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NOTICIAS DO MUNDO GAY

Canadá terá moeda para celebrar o fim de lei que criminalizava pessoas LGBT.


País lançará 1 dólar canadense comemorativo para celebrar os 50 anos do fim de lei homofóbica.


O primeiro ministro do Canadá, Justin Trudeau, aprovou uma moeda comemorativa de 1 dólar canadense, que irá celebrar os 50 anos do fim da lei que criminalizava pessoas LGBT.

Aprovada em 14 de dezembro, em Toronto, a moeda deve ser lançada em 2019, mas ainda sem data definida. Em 2019, serão celebrados os 50 anos da remoção de sanções criminais contra a homossexualidade, em 1969.

A data oficial e o artista por trás do novo design estão sendo mantidos sob sigilo pelo Royal Canadian Mint, a instituição oficial de produção de moedas no país, para “maximizar o impacto” no lançamento. Eles não chegaram a divulgar nenhuma foto ou qualquer outra informação sobre a nova moeda de 1 dólar canadense até o momento.

As datas, 1969 e 2019 também estarão na moeda, segundo o CBC, assim como a palavra “igualdade” em inglês e francês.

Direitos de LGBTs são inclusos na grade curricular de escolas públicas, na Escócia.


Direitos de LGBTs serão inclusos em grade curriculares de escolas da Escócia


Na contramão das políticas propostas pelo governo do presidente eleito no Brasil, Jair Bolsonaro (PSL), a Escócia é comprometida com a valorização da diversidade. O país será pioneiro no ensino de direitos de LGBTs nas escolas. A conquista foi elogiada, inclusive, pelos impulsionadores da campanha Time for Inclusive Education (É Hora de uma Educação Inclusiva). De acordo com eles, a iniciativa faz parte de “um momento histórico”.

Segundo informações da Abril, o vice-primeiro-ministro da Escócia, John Swinney, afirmou que a medida chegará a todas as escolas públicas do país. Swinney, que também é responsável pela área da educação, informou que as escolas receberão os recursos necessários para adotar as medidas da iniciativa.

As temáticas a serem tratadas em salas de aula incluem a terminologia, identidades e história do movimento LGBT+. Além disso, serão abordados os preconceitos em torno da sigla, como homofobia, bifobia e transfobia. O objetivo é a garantida da promoção da educação em igualdade.

Jordan Daly, cofundador da campanha, comemora a conquista. “A implementação da educação inclusiva LGBT em todas as escolas públicas é uma novidade no mundo. Em um momento de incerteza global, isso envia uma mensagem forte e clara aos jovens LGBT daqui da Escócia”, afirmou Daly.

O vice-primeiro-ministro disse, ainda, que a Escócia é um dos países “mais progressistas da Europa, em termos de igualdade LGBT”. “Nosso sistema educacional deve apoiar todos os estudantes para que alcancem seu máximo potencial. Por isso, é vital que o currículo seja tão diversificado como os jovens que aprendem em nossas escolas”, declarou Swinney.

Chef de cozinha mata transexual e cozinha partes do corpo antes de cometer suicídio.


Mayang Prasetyo e Marcus Peter Volke estavam casados desde agosto de 2013.


Crime ocorreu na Austrália, caso foi divulgado por jornais locais.

Um jovem chef de cozinha australiano foi acusado de matar sua esposa transexual, esquartejar o corpo e cozinhar os pedaços antes de cometer suicídio.

O caso foi divulgado por jornais locais, que afirmam que a polícia australiana não quis dar mais informações, limitando-se a dizer que foi aberta uma investigação sobre homicídio e suicídio.

De acordo com o jornal Courier-Mail, um jovem de 28 anos, identificado como Marcus Peter Volke, que trabalhava como cozinheiro em navios de cruzeiro, tinha alugado um apartamento em Brisbane junto com sua namorada, que era como acompanhante de luxo para sustentar sua família na Indonésia.

A vítima se chamava Mayang Prasetyo e eles estavam casados desde agosto de 2013.

No último sábado (4), vizinhos chamaram a polícia devido ao odor que saía do apartamento do casal. Quando chegaram, as autoridades encontraram restos do corpo da garota dentro de uma panela.

O cozinheiro, por sua vez, tinha cometido suicídio. Amigos próximos de Volke disseram à imprensa que ele era quieto, tímido e parecia ser muito ciumento.

Já a garota se mostrava alegre. A família não sabia de indícios de que o relacionamento não estava bem.

Bolsonaro pode revogar nome social já no primeiro dia de governo.


Bolsonaro reafirmou em mensagem de Natal que defende restauração do sentimento familiar.


