órgão do Itamaraty, foi lançada em 2013, sob a gestão do chanceler Antonio Patriota, durante o governo Dilma Rousseff, mas ainda é um guia recomendado aos pretendentes à carreira diplomática. Após a publicação desta reportagem, a Fundação Alexandre de Gusmão retirou de sua página na internet o manual em que há críticas a Bolsonaro. 

Quando trata da era petista, o autor opina sobre o comportamento e o desprestígio das Forças Armadas: “Sua influência no cenário político de hoje é quase nula”. O autor, então, resolve citar Bolsonaro: 

“O clube militar que motivou a República, o tenentismo e debateu a questão do petróleo nos anos 50 é retratado hoje como uma máquina do tempo, nostálgica e excêntrica. O principal defensor dos interesses castrenses no Congresso é um zelota do porte de Jair Bolsonaro, que se orgulha de sua homofobia. Não poderiam estar em pior situação desde o período regencial. Por terem se descolado do resto da sociedade desde o final do Regime Militar foram relegados à irrelevância, posição profundamente perigosa em um país com pretensões internacionais de potência”.

No início do tópico sobre os governos petistas, ao referir-se à eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002, o autor diz que, “simbolicamente, a eleição de um operário galvanizou preconceitos sociais de toda ordem” e que “setores da classe média conservadora por todo país evidenciavam indiretamente seu desprezo à democracia”. 

Ao avançar sobre o comportamento dos brasileiros durante o mandato de Dilma e em governos anteriores, há a seguinte consideração: 

“A tendência do brasileiro a reclamar – em geral dos governos e dos políticos – ao invés de agir é um retrato de um processo histórico demofóbico e desmobilizante e de quase quatro séculos de escravidão”.

No site da fundação do Itamaraty, o livro era vendido a R$ 31, mas a edição digital podia ser baixada gratuitamente. A coletânea de manuais é apresentada como “marco de referência conceitual, analítica e bibliográfica das matérias exigidas pelo Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD)”. Segundo a Fundação Alexandre de Gusmão, “os Manuais do Candidato são elaborados por representantes do meio acadêmico com reconhecido saber”. Há, entretanto, a ressalva de que “as opiniões expressas nos textos são de responsabilidade exclusiva de seus autores”. 

Direitos Humanos LGBTs: Deputado do PSL quer impedir evento LGBT previsto para 2019.


O deputado federal Victório Galli (PSL-MT)


O deputado federal Victório Galli (PSL-MT) pede apoio do Congresso Nacional para impedir a realização da 4ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Direitos Humanos de LGBTs. Ele é autor de um projeto com o objetivo de sustar os efeitos do Decreto 9.453/18, que prevê o evento.

De acordo com o Destak, o deputado pede urgência no texto do projeto. “Não dá para brincarmos com a nação brasileira . É mister que este parlamento casse urgentemente esse Decreto oportunista”, escreveu o parlamentar. O deputado é do mesmo partido do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Galli acredita fielmente que o evento é uma “afronta” à sociedade. “Rogo aos pares desta Casa, para que possamos nos unir contra essa afronta legal aos bons costumes de uma sociedade justa e moralmente civilizada”, concluiu.

O Decreto que aborda a realização da Conferência prevê recepcionar, ao mesmo tempo, 1000 delegados para discutir e analisar as políticas públicas do setor.

Com o tema “A Garantia do Direito à Diversidade Sexual e de Gênero para a Conquista da Democracia”, o evento deve ser realizado em Brasília, no mês de novembro de 2019.





Prefeito sanciona lei ‘Dia do Orgulho LGBT’, em Corumbá (RS).


Abertura do Colóquio Municipal de Direitos Humanos de Corumbá


O prefeito Marcelo Iunes sancionou a lei nº 2.652, do Município de Corumbá (RS), que determina o 10 de dezembro como Dia Municipal do Orgulho LGBT. De acordo com o Diário Corumbaense, o reconhecimento aconteceu durante a abertura do primeiro Colóquio Municipal de Direitos Humanos de Corumbá.

