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NOTICIAS DO MUNDO

Controverso, Papa Francisco critica homossexuais na igreja: “Não há lugar para esse tipo de feição”.




O papa Francisco deu mais uma declaração controversa ao afirmar que a homossexualidade não cabe aqueles que desejam servir a Deus. A posição foi exposta no livro La Fuerza de la Vocación, de Fernando Prado, lançado nesta segunda-feira (03). As informações são do Deutsche Welle.

“Na nossa sociedade, até parece que a homossexualidade está na moda. Essa mentalidade influencia de certa forma também a Igreja”, disse o religioso.

O pontífice completou que a prática da homossexualidade é alvo de preocupação no clero. Além disso, acredita que não deveriam ser aceitos gays nos seminários. “Na vida consagrada e na vida sacerdotal, não há lugar para esse tipo de afeição”, disparou.

O livro, escrito em três línguas diferentes, traz declarações do papa ao autor nas quais discute na maior parte o seu chamado para o serviço religioso. Apesar da prática ser rejeitada pela igreja, o Papa já se posicionou contra a discriminação a LGBTs em outras oportunidades.

Presidente do Grindr desmente ter dito que casamento é apenas entre homem e mulher.


O presidente do Grindr Scott Chen


Após a repercussão, o presidente do Grindr Scott Chen veio a público para esclarecer a declaração que viralizou recentemente. Em seu perfil no Twitter, ele desmentiu ter dito que casamento é apenas para homem e mulher.

Segundo o chinês tudo não passou de um erro de tradução no post original. “A razão pela qual disse que sagrado é o casamento entre homem e mulher é baseada na minha experiência pessoal. Sou um homem hétero casado com uma mulher e com duas filhas que amo. É assim que entendo sobre o meu casamento”, explicou. A mensagem foi divulgada na conta do jornalista Ken Schwencke.

“Mas pessoas diferentes podem ter entendimentos diferentes sobre seus casamentos. Vocês não podem definir os meus sentimentos em relação ao casamento!”, continuou.

Questionado por um internauta em outro post, Chen assegurou que é inteiramente a favor do casamento homoafetivo. “Sim. Claro! Eu luto por isso. E é por isso que trabalho hoje no Grindr!”, respondeu.

Estudante quebra três costelas em ataque lesbofóbico nos EUA.


Northern High School 


Uma estudante lésbica de Maryland, Estados Unidos, foi brutalmente agredida por seus colegas supostamente por se vestir de maneira masculina. Como resultado da agressão, a jovem teve três costelas quebradas. As informações são do Washington Blade.

A mãe da garota, Lidia Reye, luta para que o caso seja tratado com seriedade pela escola que se nega a ser responsável pelo ataque. A violência aconteceu no dia 23 de março de 2017 e até agora não foi solucionado.

Lidia acredita que a filha, abertamente lésbica, foi alvo de agressão por causa do seu look masculino. Mãe e filha são da naturais da Guatemala, e se mudaram para os Estados Unidos alguns anos atrás.

À imprensa, a escola afirmou que o auditório estava fechado na data, por isso, não teri como confirmar se a agressão realmente aconteceu. A polícia também não conseguiu identificar os autores do crime.

A mesma situação apresenta a secretaria da educação de Prince George’s County, responsável pela Northern High School. O órgão ainda ressaltou ter uma política forte contra discriminação, incluindo orientação sexual e identidade de gênero.

Pai é condenado à prisão por forçar garoto de 11 anos a fazer sexo com madrasta para “não virar gay”.




Um homem britânico foi condenado a cinco anos de prisão por ser mandatário de forçar o seu filho, então com 11 anos, a fazer sexo com a madrasta. O ato aconteceu em uma tentativa de fazer com que o garoto não se tornasse gay. O processo foi aberto pela própria vítima, que hoje tem 36 anos.

A justificativa para a pedofilia foi confirmada pelo acusado Richard Dowling, de 62 anos, perante o tribunal. A mulher do pai do garoto também foi considerada culpada a oito anos em regime fechado por consumar o ato com um menor. 

“Eles roubaram minha inocência e arruinaram minha infância. Era o dever do meu pai me proteger”, afirmou Daniel Dowling ao tabloide Sunday Mirror.

Ele contou ao jornal que o abuso começou em um dia que os três brincavam com um jogo de tabuleiro, quando o pai sugeriu que quem perdesse tirasse uma peça de roupa. Logo, a sua madrasta estava nua e o seu pai o forçou a beijar os seus seios.

As sessões criminosas então, se repetiram por três anos, ocasionando a perda da virgindade do jovem durante algum dos abusos. Inicialmente feito a pedido do pai, porém logo ela passou a agir por conta própria.

“Fui sexualizado em uma idade jovem demais. Sexo hoje é um trauma pra mim e não significa nada. As poucas memórias felizes da minha infância foram sobrepostas pelos traumas de tantos abusos”, lamentou Daniel.

STF vai julga ação que abre caminhos para criminalizar homofobia dia 12.


Ação da ABGLT foi impetrada em 2012 e até hoje não foi votada.


Ação, que ainda precisa passar pelo Congresso Nacional, se aprovada, enquadrará como racismo a violência contra LGBT.

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), definiu na última sexta-feira (30) a data do julgamento de um mandado de injunção que dará o primeiro passo para criminalizar a LGBTfobia no Brasil: 12 de dezembro.

Impetrado pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais (ABGLT), a ação, que sustenta que a LGBTfobia deve se enquadrar na lei de racismo na Constituição, está protocolada na corte desde maio de 2012, mas já foi adiada diversas vezes.

Nos anos anteriores, o processo era considerado fraco pela Procuradoria-Geral da República, por ter sido elaborado como um mandado de injunção.