Decreto assinado pela ex-presidente Dilma Rousseff em 2016 autoriza travestis e transexuais o uso do nome social nos órgãos do serviço público federal.


Um decreto, assinado pela ex-presidente Dilma Rousseff em abril de 2016, que autoriza travestis e transexuais o uso do nome social nos órgãos do serviço público federal, como ministérios, universidades federais e empresas estatais pode ser revogado já no primeiro dia do presidente eleito Jair Bolsonaro.

Em mais uma postagem em sua conta no Twitter, Bolsonaro disse que assim que assumir vai revogar decisões tomadas em diferentes áreas que não têm beneficiado os brasileiros.


Restaurar o sentimento familiar

Também no Twitter, o presidente eleito reafirmou em mensagem de Natal que defende restauração do sentimento familiar. “Buscaremos nos próximos anos restaurar o sentimento familiar há muito desgastado em nossa sociedade”, tuitou.

Conservadores comemoram

Se depender da bancada evangélica, revogação já é certa. Em uma reunião entre deputados e pastores em Brasília, pessoas próximas do novo presidente já comemoram as perdas dos direitos de pessoas trans.

Fim do casamento do mesmo sexo?


Durante a campanha eleitoral, Jair Bolsonaro assinou documento onde promete ir contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. 

Uma pessoa que participou dessa reunião entre pastores e deputados afirmou que articulação agora é acabar com casamento entre pessoas do mesmo sexo e que o presidente eleito não vai medir esforços para revogar resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça que autoriza cartórios de todo o Brasil realizarem casamentos do mesmo sexo.


Universidade Federal da Bahia terá cotas para transexuais e refugiados.




A Universidade Federal da Bahia (Ufba) terá a partir de janeiro de 2019 cotas para transexuais, transgêneros e travestis e refugiados ou imigrantes em situação de vulnerabilidade social, ampliando o leque de oferta de vagas diferenciadas, que já contempla quilombolas e índios aldeados.

A medida foi aprovada por meio da Resolução 07/2018. Para o professor Penildon Silva Filho, pró-reitor de Ensino de Graduação da Ufba, a aprovação de vagas para trans e refugiados mostra o compromisso da Ufba com grupos minoritários no Brasil, em tempos em que os direitos humanos vêm sendo atacados por grupos hegemônicos da sociedade. “Já tínhamos vagas para o público trans na pós-graduação, onde temos 123 cursos, e agora estamos ampliando para pessoas trans e refugiados na graduação”, disse Silva ao Correio.

Atualmente, a Ufba tem 88 cursos de graduação. Para o público trans, índios aldeados, refugiados e quilombolas serão oferecidas uma vaga a mais nas seleções de cada curso, o que dá mais 352 vagas por ano. Na Bahia já são oferecidas cotas para trans também na Universidade Federal do Sul da Bahia e na Universidade Estadual da Bahia (Uneb).

Transexual precisou amputar um abraço após ser agredida em bar de São Paulo.


De acordo com a ANTRA (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), a cada 48 horas, morre uma pessoa transexual no Brasil 


Bárbara Brasil negou um cigarro, e isso foi suficiente para que ela fosse agredida brutalmente. A transexual estava em um bar na zona norte da cidade de São Paulo quando o caso aconteceu. De acordo com testemunhas, a agressora tem histórico de desrespeito a LGBTs, fazendo provocações verbais até agressões físicas.

De acordo com o site Ponte, o caso aconteceu no primeiro dia de dezembro. Após ver que não conseguiria o que queria de Bárbara, a mulher quebrou uma garrafa de cerveja e atacou. A transexual esperou uma ambulância enquanto sangrava por cerca de uma hora. Posteriormente, foi levada ao Hospital do Mandaqui, onde os médicos precisaram decidir por amputar o braço de Bárbara.

A mãe da vítima, Simone Maria Pereira Vieira, de 50 anos, descreveu o ocorrido. “A pressão dela estava 4 por 3, teve que tomar quatro bolsas de sangue. Devido a tudo isso, tiveram que grampear uma artéria, e ficou três dias sem circular sangue na parte de baixo da mão. Os médicos precisaram amputar, não teve mais circulação”.

O Boletim de Ocorrência informa que a identidade da agressora não foi identificada. Tudo o que se sabe, é que ela é esposa de um homem cujo apelido é “Índio”, no entanto, nenhum dos dois foram encontrados.

Bárbara trabalhava como faxineira na região, além de vender perfumes de casa em casa. Pessoas próximas comentam que ela era uma mulher alegre e vaidosa. Desde que foi agredida, tem sentido dificuldade em lidar com todas as consequências. Contudo, conseguiu dar um sorriso para a foto após passar pela cirurgia.

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Postado por Andy | (0) Comente aqui!

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