Até então, a lei de 2007 definia o 10 de dezembro como Dia Municipal do Orgulho Gay. Segundo a Coordenadoria de Políticas Públicas para LGBT, a alteração se fez necessária por representar todas as categorias da sigla.

Sobre o evento, a assessora executiva da Secretaria de Direitos Humanos, Jane Contu, destacou a importância da realização do Colóquio. “Nossa Secretaria sentiu a necessidade desta discussão. Tivemos a parceria da OAB e da Universidade Federal, concretizando o nosso desejo de relembrar grandes conquistas com a Declaração Universal dos Direitos Humanos”.

A posição da assessora deixa explícito o quanto os direitos humanos são um assunto de relevância para o município. Sob esse mesmo ponto de vista, o trabalho de Marcelo Iunes para o orgulho LGBT da população de Corumbá.


Antes do governo Bolsonaro, casamento coletivo reúne 40 casais do mesmo sexo em São Paulo.


Casais celebram a união em casamento coletivo LGBT em São Paulo. (Foto: Nelson Antoine/AP)


Casa 1 arrecadou dinheiro para financiar a cerimônia de casais que quiseram antecipar o casamento para este ano.

Cerca de 40 casais do mesmo sexo se casaram neste sábado (15) na Bela Vista, região Central de São Paulo, em um evento promovido pela ONG Casa 1, um centro de acolhimento de LGBTs que foram expulsos de casa.

Há algumas semanas a Casa 1 lançou um projeto de financiamento coletivo para arrecadar dinheiro para ajudar os casais que queriam antecipar o casamento antes da mudança do governo. “Com o cenário político que se desenha, muitas pessoas LGBT decidiram adiantar suas uniões pela possibilidade de ver esse direito tomado e por isso decidimos dar uma ajuda e realizar um casamento coletivo no dia 15 de dezembro para 100 casais”, disse a ONG em sua campanha.

Mais de 50 casais do mesmo sexo celebram união em ‘casamentaço’ em BH.


Em defesa dos direitos LGBT, casais dizem sim em ‘casamentaço’ em BH. 


Antônio Esteves, de 35 anos, e Cauê Rocha, de 31, vão se casar no cartório no início do ano que vem. Mas, neste domingo (16), anteciparam a comemoração da união, que começou há cerca de dois anos. A cerimônia realizada em Belo Horizonte não foi apenas um casamento; foi um “casamentaço”. O arquiteto e o designer disseram “sim” ao lado de outros mais 50 casais. Além do amor, os noivos e noivas partilham um ideal: a defesa da manutenção dos direitos dos casais do mesmo sexo.

No mês passado, o Senado abriu uma consulta pública sobre um projeto que pretende sustar os efeitos da resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que dispõe sobre a habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo.

Diante disso, um grupo de amigos e ativistas LGBT em Belo Horizonte teve a ideia de se posicionar contra o preconceito de pessoas conservadoras, celebrando o amor. Filipe Costa é um dos integrantes desse coletivo, que foi batizado de “Casamentaço”. Ele explica que toda a cerimônia foi realizada de forma colaborativa e contou com inúmeros voluntários, a exemplo da cantora Fernanda Takai, que presenteou os noivos com um show.

Em Rio Branco, 14 casais do mesmo sexo oficializam união em casamento coletivo.


Pádua Custódio (esq.) e Adailton Gadelha oficializaram a união na segunda, 10.


Catorze casais do mesmo sexo oficializaram a união durante o casamento coletivo realizado no Afa Jardim, em Rio Branco. A cerimônia ocorre no mesmo dia do aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrado na ultima segunda-feira (10), e é parte da segunda edição do projeto Casar é Legal, da Defensoria Pública do Acre (DPE).