Este é um instrumento processual utilizado para se pedir a regulamentação de uma norma da Constituição, quando se percebe uma ausência ou descaso do Legislativo na questão.

Segundo posição da PGR na ocasião, na Câmara dos Deputados já tramita um projeto de lei (PL 5003/2001) que dispõe sobre as sanções aplicáveis à conduta LGBTfóbica.

No entanto, neste ano, Fachin, que é o atual relator do caso, recebeu uma nova manifestação da PGR reconsiderando seu posicionamento e solicitando “provimento do agravo regimental”, por conta da demora de votação do PL.

“Em que pese à existência de projetos de lei em trâmite no Congresso Nacional, sua tramitação por mais de uma década sem deliberação frustra a força normativa da Constituição”, diz o texto.

Segundo explica o advogado Edgard Paiva de Carvalho Junior, vice-presidente do Nelson Willians Advogados Associados, se o processo for aprovado pelos ministros da Corte, a próxima legislatura no Congresso Nacional será pressionada a acrescentar a LGBTfobia como crime racial.

“Se aprovado, isso demonstra via STF a necessidade de falar sobre o assunto. A nossa Constituição fala em uma sociedade justa, livre e igualitária. Para que isso se concretize é relevante a posição do STF forçando o Legislativo a incorporar a homofobia na lei do racismo. Mesmo com a nova Câmara sendo mais conservadora, ela será forçada a votar o assunto”, diz.

Já Acácio Miranda, advogado especialista em direito criminal, afirma que a corte não deve tomar nenhuma decisão. “Creio que, face a estes elementos, a legislação ficará ‘em banha Maria’. O Congresso não costuma se render ao STF, especialmente em um caso que envolve tantos interesses, especialmente os da bancada evangélica.”

No mesmo dia, o STF também colocou para julgamento uma Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO), impetrada pelo PPS que também pede legislação sobre crime de LGBTfobia.

O que diz a ação da ABGLT

O mandado de injunção da entidade que defende a população LGBT no Brasil solicita que o país “obtenha a criminalização específica de todas as formas de homofobia e transfobia, especialmente (mas não exclusivamente) das ofensas (individuais e coletivas), dos homicídios, das agressões, ameaças e discriminações motivadas pela orientação sexual e/ ou identidade de gênero”.

Na sustentação, os advogados argumentam que a medida é necessária porque “o atual quadro de violência e discriminação contra a população LGBT tem tornado faticamente inviável o exercício dos direitos fundamentais à livre orientação sexual e à livre identidade de gênero das pessoas LGBT em razão do alto grau de violência e discriminação contra elas perpetradas na atualidade”.

Família de travesti morta a pauladas diz que vítima estava apaixonada por assassino.


Diega foi morta a pauladas em Jundiaí.


Jovem foi encontrada morta às margens da Rodovia Anhanguera, em Jundiaí (SP). Suspeito foi preso pela Polícia Civil e confessou o crime.

A travesti morta a pauladas no dia 26 de maio, em Jundiaí (SP), era apaixonada pelo suspeito do crime, segundo informou a família da vítima. Marcos Vinicius Zafalon, de 28 anos, foi preso na terça-feira (27) pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e confessou o crime.

O corpo de Diega, de 29 anos, foi encontrado às margens da Rodovia Anhanguera. Um motociclista que passava pela rodovia, no quilômetro 51, achou a vítima em um gramado, próxima de um pedaço de madeira com marcas de sangue.

Diega estava com o rosto ensanguentado e apresentava dois dedos da mão direita fraturados, além de hematomas nas costas e no tórax.

Uma das irmãs da travesti contou que ela frequentava os mesmos bares que o suspeito, por quem passou a sentir atração e de quem tentou se aproximar.

“Apesar do Diego esconder muita coisa da gente, nós sabíamos que ele fazia tudo por esse cara. Era apaixonado”, diz a irmã da vítima, Luciana Castro.


Marcos Vinicius Zafalon confessou o crime e disse estar arrependido.


O crime

Em depoimento à polícia, o rapaz preso e que confessou o crime, alegou que era perseguido pela vítima.

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) conseguiu na Justiça a prisão preventiva de Marcos Vinicius Zafalon. Segundo a polícia, a vítima foi espancada com um pedaço de madeira.
A família chegou a publicar uma foto de Diega nas redes sociais pedindo informações após o desaparecimento dela.
Após a prisão do suspeito, um vídeo gravado pelos policiais mostra a confissão do crime. Conforme o relato dele, a vítima morava no mesmo bairro e, além de declarações, Diega teria mandado presentes para Marcos.

O suspeito, então, foi tirar satisfação com a vítima em um forró, onde os dois discutiram. Já segundo a irmã de Diega, ele entrou no carro do suspeito perto de casa antes de ser morto.

“Ele [Marcos] esperou meu irmão sair do forró e chegar perto de casa para chamá-lo no carro. Meu irmão morria por ele, confiava nele e nunca imaginaria que seria morto”, lamenta Luciana.

O suspeito disse estar arrependido e foi levado para o Centro de Triagem de Campo Limpo Paulista (SP). Em seguida, foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP).

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Postado por Andy | (3) Comente aqui!

3 comentários:

  1. Esse papa esta me deixando confuso
    Só 5 anos? esse "Pai" merecia muito mais

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  2. Anonimo- Para um papa, deve ser dificil esta questão. Ele já deu declarações de apoio a comunidade LTBTQI. Mas existem forças dentro da igreja que envolve a política dentro dele se opõe ao liberalismo da igreja.

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    1. Isso me passou pela cabeça depois que eu enviei o comentário

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