Pádua Custódio, de 27 anos, e Adailton Gadelha, de 29, não tiravam o sorriso do rosto durante a cerimônia. Os jovens contaram que os dois tinham interesse em outro rapaz, mas se apaixonaram e resolveram dar uma chance ao amor após um tempo de conversa.

“Não foi amor à primeira vista. Tínhamos interesse por outro rapaz, e no dia que nos conhecemos foi muito imprevisível porque eu tinha convidado o rapaz para algo e ele tinha convidado o mesmo rapaz para outra coisa. Ele era um amigo nosso na época. Quando ele foi me encontrar foi junto com o Adailton, e quando o vi me interessei mais por ele do que pelo outro rapaz”, contou Custódio.

O rapaz revelou ainda que o casal decidiu oficializar a união para garantir os direitos, caso o país passe por mudanças com a nova presidência.

“Decidimos oficializar devido as atuais circunstâncias nacionais. Com a advento da mudança do governo da Presidência não sabemos como vai ficar o futuro do país. Isso é uma realidade e que nos angustia. Esperamos que seja positivo, mas infelizmente não podemos arriscar. Quando soubemos da possibilidade que a Defensoria estava oferecendo achamos que seria um bom momento, até porque já pensávamos em casar há muito tempo”, argumentou.

Editora torna realidade o Kit Gay: “Por que não?”


'Kit Gay', da Editora Record


Quem lembra das notícias falsas que ludibriaram a cabeça de milhares de brasileiros, durante as eleições de 2018? Mamadeira indecente, tatuagem do Che Guevara, camiseta de ‘Jesus é travesti’, e… o Kit Gay! Este último, além de tudo, virou realidade. Inclusive, já está à venda online.

De acordo com o G1, trata-se de um pacote pensado com criatividade e carinho pela Editora Record. O Kit Gay é um pacote com três livros do catálogo de jovens adultos da editora, todos com protagonistas LGBT.

Dentro do pacote, que chega às lojas físicas neste sábado (15), estão obras já lançadas anteriormente. São elas: George (2015), do autor americano transgênero Alex Gino, Dois garotos se beijando (2013), do americano David Levithan, e Você tem a vida inteira (2018), romance de estreia do brasileiro Lucas Rocha.


Os livros do Kit Gay 


A ideia

De acordo com Rafaella Machado, sócia do Grupo Record e Editora do selo Galera, o momento foi perfeito. “A ideia foi aproveitar que fomos pioneiros em livro para jovens adultos com temática LGBT e lançar esse kit. E por que não o nome Kit Gay?”

Corpo de trans assassinada é achado no pátio de UBS na zona norte.




SÃO PAULO - O corpo de uma transexual vítima de assassinato foi encontrado na manhã de quarta-feira, 12, no terreno de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) na Brasilândia, na zona norte de São Paulo. Até o momento, ela não foi identificada e nenhum parente foi procurá-la.

Segundo ativistas que acompanham o caso, o cadáver apresentaria marcas de estrangulamento e há suspeita que ela tenha sido morta por enforcamento com uma calça jeans. Também haveria sinais de agressão sexual.

O corpo foi encontrado por funcionários, por volta das 10 horas, no pátio da UBS Augusto Leopoldo Ayrosa Galvão, localizada na Rua Joaquina Maria dos Santos. A transexual estava parcialmente despida, mas tinha o rosto coberto com a própria roupa.

Uma enfermeira da unidade confirmou a morte da vítima, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP). Funcionários da UBS acionaram a Guarda Civil Metropolitana (GCM) para atender a ocorrência.

O caso foi registrado como homicídio no 72.º Distrito Policial (Vila Penteado), mas será investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). A Polícia Civil também acionou o Instituto de Criminalística (IC) para tentar identificar a vítima.

Responsável pela UBS, a Secretaria Municipal da Saúde informou que está colaborando com as investigações da Polícia Civil.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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